


O cantor Leonardo se pronunciou sobre as acusações de trabalho escravo envolvendo uma de suas propriedades rurais, após seu nome ser incluído na "lista suja" do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o sertanejo expressou surpresa ao ver seu nome relacionado à denúncia, esclarecendo que arrendou a fazenda em questão e que não tem envolvimento direto com a gestão dos trabalhadores do local.
A "lista suja", divulgada semestralmente pelo MTE, reúne empregadores que foram responsabilizados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão. Na atualização mais recente, 176 novos nomes foram adicionados, incluindo o do cantor.
" Estou aqui, confesso a vocês que surpreso e muito triste. Quero dizer a vocês que, em 2022, eu arrendei a fazenda para que o arrendatário plantasse soja, milho, ou o que ele quisesse. Se eu arrendo a fazenda para ele, ele tem o direito de plantar o que quiser, entenderam?", iniciou Leonardo.
Ele também afirmou que a situação envolveu um funcionário da fazenda arrendada que ele não conhece. "De repente, fui visitado pelo Ministério Público do Trabalho, com todo o respeito a vocês. Eles foram muito bem recebidos na minha fazenda e foi lavrada uma multa para mim, que sou o proprietário da fazenda. Mas não da Fazenda Talismã, e sim da Fazenda Lacanca, onde arrendei para ser plantada soja, entenderam?"
O cantor explicou que, apesar da multa lavrada pelo MPT, tudo já foi resolvido. "Até aí, a gente respeita o Ministério Público e tudo mais, mas essa multa para mim... A gente acertou tudo, inclusive já está arquivada. Já foi tudo acertado, pagamos a multa", disse.
Leonardo enfatizou que não tem conhecimento sobre os trabalhadores que estavam na fazenda arrendada. "Não conheço quem estava lá naquelas casinhas, nem quem os colocou lá, porque, gente, eu já plantei tomate. Eu sei como é a vida, é difícil, e do fundo do meu coração, jamais faria algo assim, entenderam?".
Encerrando o vídeo, Leonardo ainda diz ser contrário às práticas de trabalho escravo. "Estou dizendo a vocês que eu não me misturo nessa lista, nessa lista de trabalho escravo. Sou totalmente contra esse tipo de coisa, entenderam? Totalmente contra. "
Apesar da explicação de Leonardo em vídeo, onde ele menciona que o caso não se refere à Fazenda Talismã, um documento fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) esclarece que a entrada do cantor na "lista suja" se deve a uma fiscalização realizada justamente na Fazenda Talismã. Avaliada em R$ 60 milhões e localizada em Jussara, na região noroeste de Goiás, de acordo com o documento, seis trabalhadores foram encontrados em condições análogas à escravidão na Fazenda Talismã.

Após precisar expulsar participantes dias antes da final de “A Grande Conquista”- por problemas com a polícia, a Record TV decidiu definir uma nova regras para os realities da casa, começando a partir da A Fazenda 16, que tem estreia prevista para o dia 17 de setembro. De acordo com informações obtidas com exclusividade pelo portal LeoDias, a emissora passou a “puxar a capivara” e vetar candidatos com passagem pela polícia.
O elenco da edição do reality rural já estava praticamente todo definido e os contratos já estavam sendo assinados, mas com a nova regra, muitos dos convidados a participar do programa acabaram desclassificados. Com isso, a emissora está precisando correr contra o tempo para encontrar substitutos para os convidados que caíram por terem a ficha suja.
Na última edição de A Fazenda, quatro peões possuiam passagem pela polícia, sendo eles:
Sander Mecca
O ex-integrante da banda Twister já enfrentou problemas com drogas, foi preso e condenado por tráfico de entorpecentes.
Darlan Cunha
O ator que ficou famoso por interpretar o Laranjinha em Cidade dos Homens, ficou longo período afastado da profissão por conta de problemas pessoais. Em 2018, acabou preso e passou uma semana na cadeia de Benfica, no Rio de Janeiro, por ter agredido uma ex-namorada, em 2013.
Kamila Simioni
A mineira Kamila Simioni era quase um boletim de ocorrência ambulante. De 2014 aos dias atuais, há 12 registros na polícia em seu nome. A grande maioria por ameaças feitas por ela. Mas há ainda um por agressão e outro por calúnia. E o pior de todos vem em 2012, por tráfico de drogas.
A empresária já foi presa mais de uma vez. Em 2019, a moça foi acusada de associação ao tráfico, corrupção ativa e posse de arma.
André Gonçalves
André Gonçalves é mais um dos participantes de A Fazenda 15 que acumula prisões, entre elas por desacato e amaeça, além da falta de pagamento de pensão. Em 2022, retornou à prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia das filhas. O ator devia cerca de R$ 460 mil à elas e precisou usar tornozeleira eletrônica enquanto estava em prisão domiciliar.

Para amigos de Pedro Andrade, o namoro com Sandy não era novidade. Como a coluna Fábia Oliveira contou, o médico está se relacionando com a cantora, que estava solteira desde o fim do casamento com Lucas Lima, que durou 24 anos.
Além do círculo de amizades do rapaz já saber sobre o romance, parece que a família da famosa também já conhece Pedro. Num vídeo, publicado pelo Circo da Mídia, pessoas aprecem cantando A Lenda num karaokê, um dos hits de quando a artista fazia dupla com Junior. “Querido, essa é pra você!”, diz uma moça para o especialista em tom bem-humorado.
A questão é que, segundo rumores, a resenha onde o registro foi gravado teria acontecido na fazenda de Xororó, pai de Sandy. Os dois foram de jatinho, juntinhos, como contou Gabriel Perline, da Contigo.

A atriz Lúcia Veríssimo se recupera do susto causado pelo incêndio ocorrido em sua fazenda, localizada no munícipio de Chiador, em Minas Gerais, no último sábado (15). O fogo começou depois que invasores jogaram uma guimba de cigarro na mata seca durante a fuga da propriedade. Em conversa com o gshow, a artista conta que, mesmo com o estrago, não vai abrir boletim de ocorrência junto à polícia.
“Isso acontece habitualmente. As pessoas não têm respeito”, diz ela, ainda com dor na laringe e nos pulmões por conta da fumaça ingerida. “Não (fiz o B.O.), não adianta. Ainda estou viva, tenho que estar feliz por estar viva. Aqui, a situação é grave”.
Só que em Chiador não há Corpo de Bombeiros. Então eles tiveram que acionar os militares do quartel mais próximo, em Juiz de Fora, localizado a 80 km de distância.
“Estávamos tentando fazer um aceiro, [uma técnica] para delimitar o espaço e o fogo não passar [e alcançar a área da vegetação]. Mas, com o vento e a seca, tudo foi desfavorável”, relata Lúcia, cuja residência fica localizada no meio da floresta.
Na entrevista, a atriz faz questão de elogiar o trabalho do Corpo de Bombeiros de Juiz de Fora, que trabalhou por quase dez horas no controle do incêndio. Segundo ela, o cenário era assustador por conta da área.
Com foco principal na criação de cavalos, Lúcia usa somente um tipo específico de capim, o coast-cross. Ela conta que esse pasto é muito caro e difícil de manter no Brasil. “Só pode ser semeado entre setembro e novembro, para florescer no próximo ano. Os meus já estavam sólidos, porque eram de muitos anos. E foi totalmente queimado”, explica.
“É o principal alimento do cavalo. Agora, começa a seca e não tem verde. E o único que fica verde na seca é o coast-cross. Vou ter que mantê-los na ração muito mais do que o normal, o que é um gasto muito maior, e não é ideal que o cavalo coma só ração. O verde é a base da alimentação, a ração é apenas um complemento. Então, estou desde ontem pensando como vou resolver”.

O Governo Federal anunciou, na terça-feira (26), o lançamento do programa ‘Juros por Educação’. O objetivo é formalizar um pacto para reduzir os juros da dívida cobrados de Estados e, em contrapartida, mais que triplicar o número de matrículas no Ensino Médio Técnico no Brasil.
A iniciativa é uma resposta direta aos desafios financeiros enfrentados pelos entes federativos e a necessidade de aumentar os investimentos em educação profissionalizante, criando condições para que o Brasil saia de indicadores abaixo do padrão de Colômbia e Chile e avance para referências globais em ensino técnico profissionalizante, como a Alemanha e Austrália.
De acordo com a apresentação feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o saldo devedor acumulado dos estados atinge a cifra de R$ 740 bilhões. Desse montante, as dívidas de quatro estados – São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS) e Minas Gerais (MG) – equivalem a 90% do estoque da dívida, R$ 660 bilhões.
De acordo com a proposta, os Estados que aderirem ao pacto terão uma redução temporária (de 2025 a 2030) das taxas de juros aplicadas aos contratos de refinanciamento de dívidas. A meta é ter mais de 3 milhões de alunos matriculados no Ensino Médio Técnico (EMT) até 2030.
Os entes federados que atingirem as suas metas de expansão de matrículas em EMT em até seis anos terão redução permanente na taxa de juros. Aos Estados que não possuem dívidas com a União ou de menor valor terão acesso prioritário a linhas de financiamentos e outras ações de apoio e expansão do EMT.
Além de trazer alívio fiscal, o programa fomenta a educação profissionalizante, beneficiando todos os setores da economia, com incremento sustentável da produtividade e crescimento econômico. A projeção aponta para um incremento estrutural de mais de 2% do PIB como um todo, além de impactos na renda, no desempenho escolar geral e redução dos índices de criminalidade.

A equipe de Fernando Haddad (PT), no Ministério da Fazenda, não descarta a possibilidade de alterar a meta de zerar o déficit fiscal neste ano, mas pode lançar mão de novas medidas de arrecadação a fim de tentar evitar esse cenário, segundo o secretário -executivo da pasta, Dario Durigan.
Mudar a meta seria um desfecho drástico caso se esgotem todas as iniciativas para compensar uma eventual prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. No fim de 2023, Haddad anunciou uma medida provisória que promove uma reoneração gradual da folha, editada dias depois de o Congresso Nacional derrubar o veto do presidente Lula (PT) à extensão do benefício.
A MP também engloba a revisão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos e a limitação de compensações de créditos tributários obtidos pelas empresas na Justiça.Uma medida provisória entra em vigor imediatamente, mas precisa ser chancelada pelo Legislativo em até 120 dias para não perder a validade.
“Se novas medidas não forem possíveis, eventualmente tem de mexer na meta, claro. Vai fazer o quê? Mágica? Tem de ir vencendo as barreiras”, afirma Durigan, ministro em exercício durante o recesso de Haddad. “Todas as providências vão ser tomadas para a gente fechar o Orçamento. Se, de fato, o que estamos apresentando não vingar, não resta alternativa: tem de mexer na meta.”
Segundo a medida provisória, no lugar da desoneração, deve haver uma reoneração gradual pelos próximos quatro anos da contribuição patronal sobre a folha. Pelos cálculos da Fazenda, o objetivo é recuperar 6 bilhões de reais em arrecadação já em 2024.
O governo não eliminou por completo a desoneração, mas estabeleceu que ela só deve incidir sobre o primeiro salário mínimo recebido pelos empregados. A cota patronal de contribuição à Previdência, contudo, fica restabelecida para pagamentos acima desse valor.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocou para a manhã da próxima terça-feira 9 uma reunião de líderes para discutir a MP.
Em vez de beneficiar setores inteiros, a medida provisória do governo estabelece grupos esmiuçados por atividade econômica: um composto por atividades de transporte, rádio e televisão e tecnologia da informação, outro com atividades ligadas à indústria têxtil e de calçados, obras de infraestrutura e mercado editorial.
O primeiro grupo deverá voltar a pagar 10% de contribuição patronal sobre a folha de pagamentos em 2024, alíquota que sobre para 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027. O segundo grupo será reonerado em 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.
Essas percentagens incidem somente sobre o primeiro salário mínimo recebido por cada trabalhador. Acima disso, ficam restabelecidas as alíquotas previstas pela legislação que rege cada setor da economia. De todo modo, a reoneração deve entrar em vigor apenas em 1º de abril de 2024.

Na última sexta-feira (15), uma servidora pública, identificada como A.C.S., deparou-se com o depósito de uma quantia superior a R$ 120 mil em sua conta corrente. A mulher devolveu o valor, que havia recebido por engano, devido a um código digitado erroneamente por uma servidora da Saúde, responsável pela consolidação e processamento dos dados da folha de pagamento. O caso ocorreu em Palmeira dos Índios.
“Foi um erro isolado, que já foi identificado e corrigido”, disse a secretária de Administração, Cinara Barbosa.
Ao saber do ocorrido, o prefeito Júlio César acionou as secretarias municipais de Fazenda e Administração, para verificar se o erro havia acontecido com outros funcionários. A Caixa Econômica Federal também foi acionada.
“O sistema Inforpag fará a devolução ao Fundo Municipal de Saúde, de onde teve origem a falha na folha de pagamento. Todas as últimas folhas já foram repassadas e foi verificado que não têm erros ou falhas”, informou o secretário de Fazenda, Gutemberg Santos.

A secretária da Fazenda de Alagoas, Renata Santos, informou em entrevista ao Metrópoles que estudos recentes encomendados pelo governo do estado mostram que os prejuízos causados pelo afundamento do solo em ao menos 10 bairros de Maceió pode chegar a valores que variam de cerca de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões.
De acordo com as informações, as estimativas incluem impactos em seis áreas. Elas abrangem desde perdas do patrimônio físico do estado, caso de escolas e equipamentos de saúde, a danos individuais (morais) e coletivos (ambientais), além do sufoco provocado na Região Metropolitana de Maceió pelo deslocamento já realizado de mais de 60 mil pessoas, moradores das áreas afetadas, o equivalente a 5,8% da população da capital alagoana.
“Estamos discutindo os problemas com a Braskem desde 2019. Ao longo desse tempo, fizemos vários estudos. Em um deles, o mais recente, as estimativas de custo chegam, no cenário mais estressado, a R$ 30 bilhões. A menor avaliação de perdas é de cerca de R$ 20 bilhões”, disse a secretária em entrevista ao Metrópoles.
