A técnica de enfermagem Tammy Engred Duarte Mitomari faleceu na manhã desta terça-feira (28), no Hospital Metropolitano de Alagoas, após complicações decorrentes de um transplante de medula óssea. O velório e o sepultamento ocorrerão no Campo Santo Parque do Agreste, em Palmeira dos Índios.
De acordo com informações confirmadas por familiares, Tammy havia passado recentemente por um transplante de medula óssea, mas apresentou agravamento no quadro clínico e não resistiu. Ela deixa dois filhos, além de familiares e amigos consternados com a perda.
Reconhecida por sua atuação como técnica de enfermagem, Tammy é lembrada pela dedicação à profissão, marcada por cuidado, compromisso e respeito à vida. A notícia gerou comoção entre colegas de trabalho e pessoas próximas, que destacam seu legado de amor ao próximo.
Segundo informações divulgadas, o velório será realizado nesta terça-feira (28), às 17h, e o sepultamento está marcado para a quarta-feira (29), às 10h, ambos no Campo Santo Parque do Agreste, em Palmeira dos Índios.
Neste momento de dor, familiares, amigos e colegas prestam homenagens e se despedem, ressaltando a importância de sua trajetória e os vínculos construídos ao longo da vida.
O Grupo Gileno Sampaio de Comunicação manifesta profundo pesar pelo falecimento de Tammy Engred Duarte Mitomari. Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e colegas, desejando força e conforto a todos diante dessa irreparável perda.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).
Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano.
Entenda
A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças.
No caso do pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.
Já em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular.
“O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea”, destaca o ministério.
Foto: Reprodução
Um homem de 50 anos desenterrou os restos mortais da própria irmã e os levou até uma agência bancária em Odisha, na Índia, após semanas de tentativas frustradas de sacar o equivalente a R$ 1.100 da conta dela. O caso ocorreu nesse mês e expôs dificuldades burocráticas e falta de acesso à informação em comunidades rurais.
Jeetu Munda, morador de uma aldeia tribal no distrito de Keonjhar, tentava retirar o dinheiro da conta da irmã, falecida em janeiro deste ano. Segundo relatos, ele compareceu diversas vezes à agência bancária, mas não conseguiu realizar o saque por não apresentar documentos exigidos, como certidão de óbito ou comprovação de herdeiro legal.
Analfabeto e sem conhecimento dos trâmites legais, Munda afirmou que não compreendia as orientações repassadas pelos funcionários. Diante das recusas, ele decidiu desenterrar o corpo da irmã, embrulhar os ossos em um pano e caminhar até o banco, onde apresentou os restos mortais como forma de comprovar a morte.
A cena chamou a atenção de moradores e levou à intervenção da polícia local. O homem relatou que tomou a atitude por frustração diante da exigência de comprovação formal da morte da titular da conta.
Autoridades informaram que o caso será acompanhado para viabilizar a retirada do dinheiro pelos meios legais. O episódio gerou repercussão e debate sobre a burocracia bancária e a exclusão de populações vulneráveis do sistema financeiro, especialmente em áreas rurais e comunidades tradicionais.
Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa — Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, preso na Operação Compliance Zero, sinalizou interesse em colaborar com as investigações.
A defesa pediu ainda ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência da Papuda para um local que permita conversas sigilosas com advogados.
O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF. No documento, os advogados afirmam que Costa manifestou a intenção de cooperar com as autoridades, "possivelmente por meio de colaboração premiada".
O executivo é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o banco Master sem lastro — ou seja, sem garantias que sustentem seu valor.
Segundo os advogados, a possibilidade de uma eventual colaboração premiada depende de três fatores:
a voluntariedade do investigado
análise técnica sobre a utilidade das informações e provas
uma decisão esclarecida sobre os termos e riscos do acordo
Os advogados argumentam, no entanto, que essas condições não podem ser atendidas enquanto Paulo Henrique Costa estiver no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
De acordo com a petição, a estrutura da unidade prisional e a necessidade de garantir o sigilo das conversas entre cliente e defesa impedem discussões detalhadas sobre os fatos investigados e o manuseio de possíveis provas.
Por isso, a defesa pede a transferência para um ambiente em que Costa possa exercer “de forma plenaseu direito à autodefesa", com garantia de confidencialidade nas comunicações entre advogados e cliente.
A petição menciona ainda que Paulo Henrique Costa é oficial da reserva das Forças Armadas, com patente de 2º tenente. Segundo os advogados, essa condição pode assegurar o direito à prisão especial, como a sala de Estado-Maior — onde está o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e esteve ex-presidente Jair Bolsonaro, entre novembro de 2025 e janeiro deste ano.
Quem é Paulo Henrique Costa
Paulo Henrique Costa esteve à frente do BRB a partir de 2019, indicado pelo ex-governador do DF Ibaneis Rocha e conduziu a tentativa de compra do Banco Master pela instituição. O executivo foi afastado em novembro após decisão judicial.
Segundo os autos, Costa defendeu a compra do Master como uma solução para a crise da instituição privada.
Costa é formado em administração de empresas com especializações na área financeira em universidades do exterior, e possui mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Antes de assumir o BRB, ele era vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal, onde trabalhava desde 2001 até assumir o BRB.
BRB e Master
O Banco de Brasília (BRB) é um banco público controlado pelo governo do Distrito Federal. Ele aparece no caso Master por ter sido o principal interessado na compra da banco de Daniel Vorcaro e por ter realizado operações financeiras que estão sob investigação.
A negociação previa a aquisição de participação relevante no Master e foi apresentada como uma alternativa para evitar a quebra da instituição. No entanto, o Banco Central vetou a operação ao concluir que não havia viabilidade econômico-financeira e que o negócio poderia transferir riscos excessivos ao banco público.
Além da tentativa de compra, a Polícia Federal apura se o BRB adquiriu carteiras de crédito problemáticas do Master. O foco é entender se houve falhas nos processos internos de análise, aprovação e governança das operações.
Militão passa por cirurgia nesta terça e está fora da Copa do Mundo — Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Fim do sonho da Copa do Mundo para Éder Militão. Em consulta nesta manhã, na Finlândia, foi confirmada a gravidade da lesão na coxa esquerda, e o zagueiro do Real Madrid será operado ainda nesta terça-feira para correção do problema. A expectativa é de que retorne aos gramados apenas em outubro.
Militão sofreu a lesão muscular há uma semana, na vitória do Real Madrid sobre o Alavés, por La Liga, no Santiago Bernabéu. Ao ser substituído no fim do primeiro tempo, a impressão inicial era de que o problema não seria grave, mas o diagnóstico foi piorando gradativamente com o passar dos dias.
Por conta de feridas, não foi possível ter a noção exata do problema em um primeiro momento. O Real Madrid, por sua vez, já demonstrava pessimismo diante da reincidência no local da lesão que tirou o zagueiro de combate por quatro meses entre dezembro e março.
Militão manteve a esperança mesmo após nova ressonância na segunda-feira, em Madrid, e pediu para ser avaliado por um especialista neste tipo de lesão. Na noite de segunda-feira, embarcou para a cidade de Turku, na Finlândia, em busca do diagnóstico definitivo que recebeu logo na manhã desta terça.
A sinalização foi de que a lesão é grave e coloca em risco uma ruptura total do tendão que poderia condicionar o restante da carreira. Diante disso, Militao acatou a orientação de cirurgia que será realizada ao longo do dia.
O fim do sonho da Copa é mais um golpe em um ciclo onde Militão sofreu nove lesão e ficou mais de 600 dias inativo. Aos 28 anos, o defensor defendeu o Brasil em 2022 e agora coloca o foco no Mundial de 2030, que será sediado por Espanha, Portugal e Marrocos.
Foto: Redes Sociais
Há eleições que passam como uma chuva rápida de verão. Outras permanecem como marcas profundas na memória de um povo. Em Alagoas, a disputa de 1990 foi uma dessas. Não foi apenas uma eleição, foi um rompimento de alianças, uma guerra silenciosa pelo poder e a prova de que, na política, nem sempre quem parece mais forte chega primeiro.
Naquele tempo, dois antigos aliados disputavam o mesmo destino. Ambos vinham do mesmo grupo, ambos ajudaram a construir a vitória presidencial do momento e ambos queriam ser reconhecidos como o verdadeiro herdeiro daquele projeto político. Um carregava a força institucional, o prestígio em Brasília e a proximidade partidária. O outro avançava pelas articulações silenciosas, conquistando apoios estratégicos, especialmente dentro do núcleo familiar e político do poder central.
As pesquisas apontavam uma direção. As ruas pareciam confirmar. As bocas de urna reforçavam a expectativa de vitória de um dos lados. Mas a política, sobretudo em Alagoas, nunca foi um território de previsibilidade.
Vieram as denúncias de fraude, a anulação de urnas, a desconfiança popular e a sensação de que a eleição havia deixado de ser apenas disputa para se tornar batalha. O segundo turno precisou ser adiado. O tempo político parou, e o Estado mergulhou em uma atmosfera de incerteza.
Quando a nova votação chegou, tudo havia mudado. O favorito já não era mais o mesmo. Rompido com o poder central, isolado politicamente e sem o apoio que antes parecia natural, viu sua base enfraquecer. O adversário, por sua vez, cresceu com a força das adesões, do apoio institucional e da máquina pública em movimento. A vitória veio larga, definitiva e carregada de simbolismo, não era apenas a escolha de um governador, mas a quebra de uma estrutura de poder.
Décadas depois, Alagoas se vê novamente diante de um cenário que desperta lembranças.
Agora, a disputa se desenha entre a continuidade de um grupo político consolidado há anos e a tentativa de ascensão de uma nova força, impulsionada pelo peso da capital e pelo desejo de alternância. De um lado, a tradição de um projeto que domina o interior, os bastidores e as alianças históricas. Do outro, a construção de uma candidatura que se apoia na popularidade urbana, na renovação de discurso e na promessa de mudança.
O atual ocupante do governo não pode mais disputar reeleição, e isso abre espaço para uma sucessão intensa, observada com atenção por todo o estado. Ainda há indefinições, possibilidades de alianças e reviravoltas que só a política conhece produzir. Mas o confronto principal já habita o imaginário popular.
As conversas nas praças, nos gabinetes e nas feiras do interior repetem a velha pergunta, será continuidade ou ruptura?
A história ensina que, em Alagoas, eleição nunca é apenas eleição. É sempre um teste de força, de resistência e de permanência. O povo sabe que o poder aqui não se mede apenas em votos, mas em influência, memória e capacidade de sobreviver às tempestades.
Talvez o confronto final ainda mude. A política tem o costume de trocar de roupa antes da festa começar. Mas, por enquanto, o retrato é esse, o velho e o novo se observando à distância, cada um tentando convencer que representa o futuro.
E Alagoas segue assim, entre sobrenomes que atravessam gerações e novos projetos que tentam romper o ciclo. Porque, no fundo, a política por aqui nunca foi apenas sobre governar.
Sempre foi, também, sobre permanecer.
Por: Helvio Peixoto.
Foto: Paulo Edson
Um adolescente de 16 anos foi apreendido, na tarde da segunda-feira (27), na Vila João XXIII, em Palmeira dos Índios, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão realizado por equipes do Tático Rural 01 e da Polícia Civil. Na residência, foram encontrados uma arma de fogo artesanal e uma pequena quantidade de maconha.
A ação foi realizada de forma conjunta entre a guarnição do Tático Rural 01 e a Polícia Civil. Durante a operação, o suspeito foi localizado, identificado e abordado, não sendo encontrado nenhum material ilícito em sua posse no momento da abordagem.
Com autorização, os policiais realizaram buscas na residência do adolescente, onde localizaram e apreenderam uma espingarda artesanal e uma pequena quantidade de entorpecente análogo à maconha.
O menor foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios, acompanhado de sua genitora, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis. Ele permaneceu à disposição da Justiça.
A ocorrência foi registrada às 18h38 e segue sob responsabilidade das autoridades competentes.
Foto: Ilustração
Um homem foi flagrado conduzindo uma motocicleta sem habilitação e realizando manobras perigosas, na noite da segunda-feira (27), em Canafístula do Frei Damião, zona rural de Palmeira dos Índios. Ele foi abordado pela polícia, conduzido ao CISP e teve o veículo apreendido após gerar risco a pedestres e outros motoristas.
Durante rondas na região, uma guarnição da FT 02 visualizou o condutor empinando a motocicleta e trafegando de forma imprudente, inclusive sobre quebra-molas em via pública. Diante da situação, foi dada ordem de parada e realizada a abordagem.
Na revista pessoal, nenhum material ilícito foi encontrado. No entanto, após verificação, foi constatado que o indivíduo não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nem Permissão para Dirigir (PPD), além de estar colocando em risco a segurança no trânsito.
Diante dos fatos, o envolvido foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) com base no artigo 309 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Como medida administrativa, a motocicleta foi recolhida. A ocorrência foi registrada às 19h42, e o caso segue conforme os trâmites legais.
Imagem: ilustração
Um homem foi preso em flagrante por violência contra a mulher, na noite da segunda-feira (27), no bairro Sonho Verde, em Palmeira dos Índios, após ser localizado pela polícia na casa da mãe. A vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento médico, e ambos foram levados ao CISP para os procedimentos legais.
Uma guarnição da RP 02 foi acionada via COPOM para atender a uma ocorrência de violência contra a mulher no município de Palmeira dos Índios. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima, que informou saber onde o suspeito estaria.
Com base nas informações, a equipe realizou diligências e localizou o acusado na residência de sua genitora. Ele não apresentou resistência e foi conduzido à cápsula retentora.
Em seguida, a vítima foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade para receber assistência médica. Posteriormente, as partes envolvidas foram encaminhadas ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.
A ocorrência foi registrada às 19h46, e o caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes.
Elenco de "Feito Pipa" no Festival de Berlim, em 2026 - Foto: Kathleen Kunath/Divulgação
O filme brasileiro “Feito Pipa” voltou a ser premiado em concursos internacionais neste sábado (25), dessa vez na 41ª edição do Festival de Guadalajara, no México, de onde saiu com os prêmios de Melhor Filme e Melhor Interpretação para Teca Pereira e Yuri Gomes.
O júri justificou o prêmio com a seguinte declaração: “Este filme nos mostra a magia, a inocência e o amor por meio de seus personagens. O longa constrói uma história universal a partir do ponto de vista de um personagem, complementada pelo design de produção, pelas atuações e pela cinematografia. E, especialmente, nos convida a trabalhar e a construir em espaços seguros para as identidades queer e para as pessoas que amamos.”
A produção brasileira dirigida pelo cearense Allan Deberton foi destaque na seção Maguey que reúne longas-metragens de ficção e documentários que abordam temas queer relacionados à comunidade LGBTQ+.
E a programação não para por aí. Nesta segunda-feira (27), “Feito Pipa” irá abrir o 26º FICPV - Festival Internacional de Cine en Puerto Vallarta, no México.
Cinco prêmios
As estatuetas conquistadas por "Feito Pipa" no México se somam a outros prêmios que o longa já conquistou na campanha de divulgação.
No Festival de Berlim, a produção foi reconhecida com o Crystal Bear de Melhor Filme e também com o Grande Prêmio do Júri Internacional na categoria Generation Kplus, voltada a obras que exploram o universo infantojuvenil.
Considerada uma das seções paralelas mais prestigiadas do festival, a Generation destacou o longa brasileiro pela força de sua narrativa e sensibilidade.
Eles também elogiaram as atuações do elenco, em especial Yuri Gomes e Teca Pereira, e ressaltaram a construção do personagem principal.
Sobre o que fala "Feito Pipa"
O filme acompanha Gugu (Yuri Gomes), um menino que sonha em se tornar jogador de futebol e vive com a avó Dilma (Teca Pereira), que o cria de forma livre e afetuosa. Quando a saúde da idosa se fragiliza, ele tenta esconder a situação para evitar ser separado dela e precisar ir morar com o pai, interpretado por Lázaro Ramos.
Rodado em Quixadá, no interior do Ceará, o longa constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.
De acordo com o diretor, Deberton, em entrevista à Variety, a escolha do protagonista foi o maior desafio do projeto. Foram testadas mais de 600 crianças até chegarem ao estreante Yuri Gomes.
O roteiro, assinado por Deberton e André Araújo, nasceu de memórias pessoais da infância de ambos em Russas, no Ceará. O diretor revelou que tanto ele quanto o roteirista foram crianças que se sentiam "fora do lugar" e que foram criadas, em grande parte, pelas avós.
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