Foto: Ascom PC/AL

A Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da Capital (DHPP), unidade coordenada pela delegada Tacyane Ribeiro, em ação conduzida pelo 2º Seguimento, realizou nesta quinta-feira (19), juntamente com o 4º Batalhão da Polícia Militar, a prisão de um homem de 29 anos apontado como homicida de altíssima periculosidade e listado entre os criminosos mais perigosos do Estado.

A captura ocorreu na capital após intensas diligências investigativas e operacionais conduzidas pela equipe do 2º Seguimento da DHPP, coordenada pelo delegado Lucimério Campos.

O indivíduo foi localizado e detido em cumprimento a cinco mandados de prisão expedidos por Varas Criminais da Comarca de Maceió, todos relacionados a crimes graves contra a vida e contra o patrimônio, muitos deles praticados com extrema violência e com vinculação a organização criminosa atuante na capital.

Três das ordens judiciais referem-se a condenações já transitadas em julgado, cujas penas somadas ultrapassam 40 anos de reclusão.

Entre os crimes atribuídos ao preso está o homicídio do policial militar Mozart Batista da Silva, ocorrido em 6 de dezembro de 2019, no bairro Jardim Petrópolis II, em Maceió. A ordem de prisão foi expedida pela 7ª Vara Criminal.

Conforme as investigações, o crime foi praticado mediante disparos de arma de fogo, após determinação de liderança de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas na região, que identificou a vítima como agente de segurança pública e a considerou uma ameaça às atividades ilícitas do grupo.

A execução teve como objetivo, inclusive, a subtração da arma funcional do militar. A condenação pelo homicídio do policial transitou em julgado, com pena de 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão.

Resumo dos demais crimes e mandados cumpridos

Dos cinco mandados cumpridos, além do caso envolvendo o policial militar, constam:

1) Homicídio – 9ª Vara Criminal

Crime ocorrido em 29/03/2022, no bairro Chã da Jaqueira, quando a vítima Bruno Sérgio da Silva foi brutalmente espancada e, em seguida, alvejada por disparos de arma de fogo, vindo a óbito após ser socorrida ao HGE. O crime foi praticado em concurso de agentes e o processo encontra-se em tramitação.

2) Roubo majorado com violência – 3ª Vara Criminal

Em 06/10/2016, o preso e comparsas invadiram imóvel no bairro Poço, mantendo vítimas amarradas e trancadas em banheiro sob grave ameaça com arma de fogo, subtraindo diversos bens e causando lesões físicas. A condenação transitou em julgado, com pena de 8 anos, 1 mês e 22 dias de reclusão.

3) Homicídio qualificado – 7ª Vara Criminal

No dia 16/12/2019, a vítima Williams dos Santos Vieira foi executada a tiros logo após sair de sua residência com esposa e filho, sendo abordada por criminosos encapuzados que efetuaram diversos disparos, inclusive após a vítima implorar por sua vida. O crime teria sido motivado por retaliação de organização criminosa. Pena de 19 anos e 3 meses de reclusão, com trânsito em julgado.

4) Homicídio consumado e tentativa de homicídio – 9ª Vara Criminal

Fato ocorrido em 08/05/2024, no bairro Chã da Jaqueira, quando o investigado executou Antônio Severino da Silva Neto com arma de fogo e, no mesmo contexto, atentou contra a vida de outra vítima. O processo encontra-se em tramitação.

Segundo avaliação das forças de segurança, o preso figurava entre os cinco criminosos mais perigosos do Estado, impondo temor à comunidade da Grota Santa Helena e áreas adjacentes.

Após a captura, o homem foi conduzido à unidade policial competente e permanece à disposição da Justiça. Ele será apresentado em audiência de custódia hoje, quando serão avaliadas as medidas judiciais cabíveis, sendo posteriormente recolhido ao sistema prisional para cumprimento das penas impostas pelo Poder Judiciário.

Foto: Ascom PMAL

A Polícia Militar de Alagoas divulgou, nesta quinta-feira (19), o balanço das ocorrências registradas durante o Carnaval 2026, apontando redução nos crimes de roubo e crescimento no número de armas apreendidas em comparação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com os dados, contabilizados entre 18h da sexta-feira (13) e 12h da quarta-feira (18), foram registrados 8 roubos, o que representa uma queda de 46,67% em relação a 2025.

Já as ações de combate à criminalidade resultaram na apreensão de 26 armas, número 52,94% maior do que o registrado no Carnaval anterior.

Prisões e ocorrências mais frequentes

O levantamento aponta que as ocorrências registradas resultaram em 140 prisões. Entre as tipificações mais comuns estão casos de violência contra a mulher, tentativas de homicídio e embriaguez ao volante.

Somente com base na Lei Maria da Penha, foram 181 registros, contra 149 no ano anterior — um aumento de 21%, mantendo o tema como um dos principais focos de atenção das autoridades.

TCOs e contravenções

Durante o período, foram confeccionados 165 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs), alta de 48,65% em relação a 2025. As principais incidências envolveram perturbação do sossego, ameaça e lesão corporal.

A contravenção de perturbação do sossego se destacou, com 433 ocorrências finalizadas em todo o estado, número 82% superior ao registrado no Carnaval do ano passado.

Base dos dados

O balanço foi elaborado pela Seção de Estatística e Ciência Aplicada da corporação, a partir de registros da Central de Atendimento e Despacho da Secretaria de Segurança Pública, consolidando os indicadores do período carnavalesco em todo o estado.

Homem de Alagoas é preso em Ribeirão Preto, SP — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Um homem investigado por envolvimento em dezenas de homicídios foi preso na última segunda-feira (16) no bairro Jardim Aeroporto, em Ribeirão Preto, São Paulo.

De acordo com a polícia, Marcos Davi Lopes dos Santos, de 33 anos, era procurado pela Justiça de Alagoas por homicídio qualificado. Ele é apontado como suspeito de participação em cerca de 50 assassinatos no estado, onde teria atuado como matador de aluguel, executando crimes sob encomenda mediante pagamento.

No mandado de prisão, o investigado aparece como réu pelo assassinato de um homem e da própria filha, de 16 anos, crime ocorrido em Maceió em 2012.

Segundo as autoridades, o suspeito morava em Ribeirão Preto desde 2014 e trabalhava em uma empresa de pavimentação. Ele foi localizado e abordado enquanto estava uniformizado no local de trabalho, durante patrulhamento policial na região.

Após a prisão, Marcos Davi foi encaminhado para os procedimentos legais e deverá ser transferido para Alagoas, onde responderá pelos crimes na Justiça.

Defesa nega acusações

Em nota, a defesa repudiou o que classificou como divulgação de informações inverídicas. A advogada Elaine Cristina Campos afirmou que o cliente se mudou para Ribeirão Preto em busca de melhores condições de vida e que não possui antecedentes criminais, sustentando que não há provas que o vinculem aos crimes investigados.

A defesa também declarou que ele tem endereço e trabalho fixos e que a inocência será demonstrada no decorrer do processo judicial.

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Turista argentina é presa após vandalizar estátua de Padre Cícero no Crato (CE) — Foto: Reprodução

Uma turista argentina de 71 anos foi presa pela Guarda Municipal nesta quinta-feira (19) após vandalizar e quebrar uma estátua do santo popular Padre Cícero no terminal rodoviário do Crato, na região do Cariri cearense. A mulher pagou fiança e foi liberada.

O caso aconteceu por volta das 13h20 e foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram a idosa com uma mala e uma bolsa. Após se aproximar da estátua, ela utiliza a bolsa para atingir a peça. Pouco depois, ela usa as mãos para derrubar o item no chão. Com o impacto, a estátua quebrou.

Conforme apuração da TV Verdes Mares, a idosa de 71 anos é natural de Córdoba, a segunda maior cidade da Argentina e estaria no Cariri cearense com filha fazendo turismo religioso. Ela estava na rodoviária para tomar um ônibus para São Paulo, de onde seguiria para Foz do Iguaçu, na fronteira com a Argentina.

Após a derrubada da estátua, a mulher foi detida e levada à Delegacia de Polícia Civil do Crato, mas negou ter quebrado a estátua e foi liberada. Depois, os agentes encontraram as imagens de câmeras de segurança e a mulher foi detida novamente.

Ela foi novamente conduzida à unidade policial, onde foi autuada pelo crime de dano qualificado contra patrimônio público. A mulher pagou fiança e foi liberada para responder ao procedimento em liberdade. Após pagar fiança, ela seguiu viagem.

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Prisão em Cabo Frio de homem apontado com o chefe do tráfico em Belford Roxo — Foto: Reprodução

A Polícia Militar prendeu, nesta quarta-feira (18), um dos apontados como chefes do crime organizado em comunidades de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Marbem Gomes de Souza Junior, de 27 anos, foi localizado durante um passeio de barco nas imediações da Ilha do Japonês, em Cabo Frio, na Região dos Lagos.

Segundo a corporação, o criminoso era considerado uma das lideranças nas comunidades do Parque Floresta, Caixa D’Água, Casinhas e Morro da Galinha, em Belford Roxo. Ele estava foragido da Justiça pelo crime de roubo.

A prisão foi realizada em uma ação integrada da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar, do Comando de Polícia Ambiental (CPAm) e do 25º BPM (Cabo Frio). De acordo com a PM, os agentes monitoraram o suspeito aproveitando dias de sol na orla da ilha e fizeram a abordagem com apoio de motos aquáticas.

Marbem foi detido durante o passeio de barco e levado para a 126ª DP, onde o caso foi registrado.

Anotações por homicídio e roubo

Ainda segundo a polícia, ele tem sete anotações criminais por homicídio e roubo. Além de atuar em Belford Roxo, Marbem também seria responsável por articular a expansão territorial de sua facção criminosa para os estados de Alagoas e Pernambuco.

Em janeiro de 2020, o suspeito foi ferido em um confronto com forças de segurança em Recife. De acordo com a PM, ele foi socorrido por familiares para um hospital em Maceió, capital de Alagoas, onde acabou localizado e preso à época.

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Menino de 5 anos. Foto: Reprodução

Uma criança de cinco anos, identificada como Anthony Gabriel, morreu após ser encontrada boiando em um córrego no bairro do Feitosa, em Maceió, na noite de quarta-feira (18). O caso é investigado pela Polícia Civil e, até o momento, é tratado como morte acidental por afogamento.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a criança já chegou sem vida à UPA do Jacintinho. Inicialmente, durante o atendimento médico, houve suspeita de abuso sexual, e o boletim de ocorrência chegou a ser registrado como estupro de vulnerável. Posteriormente, a Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) descartaram violência, apontando afogamento como causa da morte.

Anthony Gabriel era autista não verbal. Segundo familiares e vizinhos, ele brincava próximo de casa quando desapareceu, o que deu início às buscas. Pouco depois, foi localizado no córrego da região e levado para atendimento, mas não resistiu.

Em entrevista à TV Asa Branca Alagoas, o pai da criança, João Paulo, relatou que o filho foi retirado da água ainda com sinais vitais, porém com respiração fraca. Um médico que participou do atendimento informou que foram realizadas manobras de reanimação por cerca de uma hora, sem sucesso.

A investigação é conduzida pela delegada Talita Aquino, da Delegacia de Combate aos Crimes Contra Criança e Adolescente.

Após o ocorrido, moradores realizaram protestos na via que liga os bairros Feitosa e Jacintinho, bloqueando o trânsito na noite de quarta e novamente na manhã de quinta-feira (19).

Peixe Mero, registrado em Alagoas. — Foto: Cláudio Sampaio

Um exemplar de peixe mero (Epinephelus itajara), espécie considerada criticamente ameaçada de extinção no Brasil, foi avistado na terça-feira (17) durante um mergulho científico no município de Coruripe, no litoral sul do estado.

O registro foi feito pelo pesquisador Márcio Lima Jr., integrante do Projeto Meros do Brasil e do programa de pós-graduação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O peixe media cerca de 1,20 metro e estava a aproximadamente 10 metros de profundidade, em ambiente recifal considerado típico para a espécie.

Segundo o pesquisador, o mero apresentou comportamento tranquilo e curioso, característica comum do animal. O registro de indivíduos adultos em ambiente natural é comemorado por especialistas, já que a presença da espécie no estado se tornou menos frequente nas últimas décadas.

De acordo com Cláudio Sampaio, coordenador do projeto, o litoral sul de Alagoas é área estratégica para a conservação do mero, que depende da preservação de manguezais e recifes ao longo do ciclo de vida.

Mesmo protegido por lei, o peixe ainda sofre com pesca ilegal, degradação ambiental e poluição. Pesquisadores reforçam que não se deve pescar, comprar ou consumir a espécie e orientam que novos avistamentos sejam comunicados aos projetos de monitoramento.

Para os especialistas, cada registro de um mero vivo indica a importância da conservação dos ecossistemas marinhos e a necessidade de ampliar ações de proteção.

Foto: Arquivo/Polícia Civil AL

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu um homem de 30 anos por dívida de pensão alimentícia no município de Palmeira dos Índios.

A ação foi realizada por equipes da 5ª Delegacia Regional de Polícia (5ªDRP), por meio do chefe de operações Diogo Martins. De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, o débito totalizava R$ 4.751,88.

A prisão ocorreu em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara de Palmeira dos Índios, em decorrência do não pagamento da obrigação alimentícia, conforme previsto na legislação brasileira.

O homem foi localizado, detido e encaminhado à unidade policial para a adoção dos procedimentos cabíveis, ficando à disposição da Justiça.

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Foto: Divulgação

A mpox voltou ao noticiário internacional após a confirmação de novos casos no Brasil, incluindo um registro recente em Porto Alegre, que se soma a dois diagnósticos em São Paulo. A infecção na capital gaúcha ocorreu por contato direto com uma pessoa infectada fora do estado, padrão já conhecido de transmissão da doença.

Especialistas destacam que o reaparecimento do tema não indica necessariamente um novo surto, mas reflete o fato de que o vírus nunca deixou de circular desde o surto global iniciado em 2022. Em um cenário de alta mobilidade internacional, a presença contínua da doença reforça a necessidade de monitoramento permanente.

O que é a mpox

A mpox é causada pelo vírus Monkeypox virus (MPXV), pertencente à mesma família da varíola, os ortopoxvírus. Trata-se de uma infecção zoonótica, com reservatórios naturais principalmente em roedores africanos. Humanos e primatas são considerados hospedeiros ocasionais.

A transmissão para humanos pode ocorrer por mordidas, arranhões ou contato com fluidos de animais infectados, enquanto a disseminação entre pessoas acontece principalmente por contato direto com lesões de pele, secreções, fluidos corporais ou objetos contaminados.

Após um período de incubação que pode chegar a cerca de três semanas, os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, mal-estar, aumento de gânglios linfáticos e lesões cutâneas que evoluem em estágios. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada, embora grupos como crianças, gestantes e pessoas imunossuprimidas tenham maior risco de complicações.

Situação epidemiológica

Segundo o Ministério da Saúde, até o início de fevereiro de 2025 foram notificados 115 casos de mpox no país, sem registro de mortes nos dois anos anteriores. Em 2025 também foi confirmado o primeiro caso da cepa 1b no Brasil, variante geneticamente distinta do vírus.

Em 2026, a confirmação de um caso em Porto Alegre indica a continuidade da circulação do vírus em novas regiões, ainda que em números menores do que os observados em períodos anteriores.

No cenário global, dados do Centers for Disease Control and Prevention mostram que a mpox permanece presente em diferentes regiões, com circulação dos principais clados do vírus e registros relacionados a viagens e transmissão local.

Vacinação e proteção

A principal vacina utilizada atualmente é a de terceira geração, conhecida como MVA-BN (ou Jynneos). Estudos indicam que os níveis de anticorpos neutralizantes podem diminuir ao longo do tempo, tanto após infecção quanto após vacinação, mas a proteção continua relevante, sobretudo para reduzir o risco de formas graves.

Esse cenário reforça a importância de políticas de imunização baseadas em evidências, com definição de grupos prioritários e acompanhamento contínuo.

Diagnóstico e tratamento

O manejo clínico é, na maioria dos casos, de suporte, com controle da dor, cuidado com lesões e prevenção de infecções secundárias. Em situações específicas, antivirais podem ser utilizados conforme protocolos internacionais.

Especialistas ressaltam que a detecção precoce depende de capacidade diagnóstica, integração entre serviços de saúde e comunicação rápida com autoridades sanitárias — fatores essenciais para evitar a ampliação da transmissão.

Vigilância permanente

Autoridades e pesquisadores reforçam que a principal lição é a necessidade de vigilância constante. O monitoramento envolve ações coordenadas entre governos, laboratórios e organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde.

O retorno da mpox à agenda pública evidencia que doenças infecciosas não desaparecem quando deixam de ser destaque e que a resposta em saúde pública precisa ser contínua para identificar e conter casos antes que ganhem maior dimensão.

Foto: maxsaf/iStock

Uma tendência que circula nas redes sociais tem incentivado homens a exporem a bolsa escrotal diretamente ao sol com a promessa de elevar naturalmente os níveis de testosterona. No entanto, especialistas afirmam que a prática não possui respaldo científico e pode trazer riscos à saúde.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, não há estudos clínicos que comprovem que a exposição solar direta nos testículos aumente a produção do hormônio de forma segura ou consistente. A prática ganhou visibilidade em conteúdos ligados ao chamado biohacking, que defendem estratégias de “otimização hormonal”.

Origem da ideia

Segundo especialistas, a confusão surgiu a partir de pesquisas que associam maior tempo ao ar livre a níveis médios mais elevados de testosterona em algumas populações. Também existem estudos que indicam que a exposição da pele à radiação ultravioleta pode ativar mecanismos hormonais indiretos no organismo.

Isso, porém, não significa que expor diretamente a região genital ao sol aumente a produção hormonal. A relação mais consistente observada na literatura científica envolve níveis adequados de vitamina D, produzida pela pele com a exposição solar, e não a exposição específica dos testículos.

Como a testosterona é produzida

A testosterona é produzida principalmente nos testículos, em células chamadas de Leydig, por meio de um sistema hormonal regulado pelo cérebro. O processo começa no hipotálamo, que envia sinais à hipófise, responsável por liberar o hormônio luteinizante (LH). Esse hormônio, então, estimula os testículos a produzirem testosterona.

Especialistas ressaltam que esse mecanismo é central e não depende de estímulos solares locais.

Riscos da prática

Além da ausência de benefício comprovado, a exposição direta da bolsa escrotal ao sol pode provocar queimaduras, já que a pele da região é fina e sensível. A elevação da temperatura local também pode prejudicar a produção de espermatozoides, afetando a fertilidade.

Assim como em outras partes do corpo, a exposição prolongada à radiação ultravioleta aumenta o risco de câncer de pele ao longo da vida.

O que realmente ajuda a manter níveis adequados

Profissionais de saúde destacam que hábitos com evidência científica são os mais indicados para manter níveis hormonais equilibrados, como:

  • sono regular e de qualidade;

  • prática de atividade física, especialmente treino de força;

  • controle do peso;

  • redução do consumo excessivo de álcool;

  • tratamento de doenças associadas.

Quando há sintomas de baixa testosterona, a recomendação é procurar avaliação médica. A reposição hormonal só deve ser feita com indicação clínica e acompanhamento profissional.

Especialistas reforçam que seguir tendências sem base científica pode trazer riscos e atrasar o diagnóstico de condições como o hipogonadismo, caracterizado pela produção insuficiente de testosterona.

Contato

Rua José e Maria Passos, nº 25
Centro - Palmeira dos Índios - AL.
(82) 99641-3231
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
SETOR FINANCEIRO: (82) 3421-2289 / 99636-5351
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COMERCIAL: 
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