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O ex-presidente Trump, após ser atingido por um tiro (Gene J. Puskar/AP Photo)

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, na noite da quarta-feira (24), uma resolução para formar uma força-tarefa encarregada de investigar a tentativa de assassinato contra o ex-presidente Donald Trump. O republicano estava em um comício na Pensilvânia, em 13 de julho, quando foi atingido por um tiro de raspão na orelha.

O projeto foi encabeçado pelo deputado Mike Kelly, cuja cidade natal, Butler, foi o local do tiroteio. Kelly estava no comício com sua esposa e outros membros da família.

Segundo o texto, a força-tarefa bipartidária será composta por 13 membros da Câmara, devendo incluir sete republicanos e seis democratas. O grupo deverá determinar as falhas que permitiram o ataque e desenvolver recomendações para evitar futuros lapsos de segurança. O relatório final será apresentado até 13 de dezembro.

Relembre o atentado

A tentativa de assassinato contra Trump ocorreu no dia 13 de julho. Na data, o republicano discursava em um comício na cidade de Butler, na Pensilvânia, quando foi alvo de tiros. Ele foi atingido de raspão na orelha e, logo em seguida, escoltado por agentes do Serviço Secreto norte-americano.

O atirador, identificado como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, foi morto após os disparos. Ele estava posicionado no telhado de um prédio nas redondezas do comício, a cerca de 150 metros do palco onde Trump discursava. Um fuzil AR-15 foi recuperado junto ao corpo do agressor. A polícia segue investigando a motivação do crime.

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Na tarde da última segunda-feira (24), a Polícia Militar (PM) registrou uma ocorrência de perturbação do sossego alheio, no bairro Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios. De acordo com as informações oficiais, uma mulher alcoolizada estaria jogando pedras na casa de outra cidadã. O motivo do ocorrido não foi informado.

Uma guarnição de Força Tarefa foi até o local e conversou com ambas as partes envolvidas. A vítima disse que não queria proceder contra a suspeita, pois já havia feito dois boletins de ocorrência contra ela, mas gostaria que ela parasse de atirar pedras em sua residência.

Os militares conversaram com a suspeita e ela concordou em não voltar a praticar o delito.

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No último domingo (28), dois casos de violência contra a mulher foram registrados no Recanto do Sabiá e na Vila Maria, em Palmeira dos Índios. De acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), uma das vítimas tem 41 anos, enquanto a outra tem 39 anos. Os suspeitos de ambos os casos foram presos.

No Recanto do Sabiá, uma guarnição do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) foi a responsável por ouvir a vítima, de 41 anos. A mulher relatou que o companheiro a agrediu com socos e a ameaçou de morte. Os militares verificaram que ela possuía hematomas na região do rosto e a levaram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, onde ela recebeu os devidos cuidados médicos.

Posteriormente, o suspeito, de 42 anos, foi localizado e detido, sendo levado para a delegacia de Arapiraca. Ele foi enquadrado na lei Maria da Penha.

Na Vila Maria, uma equipe da Força Tarefa foi acionada para uma ocorrência de lesão corporal no âmbito da lei Maria da Penha. Os policiais militares constataram que a vítima estava com escoriações no rosto e com o braço sangrando. Com isso, ela foi levada para a UPA e recebeu tratamento.

O suspeito, um homem de 51 anos, foi preso e levado para a Delegacia de Polícia de Arapiraca, onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Operação policial na estrada nas buscas pelos fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró (RN) nesta sexta-feira (23) — Foto: Ayrton Freire/Inter TV Cabugi

A força-tarefa que atua na busca pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró aumentou o cerco na divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará. Na noite de sexta-feira (23), uma operação foi realizada na região para tentar recapturar Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, que fugiram do presídio no dia 14 de fevereiro. Um aparato com mais de 500 agentes, helicópteros, drones e cães farejadores buscam pelos dois criminosos que fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró, no Oeste potiguar.

Diante das pistas, as buscas foram concentradas na divisa, que conta com uma grande área de mata, inclusive com um parque de tamanho equivalente a 25 mil campos de futebol. A área tem cavernas, mata fechada e animais peçonhetos- fatores que dificultam o trabalho dos agentes de segurança.

Segundo César Tralli, da TV Globo, um homem foi parado em uma barreira policial e teria informado que estava entregando alimentos a dois homens em um sítio na região. Ele disse que há três dias estava sendo obrigado a deixar comida no local, próximo de Baraúna.

O homem afirmou que ele e a família estavam sendo ameaçados pelos fugitivos, que estavam escondidos nas proximidades desse sítio. Isso teria motivado o reforço das buscas no trecho.

A operação contou com pelo menos dez viaturas da força-tarefa, além de um helicóptero que sobrevoou a área. As buscas entram pelo 11º dia neste sábado (24).

A Penitenciária Federal de Mossoró fica na RN-015, que liga o município de Mossoró à cidade de Baraúna, a última cidade do RN antes do Ceará.

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Na tarde do último sábado (27), por volta das 12h50, dois indivíduos, de 31 e 35 anos, foram detidos por membros do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) e da Força Tarefa, em Igaci. Segundo a Polícia Militar (PM), os suspeitos haviam cometido assaltos inicialmente no povoado Moreira, em Palmeira dos Índios, e depois em Igaci.

Conforme o registro policial, a dupla roubou dois celulares e uma mochila, no Moreira, e fugiram em uma Honda Bros, em direção a Igaci. Diante do ocorrido, uma guarnição de Radiopatrulha se dirigiu até a vítima, em Palmeira, enquanto outras equipes da PM foram até a segunda cidade. Em Igaci, foi descoberto que os suspeitos haviam assaltado outras pessoas.

Os suspeitos foram cercados na entrada do povoado Coité das Pinhas e tentaram fugir, mas não conseguiram. Durante a abordagem policial, foram encontrados sete celulares; duas correntes, uma pulseira e um anel, todos de prata; um binóculo; uma mochila; uma camiseta da marca Gucci; R$ 137 em espécie; e um revólver .22 com seis munições do mesmo calibre.

Ao todo, foram seis vítimas, sendo quatro homens e duas mulheres. Todos reconheceram os indivíduos e os objetos roubados.

Um dos suspeitos acabou sendo lesionado ao cair da motocicleta e precisou receber atendimento médico. Posteriormente, os policiais levaram os envolvidos até a Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca, onde foram tomados os procedimentos cabíveis.

Abaixo, veja o registro do momento em que os militares detiveram os suspeitos.

Imagem ilustrativa
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No último domingo (21), um homem foi preso por agredir a sua ex-companheira, em Palmeira dos Índios. Inicialmente, a vítima relatou à polícia que estava na casa de uma amiga, em Palmeira de Fora, quando o suspeito chegou e a chamou para conversar, agredindo-a após ela recusar. Posteriormente, a mulher foi até a casa da ex-sogra, para buscar suas roupas. No local, o homem apareceu e lhe desferiu socos no olho e no braço esquerdo.

Uma guarnição de Força Tarefa foi acionada e encontrou a vítima próximo a uma escola. Depois de ouvir a mulher, os militares pediram apoio e foram até a residência do suspeito, onde o encontraram e o detiveram.

A vítima foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para receber os devidos cuidados médicos, e depois foi levada junto ao ex-companheiro até a Central de Flagrantes de Arapiraca, onde este foi autuado por lesão corporal dolosa, no âmbito da violência contra a mulher, e ficou à disposição da Justiça.

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Na tarde de ontem (30), um homem de 25 anos foi preso na zona rural de Estrela de Alagoas, às margens da BR-316, em cumprimento a um mandado de prisão. Não foi informado o crime cometido pelo acusado.

De acordo com o 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM), uma guarnição de Força Tarefa foi enviada ao local e recebeu informações de que o suspeito estava às margens da rodovia mencionada. Indo até a região, o indivíduo foi encontrado e informou o nome errado aos militares.

Momentos depois, o próprio suspeito percebeu que os agentes sabiam o que havia acontecido e falou seu nome real, confirmando também o crime cometido. Os policiais pediram para que a mãe do acusado pegasse seus documentos, para que pudesse ser dado prosseguimento às ações legais.

O homem foi levado para a Central de Flagrantes de Arapiraca, onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Foto: ilustração

Na tarde de ontem (16), membros da Força Tarefa flagraram um usuário de entorpecentes com rohypnol e maconha, que tentou fugir de moto ao perceber os militares, próximo ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Na ocasião, a guarnição estava voltando ao patrulhamento após auxiliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em uma ocorrência.

Embora o suspeito tenha tentado fugir, os militares o alcançaram e realizaram a abordagem, momento em que foram encontradas 17 cartelas, com 170 comprimidos, de rohypnol, um carimbo médico, 10 notificações de receita da Secretaria de Saúde de Arapiraca, todos os documentos de origem duvidosa, e cerca de 15g de maconha.

Tanto o suspeito como o material foram levados para a Central de Polícia de Arapiraca, onde foi registrado um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) por consumo de drogas.

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Moradores do bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, organizaram uma “força-tarefa” para combater a criminalidade da região com as próprias mãos. A iniciativa teve início após a repercussão de um assalto ocorrido no último sábado (2), quando Marcelo Rubim (67) foi agredido e assaltado depois de tentar impedir o roubo a uma mulher.

Imagem: reprodução/redes sociais

De acordo com a CNN, o grupo de "justiceiros" utiliza as redes sociais para combinar estratégias e sugere até o uso de armas brancas, como porretes. Um dos líderes do movimento, identificado como William Correia, convocou outros voluntários para a iniciativa.

“E aí, rapaziada de Copacabana, qual vai ser? Vamos deixar os caras fazer o que querem aqui no nosso bairro mesmo? Cadê a nossa rapaziada de 2015 que botou esses caras pra correr? E aí? Vai esperar ser o nosso pai, o nosso avô, teu pai, alguém da tua família? Tomar um soco na cara e ficar por isso mesmo, ninguém fazer nada? Polícia não pode fazer nada, prende e solta”, disse Correia em um vídeo.

Muitos dos envolvidos no movimento criticam a soltura dos suspeitos após a audiência de custódia e o fato de alguns ficarem presos por pouco tempo e logo serem libertos.

Sobre o assalto a Marcelo

Depois de ter sido agredido e roubado, Marcelo prestou queixa. Segundo a CNN, o bando que assaltou o idoso foi o mesmo que cometeu outro assalto, no Arpoador, localizado na zona sul do Rio. Na ocasião, os suspeitos também agiram com violência com as vítimas, que eram duas mulheres.

Críticas à ação dos “justiceiros”

O ex-comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel Ubiratan Ângelo, criticou a medida tomadas pelos cidadãos e disse que apenas o estado pode perseguir o infrator penal. “Após a apuração, feita em julgamento, só o estado pode julgar e punir. O uso da força deve ser legal, técnico e feito pelo agente capaz. O uso da força tem que ser legal e só pode ser em oposição a força contrária, contra agente ou terceiros”, explicou o militar.

Ele também afirmou que mesmo o emprego da força tem que ser comedido e que não cabe ao cidadão comum.

“Se ele não acredita que a solução é pela polícia, que se organize e apresente propostas e soluções. Há quem diga que o cidadão pode empregar a força quando ele está em legítima defesa. O emprego da força nesse caso é para preservar o direito que está sendo agredido. Se a sociedade se organiza em paralelo, o nome disso é milícia. É quando o cidadão decide cumprir a lei e a ordem à sua percepção paralelo ao poder do estado”, argumentou.

Pronunciamento da PM

Em uma nota enviada à imprensa, a PM disse que as unidades operacionais que atuam no bairro frequentemente fazem ações de revistas e abordagem a pessoas em situação de vulnerabilidade, bem como várias ações para coibir roubos e furtos.

Foto: ilustração

Na noite da última quarta-feira (6), um jovem de 16 anos foi flagrado conduzindo uma motocicleta em alta velocidade, no Centro de Palmeira dos Índios. O menor foi avistado por uma guarnição de Força Tarefa, que estava em rondas. Na ocasião, outro indivíduo estava em outra moto, mas conseguiu fugir.

Depois de avistar os infratores, que também faziam barulho, os militares começaram o acompanhamento, vindo a abordar o jovem em uma curva. Depois de ser verificado que se tratava de um menor de idade, ele foi levado ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) da cidade.

Um boletim de ocorrência circunstanciado (BOC) foi feito, por direção perigosa e condução sem habilitação na presença dos pais, e depois o infrator foi liberado. A motocicleta ficou apreendida.

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