Imagem: ilustração

Na tarde do último sábado (11), uma guarnição do Grupamento de Polícia Militar (GPM) de Minador do Negrão recuperou uma moto roubada que estava em posse de um menor de idade, que alegou que o veículo pertence ao seu patrão e que era utilizada para realizar entrega de leite. O caso ocorreu no Centro de Minador.

Inicialmente, os militares estavam em rondas quando avistaram o menor conduzindo a moto, que estava desemplacada e com o cano de escape alterado. Os agentes abordaram o adolescente e verificaram que o veículo possuía queixa de roubo. O menor informou que a moto pertencia ao seu patrão e que ele utilizava para fazer entregas, mas não sabia que se tratava de um produto roubado.

O Conselho Tutelar foi acionado e depois o condutor da moto foi levado até a casa de sua mãe. Posteriormente, os militares foram até o endereço do patrão do menor, mas não o encontraram.

O adolescente foi conduzido até a Polícia Judiciária, onde foi confeccionado um boletim de ocorrência, e depois foi liberado.

Manifestantes pró-Palestina tentaram chegar perto do local onde ocorria o evento Met Gala, em Nova York — Foto: Eduardo Munoz/Reuters

A polícia de Nova York  nos Estados Unidos, prendeu manifestantes que faziam uma manifestação pró-Palestina próximo do local onde ocorria o evento Met Gala, na segunda-feira (6).

O evento, que contava com a presença de celebridades, foi realizado no Metropolitan Museum of Art, local onde os manifestantes tentavam chegar.

De acordo com a agência Reuters, a polícia conseguiu impedir que o protesto alcançasse o museu, apesar dos esforços dos manifestantes. Foram montadas barricadas para tentar separar os manifestantes do local onde ocorria o tapete vermelho do Met Gala.

Os manifestantes carregavam faixas com os dizerem "fim da ocupação da Palestina", entre outras palavras de ordem. Um dos cartazes dizia "não há Met Gala enquanto as bombas caírem em Gaza".

No centro, Fernando Sastre de Andrade Filho | Foto: CNN

Na tarde de hoje (6), o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho (24), condutor do Porsche que bateu em outro veículo e causou a morte de um motorista por aplicativo, em São Paulo, se entregou à polícia, na 5ª Delegacia Seccional, em Tatuapé. A prisão preventiva do autor do crime foi decretada na última sexta-feira (3).

No último sábado (4), agentes da Polícia Civil (PC) foram até a residência de Fernando, mas como não o encontraram, ele foi considerado foragido. Na última semana, após a Justiça aceitar a denúncia do Ministério Público, o jovem passou a ser réu por homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima.

“Sem prejuízo, [a defesa] recorrerá dessa decisão pois entende que as 8 medidas cautelares anteriormente impostas, eram mais que suficientes, sendo desproporcional a prisão preventiva”, disseram os advogados do empresário, Jonas Marzagão, Elizeu Soares de Camargo Neto e João Victor Maciel Gonçalves, em uma nota.

Imagem: ilustração

Na tarde da última quinta-feira (2), um homem foi preso após tentar abrir uma conta bancária utilizando uma documentação falsa, em uma agência do Banco do Brasil localizada no Centro de Arapiraca. O objetivo era abrir a conta no nome de terceiros, prática que se caracteriza como estelionato.

A ação do suspeito foi percebida dentro da agência e logo a polícia foi acionada. Membros da Força Tarefa do 3° Batalhão de Polícia Militar (BPM) foram até o local e abordaram o indivíduo, que foi questionado sobre a documentação apresentada. Segundo o registro da PM, o homem começou a se contradizer e foi levado até o carro, para que apresentasse a autenticidade de sua identidade.

Ao apresentar a sua carteira de habilitação, os agentes verificaram que o nome divergia da documentação apresentada no banco. O suspeito confessou que aquele era seu nome verdadeiro e que estava tentando abrir uma conta em nome de outras pessoas.

Ele foi levado para o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de Palmeira dos Índios, onde ficou preso e à disposição da Justiça.

Policiais atacam manifestantes durante manifestações do 1º de Maio nos arredores da Praça Taksim, em Istambul — Foto: Yasin Akgul/AFP

Milhares de manifestantes pelo mundo foram às ruas neste 1º de Maio.

Em Paris, na França, policiais entraram em confronto com trabalhadores. Na capital francesa, milhares se reuniram nas ruas com pautas difusas, que envolviam melhores salários, insatisfação com a reforma da Previdência aprovada pelo governo Macron no ano anterior e contra os Jogos Olímpicos. Houve confronto com a polícia. As forças de segurança disseram que atuaram contra "manifestantes radicais" que tentaram destruir comércios.

Na Turquia  217 manifestantes foram detidos pelas forças de segurança quando tentavam chegar à emblemática Praça Taksim, segundo o ministro do Interior turco, Ali Yerlikaya. Mais de 42 mil policiais foram destacados para proteger o espaço, segundo o ministro do Interior, Ali Yerlikaya. Ele alegou que as "organizações terroristas [de oposição ao governo Erdogan] querem fazer do 1º de maio um campo de ação e propaganda".

No Chile, manifestantes entraram em confronto com a polícia, resultando em 15 pessoas detidas.

Também foram registrados confrontos nas Filipinas em protestos que reivindicavam melhores salários.

Outros atos de grande porte foram registrados na Argentina, na Coreia do Sul, em Taiwan e na Indonésia.

Na última terça-feira (30), um jovem de 20 anos foi preso em Poço das Trincheiras, sob suspeita de ter tentado matar a ex-companheira, com quem tem uma filha de dois anos. O crime ocorreu no dia 28 de março, durante uma discussão motivada por ciúmes. O indivíduo foi detido por agentes da Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Santana do Ipanema em conjunto com uma guarnição da Polícia Militar (PM).

Momento da prisão | Foto: Ascom PC/AL

Com a ação policial, foi dado cumprimento a um mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário. Agora, o suspeito está detido no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de São José da Tapera.

Sobre o crime

Em março, enquanto consumia bebidas alcoólicas com seu irmão, atual namorado da vítima, teve início uma discussão e o suspeito agrediu a ex-companheira com um espeto de churrasco, desferindo golpes em seu abdômen.

Depois de ter cometido o crime, o homem fugiu, vindo a ser capturado na última terça.

A mulher que sofreu a tentativa de assassinato sofreu lesões no pâncreas e no intestino.

Material apreendido | Foto: Ascom PC/AL

Na tarde de hoje (24), um homem foi preso no loteamento José Maia Costa, no bairro São Francisco, em Palmeira dos Índios. A prisão deu cumprimento a um mandado de prisão em aberto por roubo cometido em Campo Alegre, e aconteceu no âmbito de uma operação policial integrada, com agentes da Polícia Militar (PM) e da Polícia Civil (PC).

O suspeito recém-capturado tentou fugir, mas foi detido. Ao todo, três pessoas foram presas em Palmeira, uma foi detida em Igaci e outra, em Quebrangulo.

Segundo a PC, foram apreendidos uma quantidade de maconha, três armas de fogo, munições e dinheiro. Um carro roubado também foi recuperado.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 17ª Vara da Capital, pela Vara de Campo Alegre e pela Vara de Luz, em Minas Gerais.

Participantes

Participaram da operação os agentes da 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Palmeira, do 67° Distrito Policial (DP) de Igaci e do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM). A operação foi comandada pelo coronel Ademar Siqueira e pelos delegados Rosivaldo Vilar e Alexandre Leite.

Abaixo, veja mais registros dos materiais apreendidos e do carro recuperado.

Material apreendido | Foto: Ascom PC/AL

Carro recuperado | Foto: Ascom PC/AL

Carro recuperado durante a operação | Foto: Ascom PC/AL

Na manhã de hoje (23), foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão que resultou na prisão de dois indivíduos, de 20 e 26 anos, irmãos de Leandro Barros, que confessou ter cometido o assassinato de sua esposa, Mônica Cavalcante, em junho de 2023. A prisão ocorreu em uma chácara do pai dos suspeitos, em São José da Tapera. O genitor já havia sido preso anteriormente.

A ação policial faz parte da operação integrada Camaleões do Crime, que resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão emitidos pela 17ª Vara Criminal de Maceió. Segundo o delegado Diego Nunes, do 38° Distrito Policial (DP), a operação não está relacionada à morte de Mônica, cujo caso já foi concluído.

Entre os itens apreendidos estão um revólver .32; oito carregadores de pistola; 30 munições de 9mm; 12 munições de calibre 380; 14 munições .40; quatro munições deflagradas de calibre 20; duas munições .28 já deflagradas; um alimentador de revólver (jetloaders); três coronhas; um fuzil de airsoft; uma espingarda de seta; seis caixas vazias de armas; uma mola recuperadora de pistola; duas escovas para manutenção de arma; quatro facas táticas; uma algema; duas chaves de algema; duas lanternas táticas; e dois celulares, dos quais um é um iPhone 12 Pro Max.

Material apreendido | Foto: 7° BPM

Porto de Paranaguá | Foto: Governo do Paraná

Nesta segunda-feira (22), durante a Operação Koumpi, a Polícia Federal (PF) deu cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão e prendeu duas pessoas nas cidades paranaenses de Paranaguá e Curitiba. Os agentes estão investigando um grupo especializado no tráfico de drogas, que estaria usando o porto parnanguara para enviar entorpecentes para a Europa.

A PF considera os dois presos como os “cabeças” do esquema, sendo eles peças-chave na investigação.

A ação policial começou depois que 83,5 kg de cocaína foram apreendidas em um contêiner que tinha a Europa como destino. O exportador da carga não tinha conhecimento de que o entorpecente havia sido colocado em sua embarcação.

O porto de Paranaguá é considerado o maior exportador de produtos agrícolas do país e o maior porto graneleiro da América Latina. Em relação aos contêineres, ele é considerado o terceiro maior do Brasil.

Foto: Ascom PC-AL

Na última quinta-feira (18), a Polícia Civil (PC) concluiu o inquérito que apurou um caso ocorrido em fevereiro deste ano, na Escola Maria Zenaide, em Coruripe. Na ocasião, uma criança de dois anos foi mordida 19 vezes por outra criança. Após uma investigação, a polícia chegou à conclusão de que houve omissão do dever de cuidado por parte das professoras incumbidas de garantir a segurança e proteção dos alunos.

Além das evidências materiais, os policiais também tiveram depoimentos como base, especialmente o da mãe da criança mordida. Com a conclusão do inquérito, as professoras foram indiciadas tanto por omissão quanto por lesão corporal.

Segundo a PC, exames de corpo de delito mostraram as 19 mordidas espalhadas pelo corpo da vítima. A criança também teria ficado com um trauma emocional e um abalo psicológico.

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