
Foto: Assessoria
Nesta terça-feira (17), foi realizado o lançamento do Desafio Equatorial Game, uma iniciativa que visa transformar o conhecimento sobre o uso eficiente e seguro da energia em uma experiência prática, interativa e cheia de desafios, voltada para estudantes do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) de escolas públicas localizadas em comunidades de baixa renda do estado.
O evento aconteceu na sede da Equatorial Alagoas e reuniu representantes das 24 escolas selecionadas para esta primeira edição, além de educadores, gestores e colaboradores da Distribuidora, autoridades e parceiros.
Na ocasião, os educadores também tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas, compreender em detalhes o funcionamento do projeto e conhecer os benefícios oferecidos pela iniciativa. Além disso, puderam vivenciar na prática uma das experiências propostas, utilizando óculos de realidade virtual para explorar o equipamento e entender como a tecnologia será aplicada no processo de ensino-aprendizagem.
O presidente da Equatorial, Sérgio Oliveira, esteve presente e agradeceu a participação de todos, destacando a importância do projeto e da parceria com a rede pública estadual. “Com o Equatorial Game, unimos educação, tecnologia, inovação e cidadania para formar uma geração protagonista na eficiência energética e na sustentabilidade. A formação que começou agora é a base para que professores e estudantes avancem com autonomia pelas próximas etapas e alcancem resultados concretos dentro e fora da escola”.
Sobre o projeto – Ao todo, o projeto tem como meta mobilizar mais de 120 mil estudantes e professores de Alagoas e do demais estados de atuação das distribuidoras do Grupo Equatorial: Maranhão, Pará, Piauí, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.
Nesta primeira edição, o Equatorial Game envolve 168 escolas selecionadas nas áreas de concessão do grupo. Totalmente digital e gratuito, o projeto oferece conteúdos sobre eficiência energética, sustentabilidade e uso seguro da energia elétrica, com trilhas pedagógicas que incluem gamificação, recursos interativos e desafios práticos para o ambiente escolar.
A primeira etapa consiste na formação de professores e alunos, por meio de e-book animado e treinamentos online.
O projeto também prevê a realização de diagnósticos energéticos para identificar oportunidades de eficiência nas residências dos estudantes e nas escolas participantes, incluindo o mapeamento de equipamentos elétricos e eletrônicos que podem ser substituídos por modelos mais eficientes.
Outra atividade prevista é o “Minha Casa Econômica”, momento em que os estudantes compartilham com suas famílias e comunidades o conhecimento adquirido sobre o uso eficiente e seguro da energia elétrica.
As próximas fases incluem o tutorial da Casa Eficiente, com jogo prático para preparar os alunos para os desafios digitais; o Dia Game, com ações presenciais que envolvem atividades práticas e experiências em realidade virtual; além de dois Desafios Digitais que avaliam o conhecimento dos estudantes. A plataforma também disponibilizará um ranking por estado, e os primeiros colocados receberão troféus, kits sustentáveis e ações de eficientização em suas residências.
As escolas campeãs serão premiadas com sistemas fotovoltaicos e novos equipamentos eficientes com Selo Procel, enquanto os professores receberão troféus de ouro, prata e bronze. Todos os participantes terão direito a certificado de participação. A premiação está prevista para junho de 2026.
Por: Assessoria de Imprensa da Equatorial Alagoas

Foto: Assessoria

Foto: Assessoria

Caminhoneiros alertam governo sobre greve nos próximos dias - Foto: DER/Paraná
Caminhoneiros de diversas regiões do país voltaram a alertar o governo federal sobre a possibilidade de uma paralisação nacional nos próximos dias. A mobilização é motivada pela alta no preço do diesel e pela avaliação da categoria de que as medidas anunciadas recentemente não tiveram o efeito esperado.
A decisão de intensificar o movimento foi tomada após assembleia realizada nesta segunda-feira (16), no Porto de Santos, em São Paulo. Embora a data da possível greve ainda não tenha sido definida, há lideranças que defendem o início da paralisação ainda nesta semana.
A articulação envolve tanto motoristas autônomos quanto profissionais vinculados a empresas de transporte. Um comunicado oficial deve ser encaminhado ao Palácio do Planalto nesta terça-feira (17).
Na semana passada, o governo anunciou um pacote para reduzir o impacto do combustível, incluindo a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel, criação de subsídios e mudanças na fiscalização dos preços. No entanto, o reajuste anunciado pela Petrobras acabou, segundo os caminhoneiros, anulando parte do alívio prometido.
A categoria também critica a falta de fiscalização, alegando que os benefícios não chegaram integralmente aos consumidores. “Em cada dois quilômetros você encontra um preço diferente. O governo precisa fiscalizar distribuidoras e revendedoras de uma outra forma”, afirmou Wallace Landim.
Além da redução do custo do diesel, os caminhoneiros reivindicam diminuição do ICMS, revisão de pedágios e garantia do cumprimento do piso mínimo do frete. Apesar da insatisfação, lideranças afirmam que ainda há espaço para negociação e mantêm diálogo com o governo federal na tentativa de evitar a paralisação.

Foto: Ilustração
Nesta terça-feira (17/03), a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) informou que, em razão de uma queda de energia, os Sistemas Caçamba e Carangueja foram paralisados. Por isso, o abastecimento para os povoados Algodãozinho, Gavião e Moreira, além das zonas urbanas de Palmeira dos Índios e Quebrangulo foi interrompido temporariamente.
A Conasa Águas do Sertão aguarda a retomada de energia por parte da empresa responsável, ainda sem previsão, para normalizar gradativamente o abastecimento assim que a produção de água for retomada plenamente.
Os clientes que necessitarem de mais informações podem entrar em contato com a Central de Atendimento da Conasa Águas do Sertão pelo telefone 0800 000 2122 (ligações gratuitas e WhatsApp), pelo aplicativo da concessionária, disponível para Android e iOS, ou pelo site www.aguasdosertao.com.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 2.294/24, que institui o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) como requisito obrigatório para a obtenção do registro profissional médico (CRM) no Brasil.
Pela proposta, médicos que não forem aprovados no exame não poderão exercer a profissão, ficando impedidos de obter o registro definitivo nos Conselhos Regionais de Medicina.
Como alternativa, o texto prevê a criação da Inscrição de Egresso de Medicina (IEM), um registro provisório destinado aos profissionais reprovados no exame. No entanto, a IEM não autoriza o exercício da medicina.
Entre as restrições, os inscritos nessa modalidade não poderão atender pacientes, realizar atos privativos de médico, prescrever medicamentos, assinar prontuários, laudos ou atestados, nem ocupar cargos exclusivos da área médica.
Por outro lado, será permitida apenas a atuação em atividades técnico-científicas, como pesquisa, consultorias sem caráter assistencial, trabalhos na indústria farmacêutica e de dispositivos médicos, além de funções administrativas, educacionais e científicas sem contato direto com pacientes.
A IEM terá numeração própria, será fiscalizada pelos Conselhos Regionais de Medicina e poderá ter cobrança de anuidade, conforme regulamentação futura do Conselho Federal de Medicina (CFM).
O projeto ainda seguirá para outras etapas até sua possível implementação definitiva.

Foto: Ilustração
Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados pretende proibir a concessão, renovação e manutenção do porte ou posse de arma de fogo para pessoas com histórico de violência contra mulheres, crianças ou adolescentes.
O Projeto de Lei 6308/25 estabelece que a restrição se aplica a indivíduos condenados por decisão judicial transitada em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso. A proposta também inclui pessoas que estejam sob medidas protetivas de urgência com base na Lei Maria da Penha.
Além disso, o texto prevê a proibição para condenados por crimes contra crianças e adolescentes, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. A vedação também poderá atingir quem responde a ação penal por esse tipo de crime, desde que haja indícios suficientes de autoria e materialidade reconhecidos pela Justiça.
Autor da proposta, o deputado Pastor Sargento Isidório argumenta que a presença de armas de fogo no ambiente doméstico aumenta o risco de violência e tragédias familiares.
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

Foto: Reprodução
A mobilização “marcha da enfermagem” ganhou destaque nas redes sociais na manhã desta terça-feira (17). Em um vídeo publicado, a conselheira do Coren-AL e professora Ana Paula Ramos, da Faculdade Cesmac Sertão, falou diretamente de Brasília sobre a importância do ato, que reúne trabalhadores da área em defesa da aprovação da PEC 19.
Na gravação, a enfermeira relata sua participação na caminhada, reforçando a importância da mobilização em busca de direitos para os profissionais da área. Durante o vídeo, ela também convoca a categoria a se unir à causa. Outros membros do Coren-AL também estão na capital federal, participando da marcha e fortalecendo a representatividade da enfermagem alagoana no movimento.
Considerada a maior categoria da saúde no país, a enfermagem tem se mobilizado em todo o Brasil em torno da PEC 19, que trata de pautas importantes para os trabalhadores. A presença de profissionais em Brasília reforça a força do movimento e a luta por valorização, reconhecimento e melhores condições de trabalho.

Jair Bolsonaro- Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) decidiu, por unanimidade, restituir os benefícios concedidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mesmo após sua prisão. O colegiado entendeu que o ex-mandatário mantém o direito à estrutura prevista em lei para ex-presidentes, incluindo carros oficiais, seguranças, motoristas e assessores.
A decisão foi assinada em 13 de março e teve como relatora a desembargadora Mônica Sifuentes. O recurso foi apresentado pela defesa de Bolsonaro após a 8ª Vara Cível de Belo Horizonte suspender parte dos benefícios.
A ação que questiona a concessão da estrutura foi movida pelo vereador Pedro Rousseff (PT-MG). Em decisão liminar anterior, a magistrada já havia restabelecido a segurança do ex-presidente, mas mantido a suspensão do uso de motoristas.
Ao analisar o mérito, a relatora concluiu que os motoristas não atendem apenas ao ex-presidente, mas também à equipe que o acompanha. Segundo ela, a retirada desse suporte comprometeria o funcionamento do grupo de servidores.
“A própria União, responsável por prover a estrutura, reconheceu a indissociabilidade entre a equipe e os meios para sua locomoção”, escreveu a desembargadora ao justificar a decisão. Com isso, o colegiado determinou o restabelecimento integral dos benefícios previstos para ex-presidentes.
Bolsonaro está há três meses preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha. A defesa do ex-presidente presentou nesta terça-feira (17) um novo pedido de prisão domiciliar após o ex-presidente ser internado no último dia 13. Ele foi levado ao hospital após apresentar um quadro de broncopneumonia.
Os advogados argumentam que o capitão apresenta quadro de fragilidade clínica relevante. Também apontam que a falta de observação rigorosa poderia resultar em “pneumonia broncoaspirativa, insuficiência respiratória aguda, eventos cardiovasculares, traumatismos decorrentes de quedas e até morte súbita”, o que seria motivo o suficiente para justificar a transferência para a prisão domiciliar.
A última internação do ex-presidente comprovaria a necessidade da transferência, “evidenciando que a estabilidade relativa descrita nos relatórios anteriores dependia justamente da observância rigorosa dessas medidas assistenciais.”
O pedido já havia sido confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no último sábado (14). Segundo o pré-candidato à presidência, seu pai não poderia ficar tanto tempo em cárcere e sozinho.
Por: Jovem Pan

Foto: Freepik
A consolidação das plataformas de apostas regulamentadas no Brasil está remodelando prioridades para a indústria. Se antes o objetivo estava concentrado na ampliação dos negócios e na retenção de clientes, atualmente a inovação tecnológica e a robustez dos sistemas financeiros ganharam um papel crucial. Nesse contexto, a tecnologia para apostas é um diferencial competitivo para todos os envolvidos na cadeia de valor do iGaming e estará em uma posição central nos debates do BiS SiGMA South America, considerado o principal evento de apostas do país.
De fato, os operadores atravessam um período de transformação. Mais do que fornecer uma interface atrativa, eles necessitam assegurar estabilidade, proteção de dados sensíveis, rastreabilidade de operações e a integração com processos de monitoramento conforme solicita a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
A experiência do usuário segue essencial, contudo agora está totalmente relacionada aos padrões técnicos e legais mais severos. Soluções de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogos responsável já estão incorporados ao cotidiano das empresas licenciadas.
No segmento de meios de pagamentos para betting, a análise também é estratégica. A necessidade constante de tecnologia para apostas surge pela demanda de transações ágeis, seguras e transparentes. A utilização de meios largamente adotados no Brasil, como o PIX, otimiza os processos para os usuários, bem como aumenta a capacidade de rastreamento e controle. Gateways especializados, sistemas antifraude e políticas de compliance financeiro assumiram o protagonismo em um mercado regulado.
Além disso, a convergência entre operadores e fintechs para apostas no Brasil tornou-se algo essencial para a sustentabilidade do segmento. Afinal, a confiança do jogador passa não somente pela marca, mas também pela segurança notada nas movimentações financeiras. Por isso, essa cooperação entre agentes em conformidade com a legislação é de vital importância para o combate ao mercado paralelo.
Todos esses insights e debates sobre a inovação nas apostas em 2026 no Brasil e no mundo estarão em destaque durante o BiS SiGMA South America. Realizada em abril, na cidade de São Paulo, a feira reunirá operadores, desenvolvedores, fintechs, reguladores, meios de pagamentos, mídia e especialistas para discutir tendências, compliance e as novidades em tecnologia para apostas que devem moldar o futuro das plataformas e dos pagamentos no mercado brasileiro.

Foto: Reprodução
Após vários dias de repercussão e trocas de posicionamentos, o caso da Cavalgada de São José em Igaci ganhou novos capítulos — mas, curiosamente, nenhuma conclusão definitiva.
O jovem Leonardo Calheiros voltou às redes sociais para apresentar um documento emitido pelo 10º Batalhão da Polícia Militar, autorizando a realização do evento. Segundo ele, a cavalgada estaria, portanto, 100% regular do ponto de vista da segurança.
No entanto, quase simultaneamente, a Justiça de Alagoas indeferiu o pedido liminar apresentado em um mandado de segurança que buscava suspender a decisão da Prefeitura de Igaci. Com isso, segue válida a medida administrativa adotada pelo prefeito Petrúcio Barbosa, que havia negado a autorização para a realização do evento.
De um lado, Leonardo sustenta que tem respaldo e que o evento pode acontecer. Do outro, a gestão municipal se ancora na legalidade do ato administrativo já reconhecido pela Justiça. No meio disso tudo, a população assiste — sem respostas claras e com a sensação de estar no meio de um jogo de forças.
E é justamente aí que a pergunta deixa de ser apenas jurídica e passa a ser política:
E agora José? A cavalgada vai ou não acontecer?

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O contribuinte terá de informar ao Fisco os ganhos obtidos em 2025 com apostas esportivas e plataformas de jogos online, conhecidas como “bets”, que deverão ser declarados no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026. Além dos prêmios recebidos, os contribuintes também precisarão informar os saldos mantidos nas contas dessas plataformas no fim do ano passado.
De acordo com o Fisco, a obrigação vale para quem recebeu mais de R$ 28.467,20 em prêmios ao longo de 2025 em apostas de quota fixa, modalidade que inclui as plataformas digitais de apostas e algumas loterias.
Segundo o supervisor do Imposto de Renda da Receita, José Carlos da Fonseca, os apostadores devem apurar os ganhos e registrar as informações na declaração anual.
“Essas pessoas apuram e pagam o imposto conforme está na lei. Agora, elas precisam informar esse rendimento na declaração. Trata-se de um ganho tributável”, explicou.
A Receita também criou campos específicos no sistema da declaração para informar os rendimentos obtidos em plataformas de apostas.
Os valores devem ser registrados de duas formas:
O saldo existente em 31 de dezembro de 2025 precisa ser informado quando ultrapassar R$ 5 mil.
Para facilitar o preenchimento, as plataformas devem oferecer ao usuário um documento chamado “ComprovaBet”, que reúne o histórico de movimentações e prêmios obtidos ao longo do ano.
Segundo as regras atuais, o imposto incide sobre o ganho líquido anual, ou seja, a diferença entre o total de prêmios recebidos e o valor gasto nas apostas.
Caso o lucro anual ultrapasse R$ 28.467,20, o valor excedente será tributado com alíquota de 15%.
A declaração dos ganhos com bets é uma das principais mudanças na declaração deste ano. As outras novidades são as seguintes:
O prazo de envio da declaração do IR 2026 será de 23 de março a 29 de maio. O programa para preenchimento poderá ser baixado pelos contribuintes a partir de sexta-feira (20), apenas para preenchimento, com as transmissões começando na segunda-feira (23) às 8h.
Quem entregar a declaração após o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.
A Receita Federal estima receber cerca de 44 milhões de declarações do Imposto de Renda em 2026.
Assim como em anos anteriores, quem enviar a declaração mais cedo e sem pendências tende a receber a restituição primeiro.
