
A Barragem 14 de Julho, em Cotiporã, foi afetada pelas chuvas e rompeu parcialmente | Foto: reprodução/redes sociais
13 barragens do Rio Grande do Sul estão sendo monitoradas pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), segundo o governo do estado. A informação foi dada após a barragem 14 de Julho, em Cotiporã, sofrer um rompimento parcial e ter a ombreira direita, responsável por apoiar a estrutura, comprometida.
“O grande problema agora é a velocidade com que a água vai descer rumo a Santa Bárbara e Santa Tereza. A altura da água não deve mudar muito, porque o nível do Rio das Antas estava passando sobre a barragem. O risco agora é a vazão a partir da barragem 14 de Julho”, explicou o secretário da Casa Civil do Rio Grande do Sul, Artur Lemos.
Os moradores das cidades de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado, Colinas e Lajeado receberam a recomendação de deixar áreas de risco e procurar abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do rio. Na última quarta-feira (1°), a Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) acionou o Plano de Ação de Emergência, para que a população seja retirada da região com segurança.
Das 13 barragens monitoradas pela Sema, cinco estão em processo de evacuação, enquanto outras cinco, responsáveis pela geração de energia elétrica, estão em alerta e sendo monitoradas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema (ONS).
