O sequestrador que manteve 17 reféns em um ônibus na rodoviária do Rio de Janeiro, na tarde desta terça-feira (12), se entregou e foi preso horas depois do início da ocorrência. Duas pessoas foram baleadas pelo suspeito logo depois dele chegar na rodoviária, segundo foi dito pelo secretário estadual de Segurança Pública do Rio, Victor Cesar. A motivação do crime ainda é desconhecida.
A rendição do indivíduo, identificado como Paulo Sérgio Lima, foi confirmada por volta das 17h55, pela Polícia Militar (PM).
O ônibus sequestrado iria para a cidade de Juiz de Fora (MG). Durante todo o período em que o veículo ficou sob o poder do suspeito, suas cortinas ficaram fechadas. Toda a rodoviária foi evacuada pela polícia.
De acordo com o coronel da PM, Marco Andrade, crianças e idosos estavam entre os reféns de Paulo. O suspeito foi levado para a 4ª Delegacia de Polícia (DP).
Abaixo, veja o momento da libertação dos reféns.

Papa Francisco - Foto: F. Montefrote/AFP
O Papa Francisco pediu, neste domingo (21), a libertação de reféns, incluindo seis freiras, que foram sequestradas no Haiti na sexta-feira (19), e disse que estava rezando pela harmonia social no país.
Homens armados sequestraram um ônibus na capital do Haiti, Porto Príncipe, com pelo menos seis freiras a bordo e partiram para um destino desconhecido, tomando todos os passageiros como reféns, informou o Vaticano News no sábado (20), citando o grupo Conferência Haitiana de Religiosos.
“Tomei conhecimento com tristeza do sequestro, no Haiti, de um grupo de pessoas, incluindo seis religiosas”, comentou o Papa Francisco após a oração semanal do Angelus.
“No meu sincero apelo pela sua libertação, rezo pela concórdia social no país e convido todos a pôr fim à violência, que está causando muito sofrimento a esta querida população”, acrescentou.
A violência tem aumentado há meses no Haiti, à medida que gangues disputam o poder e tentam pressionar o primeiro-ministro interino, Ariel Henry, em 7 de fevereiro, de um acordo político que consolidou seu poder.
Isso acontece antes de uma decisão judicial, prevista para 26 de janeiro, sobre uma força multinacional liderada pelo Quênia para abordar a violência dos gangues no país, um dos mais pobres do Hemisfério Ocidental.
