
Selton Araújo | Foto: Márcio Lima
Os agendamentos de atendimentos aos beneficiários do Bolsa Família em Palmeira dos Índios foram retomados nesta quarta-feira (25). Na cidade, o programa conta com uma nova equipe, que já está trabalhando para que os atendimentos voltem a ocorrer na próxima segunda-feira (30). O coordenador do Bolsa Família em Palmeira, Selton Araújo, concedeu uma entrevista à Rádio Sampaio e falou sobre o assunto.
Segundo o coordenador, os agendamentos estão fracionados no período da manhã e da tarde, com o Bolsa funcionando das 8h às 12h e das 14h às 17h. Dessa forma, é possível agendar os atendimentos até às 16h59.
“A expectativa é que a gente prossiga e continue o mais rápido possível, porque a gente sabe a demanda, que é gigante. Tem muita gente que tá bloqueada, muita gente que precisa fazer atualização, muita gente relacionada ao BPC/Loas, e diversos outros atendimentos. E a gente retorna com força total”, disse Selton.
As atividades relacionadas ao Bolsa Família e ao CadÚnico estão sendo realizadas na sede do programa, ao lado do hotel São Bernardo, no Centro de Palmeira; no Centro de Referência da Assistência Social (Cras), no bairro Eucalipto; e na Central Já!, no Juca Sampaio.
Ouça a entrevista, feita pelo repórter Rafael Santos, logo abaixo.
Abaixo, assista a um trecho da entrevista:
Vídeo: Márcio Lima

Fila do Bolsa Família na sede do programa | Foto: Márcio Lima

Foto: ilustração
Na manhã de ontem (24), um casal de idosos foi amarrado, junto ao seu neto e uma conhecida, durante um assalto realizado no povoado Riacho Santo, em Palmeira dos Índios. De acordo com o registro policial, dois indivíduos disseram estar vendendo “misturadas”, um tipo de bebida alcoólica, e os idosos aceitaram, levando-os até sua casa, momento em que o roubo foi anunciado.
Depois de anunciarem o assalto, o casal foi amarrado pelos suspeitos, que fizeram as vítimas falarem o local da casa onde estavam o dinheiro e os cartões da aposentadoria. Posteriormente, o neto do casal e uma conhecida da família entraram na residência, para saber o que estava acontecendo, e também foram amarrados.
O neto conseguiu se soltar e tentou acionar a polícia, momento em que os indivíduos fugiram, tendo subtraído um total de R$ 1.400 em espécie, além dos documentos e cartões do banco.
A Polícia Militar (PM) foi acionada e realizou rondas na região, mas não obtiveram êxito em encontrar os autores do crime.

Capitão Moura | Foto: Márcio Lima
Na última terça-feira (24), um incêndio atingiu o Supermercado Freitas, conhecido como AD Lima, no Centro de Palmeira dos Índios. Na ocasião, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Palmeira esteve presente e combateu o fogo, recebendo o auxílio de duas guarnições dos bombeiros de Arapiraca. Hoje (25), o capitão Anderson Moura concedeu uma entrevista à Rádio Sampaio e detalhou como foi a situação.
Segundo o bombeiro, o combate ao incêndio durou cerca de 9h, em decorrência da quantidade abundante de materiais que serviam como combustível para o fogo. “Químicos que estavam dificultando a nossa entrada, aerossóis que a todo momento estavam explodindo; então a gente só conseguiu, realmente, fazer um combate realmente ofensivo a partir do momento que esses materiais pararam de explodir”, disse Moura.
De acordo com o capitão, os bombeiros também receberam o auxílio de três caminhões-pipa, pois o caminhão do CBM comporta apenas 2 mil litros de água. Essa quantidade, segundo Moura, é o suficiente para apenas 15 minutos de combate. “Só a nossa viatura ou mais duas ou três viaturas, a gente não conseguiria fazer esse combate sem ter que estar saindo pra poder fazer reabastecimento, e quem fez essa logística foi realmente os caminhões-pipa”, explicou.
A causa do incêndio só pode ser identificada através da perícia, que precisa ser acionada pelo proprietário do estabelecimento.
Abaixo, confira a entrevista completa, feita pelo repórter Niraldo Correia.
Vídeo: Márcio Lima

Repórter Niraldo Correia entrevistando o capitão Moura | Foto: Márcio Lima

Capitão Moura (segundo da esquerda para a direita, na fileira da frente) e equipe do Corpo de Bombeiros responsável por combater o incêndio | Foto: Pedro Ivon
Na manhã de hoje (24), o Supermercado Freitas, conhecido como AD Lima, foi foco de um incêndio que o deixou completamente destruído. Após as chamas terem sido debeladas, o Capitão Anderson Moura, do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), concedeu uma entrevista ao Portal Rádio Sampaio e falou sobre o ocorrido.
Segundo o militar, os bombeiros foram acionados por volta das 7h e chegaram ao local quando o incêndio já estava bem avançado. “Não deu para adentrar no momento, pra saber o que é que realmente estava dentro, e aí a gente foi colhendo informações com os proprietários, para saber do que é que se tratava, o que é que tinha de combustível lá dentro”, explicou o Capitão Moura.
Ainda segundo ele, o combate aconteceu em três linhas de ataque, com a água sendo jogada frontalmente e com ventilação nas laterais e uma nos fundos do imóvel, através de uma residência que havia atrás do prédio.
Houve apenas danos materiais e ninguém ficou ferido. A causa do incêndio só poderá ser identificada através de uma perícia, caso o dono do estabelecimento solicite.
Confira a entrevista abaixo.
Ainda no começo da tarde, os trabalhos no local continuavam, com os entulhos sendo retirados do estabelecimento, que já estava completamente destruído pelo fogo. Ainda havia fumaça saindo do local. Confira abaixo.

Foto: Pedro Ivon

Foto: Pedro Ivon

Sr. Gerson | Imagem: reprodução
Na manhã desta terça-feira (24), um incêndio tomou conta do mercado conhecido como AD Lima, no Centro de Palmeira dos Índios. O senhor Gerson, que é proprietário de um estabelecimento que vende Caldo de Cana, próximo ao local do incêndio, concedeu uma entrevista à Rádio Sampaio e falou sobre o ocorrido.
Sr. Gerson começou a sentir o odor de fumaça por volta das 7h e disse que escutou barulhos vindo de dentro do mercado. “Era o fogo jogando, derrubou a porta, e daí em diante pronto; a gente já tinha ligado para os proprietários. Aí foi só invasão de fogo e desespero da vizinhança aqui”, contou. “O caso do dia é o que tá se vendo hoje aqui: uma destruição dessa aqui. E quem vê faz pena, até porque é um pessoal trabalhador, a gente acompanha o dia a dia deles”.
Confira a entrevista completa logo abaixo, feita pela locutora Vitória Afonso.
Para assistir a entrevista em vídeo, acesse o nosso instagram, clicando aqui.

Fotos: Pedro Ivon
Na manhã de hoje (24), o Supermercado Freitas, conhecido como mercado AD Lima, ao lado do Banco Itaú, no Centro de Palmeira dos Índios, foi foco de um incêndio. Ainda não se sabe como as chamas tiveram início. O estabelecimento fica no térreo de um prédio de dois andares. Os moradores conseguiram sair e ninguém ficou ferido.
A fiação foi atingida pelo fogo e a Equatorial foi acionada. A energia da região foi cortada durante algumas horas, mas já foi reestabelecida.
O Corpo de Bombeiros compareceu ao local e trabalha para debelar as chamas, com a ajuda de caminhões-pipa. Os bombeiros de Arapiraca também foram acionados, para ajudar a resolver a situação.
Guarnições da Polícia Militar (PM) contiveram os populares nas proximidades, para que não se aproximassem do estabelecimento. A Guarda Civil Municipal (GCM) também prestou auxílio no controle da população.
Estrondos puderam ser escutados antes e durante a ação dos bombeiros. Com os estouros, alguns objetos chegaram a ser arremessados de dentro do mercado.
A PM isolou a área. A Defesa Civil e a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) também estiveram presentes e tomaram as medidas cabíveis.
Informações do Corpo de Bombeiros dão conta de que a parede de uma casa localizada nos fundos do mercadinho, na rua José e Maria Passos, conhecida como rua da Rádio Sampaio, precisou ser quebrada, para que os militares fizessem o resfriamento do local e as chamas nos fundos do estabelecimento pudessem ser combatidas.
Móveis e objetos do mercado foram retirados do interior do local e um trator os removeu da rua.
Após o foco do incêndio ter sido combatido, os bombeiros fizeram o resfriamento do local. Ainda há fogo dentro do recinto, mas segundo informações apuradas pela equipe do Portal Rádio Sampaio, não há risco de alastramento. O restante dos entulhos está sendo retirado pelo trator. Ainda não se sabe o quanto a estrutura do prédio foi danificada, motivo pelo qual os bombeiros estão entrando no local em duplas.
A causa do incêndio só poderá ser investigada com a autorização do dono do estabelecimento.
Abaixo, confira as participações gravadas do repórter Niraldo Correia, diretamente do local, para o programa Nosso Encontro, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h, na Rádio Sampaio, em 94,5.
Ouça mais sobre o ocorrido amanhã (25), no programa Nosso Encontro.

Foto: Vitória Afonso

Foto: Pedro Ivon

Foto: Pedro Ivon

Objetos foram retirados de dentro do mercado | Foto: Victor Fernando

Imagem: ilustração
Na tarde de ontem (22), um homem de 48 anos foi preso após ameaçar de morte e agredir a sua companheira, de 38 anos, no bairro Palmeira de Fora, em Palmeira dos Índios. A motivação do suspeito não foi informada.
De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), uma guarnição de Radiopatrulha foi acionada para averiguar a situação e compareceu ao local, onde ouviu a vítima. Posteriormente, a mulher foi levada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.
Os envolvidos foram levados para a Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca, onde o suspeito foi autuado em flagrante e ficou à disposição da Justiça.

Imagem: ilustração
Na manhã do último domingo (22), um homem de 38 anos foi preso após agredir e ameaçar a sua companheira, de 37 anos, na rua do JR Construções, no conjunto Sebastiana Gaia, em Palmeira dos Índios. A motivação do suspeito não foi informada.
De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), uma guarnição de Força Tarefa foi acionada e compareceu ao local, onde a vítima informou o que havia ocorrido. O suspeito havia fugido, mas acabou sendo encontrado pelos militares.
A mulher foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Posteriormente, os envolvidos foram conduzidos até a Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca, onde o homem foi autuado por lesão corporal dolosa e ameaça, conforme a Lei Maria da Penha.

Lúcio Medeiros em uma cavalhada | Foto: cortesia ao Portal Rádio Sampaio
Com um pano de fundo histórico riquíssimo, uma religiosidade forte e uma tradição que permanece firme em todas as suas regras, a Cavalhada surgiu ainda no medievo e veio para o Brasil, sendo parte da cultura de diversos estados e cidades, inclusive de Palmeira dos Índios, cuja Câmara de Vereadores chegou a discutir esse espetáculo como patrimônio imaterial do município.
Mas o que é a cavalhada e como ela saiu do medievo e veio parar em terras palmeirenses?
A cavalhada tem sua origem no conflito entre católicos e muçulmanos na conquista pela Terra Santa. “É uma luta de território e uma luta religiosa, onde a Igreja participa. E por causa disso é que eu trago a cavalhada como religiosidade”, explica a profª. Ana Cristina, da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), que escreveu o livro Cavalhadas em Alagoas: religiosidade e memórias coletivas. “O credo católico contra o islã. Daí a gente tem a luta dos mouros e dos cristãos”, continua.

Profª. Ana Cristina | Foto: Márcio Lima
Com o tempo, os embates começaram a ser representados, com os cristãos sendo cavaleiros vestidos de azul e os mouros, cavaleiros vestindo vermelho, constituindo a chamada “cavalhada de partido”. As atividades possuíam - e possuem até hoje - suas regras. De acordo com a profª. Cristina, apenas homens católicos podem participar das atividades, que também exigem que apenas cavalos sejam utilizados e não éguas. Desta forma, o conflito original continua sendo bem replicado.
“Ela tem suas tradições, ela tem suas regras. Há algumas regras diferenciadas das outras, mas ela tem regras, ela tem ritos. E esses ritos são diretamente ligados à religião católica, à Igreja, ao santo padroeiro”, disse a docente.
A cavalhada chega ao Brasil no século XVI, com os jesuítas, por uma condição imposta pela rainha. “Os portugueses trouxeram para o Brasil as culturas religiosas, principalmente as culturas religiosas; as tradições pelos santos, as procissões… e dentro desse contexto da religiosidade popular, não podia faltar a cavalhada”, explicou a professora.

Capitanias hereditárias | Foto: Agência O Globo
Depois de chegar ao solo do que viria a ser o Brasil, a cavalhada se espalhou e chegou até a capitania hereditária de Pernambuco, que incluía o território do que hoje é o estado de Alagoas. Dentro dessa região, nas primeiras áreas onde a cavalhada chegou, estava o que hoje é a cidade de Palmeira dos Índios.
“Não se tem nem dia, nem data [de quando chegou], mas a gente sabe que Palmeira dos Índios é um dos celeiros, porque Palmeira dos Índios pertence justamente às primeiras áreas que existiam as cavalhadas”, explicou a professora.
O tempo passou e a cavalhada foi passada de pai para filho, através das gerações, até chegarmos aos nossos dias, onde elas acontecem com mais frequência, em Palmeira e em todo o estado de Alagoas. Floro Augusto (45), é um exemplo de alguém que seguiu a tradição da família: seu pai, José Augusto, era cavaleiro e ele, depois de crescido, também começou a participar e organizar as cavalhadas.

Floro durante uma cavalhada | Foto: cortesia ao Portal Rádio Sampaio
“Meu pai foi cavaleiro, eu segui o meu pai. O tempo que eu tive com ele, eu sempre segui. Chegou o tempo em que a cavalhada deu uma caída nas apresentações, então depois eu fui correr a argolinha”, contou Floro. “Segui por mais de 10 ou 12 anos, depois eu retornei. Depois eu comecei a gostar da cavalhada, a cavalhada de partido [...] aí foi quando eu voltei para o centro da cavalhada e disse ‘essa aqui é o que eu quero, era o que meu pai queria, o que meu pai praticava, então é essa aqui que eu quero’”, continuou.
Floro organiza as atividades não apenas em Palmeira, mas também em outras cidades de Alagoas. “Tem outras cidades que nos convocam e a gente vai lá, faz um esforçozinho para que a cavalhada fique “flutuando”, né?! A qualidade seja mais perfeita”, afirmou o cavaleiro.
Lúcio Medeiros (34), que também é cavaleiro, disse que iniciou sua vida na cavalhada ao ver seus tios, assim como Floro e seu pai. “Os meus tios corriam e eu ia desde muito cedo acompanhando os meus tios. E aí a cavalhada faz parte também da minha vida e vai fazer do meu filhinho, que tem aí, que já tem quatro meses e daqui a pouco tá correndo comigo aí, nas pistas”, disse.
Além de participar em sua terra natal, ele também participa das que são organizadas em outras regiões do estado. Segundo ele, é uma maneira de divulgar essa cultura e formar fortes vínculos de amizade.
Como dito anteriormente, as cavalhadas seguem ritos específicos para cada modalidade. É preciso que ela seja sempre acompanhada do som da zabumba e, segundo a profª. Cristina, seu início deve ser anunciado por foguetes. Mas as regras vão além disso: os cavaleiros não podem descer do cavalo durante a cavalhada, exceto com alguma permissão; o modo como as lanças são levadas também variam.
“Existem também carreiras específicas, que é a carreira do abraço, para simbolizar a paz entre mouros e cristãos e também dos cavaleiros que estão participando do evento; existe a carreira dos punhais; existe a carreira do lenço branco; então é uma série de ritual [sic] para tornar ela mais tradicional e repetir o que os nossos antepassados faziam”, explicou Lúcio.
Ainda conforme foi dito pelo cavaleiro, cada carreira tem um significado. “A argola, por exemplo, que está ali pregada, ela significa o coração do inimigo, de quando os cavaleiros acertavam com as lanças. Então a gente tenta, como a cavalhada não deixa de ser um teatro, a gente tenta fazer o mais específico possível”.
A seguir, ouça a entrevista completa, exclusiva para o Portal Rádio Sampaio, com a profª. Cristina e com os cavaleiros Floro e o Lúcio.
Abaixo, assista a um trecho da entrevista com a profª. Ana Cristina.

Caminhão tombado | Foto: 10° BPM
Na noite desta quinta-feira (19), um caminhão carregado de mandiocas tombou na rodovia AL-115, próximo ao povoado Santo Antônio, antigo Gavião. O veículo virou após colidir com a mureta de duplicação da pista. Ninguém ficou ferido.
Informações passadas ao Portal Rádio Sampaio dão conta de que uma guarnição do 10° Batalhão da Polícia Militar (BPM) e um guincho foram enviados ao local.
Confira o vídeo gravado por um popular logo abaixo.
