Viatura do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas | Foto: Derek Gustavo/G1

Na manhã desta segunda-feira (1°), um homem de 33 anos foi espancado na av. Álvaro Otacílio, na orla da Ponta Verde, em Maceió. O motivo da agressão não foi informado e os seus autores ainda não foram identificados.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) enviou agentes até o local do crime. A vítima, que se queixava de dores na região das costelas, foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jaraguá.

A Polícia Civil deve investigar o caso.

Foto: reprodução

Recentemente, o segurança Washington Teixeira foi contratado por um restaurante localizado no conjunto Santo Eduardo, no Poço, em Maceió. Teixeira havia sido demitido após um vídeo viralizar na internet. No registro, ele aparece cantando e aproveitando o show da banda Unha Pintada, em São José da Tapera.

A própria banda publicou o vídeo, com a legenda “Nem os seguranças aguentam a sofrência do veinho”.

Abaixo, veja um vídeo de Washington em seu novo ambiente de trabalho.

Foto: Ilustração

O corpo da segunda vítima de afogamento na Barra de Santo Antônio, Litoral Norte de Alagoas, foi encontrado no início da tarde de ontem, quinta-feira (28), boiando no mar de Ipioca, em Maceió. Melinda Pyetra da Conceição dos Santos tinha 6 anos e desapareceu na quarta (27) quando nadava com mais duas amigas e uma prima, de 13 anos, que também morreu afogada.

Banhistas que estavam em uma lancha particular encontraram o corpo de Melinda na água e o levaram para a praia. Militares do Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram ao local e comunicaram à família da vítima.

As outras duas crianças que estavam com as primas foram resgatadas com vida. Segundo a Polícia Militar, Viviane Cordeiro dos Santos, a primeira vítima a ter o corpo retirado da água momentos depois do afogamento, saiu de casa escondida, na Ilha da Crôa, para ir à praia com as amigas.

Um pescador que estava na região percebeu que as meninas estavam se afogando e tentou resgatá-las. Ele conseguiu retirar Viviane do mar, mas ela já estava sem vida.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado e constatou o óbito. Os socorristas prestaram atendimento às outras duas crianças socorridas vivas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas por Melinda ainda durante a tarde, com apoio de um helicóptero. A procura foi encerrada ao cair da noite e retomada nesta manhã.

Assessoria PC/AL

A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (28) mais uma operação com objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão contra acusados de crimes ocorridos no estado de Alagoas.  Nove pessoas foram presas, por envolvimento em crimes de estupro de vulnerável, homicídios, roubo, furto, tráfico de drogas e armazenamento de pornografia. Também foram apreendidas drogas.

A ação foi comandada pelo delegado-geral, Gustavo Xavier, e aconteceu em Maceió e Arapiraca.

O delegado-geral disse que a ação, como outras realizadas anteriormente, visa reduzir os índices de criminalidade em Alagoas. “Pessoas que cometeram crime há 10/20 anos estão sendo localizadas e presas e vamos continuar com esse trabalho”, afirmou.

Ele acrescentou que a Polícia Civil vem fortalecendo sua unidade de Capturas para fazer um trabalho mais eficiente de localização e prisão de criminosos.

Também participaram da operação os delegados Eduardo Mero, Alexandre Leite, Tacyane Ribeiro, Daniel Mayer, Thales Araújo e Edberg Oliveira.

O efetivo empregado na operação contou com policiais da Delegacia Geral, Diretoria de Polícia Judiciária 3 (DPJ3), Delegacia de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Grupo Especial de Apoio a Investigação (GEAI), Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e Delegacia Regional Policial de Arapiraca.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28), mais uma operação com objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão contra acusados de envolvimento em crimes ocorridos no estado de Alagoas. A ação está sendo comandada pelo delegado-geral, Gustavo Xavier, e está acontecendo em Maceió e Arapiraca. De acordo com a assessoria da polícia civil, seis pessoas já foram presas e houve também apreensão de drogas nos alvos que estão sendo cumpridos.

Também está participando da operação os delegados Eduardo Mero, Alexandre Leite, Tacyane Ribeiro, Daniel Mayer, Thales Araújo e Edberg Oliveira.

O efetivo empregado na operação conta com policiais da Delegacia Geral, Diretoria de Polícia Judiciária 3 (DPJ3), Delegacia de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Grupo Especial de Apoio a Investigação (Geai), Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca.

 

Imagem: ilustração

Na última terça-feira (26), uma mulher foi presa por uma equipe de agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acusada de ter matado a tiros o seu ex-companheiro, no dia 4 de outubro deste ano, em uma oficina mecânica, no bairro Serraria, em Maceió.

Com a prisão, a DHPP, sob o comando da delegada Sheila, cumpriu um mandado de prisão que havia sido expedido pela 9ª Vara Criminal da Capital. Agora, a mulher está presa e aguarda o julgamento no Sistema Prisional.

Sobre o crime

No dia 4 de outubro, a vítima viu sua ex-companheira levando bens do casal para um veículo. Nesse momento, ambos começaram a discutir e a mulher efetuou vários disparos de arma de fogo contra o homem, que foi a óbito na própria oficina.

Abaixo, veja um vídeo do delegado Lucimério Campos, da Delegacia de Polícia Judicial 1 (DPJ1).

Foto: Ilustração

Um homem de 30 anos, que não teve a identidade revelada pela polícia devido à “Lei de Abuso de Autoridade”, foi detido na segunda (25) após ser acusado de espancar e agredir com uma chave de fenda a companheira, de 45 anos, no bairro Benedito Bentes, em Maceió.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi encontrada por policiais militares, num trecho da Avenida Pratagy, pedindo por socorro. Ela estava seminua porque, além das agressões, o companheiro ainda rasgou as suas roupas, antes dela fugir de casa.

De acordo com o relato da mulher, ela convive com o agressor e já foi espancada outras vezes. Desde o dia anterior o companheiro a agredia com a chave de fenda e a socos. Como não aguentava mais, resolveu fugir de casa e pedir ajuda, pois, sentia muitas dores.

A vítima contou também que o acusado chegou a pegar uma faca e a ameaçou, dizendo que se não a pegasse, pegaria os filhos e a mãe dela.

O delegado plantonista Antônio Henrique, da Central de Flagrantes, pediu à Justiça a expedição de medida protetiva de urgência e o acusado continua preso.

Foto: Ascom PC/AL

Na última segunda-feira (25), um idoso de 61 anos, morador de rua, foi preso após descumprir uma medida protetiva e ser flagrado rondando a casa de uma criança de 10 anos, no bairro do Poço, em Maceió. Na ocasião, ele tentou fugir ao ser avistado pelo pai da vítima, mas foi detido pelos vizinhos.

Depois de ser capturado, o idoso foi levado para a Central de Flagrantes, onde foi autuado. Agora, ele se encontra à disposição da Justiça.

A mãe da vítima foi ouvida pelo delegado Rodrigo Sarmento, plantonista da Central, e informou que tem medo de que o acusado faça algum mal à sua filha. A mulher já chegou a deixar o curso de técnico em Nutrição para proteger a menina, que está psicologicamente abalada.

Reincidente

A medida protetiva havia sido concedida pela 14ª Vara Criminal da capital, depois que o suspeito foi flagrado, no dia 15 de novembro, observando a menina pela janela do quarto dela. Naquele dia, ele também tentou fugir e também foi capturado por vizinhos e pelo pai da menor.

A polícia foi acionada e, ao chegar no local, encontrou o suspeito “aparentemente lesionado”, em decorrência de agressões cometidas por populares.

Foto: Ailton Cruz

A Defesa Civil de Maceió informou que o ritmo do afundamento da mina 18, que colapsou no dia 10 de dezembro, está em queda. Coordenador do órgão, Abelardo Nobre, disse neste sábado (23) que não existe mais um cenário de preocupação. A movimentação do solo nas últimas 24h foi de 2,7 cm.

“Aquele cenário de preocupação que tínhamos antes já não existe. O afundamento reduziu significativamente, o que nos leva a entender que o solo pode se acomodar e estabilizar”, disse.

O registro dos últimos 11 dias apontam para um afundamento do solo de 33 cm com uma velocidade de velocidade de 1mm por hora. Os primeiros dados coletados na mina, após colapso, foram divulgados na sexta-feira (23).

A desaceleração no ritmo de afundamento já era esperada pelos técnicos. Mesmo com a redução, o alerta da Defesa Civil segue para que as pessoas não circulem na área desocupada.

A mina 18 é uma das 35 que a Braskem mantinha na região para extração de sal-gema. Ela e todo o seu entorno estão desocupados desde o primeiro aviso de risco de colapso na região, divulgado no dia 29 de novembro.

O local ficou sem monitoramento por dois dias, já que o equipamento usado para medir com alta precisão a movimentação do solo foi levado pela água quando a mina sem rompeu sob a lagoa.

Um novo equipamento foi colocado próximo do local do rompimento no dia 12 de dezembro, mas a Defesa Civil disse que precisava de tempo até a consolidação dos dados coletados para medir se o solo havia se estabilizado ou se continuava afundando.

Foto: Paulo Nemezio/Reprodução

O solo da mina que colapsou em Maceió continua afundando, segundo informou a Defesa Civil nesta sexta-feira (22). A velocidade de deslocamento, no entanto, é bem menor do que a que estava sendo registrada antes do colapso. O local estava sem monitoramento desde o dia do rompimento da mina.

De acordo com o órgão, o solo afundou 29,48 cm, com uma velocidade de 0,69 mm por hora, desde o colapso. Já o movimento do solo registrado nas últimas 24h foi de 16,66 mm.

A velocidade de movimentação do terreno está bem abaixo do que vinha sendo registrado antes do colapso. No último boletim divulgado pela Defesa Civil, horas antes de a mina colapsar, o ritmo da movimentação do solo eram de 0,52 cm/h e a profundidade de afundamento era de 2,35 metros.

A mina 18 e todo o seu entorno estão desocupados desde o primeiro aviso de risco de colapso na região, divulgado no dia 29 de novembro.

O local ficou sem monitoramento por mais de dez dias, já que o equipamento usado para medir com alta precisão a movimentação do solo foi levado pela água quando a mina sem rompeu sob a lagoa. O monitoramento foi retomado somente no dia 12 de dezembro e, mesmo assim, o processamento de dados não aconteceu de forma imediata.

A mina que colapsou é uma das 35 que a Braskem mantinha na região para extração de sal-gema. Em cinco anos, desde que surgiram as primeiras rachaduras nas casas por causa da mineração realizada pela Braskem, mais de 14 mil imóveis tiveram que ser evacuados em cinco bairros, afetando cerca de 60 mil pessoas.

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