
Foto: Ilustração
Um homem de 24 anos foi preso por tráfico de drogas na noite do domingo (26), no bairro Alto do Cruzeiro, em Palmeira dos Índios (AL), após ser flagrado com entorpecentes e dinheiro durante incursão realizada por guarnições do Pelopes e da Rádio Patrulha em área conhecida pelo comércio ilegal.
De acordo com as informações, a ação ocorreu por volta das 23h, durante operação determinada pelo comando do batalhão, com a participação das equipes do Pelopes (Tático Urbano, Tático Rural 01 e 02) e RP 01. Durante a incursão a pé, os policiais avistaram um indivíduo com uma sacola preta que, ao perceber a presença das guarnições, entrou rapidamente em uma casa abandonada já conhecida como ponto de tráfico.
As equipes realizaram a progressão no imóvel, onde havia outras pessoas, que foram abordadas e revistadas, mas nada de ilícito foi encontrado com elas. Já com o suspeito, foram apreendidas diversas substâncias análogas a drogas e dinheiro em espécie.
Segundo a polícia, foram encontrados 28 pinos e sete invólucros de substância análoga à cocaína, uma porção de maconha, 26 pedras de substância análoga ao crack, além de R$ 414 em cédulas de pequeno valor. O próprio suspeito informou os preços de comercialização dos entorpecentes.
Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido, junto ao material apreendido, ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios. No local, foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante por tráfico de drogas, com base no artigo 33 da Lei 11.343/2006.
O suspeito permanece à disposição da Justiça.

Foto: Assessoria
O prefeito Roberto Wanderley assinou a ordem de serviço para o novo CAPS de Estrela de Alagoas, ao lado dos senadores Renan Calheiros e Renan Filho, do deputado estadual José Wanderley Neto e do governador Paulo Dantas.
Com investimento superior a R$ 2 milhões e início imediato — recursos já garantidos —, a obra substitui a atual estrutura improvisada em imóvel alugado, ampliando e qualificando o atendimento em saúde mental.
A iniciativa integra a reestruturação da rede municipal, que inclui o novo Centro de Saúde 24 horas — primeiro serviço de urgência e emergência da história da cidade —, além de obras em educação e infraestrutura, como escolas, creches e melhorias urbanas.
A ação reforça o foco da gestão na estruturação dos serviços públicos e na ampliação do acesso da população.

Novo medicamento é genérico da versão para diabetes de medicamento com liraglutida - Maskot/GettyImages
A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute esta semana uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos relacionados a medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.
A popularização das canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos, incluindo a semaglutida, a tirzepatida e a liraglutida, ampliou o uso indiscriminado e o mercado ilegal desse tipo de medicamento que, atualmente, só pode ser adquirido por meio de receita médica.
Em razão dos riscos à saúde da população, a Anvisa vem tomando uma série de medidas para coibir o comércio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização. A agência também criou grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes.
Também este mês, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF), junto à própria Anvisa, assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.
A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, além de zelar pela saúde da população brasileira.
“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”, informou a agência.
Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Neuton Dornelas, avaliou que o uso de canetas emagrecedoras para tratar a obesidade e o diabetes figura como uma espécie de revolução, mas que o uso indiscriminado do medicamento preocupa.
“São medicamentos muito bons, eficazes, potentes, que abriram realmente um grande horizonte para o tratamento, sobretudo para pessoas que vivem com obesidade. São medicamentos que revolucionaram sob essa perspectiva. Tudo o que a gente já teve pra tratar obesidade tinha resultado menos potente, menos eficaz e eu diria até menos seguro.”
“Pra quem vive com uma doença que é crônica, ter a promessa, a expectativa, a esperança de um tratamento, a longo prazo que seja, mas que funcione abriu um horizonte. Esses medicamentos são importantes, ajudam muito não apenas na perda de peso e no controle da glicose, mas, sobretudo, para diminuir o risco cardiovascular”, completou.
Dornelas destacou levantamento recente feito pela Anvisa, segundo o qual a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação de canetas emagrecedoras tem sido incompatível com o mercado nacional. Os dados mostram que, apenas no segundo semestre de 2025, foram importados mais de 100 quilos de insumos, quantidade suficiente para a preparação de aproximadamente 20 milhões de doses.
“Quando se fala em 20 milhões de doses, é um número chamativo, mas mais do que isso: eles apreenderam 1,3 milhão de medicamentos por algum grau de ilegalidade ou irregularidade, seja pelo transporte, pelo armazenamento”, lembrou.
“Isso é estarrecedor. É assustador. A Sbem já vem alertando há muito tempo sobre isso. Para que as pessoas não consumam medicamentos de fontes que não são legais, medicamentos que não são registrados. Isso é altamente preocupante. Além disso, ter uma medicação que é aprovada para duas doenças crônicas, diabetes e obesidade, e as pessoas usarem de maneira indiscriminada realmente é condenatório.”
Dornelas destacou ainda que apoiou, junto a outras entidades, a decisão da Anvisa para que farmácias e drogarias passassem a reter as receitas de canetas emagrecedoras desde junho do ano passado. “O consumo desenfreado, eu diria, vem do mercado paralelo”.
“Hoje, diante desse boom, desse exagero que estamos vendo, talvez valesse a pena a Anvisa bloquear por três meses, por seis meses ou até por um ano qualquer manipulação de qualquer uma dessas drogas injetáveis para o tratamento da obesidade”, defendeu.
“Não se tem estrutura, na agência, suficiente para fiscalizar e fazer tudo isso com um volume de 20 milhões de doses. Então, num ponto crítico como esse, eu defenderia o bloqueio da manipulação, nem que seja por um período transitório, até que se tenha outras medidas mais cabíveis pra isso.”
Ao comentar os benefícios das canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade e diabetes, o médico explicou que os medicamentos atuam por meio de três mecanismos de ação: ajudam no controle da glicose; retardam o esvaziamento do estômago ou esvaziamento gástrico, fazendo com que a pessoa mantenha uma plenitude alimentar mais prolongada; e atuam no cérebro, reduzindo o apetite por meio do aumento da saciedade.
“Com isso, eles promovem uma menor ingesta de alimentos e, por meio de mecanismos fisiológicos e da interrelação com outros hormônios, eles promovem uma perda de peso bastante substancial. A semaglutida, por exemplo, tem uma média de 15% de perda de peso e a tirzepatida pode chegar a 22% ou 25%, variando de pessoa para pessoa, dependendo da dose, do acompanhamento de um profissional, além da adesão a outras medidas, como mudança de estilo de vida e melhoras na alimentação.”
Dornelas destacou que todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e que, no caso das canetas, os principais efeitos são náuseas, vômitos e demais sintomas gastrointestinais.
“Com o uso indiscriminado, comprando de fontes não seguras medicamentos não bem armazenados ou transportados, esses riscos aumentam muito”.
“A Anvisa começou a registrar efeitos colaterais mais severos, como a pancreatite. A gente que é médico, que avalia, sabe que a pancreatite já é uma doença, infelizmente, muito frequente. No Brasil, são em torno de 40 mil internações por ano. Mas ela habitualmente é causada por dois grandes fatores: bebida alcoólica em exagero ou pedras na vesícula.”
“Esses medicamentos, por si só, quando se faz o retardo do esvaziamento gástrico, eles promovem uma maior parada do líquido que fica dentro da vesícula biliar. E o fato desse líquido, utilizado no processo da digestão, ficar mais tempo parado dentro vesícula pode facilitar a formação de cálculos. Isso poderia aumentar o risco, para algumas pessoas, de pancreatite. Esse é o maior risco hoje.”
O presidente da Sbem descreveu ainda o que os médicos chamam de quatro pilares da segurança e da responsabilidade em meio ao uso de medicamentos:
“Quando a gente fala de efeitos colaterais, não significa que é pra pessoa sentir isso. Náuseas, por exemplo, podem ocorrer entre 30% e 40% dos casos, mas, em tese, não é para acontecer. Então, se a pessoa está usando a medicação e não há efeito colateral, isso é muito bom. Não significa que a medicação não esteja atuando. Entre 60% e 70% das pessoas não sentem nada.”
“Mas náuseas mais intensas, vômitos e, principalmente, dor abdominal importante que não melhora – a dor é o sinal de alerta. Se há dor importante na parte superior do abdômen, temos que pensar na possibilidade, ainda que rara, de uma pancreatite. A dor é o mais preocupante”, concluiu.

Algumas das apreensões de ilícitos feitas pela Polícia Militar no balanço semanal - Foto: Ascom PMAL
Entre o último domingo (19) e a manhã deste sábado (25), as ações ostensivas da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) resultaram na apreensão de 11,798 kg de entorpecentes. No mesmo período, exatas 21 armas de fogo foram retiradas das ruas.
Nesse intervalo, as equipes confeccionaram um total de 93 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TOCs).
Os números baseiam-se nos dados contabilizados pela Seção de Estatística e Ciência Aplicada da PM (2ª Seção do Estado-Maior Geral) a partir da Central de Atendimento e Despacho (CAD), da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Foram 10 espingardas, oito revólveres e três pistolas. Armas e munições foram apreendidas em intervenções policiais realizadas em municípios como Maceió, Arapiraca, Japaratinga, Estrela de Alagoas e Joaquim Gomes, por exemplo. Quanto aos entorpecentes, foram apreendidos em cidades como Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia e União dos Palmares, entre outros. Foram apreendidos 10.730 g de maconha, 942 g de cocaína, 116 g de crack e 10 g de drogas sintéticas.
Entre as ações que contribuíram para este saldo, está a que foi registrada pelo 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM) na terça-feira (21). Um homem suspeito de comandar ataques criminosos na região do Mocambo foi preso com armas e drogas no Benedito Bentes, em Maceió.
Os policiais encontraram uma espingarda calibre 12, três carregadores de pistola, além de munições de diferentes calibres. Com ele, também foram apreendidas porções de entorpecentes, incluindo maconha, cocaína e crack. O suspeito foi conduzido à delegacia e autuado por tráfico de drogas qualificado, permanecendo à disposição da Justiça.
Outro destaque foi o número de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) confeccionados pelas guarnições: 93 no total, feitos por equipes atuando nos municípios de Maceió, Palmeira dos Índios, Arapiraca, Joaquim Gomes, Piaçabuçu, Junqueiro, São José da Laje, e outros mais, por ocorrências de naturezas diversas.
Por: Fernanda Alves/Ascom PM-AL

Jeal é o maior evento do desporto escolar de Alagoas - Foto: Alexandre Teixeira/Ascom Seduc
Falta pouco tempo para que técnicos e atletas garantam a participação nos Jogos Estudantis de Alagoas (Jeal) 2026. O período de inscrições encerra neste domingo, dia 26 de abril, exclusivamente pelo link. Segundo levantamento do Comitê Organizador Estadual (COE) dos jogos, até o momento 650 equipes já confirmaram presença.
“Estamos com a equipe toda mobilizada, coordenadores regionais, coordenação local, setor de TI, todos numa força-tarefa para alcançarmos a meta e garantir uma participação maciça de atletas nestes jogos. Estamos à disposição das escolas e técnicos para esclarecimentos e auxiliar no que for preciso, 24h de plantão e só paramos depois de atender a todos”, garante Daniela Raposo, integrante do COE e uma das cabeças da competição.
A expectativa é que mais de 15 mil estudantes participem das disputas, considerando as 605 escolas inscritas, condição obrigatória para dar continuidade nesta segunda etapa de inscrição para técnicos e atletas.
Do total de escolas inscritas, 483 são da rede pública, sendo 239 estaduais, 230 municipais e 14 do Instituto Federal de Alagoas (Ifal). As escolas particulares somaram 122 unidades. Na capital, são 137 escolas, divididas entre a 1ª e 13ª Gerências Especiais de Educação (GEEs). No interior, os quantitativos por GEEs variam entre 30 e 54 escolas.
Podem participar estudantes de 12 a 14 anos de idade (categoria infantil) e de 15 a 17 anos (juvenil), cujas escolas confirmaram a adesão.
A documentação necessária para inscrição dos alunos é a seguinte: RG, CPF, termo de cessão de direitos e responsabilidades dos participantes e atestado médico.
A documentação dos estudantes será entregue ao professor responsável. Também será necessário, no ato de inscrição, que o professor responsável apresente a própria documentação: Registro do Conselho Regional de Educação Física (CREF), de acordo com o regulamento específico da modalidade; termo de cessão de direitos e responsabilidades dos participantes e ficha da modalidade.
De acordo com o COE, após a alimentação dos dados na plataforma, o responsável deverá anexar toda a documentação comprobatória, tanto do atleta quanto do técnico, e aguardar a homologação.
Serão disputadas 22 modalidades, entre coletivas, individuais e de duplas. São elas: atletismo, atletismo adaptado, vôlei de praia, wrestling, badminton, ciclismo, futevôlei, ginástica artística, xadrez, judô, taekwondo, karatê, tênis de mesa, natação, esgrima, triatlo, tiro ao arco e ginástica rítmica. Já as modalidades coletivas serão quatro, distribuídas entre basquete, voleibol, handebol e futsal.
OS jogos terão, pela primeira vez, três etapas: regionais, inter-regionais e estadual. As seletivas regionais e inter-regionais, classificatórias para a etapa estadual, acontecem no mês maio, enquanto a seletiva estadual infantil e juvenil ocorrem de 19 de junho a 03 de julho, em Maceió.
Apenas algumas modalidades competem nas etapas regionais e inter-regionais. São elas: atletismo, futsal, basquete, handebol, voleibol, vôlei de praia e futevôlei.
As demais modalidades seguem direto para a etapa estadual: atletismo adaptado, badminton, ciclismo, esgrima, ginástica rítmica, judô, taekwondo, tênis de mesa, natação, wrestling, karatê e xadrez.
Por: Manuella Nobre/ Ascom Seduc

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Divulgação/White House
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou neste domingo (26) o ataque a tiros ocorrido durante um jantar com correspondentes da Casa Branca, em Washington D.C., na noite de sábado (25), afirmando que o suspeito, um homem de 31 anos da Califórnia, foi preso e deverá responder à Justiça, enquanto investigações seguem para esclarecer a motivação do crime.
O ataque aconteceu durante um evento de gala realizado em um hotel na capital norte-americana, que reunia autoridades e jornalistas. Após o som de disparos, Trump e outros membros do governo foram retirados às pressas pelo Serviço Secreto.
Em coletiva, o presidente classificou o autor como “um maluco” e “uma pessoa muito doente”, além de destacar a rapidez da atuação das forças de segurança. Segundo ele, um agente foi atingido, mas passa bem.
De acordo com informações preliminares, o suspeito estava hospedado no hotel onde ocorria o evento e foi detido ainda nas proximidades após troca de tiros com agentes. Ele deverá comparecer à Justiça na segunda-feira (27), quando será formalmente acusado.
Relatos indicam que o esquema de segurança do jantar apresentava falhas, sem revista rigorosa na entrada, o que pode ter facilitado a ação. O caso está sendo investigado pelo FBI, que busca esclarecer as circunstâncias e possíveis motivações do ataque.
O episódio foi descrito por Trump como um “momento traumático”. Apesar disso, o presidente afirmou que o protocolo de segurança funcionou ao impedir que o suspeito alcançasse áreas mais protegidas. O evento foi adiado após o incidente.

Homem é detido no chão por agentes de segurança em imagem divulgada por Donald Trump após tiros disparados em jantar de correspondentes da Casa Branca com presidente dos EUA, em Washington, nos EUA, em 25 de abril de 2026. — Foto: Reprodução/ Truth Social
O homem preso após o tiroteio nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, no sábado (25), foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, professor particular e desenvolvedor de jogos; o episódio levou à retirada do presidente Donald Trump do local por agentes de segurança.
De acordo com informações de agências internacionais, Allen possui formação acadêmica nas áreas de tecnologia. Ele concluiu mestrado em ciência da computação pela California State University, Dominguez Hills, e graduação em engenharia mecânica pelo California Institute of Technology, em 2017.
Registros profissionais indicam que o suspeito atuava há cerca de seis anos como tutor na empresa C2 Education, voltada à preparação de estudantes para o ensino superior. Em 2024, ele foi reconhecido como “professor do mês” pela instituição.
Além da atuação educacional, Allen desenvolvia projetos na área de tecnologia, incluindo jogos digitais — um deles baseado em conceitos de química molecular — e protótipos como um sistema de freio de emergência para cadeiras de rodas.
Segundo autoridades, o suspeito foi detido no local após abrir fogo nas proximidades do evento, que reunia autoridades e jornalistas. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas. O ataque resultou em ferimentos a agentes de segurança, mas o presidente e demais autoridades foram retirados em segurança.
O jantar, considerado um dos eventos mais sensíveis do calendário político dos Estados Unidos, conta com esquema reforçado de segurança. De acordo com relatos oficiais, o sistema funcionou ao impedir que o suspeito se aproximasse do presidente.
Até a última atualização, as autoridades não haviam divulgado a motivação do ataque, e o caso segue sob investigação.

Imagem: ilustração
Um homem foi abordado por uma guarnição policial na noite deste sábado (25), no bairro Alto do Cruzeiro, em Palmeira dos Índios, após tentar fugir ao perceber a presença dos militares; com ele, foi encontrada uma faca do tipo peixeira, resultando na lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por porte de arma branca.
De acordo com a polícia, a equipe da Força Tática realizava rondas pela Rua São Miguel quando avistou o indivíduo, identificado pelas iniciais J. W. S. da S., que demonstrou nervosismo e tentou se evadir em direção a uma rua paralela. Diante da atitude suspeita, os militares deram ordem de parada e realizaram a abordagem. Durante a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o suspeito. No entanto, em uma bolsa que ele carregava, foi localizada uma faca tipo peixeira, com aproximadamente 12 centímetros de lâmina.
Questionado, o homem informou que havia pegado o objeto emprestado e que pretendia utilizá-lo para defesa pessoal. A conduta foi enquadrada, em tese, no artigo 19 da Lei de Contravenções Penais, que trata do porte de arma branca fora de residência sem autorização. Por se tratar de infração de menor potencial ofensivo, foi lavrado um TCO.
O suspeito foi orientado e assumiu o compromisso de comparecer à Justiça quando solicitado. A ocorrência foi registrada às 20h12, e o caso seguirá para as providências legais cabíveis.

Foto: Ilustração
Um motociclista foi autuado por perturbação do sossego e infrações de trânsito na tarde de sábado (25), no bairro Palmeira de Fora, em Palmeira dos Índios, após ser flagrado pela polícia conduzindo uma moto com escapamento adulterado e sem possuir habilitação.
Durante patrulhamento nas imediações de uma vaquejada, guarnições do Pelopes 01 e 02 identificaram uma motocicleta Honda CG 125 Fan, de cor vermelha, emitindo ruído excessivo devido ao uso de escapamento do tipo descarga livre. Segundo os militares, o barulho era perceptível a cerca de 100 metros de distância, causando incômodo aos moradores da região.
Diante da situação, foi realizado acompanhamento tático e abordagem do veículo. Após revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o condutor, identificado pelas iniciais J. V. V. F. No entanto, consulta aos sistemas confirmou que ele não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Questionado, o motociclista afirmou ter conhecimento do barulho irregular, justificando que utilizava o escapamento adulterado devido a defeito no equipamento original. A guarnição registrou imagens do veículo para comprovação da irregularidade.
Com base na Resolução 624/2016 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que dispensa medição de decibéis em casos de perturbação sonora, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por contravenção penal, conforme o artigo 42 da Lei de Contravenções Penais.
Além disso, o condutor foi autuado por dirigir sem habilitação, conduzir veículo com equipamento irregular e por estar com o licenciamento vencido. A motocicleta foi recolhida ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da cidade.
