Bolsonaro se pronunciou no X, antigo Twitter - (crédito: JIM WATSON)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) prestou solidariedade ao candidato à presidência dos Estados Unidos Donald Trump depois de um comício do republicano ter sido evacuado por suspeita de tiros neste sábado (13/7).

"Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento", disse Bolsonaro em um post no X, antigo Twitter. Em seguida, afirmou que espera a pronta recuperação do candidato.

O ex-presidente finaliza a postagem declarando que os dois vão se ver na posse de Trump.

Bolsonaro incluiu também uma imagem que mostra Trump deixando o comício com sangue no rosto.

 

Jair Bolsonaro | Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP

 

 

Em relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal (PF) afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu US$ 25 mil (cerca de R$ 136 mil na cotação atual) em espécie- provenientes da venda de joias sauditas recebidas em viagem ao exterior.

De acordo com as investigações, Bolsonaro teria recebido o dinheiro vivo do general da reserva Mauro Lourena Cid, pai do tenente-coronel Mauro Cid. A afirmação faz parte do inquérito que apura a venda de joias e o envio dos itens de alto valor para venda nos Estados Unidos. O dinheiro teria sido sacado nos EUA e trazido ao Brasil para ser entregue a Bolsonaro.

Ao todo, a corporação aponta que teriam sido movimentados R$ 6,8 milhões com a venda das joias. Para fundamentar as acusações, a PF identificou comprovantes de transferência bancárias em contas ligadas a Mauro Lourena Cid. As diligências apontam que as contas do pai de Cid eram usadas para movimentar os valores obtidos com a venda das pedras preciosas.

A Defesa

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, criticou um erro de cálculo da Polícia Federal no relatório final da investigação envolvendo as joias sauditas. O documento foi enviado ao Supremo Tribunal Federal e corrigido em seguida. Os advogados também questionam a legitimidade do ministro Alexandre de Moraes para permanecer na relatoria das investigações.

O ex-presidente negou as acusações e se contrapôs às investigações. “Aguardemos muitas outras correções. A última será aquela dizendo que todas as joias "desviadas" estão na CEF (Caixa Econômica Federal), acervo ou PF, inclusive as armas de fogo”, escreveu Bolsonaro nas redes sociais.

A defesa de Jair Bolsonaro publicou uma nota sobre o caso e alegou que o cliente não tinha como atribuição definir com quem e onde ficariam as joias. “Os presentes ofertados a um Presidente da República obedecem a um rígido protocolo de tratamento e catalogação e sobre o qual o Chefe do Executivo não tem qualquer ingerência, direta ou indireta, sendo desenvolvido pelo Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), responsável por analisar e definir, a partir dos parâmetros legais, se o bem será destinado ao acervo público ou ao acervo privado de interesse público da Presidência da República. Referido Gabinete, esclareça-se, é composto por servidores de carreira e que, na espécie, vinham de gestões anteriores”, destaca o texto.

Os advogados sustentam que outros ex-presidentes também ficaram com presentes recebidos, e não foram investigados. “No curso desta mesma investigação — repita-se, estranhamente direcionada apenas ao ex-presidente Bolsonaro —, houve representação para a inclusão do atual presidente da República, tendo em vista as próprias declarações do mesmo de que, quando no exercício de mandato, havia recebido um relógio da sofisticada marca Piaget, presenteado pelo ex-Presidente da República Francesa, Jacques Chirac”, destaca o texto.

Em outro trecho, a defesa alega “evidente incompetência do Supremo Tribunal Federal e da inexistência de qualquer prevenção do Ministro Alexandre de Moraes” para ser o relator do inquérito.

Por fim, os defensores afirmam que “a defesa manifesta sua completa indignação com o fato de que o relatório apresentado pela Polícia Federal, imputou — de forma temerária e despida de quaisquer fundamentos factuais ou mercadológicos —, que o ex-presidente teria tentado beneficiar-se de valores contabilizados na absurda ordem de R$ 25.000.000,00, afirmação que, somente após enorme e danosa repercussão midiática, foi retificado pela Polícia Federal”.

 

Divulgação/ Governo de Santa Catarina

O presidente da Argentina, Javier Milei, se reuniu a portas fechadas na manhã deste domingo, 7, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Jorginho Mello (PL-SC) e o deputado Eduardo Bolsonaro. O encontro ocorreu no hotel que eles estão hospedados em Balneário Camboriú (SC). Bolsonaro aproveitou para dar de presente ao argentino a medalha "3is: imorrível, imbrochável e incomível", um presente em tom de ironia que ele costuma dar a aliados políticos.

Antes do encontro reservado, Milei tomou café com políticos bolsonaristas. A irmã do presidente argentino, Karina Milei, e o ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri, também participaram do encontro. Ao final do encontro, o governador de São Paulo não entrou em detalhes sobre o que foi tratado. "Foi ótimo", disse Tarcísio sobre o encontro com o Milei. "Discutimos futebol", brincou. Ele não respondeu se Lula foi tema da conversa.

É a primeira visita do presidente da Argentina ao País desde que ele assumiu o cargo em dezembro do ano passado. Milei, contudo, não se encontrará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em desrespeito ao protocolo diplomático. Os governantes dos dois países discutiram pela imprensa e redes sociais ao longo da semana.

Lula disse que Milei deveria pedir para desculpas pelas "bobagens" que falou sobre ele e o Brasil. O presidente argentino, contudo, voltou a repetir que o petista é "comunista" e "corrupto".

O argentino fará a palestra de encerramento da versão brasileira da Conferência de Política Ação Conservadora (CPAC Bradil) na tarde deste domingo.

Segundo a Coluna do Estadão, o Itamaraty avalia adotar duas posturas distintas a depender do discurso de Milei. Se o governante subir o tom contra a esquerda, de forma geral, não há risco de mal-estar diplomático.

Porém, se ele fizer ataques pessoais a Lula, como fez com o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, há a possibilidade de uma crise na relação entre os dois países.

Não se vai à casa de alguém para xingar o dono. Isso é grave", disse um diplomata à Coluna do Estadão.

Na sexta-feira, o porta-voz do governo argentino, Manuel Adorni, que também participará da CPAC Brasil, disse que Milei não se encontrará com Lula porque as agendas em Santa Catarina são "prioritárias" para ele.

 

Foto: Marcos Corrêa/Palácio do Planalto

Durante a abertura do Conservative Political Action Conference (CPAC) Brasil, um evento político de cunho conservador, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou e disse que “não tem ambição pelo poder”, mas sim “obsessão pelo Brasil”. O evento acontece em Balneário Camboriú (SC), neste sábado (6) e amanhã (7).

“Somos um país que tem tudo para ser destaque no mundo. Falta pouco, pouquíssima coisa, e tenho certeza que nós atingiremos juntos a esse objetivo”, afirmou Bolsonaro. Durante sua fala, o ex-presidente não citou seu recente indiciamento pela Polícia Federal (PF) no caso das joias.

Ainda em sua fala, o ex-chefe do Executivo criticou a grande imprensa e disse que estava à disposição para ser sabatinado sobre qualquer assunto.

Além de Jair Bolsonaro, também discursaram na abertura do evento o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello.

Jair Bolsonaro | Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP

Nesta quinta-feira (4), a Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos, no inquérito das joias. A investigação buscou esclarecer se Bolsonaro e seus ex-assessores se apropriaram indevidamente de joias milionárias dadas de presente durante seu governo.

O advogado do ex-governante, Paulo Cunha Bueno, disse que ainda não iria falar sobre o caso, por não ter tido acesso ao ofício enviado pela PF. Bolsonaro sempre negou irregularidades referentes ao caso em questão.

Também foram indiciados Bento Albuquerque, José Roberto Bueno Júnior, Julio Cesar Vieira Gomes, Marcelo da Silva Vieira, Marcos André dos Santos Soeiro, Mauro Cesar Barbosa Cid, Fabio Wajngarten, Frederick Wassef, Marcelo Costa Câmara, Mauro Cesar Lourena Cid, e Osmar Crivelatti.

O relatório final foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado deve encaminhar o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que vai analisar os resultados e decidir se há evidências para pedir o indiciamento do ex-presidente ou se novas diligências deverão ser feitas.

Presidente da Argentina, Javier Milei | Foto: Juan Mabromata/AFP

O presidente da Argentina, Javier Milei, participará da Conferência de Ação Política Conservadora, em Camboriú, no estado brasileiro de Santa Catarina. A informação, segundo a CNN, vem de membros da Casa Rosada. Milei deve embarcar para o Brasil no próximo sábado (6).

Não está claro como será a participação do presidente argentino no evento. Seu nome não está entre os palestrantes. Jair Bolsonaro (PL) será um dos participantes confirmados da conferência.

Segundo o porta-voz da Presidência argentina, Manuel Adorni, Milei não descartou um encontro com Bolsonaro. “Não vamos nos encontrar com Lula e ainda não está confirmado se [Milei] vai ou não se encontrar com Bolsonaro no contexto desse evento”, declarou Adorni.

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

A Polícia Federal (PF) deve indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto, e alguns generais, por envolvimento nos atos do 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A informação é do blog da jornalista Tainá Falcão, da CNN. Fontes da PF indicam que o inquérito sobre o caso deve ser concluído até agosto.

Apesar do indiciamento, a PF não pretende pedir a prisão de nenhum dos envolvidos, exceto se algum requisito legal for desobedecido, como uma eventual coação de testemunha.

O relatório da PF ainda deve prever uma série de acontecimentos para mostrar que outras investigações estão ligadas à suposta tentativa de golpe de Estado, como a compra e venda de joias no exterior e a fraude no cartão de vacina de Bolsonaro e de seus familiares.

Apuração da Polícia Federal

As investigações policiais verificaram que Bolsonaro chegou a discutir o conteúdo de uma minuta do suposto golpe com assessores e pediu reajustes no documento. A minuta teria sido remetida a generais e comandantes das Forças Armadas, com o objetivos de convencê-los a participar da ação.

A PF também teve acesso a uma gravação onde o ex-ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, e o ex-chefe de Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, aparecem discutindo estratégias com Bolsonaro, para mantê-lo no poder.

Em fevereiro deste ano, durante um evento em São Paulo, o ex-presidente falou sobre o caso. “Agora, o golpe é porque tem uma minuta de um decreto de estado de defesa. Golpe usando a Constituição? Tenha a santa paciência”, disse.

Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo (06 de setembro de 2018)

Nesta terça-feira (11), o advogado de Adélio Bispo foi alvo de um mandado de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF). A investigação concluiu que o profissional tinha um vínculo com o Primeiro Comando da Capital (PCC), mas que seu cliente agiu sozinho quando esfaqueou o então candidato Jair Bolsonaro, em 2018.

As informações foram divulgadas pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, na manhã de hoje.

Com esta última fase da investigação tendo sido concluída, a PF considera o caso encerrado.

Flávio Dino | Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

Nesta sexta-feira (7), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, votou a favor do recebimento de uma queixa-crime do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o deputado federal André Janones (Avante/MG). Em março e abril de 2023 o parlamentar chamou Bolsonaro, no X, de “assassino”, miliciano”, “ladrão de joias”, entre outros xingamentos.

Com a decisão de Dino, o placar está 3 a 1 para que uma ação penal seja aberta contra o deputado pelo crime de injúria. O ministro criticou que o uso de “palavras grotescas” e “agressões pessoais” está se tornando rotineiro na política. “Isso é incompatível com o princípio da moralidade, com o pluralismo político e com os direitos fundamentais”, afirmou Flávio Dino.

Além disso, o magistrado também ressaltou que uma lógica “marcante em redes sociais” está tomando conta do debate político, que acaba se tornando inviável “por um esquisito torneio de comportamento desbordantes do equilíbrio e do bom senso”.

Os outros votos a favor foram de Cármen Lúcia e Alexandre de Morais. O voto contra é de Cristiano Zanin.

Bolsonaro e Nunes - (crédito: Reprodução/Instagram)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desmentiu o coach Pablo Marçal (PRTB) e reiterou o desejo de apoiar o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), na disputa pela Prefeitura de São Paulo em outubro. Em conversa com o jornal O Estado de S. Paulo na quarta-feira (5), Bolsonaro disse ter compromisso com a reeleição do emedebista e que jamais deixaria Marçal falar em seu nome.

Bolsonaro e Marçal tiveram uma conversa de cerca de uma hora em Brasília na terça-feira (4). O coach recebeu de presente uma medalha de "imbrochável" e declarou, após o encontro, que o prefeito não receberia mais o apoio de Bolsonaro e do PL. A notícia trouxe desconforto na campanha do prefeito, que o procurou diretamente para averiguar o relato.

"Em nenhum momento eu falei para ele que não iria apoiar o Ricardo Nunes. Assim sendo, ele se equivocou, ou alguém se equivocou. Eu estou tranquilo da minha parte", afirmou Bolsonaro. "Eu falei que tinha compromisso já com o Nunes, porque o vice é meu, o Mello Araújo", completou o ex-presidente, em referência ao coronel da PM Ricardo Mello Araújo, o preferido dele para compor a chapa do prefeito.

"É lógico que a matéria de vocês (o jornal O Estado de S. Paulo publicou as falas de Marçal) causou uma complicação, mas já conversei com o prefeito e está tudo certo, está tudo resolvido. Se eu fosse mudar de lado, alguma coisa assim, eu falaria com o Valdemar (Costa Neto, presidente do PL), eu falaria isso publicamente, não deixaria ele falar", disse. Bolsonaro acredita que Marçal tem potencial para acabar "no mínimo" em terceiro lugar em São Paulo. "Mas jamais faria um ato descortês desse com o meu partido, com o Valdemar e com o Ricardo Nunes."

O ex-presidente evitou responder diretamente se a aliança poderia ser desfeita caso Mello Araújo não fosse o escolhido de Nunes. "De minha parte, é ele, mas são vários partidos da coligação. Pelo que eu sei, por enquanto, não tem nenhuma oposição ao nome dele. É um cara discreto, um coronel da Rota, que ficou dois anos à frente da Ceagesp e arrumou tudo. Sabe ser gestor e colaboraria, obviamente, caso chegasse como vice".

Nunes tem afirmado que a escolha será feita em conjunto com todos os partidos e será anunciada apenas mais próximo do prazo das convenções partidárias, entre julho e agosto.

 

Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
COMERCIAL:
(82) 99621-8806
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram