
Mãe de Larissa Manoela é indiciada por racismo religioso — Foto: Reprodução
A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou Silvana Taques dos Santos, mãe de Larissa Manoela, por racismo religioso contra o genro André Luiz Frambach. Em mensagem à filha, Silvana chamou a família do ator, que é espírita kardecista, de “macumbeira”.
A mãe da atriz foi indiciada nos termos da lei que dispõe sobre crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.
Em seu relatório, a Polícia Civil apontou que foi comprovado o ato racista "de acordo com o apurado neste procedimento e com indícios suficientes de autoria”.
Em seu depoimento, o André Luiz Frambach disse que "não se sentiu ofendido ou discriminado religiosamente" pela sogra. Afirmou ainda que ficou sabendo do fato quando Larissa estava começando as tratativas de uma entrevista para um programa de TV. O casal, segundo ele, concordou em não expor a parte em que Silvana se referia à família do ator.
Frambach acrescentou que ambos acordaram em colocar uma tarja preta nesse trecho do diálogo em print que seria enviado à equipe do programa. Ele disse desconhecer como as mensagens vazaram.
Intimada, Larissa Manoela obteve liminar para não comparecer à delegacia. Silvana também não prestou depoimento. Sua defesa pediu o arquivamento do inquérito, mas sem sucesso.
A investigação foi aberta a partir de uma notícia-crime feita pela Comissão de Combate a Intolerância Religiosa do Rio, representada pelos advogados Carlos Nicodemos e Rodolfo Xavier.

Imagem: ilustração
Na manhã da última segunda-feira (27), um homem de 30 anos foi preso após ameaçar de morte a própria mãe, de 56 anos, no loteamento Vegas, em Palmeira dos Índios. De acordo com a vítima, o filho teria exigido que ela vendesse a casa e lhe desse dinheiro para comprar uma motocicleta; posteriormente, ele forçou o portão da residência e proferiu a ameaça.
Guarnições do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) foram acionadas e se dirigiram ao local, onde encontraram o suspeito em frente a casa da vítima. Os militares realizaram a abordagem, mas nada de ilícito foi encontrado. A mulher saiu da casa e falou aos policiais que já havia sido ameaçada pelo filho em outras ocasiões.
Depois de ser levada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a vítima quis proceder contra o suspeito. Ambos os envolvidos foram levados até a Central de Polícia de Arapiraca, onde foi verificado que existia um mandado de prisão em aberto contra o indivíduo, por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e roubo.

Lucirene Gomes e José Gabriel | Foto: divulgação/arquivo pessoal/Lucirene Gomes
No último domingo (19), o jovem José Gabriel (10) salvou a vida da própria mãe, Lucirene Gomes (48), que estava sendo eletrocutada por uma extensão elétrica. O caso ocorreu em Taquaralto, em Palmas (TO). De acordo com o Corpo de Bombeiros, a mulher estava limpando a área de serviço e foi pegar o fio que estava ligado ao tanque de lavar roupas.
“Eu coloquei os tapetes para lavar no tanquinho e fui jogar água na área de serviço. Ao perceber que a extensão que ligava o tanquinho estava no chão e poderia ser molhada, eu fui pegar para tirar e colocar no alto, onde ela sempre fica. Quando eu toquei no cabo, ele me jogou na parede e comecei a receber a descarga”, contou Lucirene aos bombeiros.
Ao ouvir o grito de socorro da mãe, José apareceu e ela o instruiu a desligar o padrão de energia da casa. “Ele queria tocar em mim, mas eu avisei que não podia", disse a mulher. A criança seguiu as instruções da mãe, salvando sua vida.
Após a energia ser desligada, o fio de energia desgrudou da mãe de Lucirene. Gabriel chamou os bombeiros que, chegando ao local, depararam-se com a mulher sentada no chão, com queimaduras de 2° grau na mão esquerda. Ela foi levada ao hospital, onde ficou em observação.
O esposo de Lucirene havia saído para comprar um frango para o almoço. José chegou a ser convidado pelo pai, mas não quis ir.
"Gratidão a Deus e ao meu filho José Gabriel, que me salvou desligando o padrão. Hoje, posso dizer que sou filha dele. Ele é meu herói", declarou a vítima.

Foto: Assessoria
Em Maceió, uma mulher foi presa no domingo (19), acusada de abandono de incapaz. A suspeita teria deixado o filho de 5 anos sozinho na rua.
De acordo com as informações que constam no relatório do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp), uma guarnição pertencente ao 1º Batalhão foi acionada, via Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), para verificar uma denúncia de criança perdida nas imediações da Avenida Monte Castelo, no bairro Vergel.
Em seguida, o solicitante compareceu à base comunitária da PM com uma criança que, segundo ele, teria sido encontrada nas imediações da praça Santa Tereza, também naquele bairro.
A guarnição entrou em contato com o conselheiro tutelar de plantão para acompanhar a ocorrência e, posteriormente, seguiu para a residência da genitora da criança, onde os militares foram recebidos pelo avô e, na sequência, pela mãe. À polícia, ela teria afirmado que a criança havia fugido de casa.
Diante da situação, a mulher foi conduzida à Central de Flagrantes, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por abandono de incapaz. A mãe ficou detida. O menor ficou sob os cuidados do Conselho Tutelar e aguardará os trâmites judiciais na unidade de Acolhimento Rubens Colaço (antiga Casa de Adoção).

Ramandeep Kaur Mann e Sukhjit Singh — Foto: Reprodução
O filho mais velho de um homem assassinado pela esposa disse que a mãe merece a pena de morte — e espera ver a sua execução, que foi confirmada por tribunal da Índia. Ela será enforcada.
Arjun Singh, agora com 17 anos, foi testemunha-chave do envenenamento e assassinato do seu pai, Sukhjit Singh, que tinha 34 anos. Ele foi morto pela esposa, Ramandeep Kaur Mann, de 38 anos.
Arjun declarou que teve "sentimentos confusos" no momento do anúncio da ordem de execução, mas que está determinado a encerrar esse trágico capítulo na família:
"Gostaria de estar presente quando isso (o enforcamento) acontecer. Não me enche de medo, na verdade, me daria muita satisfação e alívio e estou ansioso por esse dia. Eu gostaria de ver com meus próprios olhos que a justiça para meu pai foi feita. Ela merece ser enforcada porque fez uma coisa tão má. Por um lado senti alívio. Mas não fiquei feliz porque ainda perdi meu pai, o que me deixa muito triste."
Nascida em Slough (Inglaterra), Ramandeep Kaur Mann adicionou pílulas para dormir ao biryani (prato com curry, típico da Índia) do seu marido, Sukhjit Singh, que acabou degolado pela esposa e o amante. O casal passava férias na casa da mãe de Sukhjit, na Índia. O crime ocorreu em 2016.
O objetivo de Ramandeep era fugir com o amante, Gurpreet Singh, após receber o dinheiro do seguro de vida do marido, com quem estava casada desde 2005, de 2 milhões de libras (o equivalente a R$ 12,2 milhões).
Punição ao amante
Gurpreet, que era um dos melhores amigos da vítima, foi condenado à prisão perpetua, pela sua participação no plano macabro, contou o "Daily Mail".
No longo julgamento, a promotoria disse que Gurpreet usou o calmante na refeição servida ao marido e ao filho mais novo do casal, Aryan, de 6 anos. Assim que Sukhjit adormeceu, Gurpreet entrou na casa para finalizar o plano.
Então, Sukhjit foi atingido por uma martelada na cabeça e acabou degolado por Gurpreet. Ramandeep pressionou um travesseiro contra a cabeça do marido. Toda a cena foi testemunhada por Arjun, que estava na casa, mas não havia feito a refeição. O testemunho dele selou a condenação dos amantes.

Foto: Reprodução/Senado Federal e arquivo pessoal
Fonte: D24am.
O ex-senador de Roraima Telmário Mota foi preso em Nerópolis (GO), na noite da segunda-feira (30). Ele é suspeito de ter mandado matar a mãe da própria filha e era considerado foragido, segundo a polícia.
De acordo com as investigações, Mota é suspeito de ter encomendado a morte de Antônia Araújo de Sousa, de 52 anos. Ela foi assassinada com um tiro na cabeça em 29 de setembro, em Boa Vista.
Antônia era uma das principais testemunhas sobre as investigações que envolviam uma acusação de estupro contra o ex-senador, segundo a Justiça. A denúncia foi feita pela filha dele, em 2022.
A mulher foi morta três dias antes de uma audiência sobre o caso, conforme a Justiça.
A operação da Polícia Civil para prender Telmário Mota foi feita durante a manhã de segunda-feira. A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o ex-senador.
Apesar de não terem encontrado o político, os policiais cumpriram outras ordens de busca e apreensão e de prisão contra pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato de Antônia.

Ex-senador Telmário Mota foi preso em Goiás — Foto: Polícia Militar de Goiás

Foto: ilustração
Na tarde do último domingo (29), uma mulher foi ameaçada de morte pela própria filha, que também proferiu palavras de baixo calão contra a mãe e tentou invadir sua residência, tentando quebrar a porta e o telhado do imóvel. O caso ocorreu no loteamento Padre Ludugero, em Palmeira dos Índios. O motivo do crime não foi informado.
De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), a vítima ficou trancada em casa, com receio do que a filha, que estava em posse de um pedaço de madeira e de uma faca de mesa, poderia fazer. Em decorrência disso, uma guarnição de Força Tarefa foi acionada e se dirigiu ao local, onde encontrou a suspeita à porta da citada residência.
Os militares perceberam que a vítima apresentava hematomas pelo corpo e um ferimento na cabeça, que, de acordo com ela, teriam sido causados por um vizinho, na noite anterior. Por conta disso, os policiais a levaram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.
Posteriormente, as envolvidas foram conduzidas até a Central de Flagrantes de Arapiraca, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

Central de Polícia em Arapiraca, Alagoas — Foto: Ascom/Polícia Civil
Um homem foi preso na sexta-feira (27), após agredir a própria mãe, na cidade de Igaci, Agreste de Alagoas. A identidade do acusado não foi revelada, entretanto, foram divulgadas informações que o mesmo enfrenta problemas psiquiátricos.
De acordo com o 10º Batalhão de Polícia Militar, a vítima tem 52 anos e, inicialmente, procurou o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), em Igaci, relatando ter sido agredida com uma telha arremessada em sua cabeça, além socos pelo corpo e até mesmo café quente em suas costas.
Após a queixa, as guarnições foram até a residência do acusado, conseguindo localizá-lo e devido ele apresentar desorientação e alguns problemas psicológicos, foi necessário a utilização de algemas para a sua própria proteção e dos militares.
O acusado foi levado até a Central de Polícia Civil, em Arapiraca, para os procedimentos necessários.

Jovem morto foi atendido no Hospital Regional Justino Luz, em Picos — Foto: Antônio Rocha/TV Clube
Um jovem de 23 anos foi morto a facadas, na tarde do sábado (30), no povoado Serra Branca, em Geminiano, a 280 km de Teresina. Segundo a Polícia Militar, autor do crime seria o filho de uma idosa de 80 anos, que teria sido estuprada. Segundo o Grupamento da Polícia Militar (GPM), o homem de iniciais P.A.V.S, de 39 anos, soube que o jovem teria estuprado sua mãe e o atingiu com golpes de faca.
O jovem foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Picos, mas veio a óbito em seguida.
A Polícia Militar continua as buscas na tentativa de capturar o suspeito do homicídio. O caso de estupro foi registrado na Polícia Civil.

Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Chester
As buscas pelo brasileiro desaparecido após fugir de uma prisão na Pensilvânia, nos Estados Unidos, entraram no 6° dia nesta terça-feira (5). Uma ferramenta nova utilizada pela polícia é a reprodução de um áudio gravado pela mãe de Danilo Cavalcante soado pelos alto-falantes dos helicópteros.
De acordo com os policiais, a mensagem gravada em português diz para Danilo se entregar e aceitar a prisão.
Danilo, um brasileiro condenado por homicídio nos EUA, fugiu da prisão no país na última quinta-feira. Há uma força tarefa com centenas de agentes empenhada em capturá-lo, mas até agora o brasileiro permanece foragido (leia mais abaixo).
Os policiais deram uma entrevista coletiva e afirmaram estão fazendo buscas em uma região de cerca de 800 quilômetros quadrados no estado da Pensilvânia. O uso de força letal foi autorizado nesta segunda-feira.
Danilo Sousa Cavalcante fugiu da prisão de Chesco na manhã desta quinta-feira. Ele segue foragido desde então. As circunstâncias da fuga estão sob investigação.
