
Um caça Mirage 2000 da Força Aérea de Taiwan decola de uma base da força aérea em Hsinchu — Foto: I-Hwa CHENG / AFP
A China enviou aviões e navios nesta segunda-feira (14) para cercar Taiwan, anunciou o Ministério da Defesa de Pequim, em seus mais recentes exercícios militares voltados para a ilha. Taiwan é governada democraticamente, mas a China considera como seu próprio território
Em um comunicado do Departamento de Estado, o governo dos Estados Unidos condenou os exercícios militares da China, classificando o movimento como "injustificado e com risco de escalada", ao mesmo tempo em que pediu a Pequim que agisse com moderação.
"Os Estados Unidos estão seriamente preocupados com o exercício militar conjunto do Exército de Libertação Popular no estreito de Taiwan e ao redor de Taiwan", advertiu em comunicado o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, ao se referir ao exército chinês.
Em resposta a Pequim, Taiwan afirmou que despachou "forças apropriadas" para proteger seu território.
O Ministério da Defesa de Taiwan condenou o "comportamento irracional e provocativo" da China e declarou que "enviou forças apropriadas para responder em conformidade, a fim de proteger a liberdade e a democracia e defender a soberania" de Taiwan.

De 9 de setembro a 11 de novembro - Foto: Ascom PM-AL
A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL), por meio da sua Diretoria de Proteção Social (DPS), inicia nesta segunda-feira (9), o recadastramento dos militares inativos e dos pensionistas para o ano de 2024. O objetivo é atualizar os dados cadastrais, bem como aprimorar os serviços oferecidos, garantindo um atendimento mais eficiente e personalizado.
O recadastramento do Sistema de Proteção Social Militar de Alagoas será feito exclusivamente em https://central.pm.al.gov.br/sistemas/public/recadastramento/candidato/login no período de 9 de setembro a 11 de novembro de 2024.
Segundo o diretor de Proteção Pessoal da PM, coronel Carlos Luna, a participação de todos é de suma importância.
“Iniciamos o recadastramento dos Pensionistas e Militares da Reserva e Reforma da nossa Corporação com o objetivo de conhecê-los melhor e identificar suas necessidades em relação a esse serviço essencial para todos nós”, disse o coronel.
Para mais informações, o interessado deverá entrar em contato com a PM-AL via telefone (82) 98833-4399 (Whatsapp) ou indo ao endereço na Avenida Siqueira Campos, n. 1295, localizado no Trapiche da Barra.
Passo a Passo
Acesso ao Sistema
Os interessados devem acessar o sistema de recadastramento em https://central.pm.al.gov.br/sistemas/public/recadastramento/candidato/login.
Documentação Necessária
Militares inativos
Documento de identificação válido com foto e comprovante de residência dos últimos dois meses.
Pensionistas por Morte
Leitura da Portaria que regulamenta o recadastramento para informações detalhadas.
Prazo
O período para a realização do recadastramento vai de 9 de setembro a 11 de novembro de 2024.
Para esclarecimentos adicionais, os interessados podem entrar em contato com o seguinte número de telefone: (82) 98833-4399 (DPS PMAL).

Caminhão da ONG Anera com ajuda humanitária na Faixa de Gaza — Foto: Reprodução / redes sociais
Um ataque aéreo lançado pelo exército israelense atingiu um veículo que fazia parte de um comboio de ajuda humanitária no sul da Faixa de Gaza. O bombardeio ocorreu na noite de quinta-feira (29) e, segundo autoridades de Gaza, deixou cinco mortos – todos funcionários da organização Anera, que tem sede nos Estados Unidos.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque aéreo, dizendo que a rota humanitária havia sido coordenada com os militares, mas que o veículo virou alvo depois que “agressores armados” tentaram assumir o controle do comboio. Eles levavam suprimentos médios e combustível para um hospital administrado na cidade de Rafah.
“Após a verificação de que um ataque preciso ao veículo dos agressores armados poderia ser realizado, um ataque foi realizado. Nenhum dano foi causado aos outros veículos do comboio, que chegou ao destino conforme planejado. O ataque aos agressores armados removeu a ameaça de eles assumirem o controle do comboio”, disseram.
O ataque aconteceu apenas um dia depois que soldados israelenses abriram fogo contra um veículo do Programa Mundial de Alimentos (PMA) que estava vigiando um outro comboio humanitário. O carro foi atingido por pelo menos 10 disparos quando se aproximou de um posto de controle das Forças de Defesa de Israel em Wadi Gaza.
“Isso é totalmente inaceitável e deve mudar imediatamente. Pedimos repetidamente um sistema de desconflitação funcional em Gaza e, no entanto, os arranjos atuais falharam. Os funcionários humanitários são alvos”, disse a chefe do PMA, Cindy McCain.

Cisp de Igaci | Foto: reprodução
As guarnições do CISP da cidade de Igaci foram procuradas por uma mulher, que apresentava escoriações pelo corpo e alegava ter sido agredida pelo seu companheiro em sua residência.
A vítima informou o local onde havia ocorrido a agressão e os militares realizaram rondas na tentativa de localizar o suspeito, porém, o mesmo já havia se evadido. A mulher foi levada pela guarnição até o Hospital Municipal de Igaci, onde recebeu atendimento médico.
Após ser liberada, a vítima foi levada até a Delegacia da Mulher , em Arapiraca, onde foi feito o Boletim de Ocorrência. Após esse procedimento, foi conduzida para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame de corpo de delito. Posteriormente, a guarnição conduziu a mesma até o Hospital de Emergência do Agreste (HEA), onde realizou exames complementares e foi atendida por um psicólogo e uma assistente social na área lilás.
Concluindo a ocorrência, já na madrugada deste domingo (25), a vítima foi conduzida até sua residência pela Guarnição da Polícia Militar.

Foto: Jalaa MAREY / AFP
Aviões de Israel realizaram ataques contra o Hezbollah, no Líbano, na noite do sábado (27). É o que disseram militares israelenses no madrugada do domingo (29), um dia após acusarem o grupo pelo atentado que matou e feriu pessoas num campo de futebol nas Colinas de Golã — o Hezbollah nega ter culpa.
"Durante a noite, a IAF [Força Aérea Israelense] atingiu uma série de alvos terroristas do Hezbollah tanto no interior do território libanês quanto no sul do Líbano, incluindo esconderijos de armas e infraestrutura terrorista" , disseram os militares.
No sábado, 12 pessoas morreram e 13 ficaram feridas em um ataque com foguete contra um campo de futebol nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel, em meio de uma escalada de tensão entre Israel e grupos armados no Líbano.
Os mortos tinham entre 10 e 20 anos, disse o serviço de ambulância de Israel. Um médico descreveu grande destruição e incêndio no local, um campo de futebol na vila de Majdal Shams. O território sírio é ocupado por Israel e formado por maioria drusa.
Em um comunicado, o Hezbollah "negou categoricamente as acusações". O alto representante do grupo na comunicação social, Mohammad Afif, confirmou a informação à Reuters. O governo do Líbano também condenou os ataques contra civis e pediu o "fim das hostilidades em todas as frentes".
No entanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu dura retaliação ao grupo.
"O Hezbollah pagará um preço alto, um preço que ainda não pagou", afirmou o primeiro-ministro.
Um porta-voz militar israelense disse ainda que o grupo armado libanês mente sobre o caso. "Nossa inteligência é clara. O Hezbollah é responsável pela morte de crianças e adolescentes inocentes", disse o contra-almirante Daniel Hagari.
A nova ofensiva também foi ressaltada pelo ministro das Relações Exteriores, Israel Katz. "O ataque do Hezbollah hoje cruzou todas as linhas vermelhas, e a resposta será de acordo. Estamos nos aproximando do momento de uma guerra total contra o Hezbollah e o Líbano", disse Katz à agência de notícias Axios.

Helicóptero da Força Aérea Israelense transportando dois reféns libertados, no Centro Médico Sheba em Ramat Gan, Israel,
Reuters
As Forças Israelenses recuperaram na quarta-feira (24) os corpos de cinco reféns mortos no ataque do Hamas em 7 de outubro e mantidos em Gaza desde então, disseram os militares israelenses.
Maya Goren, uma professora de jardim de infância de 56 anos, foi morta durante o ataque ao seu kibutz, Nir Oz, segundo a Rádio do Exército Israelense, uma das comunidades mais atingidas no ataque mortal no sul de Israel que desencadeou a guerra devastadora.
Os outros quatro reféns eram dois soldados da reserva e dois soldados recrutados mortos em combate durante o ataque de 7 de outubro, disseram os militares.
Os corpos foram recuperados na área de Khan Younis, no sul de Gaza, onde as forças israelenses lançaram novos ataques esta semana.
O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que o seu governo estava ativamente empenhado em esforços intensivos para libertar o restante dos reféns, e que ele estava confiante de que teriam sucesso.
Uma delegação israelense deve participar de negociações para garantir um cessar-fogo em Gaza e a libertação de reféns. As negociações – mediadas pelos Estados Unidos, Egito e Catar – devem acontecer na próxima semana, segundo disse uma autoridade israelense na quarta-feira.
O Hamas quer um acordo de cessar-fogo para pôr fim à guerra em Gaza, mas Netanyahu diz que a guerra não pode terminar antes de o Hamas ser derrotado.

Imagem ilustrativa
O relatório da Secretaria de Segurança Pública (SSP), informa que militares foram acionados na quinta-feira (11)-para averiguar duas situações de violência contra a mulher em Arapiraca e Lagoa da Canoa, cidades localizadas no Agreste do estado.
Em Arapiraca
No Lago da Perucaba, no bairro Zélia Barbosa Rocha, a vítima informou que estava no carro do seu ex-namorado, “quando o mesmo fez questionamentos sobre sua fidelidade, pegou seu celular e segurou seu braço com força.” A solicitante informou que conseguiu se libertar, saiu do carro e pediu socorro aos seguranças que estavam na praça.
Conforme o relatório, o individuo saiu do local e a mulher alegou não saber o endereço do mesmo. Diante da situação, a guarnição de Força Tarefa orientou a mesma que procurasse a Central de Polícia Civil para realizar os procedimentos legais.
Em Lagoa da Canoa
Uma mulher procurou a guarnição motorizada do CISP de Lagoa da Canoa, no início da noite da quinta-feira (11), relatando que seu companheiro teria a empurrado, pegou seu pescoço e desferiu socos em seu rosto. De acordo com o relatório, o caso de violência doméstica aconteceu na comunidade do Alto do Pixuta, naquele município.
A mulher relatou que seu companheiro chegou em casa perguntando se ela tinha ido à cidade de Arapiraca e, após ela ter respondido que sim, foi alvo das agressões. Ainda de acordo com a vítima, após o fato, o agressor pegou os pertences dele e se evadiu.
A guarnição foi até o endereço da vítima e realizou rondas na região, mas o autor não foi localizado. Diante disso, a guarnição orientou a mulher a procurar a Polícia Civil para fazer um Boletim de Ocorrência (BO).

Palestinos buscam ajuda na Faixa de Gaza REUTERS/Ramadan Abed
O exército israelense anunciou uma “pausa tática” na atividade militar ao longo de uma rota no sul de Gaza para permitir a distribuição de ajuda, mas ressaltou que não haveria interrupção nos combates em e ao redor de Rafah, também no sul.

Leon Neal/Getty Images
Mais de um terço dos reféns ainda detidos pelo grupo extremista Hamas na Faixa de Gaza estão mortos, de acordo com um levantamento do governo israelense divulgado nesta terça-feira (4/6). Israel lamentou ainda a informação, divulgada na véspera, da morte de outros quatro detidos.
Das cerca de 250 pessoas sequestradas no enclave palestino durante o ataque do Hamas no sul de Israel em 7 de outubro, várias dezenas foram libertadas graças a uma trégua concluída em novembro, enquanto outros foram resgatados – vivos ou mortos – pelas tropas israelenses.
Segundo Israel, 120 pessoas ainda estão sendo mantidas refém, 43 das quais foram declaradas mortas pelas autoridades israelenses com base em várias fontes, incluindo informações do serviço secreto, vídeos de câmera de vigilância ou análises médico-legais.
Autoridades israelenses disseram que o número de mortes pode ser maior.
O Hamas, que no início da guerra ameaçou executar prisioneiros em retaliação aos ataques aéreos israelenses, afirma que os bombardeios causaram a morte dos sequestrados.
Israel, que não excluiu a hipótese em certos casos, declarou que alguns dos corpos de cativos encontrados apresentavam sinais de execução.

Senador Marcelo Castro (MDB-PI). - (crédito: Pedro França/Agência Senado)
O projeto de lei do Novo Código Eleitoral (PLP 112/21) pretende colocar um freio nas candidaturas de policiais, juízes, de membros do Ministério Público Federal (MPF) e de militares. A ideia do relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB-PI), é estabelecer uma quarentena para que possam disputar cargos eletivos públicos.
Segundo o parlamentar, essas categorias disputam em superioridade de condições em relação às demais candidaturas, uma vez que têm "um poder grande na mão, que pode interferir no resultado do pleito".
"Entendemos que são carreiras de Estado, incompatíveis com a atividade política. Estamos sendo bem radicais: são quatro anos de afastamento definitivo do cargo para poder se candidatar. Hoje, um militar do Exército que se candidata a um cargo eletivo, se ganhar, tudo bem — vai para reserva remunerada, caso tenha mais de 10 anos de carreira. Se não ganhar, volta para as Forças Armadas. Ora, ele não é mais militar, é um político, vai fazer política lá dentro. Não dá para misturar", criticou Castro.
Pesquisas
O relatório do senador também retirou o item, inserido na Câmara dos Deputados, que proíbe a publicação de pesquisas eleitorais a partir da antevéspera da eleição. Castro retoma o texto atual da legislação, pelo qual se permite a divulgação de pesquisas até a véspera do pleito.
Inelegibilidade
Outra questão que o senador aborda no relatório é o da inelegibilidade. Para Castro, é preciso definir melhor o espaço de tempo que uma pessoa esteja proibida de disputar cargos públicos.
"As eleições no Brasil ocorrem no primeiro domingo de outubro. Só que esse primeiro domingo pode ser dia 1, 2, 3, 4, 5... Vamos supor que um candidato a prefeito tenha cometido uma ilicitude na campanha e a Justiça decretou a perda do mandato dele por indeferimento do registro. Ele ficou inelegível por oito anos, mas quando começa a contar? No dia da eleição. Supondo que o pleito tenha sido em 4 de outubro, se daqui a oito anos a eleição foi no dia 5, 6 ou 7, ele estará elegível. Mas, se cair nos dias 1, 2 ou 3, ele estará inelegível", observou.
"Estamos resolvendo isso com o prazo da inelegibilidade começando a contar em janeiro do ano subsequente. Em qualquer hipótese, (o candidato) vai passar dois pleitos fora", acrescentou.
A ideia do colégio de líderes do Senado era que o texto fosse à votação dia 5 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas ficará para 12 de junho. A matéria tenta reunir, em 898 artigos, toda a legislação eleitoral e partidária.
