Foto: Antonio Augusto / TSE

A Pesquisa Genial/Quaest divulgada no domingo (12), mostra que, apesar de ausência de provas, mais de um terço da população com 16 anos ou mais acredita que as urnas eletrônicas foram fraudadas na última eleição presidencial, em 2022, para favorecer Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que venceu Jair Bolsonaro (PL) e assumiu a Presidência da República pela terceira vez, após ocupar o cargo entre 2003 e 2010.

O levantamento revela que 56% dos entrevistados não acreditam que tenha havido fraude nas urnas em 2022 para favorecer Lula, enquanto 35% creem que a eleição foi manipulada em favor do petista. 8% preferiram não se posicionar sobre o assunto.

Foram entrevistados 2.045 brasileiros, com 16 anos ou mais, em 120 cidades entre os dias 2 e 6 de maio.

A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Desconfiança maior entre os que possuem ensino médio completo ou incompleto.

A pesquisa também mostra que o nível de desconfiança em relação às urnas é mais elevado entre os que possuem ensino médio completo ou incompleto. Dentre esse grupo, 39% acreditam na ocorrência de fraude, enquanto 53% não compartilham dessa crença

Em contrapartida, entre aqueles com ensino superior incompleto ou completo, 34% reconhecem a possibilidade de fraude, enquanto 59% discordam disso.

Religião
Entre os católicos entrevistados, 30% concordam que houve fraude nas urnas para beneficiar Lula, enquanto 62% discordam.

Já entre evangélicos, 46% concordam e 45% discordam, o que configura empate dentro da margem de erro.

Diferentes instituições já comprovaram que não houve fraude

Embora uma parte da população acredite que as urnas tenham sido fraudadas em 2022, diferentes instituições já comprovaram o contrário.

Em dezembro passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu sua auditoria das últimas eleições, reafirmando a segurança do sistema eleitoral e confirmando que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) segue as "melhores práticas internacionais", com uma probabilidade de fraude próxima de 0%.

Antes disso, em novembro de 2022, as Forças Armadas apresentam relatório de fiscalização do processo de votação que não apontou qualquer fraude eleitoral e ainda reconheceu os resultados divulgados pelo TSE.

Papa Francisco - Foto: F. Montefrote/AFP

O Vaticano afirmou nesta segunda-feira (18) que passará a permitir que padres concedam bênçãos a casais do mesmo sexo.

A decisão, que vai de encontro à doutrina da Igreja Católica de condenar a união homossexual, está em um documento autorizado pelo Papa Francisco divulgado nesta segunda.

Pela medida, padres católicos romanos podem a partir de agora administrar bênçãos a casais do mesmo sexo, se quiserem. Os padres também poderão se recusar a fazer o ritual, mas estão proibidos de impedir "a entrada (em igrejas) de pessoas em qualquer situação em que possam procurar a ajuda de Deus através de uma simples bênção”.

A bênção também não pode ter qualquer semelhança com uma cerimônia de casamento nem acontecer durante liturgias regulares da Igreja.

O documento que divulga a nova decisão afirma que a Igreja Católica continua a considerar a união entre casais do mesmo sexo um ato "irregular" e que a doutrina não mudou, mas afirmou também que a autorização de bênçãos é um "sinal de que Deus acolhe a todos".

Em outubro, em um discurso, o papa Francisco já havia indicado que a Igreja pudesse passar a permitir a bênção a casais homossexuais em um futuro próximo.

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