Foto: PM/AL

A guarnição do Canil, pertencente  do 3° BPM, estava em patrulhamento quando avistou um homem em atitude suspeita na rua Santa Catarina, bairro Cacimbas em Arapiraca. Ao avistar a guarnição, o suspeito entrou na área de uma residência e tentou se desfazer de certa quantidade de dinheiro. De acordo com o relatório da SSP, como não conseguiu entrar no imóvel, em virtude do portão principal estar fechado, foi alcançado e abordado, sendo realizada revista pessoal. Vale ressaltar que a proprietária da residência onde o mesmo tentou adentrar disse que não conhecia o indivíduo.

No início da abordagem policial o indivíduo ainda negou que estivesse portando algo ilícito, no entanto, os militares encontraram em sua bermuda 11 pedrinhas de crack e outra quantia em dinheiro, totalizando 297 reais.

De pronto a guarnição usou, no perímetro, o cão farejador de busca de entorpecentes, munições e armamentos, logrando êxito na localização de seis trouxinhas de maconha e uma bombinha de cocaína- mas o indivíduo negou ser o proprietário do material encontrado.

Diante do flagrante a guarnição conduziu o indivíduo, juntamente com o material apreendido e apresentou-os a autoridade policial na Central de Polícia de Arapiraca- onde foi lavrado o procedimento de tráfico de drogas.

 

Foto: Patricia de Melo Moreira/AFP/Getty Images

No último sábado (21), faleceu Bobi, o cão mais velho do mundo, com 31 anos e 165 dias de idade. A morte do animal foi divulgada no último domingo (22), pela Drª. Karen Becker, uma veterinária que se encontrou com Bobi várias vezes. O cachorro, que vivia com a família Costa, em Conqueiros, Portugal, estava hospitalizado há alguns dias, mas não sobreviveu.

“Foi uma luta dura e só um guerreiro como ele podia ter aguentado este tempo”, disse Leonel, dono de Bobi. “Ficam as melhores memórias de uma longa vida, onde foi feliz e, principalmente, fez muita gente feliz”.

O cachorro pertencia à raça portuguesa Rafeiro do Alentejo e foi anunciado como o cão mais velho do mundo e de todos os tempos em 2 de fevereiro de 2023, no Livro dos Recordes. Bobi havia sido inscrito em 1992 no Serviço Médico-Veterinário do Município de Leiria, que confirmou sua data de nascimento.

História de Bobi

De acordo com o Livro dos Recordes, o cão fazia parte de uma ninhada de quatro filhotes, mas os pais de Leonel decidiram levar os cachorrinhos, porque não podiam manter mais nenhum animal de estimação novo. Bobi, contudo, ficou escondido em uma pilha de madeira guardada no anexo onde nasceu.

Leonel e seus irmãos descobriram o filhote, mas o mantiveram em segredo. Quando os pais souberam, era tarde demais para abandoná-lo, então ficaram com ele.

Segundo Leonel, o cão nunca foi amarrado, acorrentado ou controlado e vivia em um ambiente “calmo e pacífico” o que, segundo ele, pode ter contribuído para que Bobi tenha tido uma vida longa. Além disso, o homem também acredita que a dieta pode ter colaborado com a longevidade do Rafeiro, que comia apenas o que os donos também comiam.

Com o tempo e a idade avançando, o cachorro passou a se movimentar menos e a ficar mais tempo no quintal, com alguns gatos.

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