
Essa faixa da população é a mais vulnerável e suscetível a contrair o covid-19, que já contaminou 413 pessoas em Alagoas e é extremamente volátil, de fácil circulação entre a população. Os números só não são piores no estado devido ao isolamento social em vigor.
A Ponta Verde reúne 16,65% da população de terceira idade de Maceió e Jatiúca 14,07%. Com base nos dados da Ufal, os bairros da orla de Maceió concentram o maior número de novos casos de Covid-19 no Estado, principalmente por reunirem o grupo de risco numa região onde, além de residências, também é grande a concentração comercial e o fluxo de consumidores.
A gerente médica do Hospital Escola Dr. Helvio Auto (HEHA) e integrante do Grupo Técnico de Apoio ao Enfrentamento da Covid-19 em Alagoas, a infectologista Luciana Pacheco, demonstrou preocupação com os dados apontados no relatório da Ufal e até gravou um vídeo alertando as pessoas, em que pede para que fiquem em casa.
“As pessoas precisam se conscientizar que a doença existe, a doença pode ser grave nas pessoas idosas, nas pessoas com doenças crônicas e essas pessoas vão precisar do atendimento na rede de saúde. Você precisa fazer sua parte, ficar em casa e isso não significa ir para rua, ir para calçada ou ir à praça, tem de ficar isolado em casa. Se você precisa sair para trabalhar, tem que trabalhar com segurança”, enfatiza a infectologista.
