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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) ressalta junto à população alagoana a importância da imunização contra a Influenza, doença imunoprevenível aguda do sistema respiratório, com grande potencial de transmissão. A campanha de vacinação segue até 30 de maio, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis durante o período de maior circulação viral.
A vacinação contra a Influenza é importante porque ela pode evoluir de quadros leves para formas graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). No Brasil, os vírus Influenza circulam durante todo o ano, com variações conforme fatores climáticos e demográficos.
A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar, no mínimo, 90% do público-alvo prioritário. De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização em Alagoas (PNI/AL), enfermeira Rafaela Siqueira, atingir essa cobertura é essencial para reduzir a sobrecarga nos serviços de saúde, especialmente em períodos de maior incidência de doenças respiratórias, como o vivenciado atualmente.
“A vacina utilizada em 2026 é do tipo trivalente, composta por três cepas atualizadas dos vírus Influenza, garantindo proteção contra as variantes com maior circulação. O imunizante é seguro, eficaz e pode ser administrado junto a outras vacinas do calendário”, destaca a coordenadora do PNI/AL.
Rafaela Siqueira também enfatiza que a Campanha de Vacinação contra a Influenza é uma oportunidade para atualização da Caderneta Vacinal, incluindo a imunização contra a Covid-19 nos grupos elegíveis. “A população deve procurar a unidade de saúde mais próxima, levando documento de identificação e, se possível, a Caderneta de Vacinação. Pessoas com sintomas gripais ou febre devem aguardar a melhora do quadro antes de se vacinar”, informa.
A vacinação é ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e integra o Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes. Além disso, integram os grupos prioritários da campanha puérperas, trabalhadores da saúde, professores do ensino básico e superior, indígenas, caminhoneiros, profissionais das forças de segurança e de salvamento, pessoas em situação de rua e profissionais das Forças Armadas.
Também compõem o público-alvo as pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade), além de pessoas com deficiência permanente. Os trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso), portuários, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade também estão contemplados, bem como, os adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas com idade entre 12 e 21 anos.

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Moradores do Sítio Itapaúna, na zona rural de Taquarana, relataram nesta quinta-feira (23) que galinhas foram encontradas mortas dentro de um galinheiro, durante a madrugada, após um ataque provocados por um predador ainda não identificado.
Moradores da comunidade rural vivem momentos de apreensão após novos registros de ataques a animais domésticos. Vídeos enviados à página Taquarana News mostram diversas galinhas mortas dentro de um galinheiro, em circunstâncias ainda desconhecidas.
De acordo com as imagens, a estrutura do local foi danificada, apresentando rompimento na tela de proteção. Outro fator que chama atenção é o padrão dos ferimentos: todas as aves apresentavam perfurações na região do pescoço, o que levanta suspeitas sobre a ação de um animal predador.
A situação tem gerado medo na localidade, com receio de novos episódios que possam atingir outras criações.

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Dois indivíduos foram presos em flagrante por suspeita de tráfico de drogas após uma perseguição policial na madrugada desta sexta-feira (24), em Palmeira dos Índios. A ação teve início após a guarnição identificar comportamento suspeito em uma motocicleta na Avenida Vieira de Brito.
De acordo com a Polícia Militar, equipes do Pelopes, pertencentes ao 10º BPM, realizavam rondas quando visualizaram dois homens em uma motocicleta trafegando em alta velocidade, com faróis apagados. Um dos ocupantes apresentava volume na cintura e carregava uma sacola, o que motivou a abordagem.
Os suspeitos desobedeceram à ordem de parada e iniciaram fuga pelas ruas da cidade. Durante o acompanhamento tático, um dos indivíduos descartou um objeto em via pública. A perseguição seguiu até o Centro, onde o pneu da motocicleta estourou, provocando a queda dos ocupantes e permitindo a captura.
Com ferimentos decorrentes da queda, os suspeitos foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), sendo mantidos algemados devido ao risco de fuga. Em seguida, os policiais retornaram ao trajeto e localizaram um simulacro de pistola, além de materiais associados ao tráfico, como balança de precisão, embalagens e entorpecentes, incluindo maconha, cocaína e substâncias análogas a LSD e ecstasy.
Todo o material apreendido e os suspeitos foram levados ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), onde foi lavrado auto de prisão em flagrante com base no artigo 33 da Lei de Drogas. Os envolvidos permanecem à disposição da Justiça.

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Um incêndio foi registrado na noite desta quinta-feira (23) em um apartamento no primeiro andar de um edifício residencial localizado na Rua Sebastião Ramos de Oliveira, no bairro São Cristóvão, em Palmeira dos Índios. O fogo foi controlado após atuação das forças de segurança e do Corpo de Bombeiros.
De acordo com as informações, equipes do Pelopes e o supervisor do dia realizavam rondas ostensivas nas proximidades da Academia Barcelona, no Centro da cidade, quando foram abordados por populares que alertaram sobre o incêndio em um dos apartamentos.
Ao chegar ao local, as guarnições realizaram o isolamento da área e a evacuação de todos os moradores do prédio, como medida preventiva. Em seguida, o Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas foi acionado para conter as chamas e adotar os procedimentos emergenciais.
Uma viatura com três militares foi empregada na ocorrência. Após o controle do fogo, as equipes retornaram ao patrulhamento normal.
Até o momento, não há informações sobre pessoas feridas. Novos detalhes deverão ser divulgados assim que forem confirmados pelas autoridades.

Medida integra pacote de ações do Governo do Brasil para mitigar efeitos do conflito no Oriente Médio - Foto: Tauan Alencar/MME
O Governo do Brasil reajustou os preços de referência a serem aplicados no programa Gás do Povo como parte das ações para mitigar os impactos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de insumos energéticos e proteger a população brasileira. O reajuste foi oficializado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e Ministério da Fazenda com a publicação da Portaria Interministerial MME/MF nº 2 no Diário Oficial da União.
A atualização corrige defasagens em estados onde o preço praticado, no âmbito do Gás do Povo, estava acima dos limites previstos nas regras do programa, o que vinha impactando o ritmo de adesão das revendas. Esse reajuste reforça o papel do programa como principal política pública de acesso ao gás de cozinha no Brasil. A iniciativa garante a recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário-mínimo e cadastro atualizado.
Atualmente, cerca de 15 milhões de lares são atendidos em todos os municípios brasileiros, beneficiando aproximadamente 50 milhões de pessoas. Ao ampliar a rede de revendas e corrigir distorções regionais, o governo fortalece a efetividade do programa e assegura que o benefício chegue a quem mais precisa.
Com a medida, a expectativa é consolidar a adesão dos pontos de venda, ampliar a participação de distribuidoras e aumentar a oferta de GLP, especialmente em municípios ainda desatendidos. O impacto estimado da medida é de R$ 300 milhões.
Para mitigar o impacto direto da alta internacional sobre as famílias brasileiras, o Governo do Brasil também instituiu uma subvenção inédita para o gás de cozinha (GLP). A medida prevê o pagamento de R$ 850 por tonelada de GLP importado, com dotação de R$ 330 milhões, buscando equalizar o preço do produto importado ao nacional. Na prática, o subsídio pode representar cerca de 30% do valor do produto na saída das refinarias, contribuindo para reduzir os efeitos da volatilidade externa e preservar o acesso ao gás de cozinha no país.

Imagem: ilustração
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica, em processo periódico previsto nos contratos de concessão.
Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.
De forma geral, os principais fatores que pressionaram os reajustes foram os custos com encargos setoriais, além das despesas com compra e transmissão de energia.
Entre as distribuidoras, a CPFL Santa Cruz, com sede em Jaguariúna (SP), registrou o maior aumento, com efeito médio de 15,12% para o consumidor.
A CPFL Santa Cruz atende cerca de 527 mil unidades consumidoras em 45 municípios nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.
Já a Enel Ceará teve reajuste médio de 5,78% e atende mais de 4,11 milhões de unidades consumidoras.
Na Bahia, a Coelba registrou alta média de 5,85%, impactando aproximadamente 6,92 milhões de unidades consumidoras.
Em alguns casos, os reajustes foram atenuados pelo diferimento tarifário, mecanismo que autoriza o repasse de parte dos custos apenas nos próximos ciclos tarifários.
Com isso, o aumento na conta de luz fica menor no curto prazo, como previsto nos Procedimentos de Regulação Tarifária (Proret).
Foi o caso da Neoenergia Cosern, sediada em Natal (RN), que atende mais de 1,6 milhão de unidades consumidoras em 167 municípios. Com o diferimento, o efeito médio para o consumidor ficou em 5,40%.
O mesmo mecanismo foi aplicado à Energisa Sergipe Distribuidora de Energia, que atende mais de 919 mil unidades consumidoras, resultando em um reajuste médio de 6,86%.
Na CPFL Paulista, que atende mais de 5 milhões de unidades consumidoras em 234 municípios paulistas, o efeito médio foi de 12,13%. Já a Energisa Mato Grosso do Sul teve reajuste médio de 12,11%, atendendo cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras.
Por fim, a Energisa Mato Grosso, que atende mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios, registrou efeito médio de 6,86% para o consumidor.
A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência.
O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo.
O g1 apurou que o custo do crédito seria, inevitavelmente, repassado aos consumidores com juros nos próximos anos e que, portanto, poderia trazer dor de cabeça futuramente.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão — Foto: Pablo Porciuncula/AFP
O ministro Alexandre de Moraes encaminhou à Procuradoria-Geral da República o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para autorização de uma nova cirurgia no ombro direito. A solicitação ocorre em razão de dores persistentes e limitações de movimento, mesmo com tratamento medicamentoso.
De acordo com a defesa, exames médicos apontaram lesões de alto grau no manguito rotador, além de outros comprometimentos que indicam a necessidade de intervenção cirúrgica por via artroscópica, técnica minimamente invasiva. Os advogados afirmam que o procedimento não se trata de conveniência, mas de necessidade terapêutica comprovada.
O pedido inclui a possibilidade de realização da cirurgia ainda nesta semana, mas o ministro concedeu prazo de cinco dias para manifestação da PGR antes de tomar uma decisão.
Relatórios médicos apresentados ao Supremo Tribunal Federal indicam que Bolsonaro enfrenta dor intensa, limitação de movimentos — com elevação do braço restrita —, além de perda de força e alterações posturais. Segundo a defesa, a continuidade do quadro pode comprometer a saúde e a qualidade de vida do ex-presidente.
Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, após alta hospitalar, cumprindo medidas impostas pela Justiça. A autorização para realização do procedimento dependerá da análise da PGR e posterior decisão do STF.

Foto: Assessoria
A Equatorial Alagoas participou, nesta quarta-feira (22), da primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre, que também foi realizada de forma simultânea nos demais estados de atuação do Grupo Equatorial no Maranhão, Pará, Piauí, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul. A iniciativa foi realizada em parceria com as forças de segurança, aliando ações preventivas, educativas e de fiscalização em todos os estados participantes.
Em Maceió, a ação contou com o apoio da Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (ROTAM), onde foram vistoriados dois pontos de sucata no bairro Cidade Universitária, resultando na apreensão de materiais pertencentes à Distribuidora e na prisão de duas pessoas que foram conduzidas até a Central de Flagrante.
Em um dos estabelecimentos, foram recuperados 29 kg de cabos de alumínio. Já no segundo, foram encontrados 20 kg de cabos com as mesmas especificações. Além do material apreendido que estava sendo comercializado, foi constatado, em ambos os locais, o crime de furto de energia, após uma vistoria realizada nos medidores dos pontos de sucata.
“Essa iniciativa contribui diretamente para a proteção da infraestrutura elétrica, reduz riscos à população e garante a continuidade do fornecimento de energia, reforçando o compromisso do Grupo Equatorial com a segurança, a eficiência operacional e a responsabilidade social”, afirma Johnathan Costa, gerente de Segurança Empresarial do Grupo Equatorial.
Resultados – Em 2025, a operação recuperou, além de cabos de cobre e alumínio, cerca de 20 transformadores, diversos materiais elétricos e 184 postes desviados. As ações também resultaram em 159 prisões. O Rio Grande do Sul concentrou o maior valor recuperado, com R$ 930,8 mil e 135 postes reinstalados. Goiás registrou o maior volume de cabos recolhidos (36.608 kg) e contabilizou 29 prisões.
O Piauí realizou 53 operações, recuperando 4.485,50 kg de cabos, avaliados em R$ 162,4 mil. O Pará recolheu 6.427,50 kg, somando R$ 72.235,32. Maranhão e Alagoas registraram 1.525,40 kg e 2.420,90 kg, totalizando R$ 54,2 mil e R$ 24,3 mil, respectivamente. No Amapá, não houve recuperação de cabos ao longo do ano, mas foram apreendidos materiais diversos avaliados em R$ 7,5 mil.
Por: Assessoria de Imprensa da Equatorial Alagoas

Foto: Assessoria

Secretária Lara Brandão é denunciada por usar 'clone' em prova no curso de Medicina — Foto: Reprodução/Redes sociais
A secretária de Saúde de Maceió, Lara Jayne Siqueira Barbosa Malta Brandão, foi denunciada por suspeita de ter utilizado outra pessoa para realizar uma prova em seu lugar durante o curso de Medicina. O caso foi registrado em boletim de ocorrência e é apurado após denúncia feita em instituição de ensino da capital.
De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada no dia 24 de março de 2025, no Centro Universitário de Maceió (UNIMA/Afya), no bairro Cruz das Almas. Segundo relato do supervisor da unidade, uma mulher teria tentado se passar pela secretária durante um teste, mas fugiu antes da chegada dos policiais.
Sem flagrante, a orientação foi registrar um Boletim de Ocorrência. Até o momento, não há confirmação oficial sobre investigação em andamento por parte da Polícia Civil.
Em nota, Lara Jayne Siqueira Barbosa Malta Brandão negou as acusações e afirmou nunca ter utilizado “clone” ou cometido fraude. A secretária declarou ainda que é alvo de acusações falsas motivadas por adversários políticos.
A instituição de ensino informou que adotou medidas cabíveis, incluindo o registro da ocorrência, e reforçou que possui protocolos rigorosos para garantir a integridade dos processos acadêmicos, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com eventuais investigações.

Foto: Reprodução/AL Esportes
A loja AL Esportes informou que duas crianças entraram no estabelecimento e levaram duas bolas sem efetuar o pagamento, na Avenida Vieira de Brito, em Palmeira dos Índios. O caso ocorreu recentemente e o objetivo do proprietário é identificar os responsáveis para devolução dos itens.
De acordo com comunicado divulgado pela loja, a situação foi registrada como delicada por envolver menores. Segundo o relato, as crianças entraram no estabelecimento sem autorização e saíram com os produtos sem passar pelo caixa.
Ainda conforme o proprietário, a intenção não é expor ou constranger os envolvidos, mas localizar os responsáveis para resolver o caso de forma tranquila, por meio de diálogo.
A loja também pediu que qualquer pessoa que tenha informações sobre as crianças ou reconheça os responsáveis entre em contato, a fim de que os materiais sejam devolvidos e a situação solucionada.
