Manifestantes pró-palestina fazem protesto em Oakland, na Califórnia - Reuters

Manifestantes pró-palestinos se reuniram em Oakland, Califórnia, cidade natal da vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, no domingo (18)- véspera da Convenção Nacional Democrata, onde ela receberá formalmente a indicação de seu partido para concorrer à Presidência.

Carregando cartazes com mensagens como “Kamala, assistimos e votamos”, os manifestantes marcharam para pedir um cessar-fogo em Gaza e um embargo de armas a Israel.

“Nós realmente queremos ver mudanças políticas em torno de Israel, não apenas palavras, não apenas da boca para fora”, disse a ativista Alice Robinson do Jewish Voices For Peace Bay Area.

Alguns dos manifestantes disseram que em seguida sairiam às ruas de Chicago, onde a convenção de quatro dias, que começa nesta segunda-feira (19).

“Vamos sair às ruas, vamos divulgar todas essas mensagens e também vincular a mensagem do cessar-fogo, a mensagem de um embargo de armas a outras políticas progressistas que as pessoas estarão lá exigindo dos democratas. “, disse o manifestante Wassim Hage.

Uma coligação de cerca de 200 organizações de justiça social está avançando com o seu plano de marchar na convenção, apesar da decisão tardia de Joe Biden – o principal foco da sua atenção – de renunciar ao topo da chapa.

Médicos sul-coreanos realizam manifestação em massa contra a política médica do governo                           Reuters

 

Mais de 30.000 manifestantes, disseram os organizadores, reuniram-se em Seul neste domingo (3) para organizar uma manifestação em massa e protestar contra um plano do governo para aumentar as admissões nas escolas de medicina.

O governo sul-coreano planeja aumentar as admissões em escolas de medicina em 2.000 a partir de 2025 para remediar o que considera ser uma escassez de médicos numa das sociedades que envelhecem mais rapidamente do mundo.

Milhares de jovens médicos pararam de trabalhar nos principais hospitais este mês, sobrecarregando os departamentos de emergência. As autoridades aumentaram a pressão para encerrar a paralisação, com a polícia sul-coreana lançando uma operação contra funcionários da Associação Médica Coreana.

O governo havia dado a quinta-feira (29) como prazo para os médicos retornarem ou enfrentariam penalidades, mas dados do Ministério da Saúde mostraram que mais de dois terços dos médicos estagiários, ou quase 9.000, ignoraram o chamado para retornar ao trabalho.

Imagens: reprodução/Todo Notícias

Nesta quarta-feira (31), na Argentina, manifestantes entraram em confronto com a polícia durante um protesto contra um “megaprojeto” de lei do presidente Javier Milei, que pretende regular desde a política econômica até a privatização de estatais. Informações dão conta de que gás de pimenta foi utilizado contra alguns dos presentes. O projeto começou a ser analisado pela Câmara Baixa do Congresso Nacional.

Segundo a CNN, o megaprojeto de Milei é um dos pilares da reforma para enfrentar a crise econômica pela qual a Argentina passa, que tem uma inflação superior a 200%. Apesar do presidente tentar conseguir votos para a aprovação das medidas, a oposição pretende fazer frente a isso.

Na última semana, para tentar aumentar o apoio, o governo retirou uma seção fiscal do projeto. Caso seja aprovada na Câmara dos Deputados, a proposta será encaminhada para o Senado.

Foto: NELSON ALMEIDA / AFP

A manifestação na Avenida Paulista realizada neste domingo (26) por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro reuniu 13.321, segundo cálculo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) a partir de fotos aéreas tiradas na avenida entre 15h30 e 15h45.

O ato tinha como mote principal a “defesa do Estado democrático de direito” e foi convocado após a morte de Clériston Pereira da Cunha, um dos presos pelos atos de depredação da Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro e que morreu durante um banho de sol na Penitenciária da Papuda, em Brasília, no último dia 20.

O grupo de pesquisa "Monitor do debate político", da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, coordenado por Pablo Ortellado e Márcio Moretto, analisou três tiradas por drones entre 15h30 e 15h45.

As imagens receberam, cada uma, a aplicação do método chamado Point to Point Network, que identifica as cabeças de pessoas nas imagens repartidas em várias partes, e estima o público total. O método tem erro percentual médio de 12% para mais ou para menos na contagem de público.

A manifestação se concentrou essencialmente em um quarteirão em frente ao Masp e contou com apenas um trio elétrico, onde parlamentares e lideranças religiosas discursaram.

A mesma metodologia foi usada para estimar em 32 mil pessoas o público presente no ato de apoio a Bolsonaro na mesma Avenida Paulista, em 7 de Setembro de 2022, a última grande manifestação em favor do ex-presidente que havia sido realizada no local. Ou seja, em pouco mais de um ano, houve uma redução de mais da metade do público cativo nesse tipo de ato.

Na manhã de hoje (19), membros do 16° Batalhão de Polícia Militar (BPM) do Paraná foram agredidos por integrantes do Movimento Sem Terra (MST) durante uma manifestação próximo ao quilômetro 390 da rodovia PR-170. À imprensa, o 16° BPM emitiu uma nota, informando que uma equipe de militares foi até o local para averiguar uma interdição feita pelo grupo.

Segundo a nota, os policiais pediram, de forma pacífica, para que os membros do MST liberassem a via, que é a única estrada de acesso à União da Vitória. Ainda segundo o comunicado, foi informado aos envolvidos que havia uma Liminar de Interdito Proibitório, emitida pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Guarapuava, proibindo o bloqueio da via.

Depois disso, os manifestantes teriam usado de força e agressão para retirar os militares do local. “Os policiais envolvidos na ocorrência passam bem, nenhum deles foi feito refém e já se encontram na sede do 16º BPM”, diz a nota. Posteriormente, após três horas de interdição da via, o MST liberou o local, embora ainda tenha permanecido na área.

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) não informou se algum dos manifestantes foi preso.

Abaixo, confira a nota emitida pelo batalhão.

Nota

“Informamos que na data de 19 de outubro de 2023, após nova interdição da rodovia PR 170, próximo do km 390, por integrantes do Movimento Sem Terra (MST), uma equipe deslocou até local e de maneira pacífica pediu para que os manifestantes liberassem a via, que é a única estrada de acesso a cidade vizinha de União da Vitória, sendo repassado aos manifestantes que há uma Liminar de Interdito Proibitório emitida pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Guarapuava proibindo o bloqueio da via.

Em momento posterior, conforme pode ser visto em vídeos que circulam pelas redes sociais, utilizando de força e agressão, os manifestantes retiraram a equipe policial do local. Os policiais envolvidos na ocorrência passam bem, nenhum deles foi feito refém e já se encontram na sede do 16º BPM. No momento a via não está bloqueada, mas os manifestantes permanecem no local. Tendo mais informações, estas serão posteriormente repassadas à imprensa”.

Veja o vídeo do ocorrido abaixo.

Sobre a manifestação

A manifestação teve início na tarde de ontem (18), passou por uma paralisação e foi retomada hoje. Durante esse tempo, o MST permitiu apenas a passagem de veículos da saúde. Segundo o Movimento, as ações visavam cobrar uma resposta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a reforma agrária na região.

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