Quem caminhava pela orla de Maceió foi surpreendido por uma cena rara e emocionante: uma tartaruga marinha foi vista na areia da praia no momento em que realizava a desova. O episódio chamou a atenção de turistas e moradores, que interromperam a rotina para acompanhar, em silêncio e com emoção, o verdadeiro espetáculo da natureza.
A presença do animal na faixa de areia gerou comoção entre os presentes. Muitas pessoas registraram o momento e destacaram a importância da preservação da vida marinha. A cena serviu como um lembrete de que as praias alagoanas são habitat de espécies importantes e que o cuidado com o meio ambiente é fundamental para que situações como essa continuem acontecendo.
Temporal em Arapiraca - Foto: Cortesia ao Já é Notícia
A cidade de Arapiraca voltou a ser atingida por instabilidade climática no final da manhã e início da tarde deste domingo (8). O temporal foi marcado por chuva em alguns bairros, fortes rajadas de vento e trovões, provocando alagamentos e a queda de estruturas em diferentes pontos do município.
Segundo relatos de moradores e registros divulgados por internautas, os ventos intensos derrubaram placas e causaram transtornos em vias urbanas. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram ruas parcialmente alagadas, dificultando o tráfego de veículos e pedestres em várias regiões da cidade.
No sábado (7), Arapiraca já havia enfrentado uma forte chuva acompanhada de ventania, raios e trovões, que também resultou em alagamentos em diversos bairros. A repetição dos episódios de instabilidade climática tem aumentado a preocupação da população, especialmente entre moradores de áreas mais suscetíveis a enchentes.
O cenário ocorre em meio a um aviso de acumulado de chuva emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para diversos municípios alagoanos. O alerta, classificado como de perigo potencial, teve início à 0h01 deste domingo (8) e segue válido até às 23h59 da segunda-feira (9). Segundo o Inmet, são esperados volumes significativos de chuva ao longo do período, com risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, especialmente em áreas consideradas vulneráveis.
Órgãos de monitoramento seguem acompanhando a situação, e a orientação é para que a população evite áreas alagadas e mantenha atenção redobrada durante períodos de chuva intensa, sobretudo em locais de risco.
Um forte vento registrado na tarde deste domingo (8) assustou moradores do município de Taquarana, no Agreste de Alagoas. A ventania foi sentida em diversos pontos da cidade, chamando a atenção da população.
Após o episódio, uma chuva moderada passou a cair no município, trazendo alívio para o calor, mas mantendo o estado de alerta entre os moradores. O cenário ocorre em meio a um aviso de acumulado de chuva emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para diversos municípios alagoanos.
O alerta, classificado como de perigo potencial, teve início à 0h01 deste domingo (8) e segue válido até às 23h59 da segunda-feira (9). Segundo o Inmet, são esperados volumes significativos de chuva ao longo do período, com risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, especialmente em áreas consideradas vulneráveis. A orientação é para que a população que reside em locais de risco mantenha atenção redobrada.
Uma chuva intensa acompanhada de fortes ventos provocou a destruição da estrutura da piscina Paraíso Alto da Serra, localizada na Serra da Mandioca, zona rural de Palmeira dos Índios. O incidente foi registrado durante o período de instabilidade climática que atinge a região.
O episódio ocorre em meio a um alerta de acumulado de chuva emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para diversos municípios de Alagoas. O aviso, classificado como de perigo potencial, teve início à 0h01 deste domingo (8) e segue válido até às 23h59 da segunda-feira (9).
De acordo com o Inmet, são esperados volumes significativos de chuva ao longo do período, com risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, especialmente em áreas consideradas vulneráveis. Diante desse cenário, a recomendação é que a população que reside em locais de risco mantenha atenção redobrada.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de acumulado de chuva para todos os municípios de Alagoas. O aviso, classificado como de perigo potencial, teve início à 0h01 deste domingo (8) e segue válido até às 23h59 da segunda-feira (9).
De acordo com o Inmet, são esperados volumes significativos de chuva ao longo do período, com risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, especialmente em áreas consideradas vulneráveis. A população que reside em locais de risco deve manter atenção redobrada.
Além desse aviso, o órgão mantém um alerta de chuvas e ventos intensos, de nível amarelo, em vigor desde às 9h11 da sexta-feira (6) até às 10h deste domingo (8). A previsão indica precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo alcançar até 50 milímetros por dia, além de ventos com velocidade entre 40 e 60 km/h.
Apesar de o risco ser considerado baixo, há possibilidade de ocorrências pontuais como alagamentos, queda de galhos de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas.
O Inmet orienta que a população evite enfrentar o mau tempo, observe possíveis alterações em encostas, desligue aparelhos eletrônicos da tomada e, se possível, o quadro geral de energia. Em casos de emergência, a recomendação é acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Imagem: ilustração
Uma ocorrência de violência contra a mulher foi registrada na madrugada deste domingo (8) no município de Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas. A guarnição RP 02 foi acionada via Copom para averiguar uma denúncia de lesão corporal no bairro Juca Sampaio.
Ao chegar ao endereço informado, próximo ao Bar do Arnaldo, os policiais encontraram a vítima com sinais visíveis de lesão corporal. Segundo o relato da mulher, as agressões teriam sido praticadas por seu companheiro, que estava no local e confirmou a autoria dos fatos.
Diante da situação, a vítima foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Palmeira dos Índios para receber atendimento médico. Em seguida, as partes foram conduzidas à 5ª Delegacia Regional de Policia (5ª DRP) do município para a adoção dos procedimentos legais.
O acusado permaneceu detido, sendo enquadrado por lesão corporal com base na Lei Maria da Penha.
Polícia Militar foi acionada - Foto: Ilustração/ Aqui Acontece
A Polícia Militar de Alagoas, por meio de guarnições do 10º Batalhão, registrou quatro ocorrências relacionadas ao uso de entorpecentes neste sábado (7), durante rondas ostensivas e preventivas em diferentes bairros de Palmeira dos Índios. Todos os casos resultaram na lavratura de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) com base no artigo 28 da Lei nº 11.343/2006, que trata do porte de drogas para consumo pessoal.
A primeira ocorrência foi registradas às 10h59, na Rua São Miguel, no bairro Alto do Cruzeiro, área conhecida pelo uso e tráfico de drogas. Durante patrulhamento do Tático Rural 01, os policiais visualizaram uma mulher que tentou se evadir ao perceber a aproximação da guarnição. Na abordagem, foi encontrada uma pedra de substância análoga a crack, pesando aproximadamente 0,1 grama. A envolvida admitiu ser usuária e relatou ter adquirido a droga nas proximidades da Praça da Independência, de um indivíduo que disse não conhecer. Após os procedimentos, ela se comprometeu a comparecer ao Juizado Especial Criminal.
A segunda ocorrência foi registrada às 11h56, na Avenida Muniz Falcão, bairro São Cristóvão. A guarnição do Tático Urbano abordou dois indivíduos que trafegavam em uma motocicleta e demonstraram nervosismo ao avistar a viatura. Com o passageiro, foram encontradas 15 pedras de substância análoga a crack, pesando cerca de 2,4 gramas. O abordado afirmou que a droga teria sido adquirida na Feira do Troca para consumo próprio. Ele foi conduzido ao CISP de Palmeira dos Índios para lavratura do TCO.
Pouco depois, às 12h31, no mesmo local, foi registrada a ocorrência BO nº 1447410. Durante nova abordagem à motocicleta, os policiais encontraram com o condutor duas bombinhas de substância análoga à cocaína, pesando aproximadamente 2,3 gramas. O homem também afirmou que a droga seria para consumo pessoal. Além disso, foi constatado que ele não possuía CNH e que a motocicleta estava com a documentação irregular, resultando na lavratura de autos de infração e apreensão do veículo.
A quarta ocorrência, BO nº 1447501, foi registrada às 16h42, na Rua José Caetano de Morais, região central, durante rondas do Tático Rural 02, com apoio do supervisor do dia. Os policiais abordaram dois indivíduos em atitude suspeita. Com um deles, foram encontrados cinco pinos de substância análoga à cocaína, localizados no bolso direito. O abordado confessou ter comprado a droga minutos antes, na Rua São Miguel, no bairro Alto do Cruzeiro. O acompanhante não portava material ilícito e foi liberado. O infrator foi conduzido ao CISP, sem necessidade de algemas, e teve o TCO lavrado.
Em todas as ocorrências, os envolvidos assumiram o compromisso de comparecer em juízo em data a ser definida, para as providências legais cabíveis.
Foto: Reprodução
Um homem foi preso de forma inusitada durante uma operação policial ao se aproximar de um delegado para pedir uma foto. A ação era coordenada pelo delegado Charles Pessoa, integrante do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO). No momento da abordagem, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o suspeito.
De acordo com as informações, o homem se aproximou de maneira tranquila e solicitou o registro fotográfico com o próprio delegado que comandava a operação. Durante a checagem dos dados pessoais, os agentes identificaram que ele era um dos alvos da ação policial e possuía mandado judicial em aberto, além de integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Diante da constatação, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais cabíveis. O crime específico ao qual ele responde não foi divulgado.
A prisão ocorreu durante uma operação deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública, por meio das Polícias Civil e Militar, com foco no combate ao tráfico de drogas no município de Valença. A ação resultou no cumprimento de seis mandados judiciais, na prisão de cinco suspeitos e na apreensão de drogas.
A operação foi coordenada pela Delegacia Seccional de Valença, com apoio do DRACO, da Delegacia Seccional de Picos, da Inteligência da Secretaria de Segurança Pública e da Polícia Militar, por meio do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI).
A situação chamou a atenção de populares que acompanhavam a movimentação policial e evidenciou a importância das abordagens e da verificação de antecedentes durante operações de segurança pública.
Novo medicamento é genérico da versão para diabetes de medicamento com liraglutida - Maskot/GettyImages
Seis mortes suspeitas e 225 casos suspeitos de pancreatite foram notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em associação ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil desde 2018.
As informações constam no VigiMed, sistema oficial da Anvisa, e em relatos de pesquisa clínica com esses medicamentos no Brasil. As notificações de casos e mortes envolvem diferentes medicamentos agonistas do GLP-1, como semaglutida, liraglutida, lixisenatida, tirzepatida e dulaglutida.
A pancreatite associada ao uso das canetas emagrecedoras ganhou atenção internacional no início do mês, após um alerta divulgado no Reino Unido sobre caso em usuários de medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1. No país, há 19 mortes.
Autoridades sanitárias e especialistas reforçam que os dados não apontam que é preciso suspender o uso das canetas emagrecedoras, mas destacam a importância da prescrição responsável e do acompanhamento médico.
"A população precisa ser alertada. Esses remédios são importantes e salvam vidas, mas eles podem se tornar perigosos se usados por pessoas sem indicação ou de fontes duvidosas", disse Alexandre Hohl, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).
O que mostram os dados brasileiros
De acordo com a Anvisa, há 225 notificações de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras. O número representa avisos feitos após o uso comercial (após o lançamento do produto) e em pessoas que estavam nos estudos clínicos dos medicamentos.
Os casos aconteceram com pacientes de São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal.
Além desses, há seis mortes relacionados com suspeita de relação com a pancreatite após uso dos medicamentos. No caso das mortes, os estados não foram informados.
De um lado, os dados são classificados como suspeitos porque, após o recebimento da notificação, é necessário passar por um processo técnico de análise para confirmação.
De outro, o número pode ser ainda maior, apontam especialistas. Isso porque esse tipo de notificação não é compulsória. Ou seja, o médico ou hospital que atende um paciente em uso de medicamentos agonistas do GLP-1 e com pancreatite não é obrigado a comunicar o caso à Anvisa.
Na base do VigiMed, disponibilizada pela Anvisa, os casos relatados aparecem associados aos medicamentos Wegovy, Victoza, Trulicity, Saxenda, Xultophy, Ozempic, Rybelsus e Mounjaro.
Apesar disso, a agência informa que não é possível afirmar que todos os casos estejam, de fato, relacionados a essas marcas, já que há registros de uso de canetas falsas, irregulares ou manipuladas que são apresentadas como 'similares' às de nome comercial.
A Anvisa informou que os casos estão em investigação.
Alerta sobre uso sem acompanhamento
Especialistas explicam que o risco de pancreatite já é conhecido pelos médicos e consta, inclusive, na bula de alguns desses medicamentos.
No caso do Mounjaro, o documento informa que a inflamação do pâncreas, chamada de pancreatite aguda, é uma reação adversa incomum, mas possível durante o tratamento.
Outro ponto que é reforçado pela própria Anvisa é que ainda não se sabe se os casos foram mesmo causados pelo uso da caneta ou por um risco que o paciente já tinha.
Para além disso, não há dados oficiais sobre o total de pacientes que usam esses medicamentos no Brasil para saber qual é a porcentagem de pessoas em tratamento que são afetadas pelo efeito adverso. Para se ter uma dimensão do uso, estimativas apontam que apenas o mercado ilegal movimente R$ 600 milhões por ano.
Alexandre Hohl reforça que ainda não é possível associar diretamente os casos, já que o público-alvo dessas terapias é formado por pessoas que, por si só, já têm maior risco de pancreatite, como pacientes com obesidade e diabetes.
Segundo ele, pacientes em uso dessas substâncias precisam ter acompanhamento regular da saúde do pâncreas, o que faz parte do protocolo clínico.
"É preciso ser cuidadoso porque esse risco pode ser causado por uma doença prévia. Pessoas com diabetes e obesidade, que são o público tratado pela caneta, têm mais risco de desenvolver pancreatite. Ainda não temos como saber se esses casos estão sendo causados pelo medicamento ou pelas próprias doenças de base", disse Alexandre Hohl, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).
No Brasil, não há um alerta específico para pancreatite associado ao tratamento, e os médicos ouvidos reforçam que o uso dos medicamentos continua sendo considerado seguro, desde que haja indicação adequada e acompanhamento médico.
Anvisa informou que acompanha os casos e que vem aumentado o rigor, como a exigência de retenção de receita. No entanto, pontou que outras medidas podem ser tomadas caso identifique outros riscos.
Para se ter uma noção, em nível mundial, há 14.530 notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos e 378 mortes.
O principal risco, segundo os especialistas, está no uso sem orientação profissional, especialmente de versões manipuladas.
Nesses casos, não há controle de dose, histórico clínico ou monitoramento de sinais precoces de inflamação do pâncreas, o que pode levar a quadros graves antes da busca por atendimento médico.
O que diz a Anvisa
Esses dados e outros foram base para que estes medicamentos sofressem a restrição de venda com retenção de receita médica, determinada pela Anvisa em abril de 2025, para que todos os pacientes fossem avaliados criteriosamente por um médico antes de ter acesso aos medicamentos.
Até o momento a venda do medicamento com receita médica se mostra uma medida de controle adequada. Porém, outras medidas podem ser tomadas caso a Anvisa identifique outros riscos.
Foto Francisco Cedrim/ Ascom CRB
O Coruripe venceu o CRB por 2 a 1, de virada, na tarde deste sábado (7), no Estádio Gérson Amaral, em partida válida pela 7ª rodada da primeira fase do Campeonato Alagoano. O resultado garantiu a permanência do Hulk na elite do futebol estadual.
A vitória foi a única do Coruripe na competição. O time chegou aos 5 pontos, já que somava apenas dois empates anteriormente, e encerrou a primeira fase na 6ª colocação, assegurando sua permanência na Série A do Alagoano. O triunfo, combinado com a derrota do CSE, também acabou decretando o rebaixamento do tricolor.
Já o CRB, que sofreu a segunda derrota consecutiva, terminou a fase classificatória na 3ª colocação e enfrentará o CSA na semifinal do campeonato.
A partida foi marcada por uma queda de energia elétrica no estádio aos 46 minutos do segundo tempo. O árbitro havia assinalado seis minutos de acréscimos, mas apenas um minuto foi efetivamente jogado antes da interrupção. O jogo ficou paralisado por cerca de uma hora, sem qualquer fornecimento de energia elétrica nos refletores do estádio.
Após o cumprimento do protocolo previsto no artigo 37 do Regulamento Específico da Competição (REC) — com dois períodos de espera de 30 minutos, totalizando uma hora — a energia não foi restabelecida. Diante disso, a arbitragem decidiu encerrar definitivamente a partida, registrando o ocorrido em súmula.
Em nota oficial, a Federação Alagoana de Futebol (FAF) informou que, conforme o regulamento, o placar vigente no momento da interrupção foi homologado como resultado final, confirmando a vitória do Coruripe por 2 a 1. A súmula será analisada, e eventuais desdobramentos caberão ao Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas (TJD/AL).
Com o resultado, o Coruripe comemorou a permanência na elite, enquanto o CRB agora volta as atenções para o clássico semifinal diante do CSA.
Confira a nota da Federação Alagoana
Pela 7ª rodada do Campeonato Alagoano SportyBet 2026, a partida entre Coruripe e CRB, realizada no Estádio Gerson Amaral, no município de Coruripe, foi interrompida aos 46 (quarenta e seis) minutos do segundo tempo, em razão da falta de energia elétrica nos refletores do estádio. Ressalta-se que o árbitro havia assinalado 6 (seis) minutos de acréscimos, dos quais apenas 1 (um) minuto foi efetivamente disputado, restando, portanto, ainda 5 (cinco) minutos a serem jogadas.
No momento da interrupção, o placar da partida era de Coruripe 2 x 1 CRB. Em conformidade com o disposto no artigo 37 do Regulamento Específico da Competição (REC) do Campeonato Alagoano SportyBet 2026, foi observado o protocolo regulamentar, com a concessão de 30 (trinta) minutos iniciais de espera, seguidos de mais 30 (trinta) minutos, totalizando 1 (uma) hora, para possibilitar o restabelecimento da energia elétrica.
Diante da não normalização do fornecimento de energia ao término do prazo regulamentar, a arbitragem decidiu pelo encerramento definitivo da partida, sendo homologado como resultado final o placar vigente no momento da interrupção: Coruripe 2 x 1 CRB.
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