
Edeilze Félix - Reprodução Redes Sociais
A motorista de um veículo Honda City, que causou a morte da ciclista Edeilze Félix Pacheco da Silva, 44 anos, na noite do sábado (03), já está em liberdade.
A decisão de liberdade provisória foi expedida neste domingo (4). De acordo com a decisão, a condutora deverá manter os dados telefônicos e de residência atualizados para a Justiça- e não praticar novas infrações. Caso ela descumpra as regras da liberdade provisória deverá voltar a ser presa preventivamente.
O acidente
Edeilze Félix Pacheco estava em uma bicicleta e atravessava uma faixa de pedestres na rodovia AL 220, em Arapiraca, quando foi atingida pelo Honda City. Com o impacto, a ciclista foi arrastada por cerca de 50 metros e a bicicleta ficou completamente danificada.
A motorista, que estava embriagada, tentou fugir do local do acidente, sendo perseguida e presa em frente a um condomínio residencial, as margens da AL 115- sentido Palmeira dos Índios.

Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles
Ontem (17), o Comitê de Assuntos Judiciários da Câmara dos Estados Unidos divulgou um relatório sobre o que chama de “censura da liberdade de expressão online no Brasil” e é intitulado “The Attack on Free Speech Abroad and the Biden Administration’s Silence: The Case of Brazil”, isto é, “O ataque à liberdade de expressão no exterior e o silêncio da administração Biden: o caso do Brasil”.
O documento critica as decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, chegando a afirmar que as decisões do magistrado brasileiro, relacionadas a contas no X, são atos de “censura”.
Segundo a CNN, o relatório americano possui dezenas de documentos com decisões de bloqueios de contas, com o fornecimento de dados cadastrais ao STF e a preservação integral do conteúdo. A maior parte das decisões foi assinada por Moraes.
A divulgação do documento ocorre após o X no Brasil informar ao Supremo que a plataforma nos EUA tinha enviado ao Congresso todas as decisões de Moraes e do TSE relacionadas à moderação e derrubada de conteúdo.
O comitê que fez a divulgação do documento é liderado pelo deputado Jim Jordan, do Partido Republicano, que faz oposição ao governo do democrata Joe Biden. O relatório ainda tece críticas sobre a censura governamental, dizendo que o “Subcomitê sobre o Uso do Governo Federal como Arma” vem analisando como e até onde o Executivo americano tem supostamente coagido empresas e outros para censurar manifestações.
“O trabalho do comitê e o subcomitê têm demonstrado que a censura governamental que começa com o propósito declarado de combater uma suposta ‘falsa informação’ ou ‘desinformação deliberada’ inevitavelmente se transforma em silenciar opositores políticos e pontos de vista desfavorecidos por aqueles que estão atualmente no poder”, diz um trecho do documento.
Seguindo essa linha, é dito que há testemunhos sobre governos de outros países, como o Brasil, que têm procurado censurar a liberdade on-line.

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto - Foto: reprodução/ CNN
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu neste sábado (10) liberdade provisória para o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Moraes manteve medidas cautelares, que são exigência que Valdemar deverá cumprir em liberdade.
Valdemar foi preso na quinta-feira (8), durante buscas e apreensões feitas por agentes da Polícia Federal na sede do PL. O político estava com uma arma, mas sem licença para usá-la, o que o levou à detenção.
Posteriormente, a PF encontrou uma pepita de ouro com Valdemar, e ele foi preso também por suspeita de usurpação mineral. Para esse flagrante, não há fiança. Na sexta (9), Moraes havia convertido a prisão em flagrante em prisão preventiva, que não tem prazo determinado para acabar.
Agora, em razão de parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), da idade de Valdemar -- 74 anos --, e do crime não ter sido cometido com violência ou grave ameaça, Moraes decidiu pela soltura.
