Foto: ilustração

Na tarde de ontem (29), por volta das 12h, a Farmácia Moderna, localizada no Centro de Palmeira dos Índios, foi furtada por um indivíduo de 26 anos. De acordo com as informações policiais, o estabelecimento estava com parte do forro de PVC caído, com telhas afastadas e com caibros e ripas quebradas. Após ser capturado, o indivíduo disse que ia trocar o material subtraído por crack.

Uma guarnição da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) foi acionada e compareceu ao local, onde a proprietária da farmácia informou que resolveu verificar o interior do local após ver a luz interna acesa. Dentro do estabelecimento, ela viu o teto danificado e as prateleiras reviradas, dando falta de desodorantes e produtos farmacêuticos.

A Rocam e o Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) realizaram buscas pelo suspeito e o encontraram nas imediações da Praça do Açude. O homem confessou o crime e sua motivação. Apesar disso, a dona da farmácia não quis proceder com uma queixa, apenas querendo a mercadoria de volta.

Posteriormente, o suspeito foi levado para casa e entregue ao pai.

Foto: Márcio Lima/Rádio Sampaio

Aconteceu, na manhã desta segunda-feira (30), um acidente envolvendo uma motocicleta e um carro, na rua Conselheiro Sebastião Lima, em frente ao Denocs, no bairro Paraíso, em Palmeira dos Índios. Informações apuradas pela equipe da Rádio Sampaio dão conta de que o carro seguia no sentido da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) quando a colisão aconteceu.

Como consequência do acidente, o condutor da moto sofreu escoriações e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. A motorista do automóvel, que é funcionária da Secretaria da Saúde, não ficou ferida.

“Eu só senti a pancada. Tomei um susto”, disse a condutora ao repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio 94.5 FM.

A Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) esteve no local e tomou as providências cabíveis.

Ouça a participação do repórter Niraldo Correia logo abaixo.

Assista a um trecho da entrevista logo abaixo.

Vídeo: Márcio Lima/Rádio Sampaio

Motorista do carro sendo entrevistada pelo repórter Niraldo Correia | Foto: Márcio Lima/Rádio Sampaio

Foto: Niraldo Correia/Rádio Sampaio

Por volta da 00h do sábado (28) para o domingo (29), um jovem identificado como Erivânio Dias Feitosa (24) foi vítima de um homicídio na borracharia São José, conhecida como “borracharia do Zé borracheiro”, no bairro São Cristóvão, em Palmeira dos Índios. O Márcio, atual proprietário do estabelecimento, presenciou o ocorrido e concedeu uma entrevista à Rádio Sampaio 94.5 FM, onde falou sobre o assunto.

Segundo a testemunha, a vítima chegou à borracharia apresentando nervosismo e querendo que o pneu de sua motocicleta fosse remendado. Márcio pediu que ele esperasse, pois estava com outro cliente no momento. Instantes depois, quatro indivíduos a pé chegaram ao local e já foram atacando Erivânio. Sem saber o que fazer, o proprietário da borracharia correu para o ponto de mototáxi, que fica ao lado do estabelecimento.

“Foi muito rápido. Quando eles chegaram, já foram pra cima dele. Eu fiquei sem saber o que fazer, aí uma pessoa comentou que um tava com uma faca, aí eu corri pro lado do mototáxi”, relatou Márcio. “Eu fiquei nervoso, fiquei com medo”, contou.

Inicialmente, o crime teria ocorrido na frente da borracharia, mas depois de receber o primeiro golpe, a vítima correu para o interior do local. Depois do ocorrido, a testemunha foi até o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), para informar à polícia o que havia ocorrido, mas ela já estava a caminho da área do ocorrido.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado, para fazer o recolhimento do cadáver.

Abaixo, ouça a entrevista completa, feita pelo repórter Niraldo Correia.

Foto: ilustração

Na tarde do último domingo (29), uma mulher foi ameaçada de morte pela própria filha, que também proferiu palavras de baixo calão contra a mãe e tentou invadir sua residência, tentando quebrar a porta e o telhado do imóvel. O caso ocorreu no loteamento Padre Ludugero, em Palmeira dos Índios. O motivo do crime não foi informado.

De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), a vítima ficou trancada em casa, com receio do que a filha, que estava em posse de um pedaço de madeira e de uma faca de mesa, poderia fazer. Em decorrência disso, uma guarnição de Força Tarefa foi acionada e se dirigiu ao local, onde encontrou a suspeita à porta da citada residência.

Os militares perceberam que a vítima apresentava hematomas pelo corpo e um ferimento na cabeça, que, de acordo com ela, teriam sido causados por um vizinho, na noite anterior. Por conta disso, os policiais a levaram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

Posteriormente, as envolvidas foram conduzidas até a Central de Flagrantes de Arapiraca, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

Cavalgada realizada em 2014 | Imagem: reprodução/Sala 4 Produtora

A cavalgada é uma manifestação cultural presente em diversos locais do Brasil e tem suas raízes ainda no século XVII, quando peões, montados em cavalos, precisavam conduzir o gado de uma fazenda para outra. Com o passar do tempo, adotou-se a atividade como esporte e, no caso de Palmeira dos Índios (AL), como um encontro entre amigos.

“A gente teve uma ideia de fraternizar os amigos. Como a gente tem a tradição, aqui em Palmeira dos Índios, de andar a cavalo de sela, esse cavalo de passeio, a gente teve a ideia de reunir um grupo de amigos, para que a gente confraternizasse e fizesse um passeio de cavalo. Aí se dá o nome da cavalgada”, explicou Everaldo Carvalho, que foi responsável por realizar a primeira cavalgada na cidade, em maio de 2003.

Participantes de uma cavalgada dando banho nos cavalos | Imagem: reprodução/Sala 4 Produtora

O evento é caracterizado por uma série de atividades, que, em Palmeira, incluem um café da manhã, o desfile com os cavalos, por um trajeto pré-determinado, paradas para tomar um caldinho e dar banho nos cavalos, o chamado “bate sela”, o almoço e as atrações musicais. Os homens que participam dessa manifestação cultural são chamados de vaqueiros ou cavaleiros, enquanto as mulheres são chamadas de amazonas.

O Clube da Sela e sua organização

Everaldo Carvalho durante entrevista ao Portal Rádio Sampaio | Foto: Márcio Lima

Everaldo não realizou apenas a primeira cavalgada, cujo grupo foi batizado de Clube da Sela, mas todas as outras que vieram posteriormente, tornando o evento uma grande tradição em Palmeira e atraindo pessoas de outras cidades e estados vizinhos. Ela costuma ocorrer todo dia 1° de maio.

Para participar das cavalgadas organizadas pelo Clube da Sela, os interessados devem adquirir um kit, onde conseguem uma camisa do evento e ganham o direito de participar do café da manhã e das demais atividades.

“A gente aqui, a tradição é fazer uma camisa, pra que divulgue a cavalgada, pega o apoio de alguns amigos, empresas e políticos, e vende, vende esse kit”, disse Everaldo. “Geralmente, algumas cavalgadas contratam algumas bandas e deixam toadeiros, para que façam versos ao vivo; você dá o nome de uma pessoa e eles fazem na hora”, continuou.

Segundo o organizador, artistas como Mano Walter e Vavá Machado, quando ainda era vivo, foram algumas das atrações que o Clube conseguiu trazer para a cidade.

O público

Embora hoje em dia as cavalgadas abarquem um público mais amplo, incluindo mulheres, crianças e idosos, Everaldo conta que no início não era assim.

“Na época, quando a gente realizava cavalgada, é interessante, os cavaleiros tinham fama de mulherengos e tudo, e os pais não queriam deixar as filhas irem para as cavalgadas. Mas como a gente, no Clube da Sela, a gente começou a levar a família - levava minha mãe, levava a minha esposa, minhas irmãs - as pessoas foram aderindo às cavalgadas”, contou. “Já cheguei a participar de cavalgada onde tinha uma pessoa com mais de 90 anos de idade andando a cavalo de sela”.

A próxima cavalgada

O Clube da Sela organizou esses eventos durante 18 anos consecutivos, mas precisou parar por alguns anos, em decorrência da pandemia, do falecimento da mãe de Everaldo e, este ano, por questões burocráticas. Contudo, o evento deve voltar a acontecer normalmente no dia 1° de maio de 2024.

Confira a entrevista com Everaldo logo abaixo.

A seguir, assista a um trecho da entrevista, onde Everaldo fala sobre como a cavalgada acontece.

Sede da Apalca | Foto: Pedro Ivon

Nesta sexta-feira (27), comemora-se os 131 anos de Graciliano Ramos, escritor brasileiro que chegou a ser prefeito de Palmeira dos Índios durante dois anos. Em homenagem ao autor de Vidas Secas, a Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes (Apalca) abriu suas portas desde o início da manhã de hoje, para receber alunos de escolas e pessoas em geral que queiram saber mais sobre a vida de Graciliano.

Ao longo do dia, serão lidos textos do autor e passados vídeos, documentários e curtas com a temática relacionada ao escritor. Também haverá atividades no período noturno.

Isvânia Marques | Foto: cortesia ao Portal Rádio Sampaio

“É uma homenagem simples, mas a gente não poderia deixar passar em branco, de forma alguma, como instituição de peso e representativa da literatura local. Então a gente falar sobre o Graciliano, bater um papo sobre Graciliano, perguntar o que é que esses alunos sabem e querem saber sobre o nosso Mestre Graça”, disse a presidente da Apalca, Isvânia Marques.

Segundo Marques, que já escreveu livros sobre Graciliano Ramos, o autor começou a escrever ainda quando tinha 12 anos, mas foi quando perdeu a sua primeira esposa, Maria Augusta de Barros, que se tornou um escritor.

“Em 1915, se casou [sic] com ela, teve quatro filhos, e em 1920, infelizmente, ela faleceu de parto. E ele entrou em depressão. Foi um amor realmente arrebatador. E aconteceu o seguinte: depois disso tudo, depois dessa depressão, surgiu, nas noites, ele começou a escrever, passava as noites com uma garrafa de café, com um conhaque, nasceu o escritor”, contou Isvânia.

Abaixo, ouça a entrevista com a atual presidente da Apalca.

A seguir, veja um vídeo enviado pela própria Isvânia, com os alunos do Colégio Diocesano Sagrada Família e do Instituto Educacional Êxito, em visita à sede da Apalca.

Foto: reprodução

Na noite de ontem (26), uma mulher identificada como Lucineide Maria do Nascimento (57) anos, conhecida como Neidinha da Saúde, foi encontrada morta dentro de sua casa, na rua da Feira da Troca, no Centro de Palmeira dos Índios. Não havia sinais de violência no cadáver. A causa da morte não foi identificada.

Lucineide já havia trabalhado como agente de saúde na cidade.

De acordo com o registro policial, a vítima havia passado mal no dia 25, mas chegou a ser vista por vizinhos, por volta das 8h de ontem. Familiares da mulher foram os responsáveis por encontrá-la em óbito.

Uma guarnição da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) foi acionada e compareceu ao local. Posteriormente, a área foi isolada e o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

Jaime Rodrigues e Gerusa Maria | Imagens: Márcio Lima

Na última terça-feira (24), o casal de idosos Jaime Rodrigues da Silva (82) e Gerusa Maria da Silva (79) foram amarrados em sua residência, no povoado Riacho Santo, em Palmeira dos Índios, durante um assalto realizado por dois indivíduos. Hoje (26), as vítimas concederam uma entrevista à Rádio Sampaio e detalharam a ação dos suspeitos, que subtraíram cerca de R$ 1.400 em espécie, além de documentos e cartões de banco.

Segundo o relato dos idosos, os indivíduos inicialmente ofereceram uma espécie de fortificante, que foi recusado, e depois pediram água. Em seguida, eles seguiram as vítimas até a casa e cometeram o crime. “Quando eu entro [dentro de casa], aí ele entrou pra dentro, aí já foi logo pegando uma faca minha, e com a pistola na mão já botou em riba [sic] de mim, e botou em riba da mulher. Aí falou que era da polícia, mas não era”, contou o sr. Jaime. Posteriormente, o assalto foi anunciado e as vítimas foram amarradas.

Minutos depois, o neto das vítimas chegou ao local e também foi rendido pelos suspeitos, que tiraram o seu celular e amarraram suas mãos com o cordão da sua bermuda. Depois disso, os indivíduos começaram a procurar dinheiro pela casa, encontrando a quantia já citada, bem como os cartões e os documentos.

O neto de Jaime e Gerusa conseguiu se soltar e saiu da casa, para acionar a polícia. Ao se darem conta do que havia acontecido, os suspeitos ficaram agitados e fugiram do local.

Gerusa, esposa de Jaime, disse que não foi agredida, mas que o susto já bastou. “Infelizmente, só o susto já é uma violência. E eu tenho problema de coração, não sei como resisti”, disse.

Posteriormente, os documentos pessoais conseguiram ser recuperados. As devidas providências também já foram tomadas e os cartões levados foram bloqueados, impedindo a utilização por parte dos autores do crime.

Ouça a entrevista completa, feita pelo repórter Niraldo Correia, logo abaixo.

A seguir, assista a um trecho da entrevista.

Vídeo: Márcio Lima

Repórter Niraldo Correia entrevistando o sr. Jaime Rodrigues | Foto: Márcio Lima

Niraldo entrevistando a srª Gerusa Maria | Foto: Márcio Lima

Imagem: ilustração

Na tarde de ontem (25), ocorreu uma colisão entre um carro e uma moto, na AL-115, no trevo do viaduto, na zona rural de Palmeira dos Índios. As circunstâncias do acidente não foram informadas. A condutora da moto sofreu apenas escoriações.

De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), uma guarnição de Radiopatrulha estava seguindo no sentido do povoado Santo Antônio, antigo Gavião, quando encontrou a viatura do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) prestando atendimento à mulher. O motorista do carro ficou no local e prestou socorro. 

Os policiais permaneceram na área e ajudaram no controle do trânsito.

Foto: Carla Cleto

Duas coletas externas serão promovidas pelo Hemocentro de Alagoas (Hemoal) na quinta-feira (26), das 8h às 16h. Em Coruripe, a ação ocorrerá na Unidade de Coleta e Transfusão, no bairro Centro; e em Palmeira dos Índios, a iniciativa itinerante será realizada na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), no bairro São Francisco.

O Ministério da Saúde (MS) exige que, para se candidatar à doação voluntária de sangue, é necessário ter boa saúde, além de 16 a 69 anos de idade e peso igual ou superior a 50 quilos. Quanto aos menores de 18 anos, é obrigatório estar acompanhado dos pais ou do responsável legal, portando os respectivos documentos comprobatórios.

Com relação aos voluntários, ainda segundo o MS, ficam impedidos permanentemente de doar sangue caso tenham contraído a doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 11 anos de idade. No caso daqueles que colocaram piercing ou fizeram tatuagem, maquiagem definitiva e micropigmentação, o impedimento é momentâneo, pelo período de 12 meses.

Postos fixos

E além das ações itinerantes, o Hemoal conta com unidades fixas para doar sangue na capital e no interior do Estado. No interior, as doações de sangue podem ser feitas em Arapiraca, na Unidade Eldorado, situada próximo à Escola Alternativa. O serviço funciona de segunda a sexta, das 7h às 12h e das 13h às 17h, bem como, aos sábados, das 7h30 às 12h e das 13h às 16h.

Há também o Hemoal Coruripe, que funciona às quintas-feiras, das 9h às 16h. Em Maceió, o voluntário pode comparecer às Unidades Trapiche ou Via Expressa, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h e, aos sábados, das 7h30 às 17h. Há também a Unidade Farol, no Hospital Veredas, que funciona às terças e quintas, das 7h às 17h.

Contato

Rua José e Maria Passos, nº 25
Centro - Palmeira dos Índios - AL.
(82) 99641-3231
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
SETOR FINANCEIRO: (82) 3421-2289 / 99636-5351
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COMERCIAL: 
(82) 99344-9999
(Dalmo Gonzaga)
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