
Simone Mendes e Mano Walter- reprodução
O cantor alagoano Mano Walter desembarcou na cidade de Boituva, interior de São Paulo, para unir a vaquejada com o sertanejo, em um cenário aventureiro composto com o balonismo, famosa atividade da cidade.
Por lá, ele gravou o Novo Horizonte, seu quarto DVD. O cantor divulga com o portal LeoDias a primeira parceria do projeto, com Simone Mendes em Se Amor Falasse, que está chegando em todas as plataformas digitais de áudio e vídeo nesta sexta-feira (9).
“Foi uma grande honra gravar com Simone Mendes, eu admiro essa mulher demais, o que ela está conquistando na música é algo incrível. Separei essa faixa pensando nela, quando ela aprovou o resultado foi uma felicidade que só. O vídeo está lindo, ansioso para ver o comentário de todos”, comentou Mano Walter.
O projeto Novo Horizonte ao todo será composto por 15 faixas inéditas, incluindo participações de Hugo & Guilherme, Gustavo Mioto, Mari Fernandez e Matheus Fernandes. O DVD reúne talentos de diferentes estilos, unindo sertanejo, forró e piseiro com a vaquejada, ritmo que apresentou Mano Walter para o todo o Brasil.

Mano Walter e Simone Mendes- Fonte: Divulgação
Mano Walter agora parte do escritório Luan Promoções, segue celebrando a nova fase na carreira. As conquistas do seu mais novo projeto audiovisual, o DVD "Novo Horizonte", que apresentará ao público grandes parcerias, entre elas Simone Mendes, Matheus Fernandes e Gustavo Mioto, marca uma nova era para o artista, que hoje se destaca como um dos nomes da música nordestina que mais cresce a nível nacional.
O projeto do cantor alagoano, gravado no dia 17 de abril, chegará ao mercado com 15 produções inéditas, sendo 5 delas com participações, foram gravadas no haras Ana Dantas Ranch, em Boituva, São Paulo, em um cenário belíssimo com balões em clima de paraíso.
Hugo & Guilherme e Mari Fernandez são outros nomes que se destacam no projeto, mesclando assim, o gênero piseiro com forró, sertanejo e elementos do pop.
Mano Walter, importante dizer, bateu recorde de visualizações como um cantor solo no forró e manteve sucessos no TOP 100 da Billboard Brasil. De lá para cá, contribuiu para o crescimento e reconhecimento do gênero com diversos sucessos como "Playboy Fazendeiro", "Juramento do Dedinho", "Não Deixo Não", “Vai Novinha Ah Ah Ah”, e outros.
O projeto do cantor alagoano, gravado no dia 17 de abril, chegará ao mercado com 15 faias inéditas, sendo 5 delas com participações, foram gravadas no haras Ana Dantas Ranch, em Boituva, São Paulo, em um cenário belíssimo com balões em clima de paraíso.
Hugo & Guilherme e Mari Fernandez são outros nomes que se destacam no projeto, mesclando assim, o gênero piseiro com forró, sertanejo e elementos do pop.
Mano Walter, importante dizer, bateu recorde de visualizações como um cantor solo no forró e manteve sucessos no TOP 100 da Billboard Brasil. De lá para cá, contribuiu para o crescimento e reconhecimento do gênero com diversos sucessos como "Playboy Fazendeiro", "Juramento do Dedinho", "Não Deixo Não", “Vai Novinha Ah Ah Ah”, e outros.
Correndo contra o tempo: é assim que estão Rubens Santos da Silva e Leonice Barbosa da Silva, pais do pequeno Richard Raphael (5), para quem precisam conseguir, até dezembro deste ano, um medicamento que custa cerca de R$ 15 milhões. A urgência é porque Richard foi diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), uma rara doença genética degenerativa que atinge diversos músculos do corpo e que pode chegar a afetar até o sistema cardiovascular, causando a morte.
Em entrevista ao Portal Rádio Sampaio, o casal contou como descobriu a enfermidade do filho, que recebeu o diagnóstico aos três anos de idade, após uma série de exames. Segundo Leonice, os primeiros sintomas apresentados por Richard foram dores nas pernas, problema que ela também tinha.
“A gente foi na pediatra, a pediatra dele, aí ela começou a investigar e encaminhou a gente para o reumatologista. E a reumatologista fez alguns exames e o CPK [creatinofosfoquinase] deu muito alto”, contou. “Esse valor alto sugere ou doença hepática, no fígado, ou doença muscular. Até então, a gente não sabia o que isso significaria”, continuou.
Depois disso, o pequeno Richard ainda passou por um gastropediatra, que descartou a possibilidade de doença hepática. Com isso, Rubens e Leonice levaram o filho até uma neuropediatra, que fez um exame genético na criança. Um mês depois, em maio de 2022, o diagnóstico chegou.
A DMD, também conhecida como síndrome de Duchenne, provoca uma fraqueza muscular que dificulta a vida de quem a tem, causando, a princípio, quedas frequentes e dificuldade de se levantar. Com o passar do tempo e com o quadro mais avançado, o paciente pode ficar cadeirante por volta dos 10 anos de idade e desenvolver complicações respiratórias e cardíacas.
Como dito anteriormente, a expectativa dos portadores de DMD diminui. Em países desenvolvidos, segundo a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) do Ministério da Saúde, o paciente pode viver até mais de 35 anos, embora com as condições de saúde anteriormente mencionadas.
No Brasil, a expectativa diminui: em 2007, era até os 12 ou 15 anos. Com o avanço da medicina, o tempo de vida aumentou um pouco, embora ainda seja menor do que no exterior.
Leonice contou ao nosso portal que, depois de receber o diagnóstico do Richard, o que pôde ser feito foi um tratamento paliativo, à base de corticoide e fisioterapia. Nesse caso, os sintomas da doença apenas são retardados, mas a síndrome continua avançando.
Foi em uma pesquisa na internet que Rubens encontrou o medicamento Elevidys, desenvolvido nos Estados Unidos e que promete “estacionar” a doença, ou seja: embora não cure os problemas já causados pela DMD, impede que a síndrome avance.
O medicamento é recente e, em fevereiro deste ano, ainda estava em fase experimental. Na América, ele recebeu a aprovação da agência reguladora Food and Drug Administration (FDA). “No Brasil, ela [a medicação] não é aprovada. Se fosse aprovada, cairia bastante o preço”, contou Rubens.
Depois de descobrir o remédio, que custa cerca de R$ 15 milhões, o casal também descobriu que a Justiça brasileira determinou o fornecimento do Elevidys para um garoto de Minas Gerais, o Enrico, de cinco anos. A partir de então, os pais de Richard também entraram na Justiça e, há duas semanas, iniciaram uma campanha on-line, para tentar conseguir a quantia.
A campanha tem um prazo, já que o remédio só pode ser aplicado em pacientes abaixo dos seis anos.
“Não podemos confiar cegamente [na Justiça] temos que fazer campanha também”, afirmou Leonice. “A gente tem que correr atrás, fazer campanha, fazer divulgação, para as pessoas ajudarem. Não é uma campanha só a nível de Palmeira, de Alagoas, é a nível de Brasil”.
Após alguns contatos, o cantor Mano Walter divulgou a campanha, alcançando uma quantidade maior de pessoas. “Foi emocionante, quando eu escutei o Mano Walter falando, abraçando a campanha. Agradeço muito”, disse Leonice, emocionada. Veja o vídeo do cantor a seguir:
Até o momento, o casal conseguiu arrecadar cerca de R$ 20 mil.
Para ajudar o Richard a conseguir o medicamento, é possível contribuir através da chave PIX salveorichard@gmail.com.
