


Com um treinamento realizado na manhã desta sexta-feira (17), no estádio Coaracy da Mata Fonseca, o ASA encerrou sua preparação para enfrentar o Jacuipense, pela 4ª rodada do Grupo A-4 da Série D. Para esse jogo, o técnico Rodrigo Fonseca não terá o meia Anderson Feijão, que vai cumprir suspensão por ter sido expulso no clássico contra o CSE.
O volante Wescley, por sua vez, já está recuperado de lesão e volta a ficar á disposição. Na entrevista coletiva, concedida na tarde de ontem ( quinta-feira), o comandante alvinegro não adiantou se ele volta a equipe ou vai ficar como opção.
Provável equipe: Bruno Pianissola, Paulinho, Roni Lobo, Hitalo Rogério e Gabriel Feliciano; Allef, Bruno Menezes ( Wescley), Didira e Keliton; Lucas Grafite e João Cabral.
ASA x Jacuípense se enfrentam neste sábado (18), às 17h, no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca.
Acompanhe entrevista do técnico Rodrigo Fonseca
https://youtu.be/3t9plvxiOgQ?si=mtbFLtnfVimuIASn

A dupla de alimentos indispensáveis no prato dos brasileiros deve ficar mais cara no próximo trimestre de 2024. É porque as condições climáticas impactaram de forma negativa tanto a produção de arroz quanto a de feijão no último semestre de 2023.
Segundo os dados do IPCA, só entre janeiro e dezembro do ano passado, o arroz teve um aumento de 18%. Além disso, os últimos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (CEPEA) também registraram aumento.
Em janeiro do ano passado a saca de arroz de 50 kg, vendida pelos produtores, custava cerca de R$ 92 e fechou o ano comercializada a R$ 126.
Para Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro, o cenário atual já era previsto, pois a última safra foi menor, mesmo que o arroz tenha registrado quedas no final de 2022. A estiagem que castigou o Rio Grande do Sul, estado que possui 80% da produção nacional, fez com que muitas fazendas não conseguissem render o esperado pelo mercado.
O pesquisador também afirmou que há a expectativa dos valores diminuírem, mas nada parecido com o que era praticado antes do aumento.
Mesmo que o arroz esteja mais caro, não há risco de desabastecimento do produto no país, já que existe a possibilidade do alimento ser importado de diversos locais. Porém, a situação é diferente em relação ao feijão, pois há variedades da leguminosa que são cultivadas somente em território nacional.
Para 2024, a estimativa era de que a colheita do feijão fosse de aproximadamente 3 milhões de toneladas, mas a safra deve registrar retração de mais ou menos 2,5%. Com isso, o preço deve subir com maior intensidade até março.

Na tarde da última terça-feira (21), guarnições do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) foram acionadas após um indivíduo jogar feijão quente em sua esposa, de 38 anos, e em sua filha, de seis anos. De acordo com a mulher do suspeito, ele também teria quebrado vários objetos da casa e arremessado muitos deles em direção a ela e sua filha. O caso ocorreu na rua Guarani, no Centro de São José da Tapera.
Aos militares, a vítima ainda informou que seu marido ameaçou incendiar a residência caso a polícia fosse acionada. As guarnições realizaram buscas na localidade, mas o suspeito já havia fugido, não sendo localizado.
Mãe e filha foram levadas até o hospital, onde foram atendidas e liberadas. Em seguida, foram conduzidas até a Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Santana do Ipanema, onde foram tomadas as providências cabíveis.
