
Imagem: divulgação/Nokia
Nesta segunda-feira (10), a Nokia afirmou ter feito a primeira ligação “imersiva” de áudio e vídeo através de um celular. A chamada ao vivo utiliza uma tecnologia de transmissão de dados audiovisuais com mínima compressão, tendo uma qualidade de imagem e som mais alta, inclusive com áudio espacial 3D, dando a sensação de que o contato do outro lado da linha está ao seu lado.
A tecnologia foi utilizada em uma ligação entre o CEO da Nokia, Pekka Lundmark, e o embaixador de Digitalização e Novas Tecnologias da Finlândia, Stefan Lindström. A chamada imersiva ainda está em fase de aprimoramento, mas deve funcionar em qualquer aparelho moderno com pelo menos dois microfones, tenha conectividade padrão 5G advanced, e atenda a outros pré-requisitos técnicos específicos.
A Nokia acredita que essa tecnologia deve se tornar o padrão das chamadas telefônicas no futuro.

Vinícius Schmidt/Metrópoles
O ministro do STF Alexandre de Moraes ligou pessoalmente para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), para avisá-lo da prisão do deputado Chiquinho Brazão (União-RJ), suspeito de mandar matar Marielle Franco (PSol).
Segundo apurou a coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Moraes telefonou para Lira ainda na manhã do domingo (24/3), quando Chiquinho foi preso por agentes da Polícia Federal no Rio de Janeiro por ordem do ministro,
A ligação faz parte de uma tradição no STF de avisar os presidentes da Câmara ou do Senado quando deputados federais ou senadores são alvos de operações da Polícia Federal autorizadas pelo STF.
Moraes quebrou essa tradição durante a operação contra o deputado bolsonarista Carlos Jordy (PL-RJ), em janeiro. Como noticiou a coluna, Lira disse a a aliados que não foi avisado pelo ministro no caso de Jordy.
A prisão de Chiquinho Brazão terá de ser validada pelo plenário da Câmara, conforme previsto na Constituição Federal. Para isso, são necessários votos de, no mínimo, 257 dos 513 deputados.
O STF já notificou oficialmente a Câmara sobre a prisão em ofício enviado nesta segunda-feira (25/3). A previsão é de que o caso seja analisado no plenário da Casa ainda nesta semana.
