Socorristas inspecionam o local do acidente de helicóptero na Malásia- Imagem Terence Tan/Ministério das Comunicações e Informação

Dois helicópteros da marinha da Malásia colidiram no ar durante um ensaio para um desfile naval nesta terça-feira (23), matando todos os 10 tripulantes a bordo, disse a Marinha em um comunicado.

O incidente ocorreu na base naval de Lumut, no estado de Perak, no oeste do país, informou a Marinha.

“Todas as vítimas foram confirmadas como mortas no local e enviadas ao hospital militar da base naval de Lumut para identificação”, disse a Marinha.

Um vídeo que circulou na mídia local mostrou vários helicópteros voando em formação, quando o rotor de um dos helicópteros bateu no outro antes que ambas as aeronaves caíssem no solo. A polícia local confirmou que a filmagem era genuína.

A Marinha disse que investigaria a causa da colisão.

O ministro da Defesa, Mohamed Khaled Nordin, disse que a aeronave – um helicóptero de operações marítimas e um helicóptero militar Fennec – estava ensaiando para um desfile comemorativo do 90º aniversário da Marinha Real da Malásia, que será realizado no sábado.

Esforços estavam em andamento para verificar as identidades dos tripulantes mortos, todos com menos de 40 anos, disse ele aos repórteres.

 

Novo mapa- Unsplash/ Liam Read

 

Filipinas, Malásia e Índia se irritaram com a divulgação do ‘novo mapa’ da China que corrige o que Pequim se referiu no passado como “mapa problemático” que afirma deturpar as suas fronteiras territoriais. Os três gigantes asiáticos acusam os chineses de reivindicar os seus territórios. Essas atualizações feitas pelos chineses é algo recorrente desde 2006.

O mapa é “a mais recente tentativa de legitimar a suposta soberania e jurisdição da China sobre as características e zonas marítimas das Filipinas e não tem base no direito internacional”, afirmou o departamento de Relações Exteriores das Filipinas em um comunicado.

A Índia, primeira a se posicionar contra o mapa, e apresentou um forte protesto sobre a inclusão em território chinês do estado indiano de Arunachal Pradesh – região contestada pelos chineses como porte da região autônoma do Tibete – e do planalto Aksai-Chin, que está localizado em Caxemira, e é uma disputa entre Índia e Paquistão e uma pequena parte é administrada pela China.

A Malásia foi a segundo a se manifestar contra o mapa. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Malásia disse que seu país é consistente na sua posição de rejeitar as reivindicações de soberania, direitos soberanos e jurisdição de qualquer parte estrangeira sobre as características marítimas da Malásia.

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