


O senador e pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), confirmou nesta quarta-feira (13/5) que trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para garantir o financiamento do filme biográfico Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com Flávio eles se conheceram em dezembro de 2024. O contato com Vorcaro só teria sido retomado em novembro de 2025, quando houve atraso no pagamento das parcelas de patrocínio.
“Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024 quando o governo Bolsonaro já havia acabado e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”, afirmou o senador.
“Acontece que com o passar do tempo ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato. Que ao ele não pagar essas parcelas tinha uma grande chance do filme sequer ser veiculado, o filme ser sequer concluído. Em função disso procuramos outros investidores para concluir o filme”, explicou.
Em nota, Flávio Bolsonaro defendeu a instalação da CPI do Banco Master e reiterou que não promoveu encontros privados fora da agenda, não intermediou negócios e não recebeu dinheiro ou qualquer vantagem relacionados a Vorcaro.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio acrescentou que, com o passar do tempo, o banqueiro parou de honrar com “as parcelas do contrato”

O senador e pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), confirmou nesta quarta-feira (13/5) que trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para garantir o financiamento do filme biográfico Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com Flávio eles se conheceram em dezembro de 2024. O contato com Vorcaro só teria sido retomado em novembro de 2025, quando houve atraso no pagamento das parcelas de patrocínio.
“Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024 quando o governo Bolsonaro já havia acabado e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”, afirmou o senador.
“Acontece que com o passar do tempo ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato. Que ao ele não pagar essas parcelas tinha uma grande chance do filme sequer ser veiculado, o filme ser sequer concluído. Em função disso procuramos outros investidores para concluir o filme”, explicou.
Em nota, Flávio Bolsonaro defendeu a instalação da CPI do Banco Master e reiterou que não promoveu encontros privados fora da agenda, não intermediou negócios e não recebeu dinheiro ou qualquer vantagem relacionados a Vorcaro.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio acrescentou que, com o passar do tempo, o banqueiro parou de honrar com “as parcelas do contrato”