

Nesta sexta-feira (12), agentes da Delegacia de Estelionatos realizaram uma operação contra as fraudes praticadas por um ex-funcionário de uma universidade privada de Maceió, que foi lesada em R$ 650 mil. Segundo a Polícia Civil (PC), o suspeito tem 30 anos e atuava no setor de tecnologia da informação (TI). Ele desviou, por cerca de dois anos, valores de matrículas dos alunos da instituição.

A operação deu cumprimento a mandados de busca e apreensão em Rio Largo e na capital alagoana, e resultou na apreensão de dois carros de luxo da marca Jeep, uma pistola 9mm, cartuchos de vários calibres, um Macbook, duas câmeras fotográficas e dois iPhones.
As ordens judiciais foram emitidas pela 10ª Vara Criminal da Capital, depois do Ministério Público (MP) emitir um parecer favorável.
O desvio foi descoberto depois que uma aluna desistiu de um curso e pediu o reembolso da matrícula. O departamento financeiro notou a falta do dinheiro na contabilidade e uma auditoria constatou a fraude em relação a mais pessoas. Com isso, a universidade denunciou o crime à PC.
A investigação durou seis meses e quebrou os sigilos dos investigados. Com isso, o suspeito foi identificado. Para realizar o crime, o técnico desviava as quantias para contas bancárias vinculadas a uma empresa no nome de sua esposa.



A Polícia Civil (PC) prendeu recentemente, em Orizona (GO), quatro pessoas suspeitas de participar de um grupo criminoso que aplicava golpes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Duas idosas, de 66 e 78 anos, uma mulher de 40 anos e um jovem de 25 anos estão entre os detidos. O grupo usava documentos falsos para se apresentar em bancos e conseguir sacar os benefícios.
O esquema foi descoberto depois que a idosa de 66 anos tentou realizar um saque do benefício com uma carteira de trabalho, identidade e guia do INSS falsas. Os funcionários da agência bancária desconfiaram da veracidade dos documentos e acionaram a polícia. A anciã foi capturada no momento em que tentou entrar em um carro, onde estavam os demais envolvidos.
Com o grupo, a PC encontrou diversos documentos falsos e R$ 4,4 mil em espécie. Todos os suspeitos são de Trindade (GO).
Segundo a polícia, pouco tempo antes da abordagem, a idosa de 78 anos conseguiu fazer um saque de R$ 2,8 mil utilizando documentos falsos.


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha (IFFar) abriu um processo administrativo interno contra o ex-BBB Matteus Amaral. Ele entrou no curso de Engenharia Agrônoma usando cotas raciais, e acabou sendo exposto nas redes sociais.
Matteus Amaral Vargas ingressou no curso de bacharelado em Engenharia Agrícola em 2014 no IFFar, ocupando uma das vagas destinadas a candidatos pretos e pardos. Naquele período, o único documento exigido para a inscrição de candidatos em vagas reservadas a pessoas negras e indígenas era a autodeclaração.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha (IFFar) abriu um processo administrativo interno contra o ex-BBB Matteus Amaral. Ele entrou no curso de Engenharia Agrônoma usando cotas raciais, e acabou sendo exposto nas redes sociais.
Matteus Amaral Vargas ingressou no curso de bacharelado em Engenharia Agrícola em 2014 no IFFar, ocupando uma das vagas destinadas a candidatos pretos e pardos. Naquele período, o único documento exigido para a inscrição de candidatos em vagas reservadas a pessoas negras e indígenas era a autodeclaração.
No Instagram, o ex-BBB Matteus Amaral se eximiu da culpa e disse lamentar o ocorrido. “A inscrição foi realizada por um terceiro, que cometeu um erro ao selecionar a modalidade de cota racial sem meu consentimento ou conhecimento prévio”, alegou Matteus em nota publicada nos stories da rede social.
Ele ainda ressaltou que considera essa uma importante política para o país e disse lamentar a situação. “Lamento profundamente qualquer impressão de que eu teria buscado beneficiar-me indevidamente dessa política, o que nunca foi minha intenção”, garantiu.
Matteus ainda disse se arrepender de “quaisquer transtornos causados” e afirmou que é um “defensor ativo da igualdade racial e social”. “Agradeço a oportunidade de esclarecer este assunto e peço desculpas por qualquer mal-entendido que possa ter ocorrido”, finalizou o ex-BBB.

A polícia prendeu 22 pessoas e apreendeu bens no valor de mais de 650 milhões de dólares em conexão com a suposta fraude ligada ao fundo de recuperação pós-pandemia da União Europeia (UE).
Após uma investigação do procurador da UE, oito pessoas foram detidas, 14 foram colocadas em prisão domiciliária e outras duas foram impedidas de exercer a sua profissão. As prisões ocorreram na Itália, Áustria, Romênia e Eslováquia.
A polícia financeira italiana disse na quinta-feira (4) que apreendeu Lamborghinis, Porsches, relógios da marca Rolex, joias Cartier, criptomoedas, moradias de luxo e outros itens durante dezenas de invasões em casas e escritórios.
A suposta fraude provavelmente renovará as preocupações sobre o uso indevido do fundo de recuperação de 850 bilhões de dólares da U.E para ajudar a reviver a economia do bloco. A Itália foi o maior beneficiário do fundo, com subvenções de mais de 194 mil milhões de euros.
O Ministério Público Europeu (EPPO) disse que uma organização criminosa é suspeita de executar um esquema de fraude entre 2021 e 2023 para enganar os pacotes de recuperação da Itália.
Em 2021, o grupo solicitou subsídios não reembolsáveis, disse a EPPO, ostensivamente para apoiar pequenas e médias empresas, mas depois preparou falsos balanços “para mostrar que as empresas eram ativas e lucrativas, enquanto na verdade eram empresas não ativas e fictícias.”
Depois de obter cerca de 650 milhões de dólares em fundos do Plano Nacional de Recuperação e Resiliência (NRRP), o grupo transferiu os fundos para suas contas bancárias na Áustria, Romênia e Eslováquia, disse o EPPO.
O escritório do promotor alegou que o grupo usou criptomoedas, inteligência artificial e servidores em nuvem offshore para realizar e ocultar a fraude.
Os Estados Unidos também tentaram reprimir a suposta fraude envolvendo recursos de ajuda à Covid-19.
Um órgão federal alertou em junho que a administração de pequenas empresas distribuiu mais de US$ 200 bilhões em fundos potencialmente fraudulentos pós-pandemia.

Nesta terça-feira (30), a Polícia Federal (PF) começou a investigar um grupo suspeito de cometer uma fraude, utilizando um malware, contra o Caixa Bank, um banco da Espanha, gerando um prejuízo de 3,6 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 20 milhões. Ao todo, são cinco mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão, que devem ser cumpridos em São Paulo, Santa Catarina, Pará, Goiás e Mato Grosso.
Segundo a investigação, os suspeitos usavam o malware, instalado nos computadores dos clientes do banco espanhol através de e-mails com mensagens maliciosas, e conseguiam furtar o dinheiro de forma on-line.
Ao clicar nos anexos ou links dentro dos e-mails enviados pelos suspeitos, as vítimas “abriam as portas” para que o malware agisse em seus computadores. O dinheiro desviado era encaminhado para contas “emprestadas” por terceiros.
Os suspeitos são investigados por associação criminosa, furto qualificado mediante fraude em ambiente cibernético, invasão de dispositivo informático e lavagem de dinheiro.

A Procuradoria da Justiça Desportiva Antidopagem ofereceu na quinta-feira (21 de dezembro) uma denúncia contra Gabigol por tentativa de fraudar um exame de controle de doping. O caso ocorreu no dia 8 de abril deste ano, no Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo.
Com a denúncia, o atacante irá a julgamento - ainda sem data - no Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD) por infração ao artigo 122 do Código Brasileiro Antidopagem, que se refere a "fraude ou tentativa de fraude de qualquer parte do processo de controle". O código prevê suspensão de até quatro anos em caso de condenação.
A denúncia informa que Gabigol se irritou por estar sempre na lista de jogadores que realizam o exame. Feita a coleta no dia 8 de abril, ele avisou que aquele seria seu último controle. A confusão ocorreu na véspera do segundo jogo da final do Campeonato Carioca, no qual o Fluminense venceu o Flamengo por 4 a 1 e garantiu o título.
Não houve qualquer erro de procedimento do atleta na entrega do frasco após a coleta do material (...) Acaso a entrega do frasco estivesse em desacordo com as normas técnicas e de segurança, caberia ao Oficial de Controle de Dosagem recusar e exigir uma nova coleta, o que não foi feito - diz parte da defesa de Gabigol.
A denúncia contra o atacante oferecida na quinta-feira é assinada por João Guilherme Guimarães Gonçalves, procurador da Justiça Desportiva Antidopagem. No texto, ele relata possíveis infrações cometidas pelo jogador.
O que diz o jogador
Em nota enviada nesta sexta-feira (22), Gabigol se defendeu e negou qualquer tentativa de fraude do exame. No texto, enviado pela sua assessoria, o atacante afirma que realizou o procedimento e o resultado deu negativo.
Horas depois da nota enviada a jornalistas, o atacante se manifestou em suas redes sociais.
Obrigado pelo apoio, e principalmente por entenderem que há algum tempo tem acontecido notícias falsas sobre mim! Eu e minha família agradecemos o apoio.. E, sabendo que Deus está no controle e nos livrando de todo mal , amém.
"O atleta Gabriel Barbosa, sua família e staff tomaram conhecimento da matéria publicada nesta sexta-feira (22) pelo site Globo.com. O jogador do Flamengo vem a público confirmar que o exame foi realizado e o resultado apurado já deu negativo. Diante de tal informação, não há nada que possa ferir ou infringir as normas protocolares. Reiteramos que, em nenhum momento, o atleta tentou fraudar o exame.
Seguimos à disposição para quaisquer esclarecimentos.
Att, Staff Gabigol e família".

A Polícia Federal (PF) identificou oito pessoas suspeitas de vazar imagens das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) durante o primeiro dia de aplicação da prova, em 5 de novembro. Os casos aconteceram em Caruaru (PE), Natal (RN), Cornélio Procópio (PR) e Brasília (DF). Além disso, a ação da PF também investiga o Rio Grande do Sul e o Ceará.
Durante a operação, foram apreendidos materiais utilizados para aplicar fraudes ao exame nas cidades de Maceió (AL) e Vitória da Conquista (BA). Os cadernos de provas aplicadas no dia 5 tiveram suas fotos vazadas e circularam nas redes sociais, depois dos estudantes terem sido isolados.
As fotos foram detectadas a partir do monitoramento feito por integrantes do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As empresas de cada plataforma digital foram acionadas para preservar o conteúdo e ajudar no rastreamento de postagens. A PF chegou a ser acionada pelo MEC ainda no dia 5.
Hoje (12), é o segundo dia de aplicação do Enem em todo o país.

Moradores de Quebrangulo que tenham um “gato” de água em casa vão contar com uma boa oportunidade de regularizar sua situação sem ter que pagar multa. A partir desta semana e até o final de outubro, a Águas do Sertão realizará na região um programa especial de anistia às ligações clandestinas que se autodenunciarem. Basta entrar em contato pelo atendimento 0800 000 2122 (por telefone ou Whatsapp) para solicitar a regularização da ligação de água.
“Seguindo nosso plano de melhorias na região a partir das ações do projeto #VamosJuntos, estamos intensificando as fiscalizações para acabar com as ligações clandestinas, irregularidades que comprometem a distribuição de água e causam grandes prejuízos a todos”, explica Antonio Hercules Neto, diretor da Águas do Sertão. Ligações clandestinas residenciais descobertas durante as fiscalizações estão sujeitas a multas que podem variar entre R$ 472,93 e R$ 2.482,91, mais até 12 vezes o consumo retroativo mínimo da categoria, além de outras consequências penais, já que o desvio é enquadrado como crime de furto qualificado por uso de fraude, descrito no artigo 155, § 4º, inciso II, do Código Penal Brasileiro ou, em casos mais graves, como atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública ou dano qualificado.
Neste primeiro momento, a concessionária investe também em ações educativas, já que muitos clientes podem ter irregularidades não intencionais em suas ligações. “Há casos em que o imóvel é alugado ou vendido já com a ligação fraudulenta”, explica Hercules. “Muitas pessoas não sabem que instalar uma bomba de sucção no cavalete do hidrômetro, ou compartilhar a água com o vizinho, também é considerado fraude”, diz.
Combater as fraudes é um passo fundamental para melhorar a distribuição de água. “Todos os moradores são prejudicados pelas ligações clandestinas que existem numa região, já que elas despressurizam a rede e consomem de forma oculta o volume de água disponível para ser compartilhado por todos, fato que se agrava ainda mais no alto verão, com temperaturas elevadas e menos chuvas”, afirma o diretor. “Além disso, quem tem “gato”, não se preocupa em consumir de forma consciente para evitar o desperdício. Consideramos que é uma questão de justiça social que todos paguem de forma igualitária pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, completa.
Durante as fiscalizações, caso uma irregularidade seja registrada pela equipe da Águas dos Sertão (que estará sempre uniformizada e identificada), o cliente assinará um Termo de Ocorrência de Irregularidade (TOI). Caso ninguém esteja no imóvel no momento da fiscalização, o documento será enviado por meio de carta registrada.
Após a notificação, de acordo com as normas regulamentadas pela Agência Reguladora de Serviços de Alagoas (Arsal), o cliente tem 15 dias para que a ligação seja regularizada sem multa por meio de uma visita presencial a uma das lojas da concessionária (consulte endereços no site www.aguasdosertao.com).
Desde que a concessionária iniciou sua operação, em setembro de 2022, mais de 1.300 fraudes já foram identificadas e removidas. A colaboração da população é de extrema importância para que os desvios sejam combatidos. As denúncias também podem ser feitas anonimamente, pelo canal de atendimento no 0800 000 2122 (voz ou Whatsapp).
