


Na última terça-feira (16), uma operação da Polícia Civil (PC) de Goiás resultou na prisão de funcionários de uma clínica de reabilitação clandestina, em Pontalina (GO). Entre os indivíduos estão suspeitos de torturar e estuprar internos do estabelecimento. Além disso, negligência na alimentação, na saúde e cárcere privado também foram constatados no local.
A “Operação Help” foi responsável por cumprir cinco mandados de busca e apreensão, e quatro de prisão preventiva. É possível que mais dois mandados sejam cumpridos.
“Existia uma ‘cela de castigo’, uma sala com grades e cadeados onde eles colocavam os internos por vários dias consecutivos como forma de punição. Eles viviam sendo ameaçados, torturados e humilhados”, contou a delegada Tereza Nabarro.
Os envolvidos no crime têm antecedentes por homicídio, associação ao tráfico e furto. Veja a lista dos presos a seguir:
Dois dos investigados, identificados como Joaquim Camargo de Araújo e Thiago Altino Barbosa, estão foragidos e devem responder pelos crimes de cárcere privado qualificado e tortura. Joaquim também será enquadrado por estupro de vulnerável. Veja as fotos a seguir:



Quatro instrutores de uma faculdade do estado de Iowa, nos Estados Unidos, que estavam visitando sua universidade parceira na China, ficaram feridos em um parque no nordeste do país na segunda-feira (10) em um incidente de esfaqueamento, de acordo com um porta-voz da escola.
Os instrutores da Cornell College em Mount Vernon, Iowa, estavam em um parque público com um membro do corpo docente da instituição parceira quando foram feridos “em um incidente grave”, disse o presidente da escola, Jonathan Brand, em uma declaração à comunidade da faculdade. “Estamos em contato com todos os quatro instrutores e estamos os ajudando durante este período”, disse Brand.
A polícia chinesa julgou preliminarmente que o esfaqueamento dos quatro educadores foi um incidente aleatório, disse o Ministério das Relações Exteriores da China nesta terça-feira (11). A pasta acrescentou que as investigações estão em andamento.
O incidente não afetará as trocas normais entre os povos dos Estados Unidos e da China, disse o porta-voz Lin Jian numa conferência de imprensa regular.
Na última sexta-feira (7), vídeos com membros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) empurrando uma ambulância de Palmeira dos Índios foram compartilhados nas redes sociais. De acordo com o Samu, o veículo estava sendo levado para Arapiraca, onde passaria por manutenção na embreagem, e não transportava nenhum paciente.
As cenas gravadas mostram os funcionários tentando fazer a ambulância “pegar no tranco”, em uma rua de barro. A manutenção deve ocorrer na próxima segunda-feira (10).
“As ambulâncias são utilizadas diariamente e podem, em algum momento, precisar de manutenção. Quando isso acontece, a população não é prejudicada porque a Base Descentralizada do município mais próximo assume as ocorrências”, disse o Samu em nota ao Alagoas 24h.
A instituição ainda ressaltou que, em Alagoas, a cada 30km o Samu tem uma base descentralizada, para melhor atender a população em casos urgentes e de emergência.
Na noite de ontem (24), uma briga entre dois alunos acabou gerando uma confusão generalizada em frente à Escola Estadual Padre Aurélio Góes, no Centro de Junqueiro. O motivo do conflito não foi informado. Vídeos registrados por populares mostram os jovens trocando socos e chutes.
Depois de algum tempo de briga, funcionários da escola e membros da Guarda Civil Municipal (GCM) precisaram intervir, para tentar impedir que o conflito continuasse.
Além dos alunos, pessoas sem fardamento escolar também participaram da situação.
A Polícia Civil (PC) de Alagoas irá investigar o caso. Abaixo, veja a nota emitida à imprensa:
"A Polícia Civil de Alagoas, por meio do 80º Distrito Policial (80°DP) de Junqueiro, informa à imprensa que tomará todas as medidas cabíveis em relação à confusão ocorrida na tarde de quarta-feira, 24, nas dependências da Escola Estadual Aurélio Góes, situada na cidade de Junqueiro, Alagoas.
O chefe de operações da região, o agente Daniel Pinto, afirmou que os policiais civis se dirigirão à escola para dialogar com a diretora, identificar os alunos envolvidos e oferecer qualquer apoio necessário. Medidas serão adotadas para prevenir a reincidência de incidentes semelhantes.
"Já obtivemos o contato da diretora da escola e planjamos ir até lá durante o horário escolar. Se a diretora julgar apropriado, faremos uma abordagem na sala de aula dos alunos envolvidos, conversaremos e daremos o suporte necessário. Nosso objetivo é mostrar que estamos atentos e disponíveis para ajudar no que for preciso", destacou o agente.
A Polícia Civil reitera seu compromisso com a segurança e o bem-estar da comunidade escolar e está empenhada em garantir a ordem e a tranquilidade no ambiente educacional"

Elon Musk vai demitir cerca de 14 mil funcionários da Tesla, após a empresa apresentar uma queda nas vendas de carros elétricos pela primeira vez. O número de pessoas a serem desligadas representa mais de 10% do quadro de funcionários, que tem um total de 140.473 trabalhadores, segundo o The Guardian.
O e-mail do bilionário falando sobre os cortes de pessoal vazou, de acordo com o site Electrek. Na mensagem, Musk diz que “a Tesla cresceu rapidamente nos últimos anos e, como resultado, houve duplicação de funções e funções em determinadas áreas”. Ainda segundo o site, alguns funcionários já tiveram o acesso ao sistema da companhia bloqueado.
No X, que assim como a Tesla, pertence a Elon Musk, dois executivos da empresa de carros elétricos anunciaram suas renúncias. Um deles foi o vice-presidente sênior Drew Baglino, responsável pelo desenvolvimento de baterias. O segundo foi o vice-presidente de políticas públicas e desenvolvimento de negócios, Rohan Patel.
Ainda não há um pronunciamento oficial sobre as demissões.

Após o vazamento de gravações do circuito de monitoramento da embaixada da Hungria no Brasil, mostrando a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o carnaval, a sede diplomática húngara demitiu dois funcionários brasileiros, como forma de punição, mesmo sem provas da participação dos homens na divulgação dos vídeos.
Segundo foi apurado pela CNN, os brasileiros eram os únicos com acesso ao monitor, que exibia imagens em tempo real. Contudo, em decorrência do feriado de carnaval, havia menos pessoas circulando na embaixada durante o período de visita de Bolsonaro.
A sede diplomática começou a investigar o vazamento das imagens após a divulgação de que o ex-presidente teria passado duas noites no local, mesmo sendo investigado e podendo ser preso. Ao Itamaraty, o embaixador Miklos Halmai falou o mesmo que Bolsonaro: que a visita teve como objetivo conversar sobre interesses dos dois países.

Israel assumiu, na terça-feira (2), a responsabilidade por um ataque a bomba que matou, na véspera, sete trabalhadores humanitários que distribuíam comida na Faixa de Gaza. Autoridades israelenses admitiram que foi um “erro grave” e prometeram investigar o caso.
A organização World Central Kitchen (WCK), do chef hispano-americano José Andrés, para a qual trabalhavam as vítimas do atentado, anunciou a suspensão de suas atividades no território palestino.
- Infelizmente, ontem (segunda-feira) ocorreu um incidente trágico, as nossas forças atingiram involuntariamente pessoas inocentes na Faixa de Gaza - declarou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
- São coisas que acontecem numa guerra (…), estamos em contato com os governos e faremos todo o possível para evitar que volte a acontecer - acrescentou.
Por sua vez, o chefe das Forças de Defesa de Israel, general Herzi Halevi, reconheceu, nesta quarta-feira, que foi “um erro grave”.
- Foi um erro que ocorreu após um erro de identificação durante a noite, durante uma guerra, em condições muito complexas. Isto não deveria ter acontecido - acrescentou Halevi.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, conversou com José Andrés e “expressou sua profunda tristeza e sinceras desculpas pela trágica morte da equipe WCK”, afirmou a Presidência israelense, em comunicado.
'Completamente inaceitável'
As mortes dos trabalhadores geraram duras reações internacionais e apelos para investigar o que aconteceu e garantir que os responsáveis sejam responsabilizados.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse à Assembleia Geral que 196 trabalhadores humanitários já morreram na guerra em Gaza.
Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, exigiram uma investigação “rápida e imparcial” sobre o ocorrido, disse o secretário de Estado, Antony Blinken.
A Casa Branca disse estar “indignada” e indicou que enviaria “uma mensagem clara a Israel de que os trabalhadores humanitários devem ser protegidos”.
O governo britânico convocou o embaixador israelense para expressar a sua “condenação inequívoca” ao sucedido. Na Polônia, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrzej Szejna, disse que Israel deveria “compensar” as famílias das vítimas.

Os trabalhadores da Austrália poderão ignorar ligações e mensagens injustificadas dos seus chefes fora do horário de trabalho, de acordo com uma série de alterações feitas nas leis de relações trabalhistas propostas pelo governo federal ao abrigo de um projeto de lei parlamentar. Além disso, os empregadores que violarem as regras poderão sofrer multas.
O objetivo da proposta é proteger os direitos trabalhistas e ajudar a restaurar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional dos funcionários. Esse “direito à desconexão” foi aprovado pela maioria dos senadores australianos, segundo o ministro do Trabalho, Tony Burke, na última quarta-feira (7). Entretanto, alguns políticos, grupos patronais e líderes empresariais veem a medida como um exagero e prejudicial à transição para o trabalho flexível.
Através desse direito, a lei também impede que os funcionários façam horas extras não remuneradas. “O que estamos simplesmente dizendo é que alguém que não recebe 24 horas por dia não deve ser penalizado se não estiver online e disponível 24 horas por dia”, disse o primeiro-ministro Anthony Albanese a repórteres.
O percurso de um trabalho temporário para o permanente, os padrões mínimos para trabalhadores temporários e para motoristas de caminhão são outras disposições que são garantidas no projeto de lei.
Leis como a que está sendo proposta na Austrália já estão em vigor na França, na Espanha e em outros países da União Europeia.

A Sega, responsável por jogos icônicos, como Sonic the Hedgehog e Alex Kidd, ameaçou demitir funcionários da sede das Américas, em retaliação ao movimento sindical. Com isso, o Allied Employees Guild Improving Sega, movimento sindical que envolve vários departamentos da empresa, denunciou a publisher de prática trabalhista desleal, por entregar sua decisão diretamente aos trabalhadores, ao invés de negociar com a união.
Ao blog Kotaku, funcionários da empresa informaram que ela comunicou, em uma reunião, no dia 6 deste mês, que todos os funcionários temporários seriam “eliminados gradualmente” até fevereiro do próximo ano. 80 trabalhadores seriam afetados pela decisão da Sega. O número corresponde a 40% do Allied Employees.
“É desanimador ver atitudes como essa da Sega, que, sem sombra de dúvidas, demonstra negociação de má fé e negligência em reconhecer as contribuições valiosas de parte significante dos nossos colegas”, disse a testadora de garantia de qualidade sênior da Sega, Elise Willacker, ao Kotaku.
A queixa do Allied Employees será analisada pelo Conselho de Relações Trabalhistas americano.
