


O cantor Roberto Carlos está sendo processado por demitir uma mulher que estava em tratamento contra um câncer de mama. A ex-funcionária da empresa que pertence ao cantor pede R$ 130 mil de indenização.
Segundo relatou a mulher ao colunista Leo Dias, a situação aconteceu em 2023. Ela teria trabalhado em duas empresas do cantor. Uma em sociedade e outra que pertencia somente a ele.
Nesta quarta-feira (2/10), o caso veio à tona e logo repercutiu.
Segundo a equipe do Rei, a moça, identificada como Simone, recebeu auxílio e segue usufruindo da assistência médica oferecida por ele, mesmo não prestando mais serviço. As informações são da Fábia Oliveira.
“A Simone fez o teste admissional e não falou que ela tratava de um câncer. E aí, nos três primeiros meses, ela não cumpria o horário, chegava no horário que ela queria, ia embora no horário que ela achava que tinha que ir e não falava o motivo do atraso e nem porque saía mais cedo”, informaram com exclusividade.
A equipe prosseguiu: “Quando completou os três meses de experiência, ela foi dispensada. E aí foi que ela falou que estava fazendo tratamento contra um câncer. Como o Roberto tem um coração muito grande, disse pra continuar com o plano de saúde dela”.
Por fim, ressaltaram que “ela segue até hoje com plano de saúde, só que ela diz que não. Mas, está lá. E o plano de saúde é pago junto com os dos demais funcionários. Aí, ela entrou na Justiça, mas tem que provar o que está dizendo”

A atriz Glória Pires está sendo processada por uma ex-cozinheira. Segundo Daniel Nascimento, do O Dia, Denise de Oliveira pede mais de R$ 696 mil de indenização por ter sofrido um acidente de trabalho e por trabalhar em excesso.
A antiga funcionária fraturou seu punho no dia 7 de fevereiro de 2020 após uma gaveta do congelador cair sobre seu braço. Ela foi levada pelo motorista da família para o hospital mais próximo e precisou ser afastada pelo INSS. Ao retornar ao trabalho em setembro de 2021, a cozinheira foi dispensada sem justa causa. A defesa de Denise diz que ela deveria ter 12 meses de estabilidade, o que não foi respeitado.
A ex-funcionária também alega que trabalhava mais de 12 horas por dia e que tinha apenas 30 minutos para descansar. Em fevereiro deste ano, foi feita uma audiência, onde os representantes de Gloria Pires ofereceram R$ 35 mil de conciliação, mas o valor foi recusado pela cozinheira.
