Polícia Militar foi acionada - Foto: Ilustração/ Aqui Acontece

A guarnição RP 01 foi acionada via COPOM na noite deste sábado (31) para averiguar uma ocorrência de perturbação do sossego e do trabalho alheio, no bairro Vila Maria, em Palmeira dos Índios. O fato foi registrado às 21h50 e o aparelho de som foi apreendido.

Ao chegar à rua informada, os policiais relataram que já era possível ouvir, a cerca de 100 metros da residência, um barulho intenso provocado por som alto. Ao se aproximarem do local, constataram que o ruído vinha de um aparelho de som modelo Amvox, com potência de 1.100 watts, ligado em frente à casa da autora da ocorrência.

A proprietária do equipamento foi abordada pela guarnição e apresentava sinais de embriaguez. Mesmo após ser orientada sobre os procedimentos cabíveis, ela se recusou a desligar o aparelho, alegando que estava “dentro do seu horário” e que só desligaria quando quisesse.

Diante da recusa, a mulher foi informada de que seria lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por perturbação do sossego, com o que concordou. Devido à instabilidade de internet no local, o procedimento foi realizado posteriormente no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios.

Após a assinatura do termo, a autora foi liberada, e o aparelho de som foi apreendido.

Foto: Reprodução

Um ciclista morreu na manhã deste domingo (1º) após ser atropelado por um carro na rodovia AL-115, em Palmeira dos Índios.

De acordo com informações iniciais repassadas por populares, a vítima trafegava pela rodovia quando foi atingida por um veículo ainda não identificado. Com a força do impacto, o ciclista foi a óbito ainda no local, antes da chegada do socorro médico.

A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área, além de controlar o tráfego e preservar a cena do acidente até a chegada dos órgãos competentes. O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) também foram chamados para a realização dos procedimentos legais e a remoção do corpo.

As circunstâncias do atropelamento serão investigadas. Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada.

Mais informações serão divulgadas assim que novos detalhes forem confirmados.

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Foto: Reprodução/UOL

O uso da Starlink, serviço de internet via satélite da empresa do bilionário Elon Musk, tem se tornado cada vez mais comum entre motoristas brasileiros, principalmente em regiões onde o sinal de celular é fraco ou inexistente. A prática, no entanto, tem gerado dúvidas após relatos nas redes sociais sobre multas aplicadas a veículos que utilizam a antena dentro do carro.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclareceu que não existe uma proibição direta ao uso da Starlink em automóveis que circulam em vias públicas. O alerta da corporação está relacionado à forma como a antena é instalada no veículo. Caso o equipamento comprometa a visibilidade do condutor, a situação pode configurar infração de trânsito.

Segundo a PRF, quando a antena é posicionada de modo a criar pontos cegos ou prejudicar o campo de visão do motorista, a conduta se enquadra no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O dispositivo legal proíbe a circulação de veículos com vidros total ou parcialmente cobertos por qualquer material que comprometa a visibilidade, mesmo que esse material não seja citado explicitamente na lei.

A Superintendência da PRF no Piauí informou que a antena da Starlink não pode ser fixada no para-brisa nem nos vidros laterais dianteiros. Nesses casos, o motorista está sujeito a multa de R$ 195,23, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até a regularização. Um caso recente no estado envolveu o condutor de um Toyota SW4, autuado por manter a antena em local inadequado.

Especialistas em trânsito reforçam o entendimento adotado pela fiscalização. De acordo com o advogado Marco Fabrício Vieira, membro da Câmara Temática de Esforço Legal do Contran, a instalação de antenas ou terminais de internet sobre o para-brisa ou vidros dianteiros cria pontos cegos permanentes, aumentando o risco de acidentes. Essa interpretação está prevista no Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, aprovado pela Resolução Contran nº 985/2022.

A Starlink funciona por meio de satélites e requer uma antena de cerca de 30 centímetros, vendida por R$ 1.799, com planos a partir de R$ 315 mensais. A tecnologia tem sido amplamente adotada por profissionais que atuam em áreas rurais e por motoristas que percorrem longas distâncias em regiões remotas do país.

A PRF afirma já ter realizado ações de fiscalização e orientação em pelo menos três estados e alerta que o uso do equipamento é permitido, desde que a instalação não comprometa a segurança viária, especialmente a visibilidade do condutor.

Foto: Reprodução

O bairro Pitanga, em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, amanheceu em silêncio no dia seguinte ao incêndio que transformou a rotina da comunidade e deixou duas crianças mortas. Alexia Rielly, de quatro anos, e Bernardo Abraão, de seis, irmãos inseparáveis, não resistiram aos ferimentos após serem socorridos e levados a unidades de saúde da região.

Segundo relatos de moradores, as crianças estavam dentro da residência quando o incêndio começou. Vizinhos ouviram os gritos e conseguiram retirar os irmãos ainda com vida e conscientes, antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A forma como foram encontrados, abraçados, marcou profundamente quem participou do resgate e passou a simbolizar o forte vínculo entre os dois.

De acordo com Severino Santana, avô das crianças, a família havia retornado de uma viagem poucas horas antes do incêndio, ocorrido na quinta-feira (29). Ele contou que Bernardo enfrentava um tratamento contra o câncer no Recife. Em entrevista, relatou que dormia quando foi avisado pelos vizinhos de que a casa estava em chamas e pediu imediatamente que a porta fosse quebrada para salvar os netos.

Conhecidos no bairro por estarem sempre brincando na rua, Alexia e Bernardo eram descritos pelos moradores como crianças alegres e queridas. O clima na comunidade é de luto e solidariedade à família. O sepultamento dos irmãos está previsto para este sábado (31), em Pesqueira.

De acordo com relatório do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), a corporação foi acionada por volta das 15h para atender a ocorrência de incêndio em uma residência na Rua Alferes João Ferreira. A população conseguiu conter grande parte das chamas, restando apenas pequenos focos, que passaram por rescaldo. Um botijão de gás GLP foi retirado do interior da casa com segurança, evitando risco de explosão, e a área foi isolada. As crianças já haviam sido levadas por moradores para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.

Segundo a Polícia Civil, após atendimento inicial, as vítimas foram transferidas para o Hospital da Restauração, no Recife. Bernardo morreu durante o trajeto, e Alexia faleceu após dar entrada na Emergência Pediátrica. Conforme o delegado Allysson Xavier, responsável pelo caso, as crianças estavam sozinhas em casa no momento do incêndio, enquanto a mãe havia saído para trabalhar. As causas do fogo estão sendo investigadas, e perícias foram solicitadas para esclarecer as circunstâncias da tragédia.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Pesqueira até a completa elucidação dos fatos.

Materiais foram encontrados com o auxílio de um cão farejador - Foto: Ascom PM

Quase 700 gramas de entorpecentes foram apreendidos pela Polícia Militar durante a verificação de uma denúncia, nessa sexta-feira (30), em Arapiraca.

As drogas estavam em uma sacola plástica abandonada por um suspeito que tentava fugir de uma abordagem de equipes do Canil do 3º Batalhão. Os militares foram ao endereço averiguar informações sobre a localização de um indivíduo suspeito de participação em homicídios na cidade.

O homem não foi alcançado, porém, 445 gramas de cocaína, 160 gramas de maconha e 90 gramas de crack foram encontrados com o auxílio de um cão farejador. O material foi encaminhado à Central de Flagrantes da cidade.

Foto: Ascom CBMAL

O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) atua em uma ampla variedade de ocorrências e emergências. Nos casos de busca e salvamento, a corporação é referência no estado. O Batalhão de Busca e Salvamento (BBS), localizado no bairro da Serraria, em Maceió, conta, por exemplo, com o Canil, uma unidade especializada e essencial nesse tipo de operação.

O Canil do CBMAL utiliza cães especialmente treinados para a localização de pessoas vivas, restos mortais e substâncias específicas em diversos cenários de desastres e ocorrências operacionais. Os cães passam por treinamentos contínuos voltados à busca de vítimas e objetos em diferentes estágios de decomposição, o que possibilita a identificação e discriminação de odores ao longo do tempo.

Dessa forma, o canil atua prioritariamente nas buscas iniciais por pessoas desaparecidas e, quando necessário, solicita o apoio de outras frentes da corporação, como equipes de mergulho para buscas aquáticas ou grupos especializados na retirada de corpos, sendo fundamental para a eficácia das operações.

O 2º sargento Cícero Daniel, bombeiro do BBS, explica que o trabalho começa antes mesmo da chegada das equipes ao local da ocorrência e envolve planejamento e pesquisa detalhada. “Quando recebemos uma ocorrência, realizamos um planejamento prévio, analisamos mapas e identificamos possíveis áreas de busca. Ao chegar ao local, coletamos informações com moradores e familiares da vítima para dar início às ações”, explica.

Faro que salva vidas

O trabalho com cães na corporação teve início em 2015, quando o então coronel Roberto trouxe a cadela Txuca, vinda de Santa Catarina, dando início aos treinamentos. Posteriormente, o major Jorge integrou o cão Scooby à equipe. Ambos foram considerados os “cães-escola” do Corpo de Bombeiros.

Em 2017, o canil foi oficialmente inaugurado, após a realização de cursos de formação em 2016, na cidade do Recife, que capacitaram os primeiros militares da unidade. Desde então, o batalhão vem fortalecendo a capacidade de resposta do estado, contando com cães como Bob, Rory e Hope, certificados nacionalmente em diversas especialidades, incluindo busca urbana por pessoas vivas e localização de restos mortais em ambientes urbanos.

Atualmente, o canil possui seis cães, sendo cinco adultos e um filhote. Entre eles, estão os cães de odor específico, como Bob, certificado nacionalmente, e Arya, ainda em treinamento, que atuam na busca pelo cheiro de uma pessoa determinada. Há também os cães de venteio, como Hope, de quatro anos, e Rory, entre cinco e seis anos, especializados na localização de pessoas vivas em grandes áreas. O grupo ainda conta com Red e Cake, que se encontram em fase de treinamento e adaptação.

Um caso recente

O sargento atuou recentemente ao lado da cadela Hope em uma ocorrência no bairro do Salvador Lyra, em Maceió. A atuação integrada do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, por meio do BBS e de seu canil, foi decisiva para a localização do corpo do adolescente Anthony Vinicius, de 16 anos, e evidenciou a importância do trabalho especializado com cães treinados em situações de alta complexidade e risco.

O adolescente havia desaparecido no dia 18 de janeiro, no bairro do Tabuleiro do Martins, e foi localizado na quarta-feira (21), próximo a um açude, após uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Alagoas (PCAL), Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

Após horas de buscas, a cadela Hope indicou o local onde o corpo da vítima se encontrava. “Ela chegou ao ponto, latiu diversas vezes e sinalizou a presença da vítima. Para nós, é muito importante quando o cão faz a indicação correta. Apesar do momento extremamente difícil para a família, a localização proporciona um mínimo de conforto aos familiares”, ressaltou o sargento Cícero Daniel.

Casos como esse consolidam o Canil do CBMAL como uma ferramenta essencial nas ações de busca e salvamento, unindo técnica, planejamento e sensibilidade em momentos de profunda dor para as famílias envolvidas.

João Campos- Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A Câmara Municipal do Recife deve decidir, na próxima terça-feira, dia 3 de fevereiro, se admite ou não o pedido de impeachment contra o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos. A análise ocorrerá após a Procuradoria Jurídica da Casa emitir parecer favorável à tramitação da denúncia, protocolada em dezembro de 2025 pelo vereador Eduardo Moura (Novo).

O pedido de impeachment teve como motivação a mudança no resultado de um concurso público para o cargo de procurador municipal. Na seleção, o advogado Marko Venício dos Santos Batista havia sido o único aprovado nas vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD), mas deixou de ser nomeado após a administração municipal reconhecer o pedido de Lucas Vieira Silva, que solicitou reinscrição como PCD dois anos depois da inscrição, ao apresentar diagnóstico de autismo.

Lucas Vieira Silva havia participado do concurso sem optar pelas vagas afirmativas e é filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas e de um juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Três procuradoras concursadas opinaram pelo indeferimento do pedido de reinscrição, mas a solicitação foi acolhida pelo procurador-geral do município, Pedro Pontes, nomeado pelo prefeito. Após a repercussão negativa e críticas de entidades como a Associação Nacional das Procuradoras e dos Procuradores Municipais (ANPM) e a Associação dos Procuradores do Município do Recife (APMR), João Campos voltou atrás e nomeou o candidato inicialmente aprovado.

Segundo o parecer da Procuradoria da Câmara, o pedido de impeachment deve ser lido em plenário pelo presidente da Casa, vereador Romerinho Jatobá (PSB), na primeira sessão ordinária de 2026. Caberá aos vereadores votar a admissibilidade do processo. A votação será nominal e o pedido seguirá adiante caso obtenha maioria simples dos 37 parlamentares. Se não houver votos suficientes, a denúncia será arquivada.

Caso o pedido seja admitido, será formada uma comissão processante composta por vereadores sorteados, responsável por conduzir a investigação no âmbito legislativo. O vereador Eduardo Moura, autor da denúncia, não poderá votar nem integrar a comissão, sendo substituído por seu primeiro suplente, George Bastos (Novo).

No pedido, Eduardo Moura sustenta que a alteração do resultado do concurso caracteriza crime de responsabilidade e atos de improbidade administrativa. Ele também menciona o fato de o candidato beneficiado ser filho de autoridades do Judiciário e do Ministério Público de Contas, além de citar a promoção do pai de Lucas Vieira Silva a uma vara especializada em crimes contra a administração pública no mesmo período em que surgiu a vaga na Procuradoria do município.

Paralelamente, o Tribunal de Justiça de Pernambuco negou um mandado de segurança apresentado por Lucas Vieira Silva, que tentava reverter a nomeação de Marko Venício dos Santos Batista, empossado no cargo no dia 6 de janeiro. Na decisão, o desembargador André Oliveira da Silva Guimarães afirmou que a reclassificação tardia conferiu tratamento vantajoso indevido e violou princípios como a isonomia e as regras estabelecidas no edital do concurso.

Questionado anteriormente sobre o caso, João Campos classificou o pedido de impeachment como “oportunismo eleitoral” e afirmou confiar na Câmara Municipal. O prefeito também destacou que a defesa dos direitos das pessoas com deficiência é uma causa pessoal e familiar.

O debate já movimenta o cenário político da capital pernambucana e deve ganhar ainda mais destaque nos próximos dias, com a definição dos vereadores sobre a abertura ou não do processo de impeachment.

CISP Palmeira dos Índios - Foto: Weverton Bruno

A guarnição RP 01 foi acionada via COPOM na tarde desta sexta-feira (30) para atender uma ocorrência de descumprimento de medida protetiva no município de Palmeira dos Índios. O fato foi registrado às 15h53 da sexta-feira (30), nas proximidades da fábrica de capotaria do Maninho, no bairro São Cristóvão, em Palmeira dos Índios.

Ao chegar ao endereço da solicitante, a vítima informou que seu ex-companheiro a seguiu até um mercadinho próximo à sua residência e tentou conversar com ela, afirmando que “ela tinha feito algo de errado” e que queria “salvá-la”. Ainda segundo o relato, o homem a segurou pelo braço e demonstrava intenção de provocar confusão. Assustada, a mulher retornou para casa e acionou a polícia.

Diante da situação, a guarnição se dirigiu até a residência do autor, juntamente com a vítima. No local, o homem se apresentou aos policiais e confirmou que se aproximou da vítima com a intenção de obter dados de uma conta bancária para enviar dinheiro.

Após os procedimentos, ambos foram conduzidos ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios, onde o autor foi autuado em flagrante, sob o APF nº 1515/2026, por descumprimento de medida protetiva, com base na Lei Maria da Penha.

Foto: Reprodução/Compre Rural

A Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata da segurança e saúde no trabalho rural no Brasil, estabelece a obrigatoriedade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados aos riscos de cada atividade, incluindo o capacete de segurança para proteção da cabeça em situações de risco. A norma não proíbe o uso do chapéu tradicional, símbolo da cultura rural, mas deixa claro que ele não substitui o capacete certificado quando há possibilidade de quedas, choques, impactos ou acidentes.

De acordo com a NR-31, o capacete é exigido em atividades como a lida direta com animais de grande porte, trabalhos em currais, bretes, troncos e embarcadouros, operação de máquinas agrícolas e serviços realizados em estruturas elevadas ou com risco de queda de objetos. Nessas circunstâncias, o chapéu de palha ou feltro não é reconhecido como EPI, por não atender às exigências técnicas de proteção.

A norma determina ainda que o capacete deve possuir Certificado de Aprovação (CA) válido, ser fornecido gratuitamente pelo empregador, adequado ao risco da atividade e acompanhado de orientação, treinamento e fiscalização quanto ao uso correto. A responsabilidade pelo cumprimento da legislação recai principalmente sobre o empregador rural. Mesmo em casos de recusa do trabalhador, a fazenda pode ser autuada, multada ou sofrer outras sanções durante fiscalizações do Ministério do Trabalho.

No início de 2026, houve intensificação das fiscalizações e uma interpretação mais rigorosa da NR-31 em algumas regiões do país, o que gerou repercussão e polêmica nas redes sociais e na mídia rural. Manchetes que sugerem a existência de uma “nova lei” obrigando o peão a trocar o chapéu pelo capacete ganharam destaque, embora a exigência já exista na legislação há anos.

Relatos sobre acidentes fatais no manejo de animais, incluindo um caso divulgado no Tocantins envolvendo a queda de um trabalhador de cavalo, também passaram a circular como possíveis fatores para o endurecimento da fiscalização. No entanto, não há confirmação oficial de que um episódio específico tenha sido a causa direta da mudança, ainda que acidentes graves historicamente reforcem a aplicação das normas de segurança.

Produtores rurais e trabalhadores demonstram resistência, principalmente por questões culturais e dificuldade de adaptação, sobretudo entre peões mais experientes. Ainda assim, técnicos em segurança do trabalho ressaltam que a NR-31 não elimina a tradição do chapéu no campo, mas prioriza a preservação da vida e a redução de acidentes em atividades de risco, reforçando que segurança e cultura precisam caminhar juntas no meio rural.

Foto: Ilustração/Assessoria/10º BPM

Durante uma fiscalização de trânsito realizada pela guarnição RP 01, no cumprimento da Operação Fecha Quartel, um adolescente de 16 anos foi flagrado pilotando uma motocicleta na Avenida Vieira de Brito, no município de Palmeira dos Índios. O fato foi registrado na manhã da sexta-feira (30), nas proximidades da capela do Colégio Cristo Redentor, no bairro São Cristóvão.

De acordo com as informações, os policiais avistaram o condutor apresentando características físicas aparentes de menoridade, porte físico magro e demonstrando nervosismo ao se aproximar da guarnição. Ao ser dada a ordem de parada, foi constatado que se tratava de um rapaz menor de idade, que conduzia a moto entregue por uma senhora que estava na garupa do veículo.

A mulher foi informada de que a situação se enquadra no artigo 310 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata sobre permitir, confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa não habilitada, com CNH cassada ou suspensa, ou sem condições de conduzir com segurança. Também foi comunicada de que seria lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Após os procedimentos, a motocicleta foi entregue a um condutor devidamente habilitado.

Contato

Rua José e Maria Passos, nº 25
Centro - Palmeira dos Índios - AL.
(82) 99641-3231
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
SETOR FINANCEIRO: (82) 3421-2289 / 99636-5351
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(82) 99344-9999
(Dalmo Gonzaga)
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