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Carro após acidente de trânsito na França | Reprodução/Redes sociais

Quatro brasileiros morreram, na segunda-feira (16), em um acidente de carro numa estrada próximo de Saône, na França. As informações são da Agence France-Presse (AFP).

De acordo com o promotor Étienne Manteaux, o motorista teria perdido o controle e batido contra uma árvore. O motor do veículo saltou para fora do carro e o velocímetro estava "parado em 180 km/h". As vítimas, todos homens e com idades entre 32 e 54 anos, circulavam em uma via em que o limite era 50 km/h.

Três dos brasileiros trabalhavam no setor da construção. O outro, o mais jovem do grupo, chegou recentemente ao país e procurava trabalho.

Nas redes sociais, o prefeito de Saône, BenoÎt Vuillemin, postou fotos do acidente e disse que as vítimas moravam a 200 metros do local do acidente, "com a mulher e o filho de um deles".

A polícia já abriu uma investigação para apurar as causas do acidente.

Multidão acompanhando caminhão com restos mortais do chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, no Irã — Foto: Vahid Salemi/ AP

O Ministério das Relações Exteriores do Irã rejeitou- nesta terça-feira (13)- os apelos de França, Alemanha, e Reino Unido por moderação em relação a Israel, afirmando que falta aos chamados "lógica política" e que eles "contradizem princípios do direito internacional". A informação foi divulgada pela agência Reuters.

Os três países europeus haviam solicitado, em uma declaração divulgada na segunda-feira (12), que o Irã e seus aliados se abstivessem de ataques contra Israel- após o assassinato de Ismail Haniveh, líder político do grupo palestino Hamas. O assasinato aconteceu em Teerã, no fim de julho.

O Irã e aliados, incluindo o Hamas e o grupo xiita Hezbollah, acusam Israel de estar por trás do assassinato, embora o governo israelense não tenha assumido a responsabilidade. O conflito na região parece próximo e há grande preocupação com a escalada da guerra por toda a região. Grupos terroristas e o Irã vêm fazendo promessas de vingança contra Israel e seus aliados.

Foto: RABIH DAHER/AFP

O Ministério dos Exteriores franceses anunciou que cidadãos devem abandonar o Líbano "o quanto antes" devido ao risco de escalada militar no Oriente Médio. O anúncio foi feito neste domingo (4).

França segue os passos dos Estados Unidos e do Reino Unido, que no sábado recomendaram aos seus próprios cidadãos que abandonassem o país.

A Suécia também anunciou o fechamento de sua embaixada em Beirute e pediu aos seus cidadãos que saíssem.

A região tem enfrentado tensões desde o assassinato de um comandante do Hezbollah em um ataque no Líbano e do principal líder político do Hamas em um ataque na capital do Irã na semana passada. Israel se prepara para retaliação.

Com chamados para sair do Líbano, o reforço da presença militar dos EUA no Oriente Médio e a suspensão de conexões aéreas, a preocupação com uma escalada militar na região cresce diante da intensificação das ameaças do Irã e seus aliados contra Israel.

Estados Unidos e Reino Unido instaram seus cidadãos presentes no Líbano a partirem o quanto antes, enquanto o Canadá pediu aos seus nacionais para evitar viajar para Israel.

"As tensões estão elevadas e a situação pode se deteriorar rapidamente", advertiu o ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, David Lammy, acrescentando: "Minha mensagem para os cidadãos britânicos lá é clara: saiam já".

Gol de Gabi Portilho em Brasil x França, pelas Olimpíadas (Foto: Reuters)

A seleção brasileira feminina de futebol está na semifinal das Olimpíadas de Paris-2024. Com um gol de Gabi Portilho, aos 36 minutos do segundo tempo, o Brasil venceu a França por 1 a 0, no Stade de la Beaujoire, em Nantes, neste sábado (3).

A seleção francesa ainda perdeu  uma penalidade na primeira etapa,  um pênalti defendido pela goleira Lorena.

No final, a árbitra deu 16 minutos de acréscimos, mas o Brasil conseguiu segurar a pressão francesa e garantiu a vitória, avançando para a semifinal do futebol feminino nas Olimpíadas.

O Brasil vai enfrentar a Espanha - na terça-feira, em Marselha, às 16h. As espanholas são as atuais campeãs do mundo, e venceram  a  seleção brasileira na fase de grupos pelo placar de 2 a 0.

A outra semifinal será entre Alemanha e Estados Unidos.

Marta

Expulsa contra a Espanha, Marta cumpriu suspensão e torceu do lado de fora pela classificação do Brasil. Agora, a camisa 10 está liberada para retornar ao time no reencontro com as espanholas na semifinal.

 

Mateta celebra gol da França diante da Argentina (Foto: AFP)

Nesta sexta-feira (2), a França venceu por 1 a 0 e eliminou a Argentina nas quartas de final do futebol masculino nos Jogos Olímpicos de Paris. O gol foi de Mateta. Os donos da casa vão para a semifinal enfrentar o Egito.

Após o apito final do duelo entre franceses e argentinos, a confusão tomou conta do gramado. Ao final do jogo, os jogadores se estranharam e as comissões tiveram que entrar em campo para intervir.

Além do duelo entre França e Egito, a outra semifinal contará com Espanha e Marrocos. Ambos os jogos, que valem vaga na grande final, serão disputados na próxima segunda-feira (5).

VAIA AO HINO ARGENTINO

Em meio ao contexto da polêmica pelo canto racista dos jogadores argentinos na conquista da Copa América, tendo como alvo jogadores franceses, a torcida local vaiou o hino nacional da Argentina em Bordeaux. Antes do jogo, o atacante Mateta havia admitido que os franceses estavam mexidos com a música cantada pelos argentinos e registrada por Enzo Fernández, que tinha como alvo jogadores da França descendentes de africanos.

Seleção Brasileira- Crédito: Juan Manuel Serrano Arce/Getty Images

O Brasil terá um desafio e tanto nas quartas de final do futebol feminino da Olimpíada de ParisA adversária no mata-mata será a seleção anfitriã, a França, uma das potências da modalidade. Para esse jogo, o técnico Arthur Elias não terá a atacante Marta,  que foi expulsa ainda no primeiro tempo do confronto com a Espanha,

A partida entre França x Brasil está marcada para este sábado (3), às 16h (horário de Brasília), no estádio Stade La Beaujoire, em Nantes.

A Seleção Brasileira vai enfrentar a França por ter se classificado apenas como segunda melhor terceira colocada no grupo C. As francesas, por sua vez, lideraram o grupo A, com seis pontos.

Incêndio em apartamento em Nice, na França — Foto: Reprodução/X

Um incêndio que começou durante a noite da quarta-feira (17) no sétimo andar de um prédio residencial, localizado em um bairro operário da cidade de Nice, no sul da França, matou sete pessoas- disseram os bombeiros já na madrugada desta quinta-feira (18).

De acordo com as autoridades, a causa do incêndio ainda é desconhecida. "Apesar da corajosa intervenção dos policiais e dos bombeiros, 7 pessoas, incluindo 1 criança, faleceram. Uma pessoa está em estado de emergência absoluta e outras três foram intoxicadas", informaram através do  X.

Além das vítimas fatais, três pessoas foram hospitalizadas, uma delas em estado de "urgência absoluta" e as outras duas com "urgência relativa".

Ala centrista, liderada pelo presidente Emmanuel Macron, deve ficar em segundo lugar | AP Photo/Louise Delmotte

Um dia após a surpreendente vitória da esquerda nas eleições legislativas francesas, o país dá início a um período de incerteza política. Nesta segunda-feira (8), o primeiro-ministro Gabriel Attal deve entregar o cargo ao presidente, Emmanuel Macron.

A coalizão Nova Frente Popular, de esquerda, obteve 182 assentos na Assembleia Nacional, seguida pelo bloco de centro Juntos, do qual Macron e Attal fazem parte, com 168. Em terceiro lugar, a extrema direita, liderada pelo Reunião Nacional (RN), de Marine Le Pen, obteve 143 cadeiras – mais do que tinha em 2022, mas com um desempenho menor do que o previsto após ter saído na frente no 1º turno.

Nenhuma força política, portanto, conseguiu chegar aos 289 assentos necessários para formar maioria e formar governo sozinha.

A situação força uma negociação entre duas as forças políticas para formar uma aliança, e isso exige que parlamentares cheguem a consensos sobre o que governo vai fazer. As divisões na sociedade francesa, sobretudo em temas como impostos, imigração e política externa para o Oriente Médio, torna o cenário desafiador.

Embora ainda não tenham batido, líderes da Nova Frente Popular, de esquerda, indicaram que poderiam se aliar ao centro para garantir uma maioria. No segundo turno das eleições legislativas, centro e esquerda retiraram candidaturas concorrentes em diversos distritos para enfraquecer a extrema direita -- estratégia que deu certo.

A viabilidade de um governo juntando as duas forças, entretanto, ainda é incerta. Ambos os blocos nutrem desavenças profundas em determinados tópicos, como a reforma da Previdência francesa, por exemplo.

Decepção na extrema direita

Para a extrema direita, apesar do crescimento do número de assentos obtidos pelo Reunião Nacional (RN), o resultado foi uma decepção. No primeiro turno, ocorrido há apenas 1 semana, o partido de Marine Le Pen, havia saído à frente de todas as demais forças políticas -- a sigla chegou a projetar obter para si a maioria absoluta da Casa.

Jordan Bardella, a liderança mais jovem do partido, que seria o premiê em caso de vitória do RN, disse que as eleições e os acordos políticos jogaram o país "nos braços de Mélenchon (político que é um dos líderes da esquerda francesa)". Ele afirmou que vai amplificar o trabalho na oposição e chamou um provável acordo entre esquerda e centro de "aliança da desonra".

Imagem: Mohamad Salaheldin Abdelg Alsayed/Anadolu via Getty Images

O partido de ultradireita Reunião Nacional (RN) da França não alcançará maioria absoluta nas eleições parlamentares, mostraram pesquisas recentes publicadas nesta sexta-feira (5), último dia de campanha, embora alguns políticos e pesquisadores tenham pedido cautela.

Uma pesquisa OpinionWay,para o diário empresarial Les Echos, mostrou que o RN conquistaria 205 a 230 assentos na votação de domingo (7), à frente da Nova Frente Popular de esquerda, com 145 a 175 assentos, e do bloco centrista do presidente Emmanuel Macron, com 130 a 162 assentos. As descobertas estão em grande parte alinhadas com outras pesquisas divulgadas na quinta-feira (4).

Para obter uma maioria governante, são necessários 289 assentos na Assembleia Nacional.

O legislador europeu Raphael Glucksmann, um dos líderes políticos da esquerdista Nova Frente Popular (NPF), disse à rádio RTL que não se deve tomar como certo que o RN não alcançará a maioria absoluta.

“Comentaristas e políticos já falam como se o RN não tivesse maioria absoluta e se parabenizam pelos seus esforços para bloqueá-lo… Acho que isso poderia desmobilizar os eleitores e estou preocupado”. disse.

A importante figura do RN, Marine Le Pen, disse à BFM TV que ainda acreditava que seu partido poderia obter a maioria absoluta, apesar de a maior parte do cenário político se unir contra seu movimento.

“Tenho a impressão de que tudo isto foi concebido para desmotivar os nossos eleitores. Felizmente, conheço-os e sei que estão altamente motivados, por isso realmente digo: vão e votem”, disse Le Pen, acrescentando: “Acho que temos uma séria chance de obter maioria absoluta na Assembleia Nacional”.

Marine Le Pen comemora após boca de urna indicar liderança da extrema direita na eleição francesa — Foto: Yves Herman/Reuters

O partido de extrema direita Reunião Nacional (RN), de Marine Le Pen, saiu na frente no primeiro turno das eleições parlamentares realizado neste domingo (30), com 33% dos votos, informou o Ministério do Interior francês.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a Nova Frentre Popular, de esquerda, ficou com 28% dos votos e o bloco centrista do presidente Emmanuel Macron atingiu 20%.

O pleito teve recorde de participação em 40 anos e a concretização do favoritismo do grupo político de Le Pen.

Antes mesmo da divulgação dos resultados, Macron sugeriu uma aliança ampla entre "candidatos republicanos e democráticos" para o segundo turno das eleições, que acontecem em 7 de julho. Já Marine Le Pen  pediu aos franceses que deem a maioria absoluta no Parlamento à sua sigla no segundo turno.

O cenário pode tornar o governo de Macron inviável na prática.

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