
Tempestade atinge São Bernardo do Campo nesta sexta-feira (11) — Foto: Thomaz Banhara Kravezuk
Um forte temporal atingiu a capital paulista e cidades da Grande São Paulo no começo da noite da sexta-feira (11). Uma pessoa morreu após a queda de uma árvore no Campo Limpo, na Zona Sul da cidade de São Paulo, de acordo com a Defesa Civil estadual.
Diversos bairros ficaram sem energia elétrica desde a chegada do temporal. Voos foram cancelados e trens tiveram a circulação prejudicada na capital e região metropolitana.
No interior, três pessoas também morreram depois de um muro cair, em Bauru, no interiordo estado.
A falta de energia elétrica generalizada na Grande São Paulo após a tempestade afetou a distribuição de água em algumas regiões da capital paulista, além de São Bernardo do Campo, São Caetano, Santo André, Carapicuíba, Mauá, Cotia e Barueri, informou a Sabesp.
Dezesseis estações elevatórias (equipamentos que transportam água para níveis geográficos mais elevados) foram prejudicadas. A concessionária de energia foi acionada pela Sabesp, que orienta aos moradores o uso consciente da água armazenada nas caixas residenciais.

Furacão Helene mata 200 nos EUA e deixa rastro de destruição no país. Foto: Thomas Simonetti para The Washington Post via Getty Images
Sete dias após tocar o solo dos Estados Unidos, o furacão Helene já matou 200 pessoas no país, e deixou um rastro de destruição em nos estados atingidos.
De acordo com a agência Reuters, o fenômeno ainda deixou cerca de 1 milhão de pessoas sem luz e água na Carolina do Norte, Flórida, Geórgia, Carolina do Sul, Tennessee e Virgínia.
O Helene chegou ao país na última quinta-feira (26/9), e foi classificado como um furacão de categoria 4, em uma escala que vai até 5. Os ventos causados pela tempestade chegaram a 225 km/h.
Nessa quarta-feira (2/10), o presidente dos EUA, Joe Biden, e a vice-presidente Kamala Harris visitaram regiões afetadas pelo furacão.
Enquanto Biden esteve nos estados da Carolina do Norte e Sul, Kamala visitou a Geórgia.

Rua de Tulkarem, na Cisjordânia, após ataque israelense — Foto: Zain JAAFAR / AFP
Um bombardeio israelense deixou 18 mortos no campo de refugiados de Tulkarem, na Cisjordânia, em uma ação que teria como alvo um comandante do grupo terrorista Hamas. O ataque foi o maior desde o ano 2000 - afirmou a Autoridade Nacional Palestina, e demonstra o grau crescente de violência no território, envolvendo, além de militares, colonos judeus e grupos paramilitares.
Fontes palestinas afirmam que a ação foi realizada com um caça F-16 israelense, que destruiu uma área residencial no campo de refugiados. Um morador local afirmou à AFP que um prédio de três andares, que tinha um café no térreo, ficou em ruínas.
Em comunicado, a Autoridade Nacional Palestina, que comanda a Cisjordânia, pediu “uma ação internacional urgente para parar a escalada de massacres” — citado pela agência WAFA, um porta-voz do governo palestino disse que ataques do tipo “não trarão a segurança e a estabilidade, mas sim arrastarão a região para ainda mais violência”.
Segundo os israelenses, o ataque tinha como alvo Zahi Yasser Abd al-Razeq Oufi, comandante do Hamas em Tulkarem, além de aliados próximos.
Segundo os militares israelenses, o grupo planejava cometer um ato de terrorismo “em breve”. Al-Razeq Oufi também era acusado de tentar detonar um carro bomba oerto de um assentamento judaico, no mês passado.
A operação foi coordenada pelos serviços de inteligência e pelo Exército. Apesar do Hamas não participar da administração da Cisjordânia, o grupo tem presença no território, e tem conseguido cada vez mais apoio junto à população local.

Polícia israelense do lado de fora da Ponte Allenby, na fronteira entre Israel e a Jordânia, após 3 israelenses serem mortos a tiros em 8 de setembro de 2024 • Reuters
A polícia de Israel bloqueou parte da travessia da Ponte Allenby com a Jordânia neste domingo (8) depois que um atirador matou três civis israelenses em um ataque próximo ao local, antes que as forças de segurança o matassem a tiros, disseram autoridades israelenses.
Foi o primeiro ataque desse tipo na fronteira com a Jordânia desde 7 de outubro, quando o grupo radical islâmico palestino Hamas realizou um ataque ao sul de Israel, dando início à guerra na Faixa de Gaza, que desde então se alastrou pelo Oriente Médio.
“Um terrorista se aproximou da área da Ponte Allenby da Jordânia em um caminhão, saiu do veículo e abriu fogo contra as forças de segurança israelenses que operavam na ponte”, disse o exército israelense.
“O terrorista foi eliminado pelas forças de segurança, três civis israelenses foram declarados mortos como resultado do ataque”, acrescentou.
A Jordânia fechou a ponte Rei Hussein que cruza a Cisjordânia ocupada enquanto investiga o incidente com tiros, disse uma autoridade jordaniana à Reuters.
O ataque ocorreu em uma área de carga comercial sob controle israelense, onde caminhões jordanianos descarregam cargas entrando na Cisjordânia ocupada, disseram autoridades.
A travessia, também conhecida como Ponte Rei Hussein, fica a meio caminho entre Amã e Jerusalém, ao norte do Mar Morto.

Incêndio devastou o dormitório de uma escola na região de Nyeri, no centro do Quénia Facebook da Hillside Endarasha Academy
Um incêndio atingiu uma escola primária no Quênia e matou ao menos 17 estudantes nesta sexta-feira (6), segundo a agência Reuters, com base em informações da polícia local.
O fogo atingiu um dos dormitórios da Hillside Endarasha Academy, em Nieri. Outros 14 estudantes ficaram gravemente feridos, conforme o canal de televisão Citizen.
“Perdemos 17 alunos no incidente de incêndio, enquanto 14 estão feridos", disse Resila Onyango, porta-voz da polícia, à Reuters por telefone. "Nossa equipe está no local no momento."
A causa do incêndio está sendo investigada. A polícia local informou à agência Associated Press (AP) que o número de mortos pode aumentar. Os corpos foram encontrados carbonizados.
Segundo a agência, muitos jovens quenianos moram em internatos porque os pais acreditam que isso proporciona mais tempo para os estudos.
Nos últimos anos, houve uma série de incêndios em escolas no Quênia, vários dos quais foram considerados criminosos. Em setembro de 2017, um incêndio em uma escola matou nove estudantes em Nairobi, capital do Quênia.

Vista da barreira de separação israelense na Cisjordânia Getty Images
Um ataque aéreo israelense a um veículo na Cisjordânia matou um comandante do Hamas neste sábado (3), informou o grupo. Segundo a agência de notícias palestina WAFA, outras quatro pessoas também foram mortas na ofensiva.
Ainda de acordo com a WAFA, “não está clara” qual a identidade dos outros mortos.
O exército israelense afirma que realizou um ataque aéreo contra uma célula militante ao redor da cidade de Tulkarm, na Cisjordânia.
A mídia do Hamas disse que um veículo que transportava combatentes foi atingido e que um dos comandantes de suas brigadas Tulkarm foi morto.
A violência na Cisjordânia já estava grande antes da guerra entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza começar, em 7 de outubro, e aumentou desde então, com frequentes ataques israelenses no território, que está entre aqueles que os palestinos buscam para um estado.

Equipes de resgate vasculham o local do acidente de avião no Aeroporto Internacional de Tribhuvan em Katmandu, Nepal — Foto: Sujan Gurung / AP Photo
Pelo menos 18 pessoas morreram depois que um avião caiu e pegou fogo ao tentar decolar da capital do Nepal, Katmandu, nesta quarta-feira (24), informaram autoridades. A aeronave transportava dois tripulantes e 17 técnicos para a cidade de Pokhara, para reparar outro avião.
“Apenas o comandante foi resgatado com vida e está recebendo tratamento em um hospital”, disse Tej Bahadur Poudyal, porta-voz do Aeroporto Internacional de Tribhuvan, em Katmandu.
O avião era um Bombardier CRJ-200, afirmaram autoridades locais, com capacidade para 50 pessoas. A imprensa da região disse que a aeronave pertencia à Saurya Airlines.
O Nepal tem sido criticado por um fraco histórico de segurança aérea e quase 350 pessoas morreram em acidentes de avião ou helicóptero no país desde 2000.

Carro colide com javali em rodovia, capota e mata mulher de 30 anos que voltava de férias na Turquia — Foto: Reprodução/X
A empresária Begüm Dikmen, de 30 anos, estava a 20 minutos de voltar para casa, em Çorlu (Turquia), após férias em Antalya, um popular destino turco de veraneio. Porém, após nove horas de estrada, o carro dirigido pelo pai dela acabou colidindo com um javali- que atravessava repentinamente a rodovia. O acidente ocorreu na sexta-feira (19).
Com o forte impacto, Ibrahim, de 63 anos, perdeu o controle do veículo, que capotou.
Paramédicos que se dirigiram ao local agiram rapidamente e levaram as quatro vítimas — Begüm, o pai, a mãe e uma irmã — para um hospital próximo. Begüm não resistiu. Os outros três não correm risco de morte, de acordo com a imprensa local.
O animal selvagem morreu à beira da pista. O caso ainda está sendo investigado

Forças policiais inspecionaram a área em busca de objetos suspeitos - (crédito: AFP)
Uma explosão em um prédio em Tel Aviv, no início da sexta-feira (19), deixou uma pessoa morta e duas levemente feridas, disse um porta-voz dos serviços de emergência israelenses à AFP. O grupo de rebeldes houthis, do Iêmen, defensor da causa palestina, reivindicou a autoria do ataque.
Em um comunicado, os rebeldes apoiados pelo Irã, que realizaram dezenas de ataques contra navios no Mar Vermelho, alegando ser um ato de solidariedade com os palestinos durante a guerra em Gaza, disseram que sua "força de VANT" atacou "um dos alvos importantes na região ocupada de Jaffa, que agora é chamada de Tel Aviv israelense."
Segundo o exército israelense, um drone "muito grande" foi usado no ataque. Oficiais atribuíram a "erro humano" a falha em interceptar o veículo.

Explosão de um tanque de propano em um restaurante na na Turquia-Reprodução SBT News
Uma explosão de um tanque de propano em um restaurante na Izmir, na Turquia, deixou cinco pessoas mortas e 63 outras feridas, no domingo (30).
Câmeras de segurança registraram a explosão, que devastou a rua e causou danos menores a prédios ao redor.
O ministro do Interior, Ali Yerlikaya, anunciou nas redes sociais que dezenas de equipes de resgate foram imediatamente enviadas ao local.
O governador de Izmir, Suleyman Elban, visitou os feridos no hospital e anunciou que 40 deles já haviam sido liberados.
As autoridades detiveram um suspeito que pode ser responsável. O homem havia substituído o tanque de propano por um novo no sábado.
