Milhares se reúnem em funeral de líder político do Hamas, Ismail Haniyeh
IRIB via CNN Newsource

Milhares de pessoas reuniram-se na capital iraniana, Teerã, numa cerimônia em memória do líder político assassinado do Hamas, Ismail Haniveh. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, liderou as orações por Haniyeh hoje, de acordo com a mídia estatal iraniana, e o país anunciou três dias de luto público.

Muitos na multidão foram vistos agitando bandeiras palestinas e iranianas, bem como a bandeira amarela do grupo militante libanês Hezbollah. Haniyeh será enterrado na capital do Catar, Doha, na sexta-feira (2), disse o Hamas.

Temor

Além do impacto imediato nas negociações de um cessar-fogo em Gaza, a morte de Ismail Haniyeh alimentou o temor de uma escalada bélica de consequências imprevisíveis.

O líder supremo, Ali Khamenei, declarou que é dever do Irã vingar a morte do chefe do Hamas e que Israel abriu caminhos para o que chamou de “punição severa”. O governo israelense não se manifestou sobre a morte de Haniyeh. Já o novo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse que o ataque em Teerã vai ter resposta.

 

OLIVIER PILON / SOCIETE DE PROTECTION DES FORETS / AFP

Milhares de pessoas tiveram que ser evacuadas no oeste do Canadá, devastado por centenas de incêndios florestais neste domingo (12). “Os incêndios nos cercam por todos os lados, do oeste ao nordeste. E estamos preocupados porque não há umidade à vista para esta região”, afirmou o prefeito de Fort Nelson, Rob Fraser.

“Estamos em um nível 5 de seca (o mais alto), o que torna muito difícil (…) controlar esses incêndios florestais, mas faremos o possível para conter este”, concluiu Rob Fraser.

Segundo o governo federal, a qualidade do ar nessas áreas apresenta riscos “muito elevados”. A situação é preocupante e várias cidades do país estão sendo atingidas.

Ano passado

Em 2023, o Canadá viveu a pior temporada de incêndios de sua história. As chamas, que varreram o país de leste a oeste, queimaram mais de 15 milhões de hectares, mataram oito bombeiros e obrigaram as autoridades a evacuar 230.000 pessoas.

 

Milhares de colombianos protestam contra as reformas econômicas e sociais de Petro            Foto: Reuters

Dezenas de milhares de colombianos marcharam neste domingo (21) para rejeitar as reformas econômicas e sociais propostas pelo governo do presidente Gustavo Petro, a mais recente de uma série de manifestações contra as políticas nacionais.

As reformas, que Petro diz que combaterão a profunda desigualdade, mas que os oponentes dizem que prejudicarão a economia que já passa por dificuldades do país, foram as principais promessas de campanha do líder de 64 anos, que assumiu o cargo em 2022.

Apesar do céu cinzento e da chuva, cerca de 70 mil pessoas marcharam em Bogotá, de acordo com estimativas do governo municipal, cantando “fora Petro”, agitando bandeiras nacionais e tocando trombetas antes de se reunirem na Praça Bolívar, no centro.

A marcha ocorreu depois que um comitê do Senado, no início do mês, rejeitou uma proposta de reforma da saúde que visava tirar o poder das seguradoras e expandir o acesso à assistência médica, já que o governo assumiu o controle de duas grandes seguradoras que, segundo ele, não haviam atendido corretamente os pacientes.

Espera-se que o governo proponha uma nova versão da reforma da saúde quando a nova sessão legislativa começar em julho. As reformas previdenciária e trabalhista ainda estão sendo debatidas pelos parlamentares.

As pessoas também foram às ruas na cidade de Medellín e em Cali, perto da costa do Pacífico.

 

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