


O ex-presidente Jair Bolsonaro terá sua linha de perfume, assim como já tem sua esposa, Michelle Bolsonaro. O novo empreendimento foi anunciado nesta quarta-feira (6) pelo maquiador e amigo da ex-primeira-dama, Agustin Fernandez, que será o responsável pela venda da fragrância em sua empresa de cosméticos.
O lançamento do produto está marcado para o dia 21 de março, data do aniversário do ex-chefe do Executivo.
Em suas redes sociais, o maquiador compartilhou uma foto do vidro do perfume, que terá as cores verde e amarelo, em referência à bandeira do Brasil. Agustin não adiantou, no entanto, quais os ingredientes que irão compor a fragrância.
"Hoje começa uma nova era, com a honra e o privilégio de termos assinado na nossa marca um perfume pelo homem que mais admiramos: Jair Bolsonaro!", escreveu o maquiador.
O lançamento do produto foi comemorado nas redes sociais por integrantes do clã Bolsonaro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, comentou o post do Agustin que anunciava a data do início das vendes e o parabenizou pela empreitada.
"Vão ter que te engolir e te cheirar", escreveu o senador.
Perfume Michelle
Quem já tem um perfume com seu nome também produzido pela empresa de Agustin é a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A fragrância batizada de Lady M A presidente do PL Mulher também assina uma linha de maquiagem e de produtos de skin care na mesma marca, chamada “Agustin Fernandez by Michelle Bolsonaro”.
Em suas redes socais, são comuns os posts de publicidade da ex-primeira-dama divulgando os produtos. Alguns dos conteúdos contam, inclusive, com a participação do ex-presidente, que já de modelo para a esposa testar seus produtos de cuidados com a pele.

Em entrevista exclusiva ao CNN Entrevistas, o ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será preso, mas ponderou a necessidade de se respeitar o devido processo legal. Ciro disse que cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) “assegurar a ampla e total irrestrita defesa” e que a decisão seja colegiada, não monocrática.
Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal em inquéritos como uma tentativa de um golpe, venda irregular de joias e fraude em cartão de vacinação.
Questionado, Ciro não quis falar sobre a desavença com o seu irmão, Cid Gomes, durante as eleições presidenciais. Desde então, eles não se falam e Cid deixou o PDT para se filiar ao PSB. “Não tenho vontade em falar sobre esse assunto”, afirmou.

Os deputados federais Delegado Fábio Costa (PP) e Alfredo Gaspar (União Brasil) e o deputado estadual Cabo Bebeto (PL) foram os parlamentares alagoanos que estiveram presentes na manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A mobilização aconteceu no domingo (25), na Avenida Paulista. Segundo avaliação da PM de São Paulo, cerca de 750 mil pessoas participaram da manifestação, sendo 600 mil na Avenida Paulista e outras 150 mil no seu entorno.
Já o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, que preside o PL em Alagoas, não compareceu no ato realizado na capital paulista.
O vereador por Maceió Leonardo Dias (PL) não esteve na Paulista, já que se encontrava em Brasília, mas manifestou apoio ao ex-presidente publicando uma foto vestido com a camisa verde amarela.
Conforme avaliações na área política, Cabo Bebeto, Delegado Fábio Costa e Alfredo Gaspar se consolidam como as principais lideranças de Bolsonaro em Alagoas.

Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que participarão de ato em defesa do ex-presidente começam a se concentrar no local marcado para o evento deste domingo (25/2), a Avenida Paulista, no centro de São Paulo (SP). Imagens da área mostram a via lotada de pessoas vestidas com roupas nas cores verde-amarelas e com bandeiras do Brasil ou até de Israel.
Ainda que a concentração tenha começado pela manhã, o ato está marcado para as 15h. O evento convocado pelo próprio ex-presidente ocorre em meio às investigações da Polícia Federal (PF) contra ele por possível tentativa de golpe de Estado.
Dois trios elétricos serão palco para discursos. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deve abrir o evento com uma oração.
Na sequência, estão programadas falas dos deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Nikolas Ferreira (PL-MG), bem como dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Magno Malta (PL-ES). O pastor Silas Malafaia e Bolsonaro devem encerrar o ato, por volta das 17h.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) destacou 2 mil servidores para reforçar a segurança na Avenida Paulista. Como revelou o colunista do Metrópoles Paulo Cappeli, o esquema de segurança também contará com equipes infiltradas entre a multidão.
A expectativa de integrantes do entorno do ex-presidente é que cerca de 500 mil pessoas participem do evento.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo anunciou que as forças de segurança farão um esquema reforçado de policiamento durante o ato divulgado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O evento ocorrerá na avenida Paulista, no domingo (25).
Cerca de 2 mil agentes serão deslocados para o esquema de segurança. A pasta anunciou que os agentes estarão "a postos para garantir a segurança da população e os direitos de todos, participantes do ato ou não".
Drones do sistema Olho de Águia e câmeras fixas e móveis estarão disponíveis aos agentes. Os registros das câmeras de segurança poderão ser usados para monitoramento de eventuais ocorrências, esclareceu a pasta.
Manifestação
A manifestação é organizada após a Polícia Federal deflagrar no último dia 8 a Operação Tempus Veritatis, cuja tradução no latim é "hora da verdade". A ação mira uma suposta organização criminosa que tentou dar golpe para manter Bolsonaro na Presidência.
O pastor Silas Malafaia foi o idealizador da manifestação. Ele esteve com Bolsonaro, em Brasília, planejando o evento. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também é aguardada. A expectativa é que ela faça uma oração logo no início da manifestação.
Fabio Wajngarten, advogado e assessor do ex-presidente, disse esperar até 700 mil apoiadores no local e acrescentou que a "expectativa é a melhor possível".

O ex-presidente Jair Bolsonaro ficou em silêncio durante o depoimento à Polícia Federal, na tarde desta quinta-feira (22). A ação durou cerca de 15 minutos. O modo de agir de Bolsonaro já havia sido antecipado por sua defesa.
O depoimento faz parte da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado para manter o ex-chefe do Executivo no poder após sua derrota nas eleições de 2022. De acordo com as investigações da Polícia Federal, existem “dados que comprovam” que Bolsonaro “analisou e alterou uma minuta de decreto que, tudo indica, embasaria a consumação do golpe de Estado em andamento”.
Em relação a isso, o advogado Paulo Cunha, que representa Bolsonaro, afirmou que seu cliente nunca foi simpático a qualquer tipo de movimento golpista.
Também devem prestar depoimentos à PF os ex-ministros Braga Netto e Augusto Heleno, assim como o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto.

Nesta tarde de quinta-feira (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou à sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, para prestar seu depoimento no inquérito que apura um suposto plano de golpe de Estado para mantê-lo no poder após a derrota nas eleições de 2022. A defesa de Bolsonaro tentou adiar o julgamento três vezes, mas teve os pedidos negados pelo ministro Alexandre de Moraes.
Além de Bolsonaro, outras 22 pessoas serão ouvidas. Confira o nome de algumas delas aqui. As audições estão acontecendo nas unidades da PF localizadas em Brasília, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Minas Gerais, no Espírito Santo, no Paraná, no Mato Grosso do Sul e no Ceará.
A investigação da PF é baseada em mensagens, documentos e um vídeo apresentados no rastro do acordo de delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros investigados por acusação de tentativa de golpe de Estado têm depoimento marcado na Polícia Federal nesta quinta-feira (22). Foram chamados para prestar depoimentos presencialmente na sede da PF, em Brasília:
Jair Bolsonaro (ex-presidente)
Augusto Heleno (general e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional)
Anderson Torres (ex-ministro da Justiça)
Marcelo Costa Câmara (coronel do Exército)
Mário Fernandes (ex-ministro substituto da Secretaria-Geral da Presidência)
Tércio Arnaud (ex-assessor de Bolsonaro)
Almir Garnier (ex-comandante geral da Marinha)
Valdemar Costa Neto (presidente do PL)
Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa)
Cleverson Ney Magalhães (coronel do Exército)
Walter Souza Braga Netto (ex-ministro e ex-candidato a vice na chapa de Bolsonaro)
Bernardo Romão Correia Neto (coronel do Exército)
Ronald Ferreira de Araújo Junior (oficial do Exército)
Por estratégia da PF, todos investigados devem depor ao mesmo tempo. Assim, a polícia quer evitar que haja combinação de versões. Haverá depoimentos também em outras cidades.
Bolsonaro deverá ficar calado
De acordo com a defesa do ex-presidente, ele deverá ficar calado no depoimento. Nos últimos dias, os advogados pediram duas vezes acesso aos autos da investigação.
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o acesso aos mandados da operação.
Os advogados do ex-presidente pediram, então, acesso às mídias digitais, como telefones, computadores e a delação do ex-ajudante ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, mas Moraes não autorizou.
Foi quando defesa disse que o ex-presidente não iria falar à PF e entrou com pedido para adiar o depoimento, mas Moraes negou.

Investigadores da Polícia Federal (PF) devem ouvir, na quinta-feira (22), pelo menos 9 depoimentos de investigados por participação no suposto plano de tentativa de golpe no Brasil. As oitivas vão acontecer simultaneamente.
Segundo relatos, os policiais dividiram os depoimentos em grupos, de acordo com os núcleos que cada um integrava no organograma montado a partir da investigação.
Veja a lista das pessoas que devem depor na quinta-feira (22):
Jair Bolsonaro
Braga Netto
Augusto Heleno
Anderson Torres
Almir Garnier
Paulo Sérgio Nogueira
Tércio Arnaud
Marcelo Câmara
Valdemar Costa Neto
Em silêncio
Intimados a depor sobre a suposta tentativa de golpe, dois assessores do ex-presidente Jair Bolsonaro devem se recusar a responder perguntas no depoimento à Polícia Federal. Segundo a defesa, eles não poderão se pronunciar sem acesso total aos autos.
Alvos da operação da PF no dia 8, o coronel Marcelo Câmara, que está preso, e Tércio Arnaud Thomaz, foram intimados a prestar esclarecimento na próxima quinta-feira (22), às 14h30.
“Não exerceremos o uso do silêncio, mas seremos obrigados a deixar de responder as perguntas porque, sem que se garanta a ampla defesa, não há como prestar depoimento”, disse o advogado Eduardo Kuntz, que representa os dois assessores.

O depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sobre a suposta tentativa de golpe de Estado, está marcado para a próxima quinta-feira (22), na Polícia Federal (PF). A defesa do político, entretanto, vai pedir um adiamento, alegando que ainda não teve acesso aos autos do processo.
“Seus advogados tomarão as devidas providências a fim de assegurar ao Presidente toda a ampla defesa prevista constitucionalmente”, disse o advogado Fábio Wanjgarten, no X, antigo Twitter.
O pedido de adiamento deve ser levado ao gabinete do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
