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Foto: reprodução/Shutterstock

Segundo o Banco Central, o endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro fechou o mês de março em 48%, enquanto em fevereiro o registro foi de 47,8%. Descontando as dívidas imobiliárias, as porcentagens ficam em 30,1% em março e 30% em fevereiro.

O BC também revelou que o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) terminou em 26,5% no mês de março, enquanto em fevereiro o porcentual foi de 25,7%.

Cerca de 15,06 milhões de pessoas ficaram beneficiadas pelo Desenrola Brasil ao longo deste mês. Houve a negociação de R$ 53,07 bilhões em dívidas, o que corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Ministério da Fazenda, ocorreu uma redução de 8,7% da inadimplência entre a população mais vulnerável.

Da parte mais vulnerável dos brasileiros, 5 milhões de pessoas foram alcançadas, havendo a negociação de R$ 25,43 bilhões em débitos.

Foto: Beto Chagas/Agência O Globo

Nesta terça-feira (21), o Banco Mundial (BM) lançou um Simulador de Imposto sobre Valor Agregado (SimVAT, em inglês), programa que permite que os brasileiros simulem os impactos da reforma tributária na renda de suas famílias. O objetivo da ferramenta é apoiar, segundo o próprio BM, “o debate no Brasil, disponibilizando análises sólidas para o público em geral, e promover um desenho mais inclusivo da reforma tributária”.

Ainda segundo as informações disponibilizadas pela entidade, o SimVAT se baseia em um trabalho de análise anterior do próprio BM e nas informações da última Pesquisa de Orçamentos Familiares feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, a proposta da ferramenta foi feita em conjunto com uma equipe técnica da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda. 

Atualmente, o SimVAT traz apenas dados da reforma sobre o consumo, como alimentos, gastos com saúde e compras de eletrodomésticos, por exemplo. Por enquanto, a ferramenta não possui um aplicativo para smartphones, mas pode ser acessada pelo navegador do celular ou do computador. Clique aqui para acessá-la.

É preciso ressaltar que o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) utilizado no simulador é de 20%, embora a proposta da Fazenda seja utilizar a alíquota do IVA em 26,6%.

Foto: Yamil Lage/AFP

As reclamações por falta de alimentos somados aos longos apagões, que afetaram quase toda a população cubana em tempos recentes, estão levando centenas de pessoas a se manifestarem. Em 17 de março, por exemplo, ocorreram manifestações em pelo menos quatro cidades do país. Foram os maiores protestos registrados desde as históricas marchas antigovernamentais de 11 de julho de 2021.

Estas manifestações incomuns começaram em Santiago de Cuba, a segunda cidade mais importante do país, no leste, cujos moradores passavam até 13 horas diárias sem eletricidade. "Comida e energia" foi a demanda dos manifestantes, entre os quais havia muitas mulheres.

O presidente Miguel Díaz-Canel admitiu, dias depois, "um acúmulo de longos apagões que irritam bastante a população". Cuba também tem "carência de alimentos" pelas "interrupções na distribuição oportuna da cesta" básica, acrescentou.

A ONG de direitos humanos Justicia 11J informou, esta semana, que registrou 17 detenções relacionadas com os protestos, enquanto a Prisoners Defenders, com sede na Espanha, disse à AFP que documentou a apreensão de 38 pessoas, das quais seis foram libertadas.

 Em sua pior crise econômica em três décadas, Cuba registra uma escalada inflacionária. Em 2021, os preços dispararam 70%; em 2022, o índice foi de 39%; já  em 2023, chegou a 30%, níveis não vistos pelos cubanos desde o triunfo da revolução em 1959.

Reprodução

Dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos mostram que o número de famílias que se recusaram a doar para transplantes os órgãos de parentes falecidos aumentou no primeiro semestre deste ano, 2023.

Em 2019, antes da pandemia, entre 42% e 44% dos parentes negavam a doação. Agora, o número chegou a 49%Em São Paulo, a recusa é ainda maior: 7 em cada 10 famílias disseram não às equipes de transplante entre janeiro e junho deste ano.

Segundo a presidente da Associação, Luciana Haddad, a pandemia é a principal causa para esse aumento da negativa, com a necessidade de testes de COVID-19. Ela também afirma que a recusa em autorizar a doação de órgãos de parentes falecidos está relacionada ao desconhecimento.

"Informação é fundamental que as pessoas confie no sistema nacional de transplantes, entenda a importância de uma doação de órgãos de como ela consegue salvar até oito vidas", destaca a presidente da ABTO.

 

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