
Foto: Pixabay
Uma nova subvariante da Covid-19, conhecida como “Cicada” (BA.3.2), começou a circular fora do Brasil e já foi identificada em ao menos 23 países. Cientistas monitoram a linhagem, que apresenta um número elevado de mutações, especialmente na proteína Spike, mas que, até o momento, não está associada ao aumento de casos graves ou de hospitalizações. A possível chegada ao Brasil é considerada provável devido à rápida disseminação internacional.
A BA.3.2 é uma subvariante da Ômicron e faz parte do processo contínuo de evolução do vírus. Segundo especialistas, esse comportamento já era esperado, uma vez que o coronavírus vem acumulando mutações para se adaptar e continuar circulando, especialmente diante do avanço da imunidade na população.
O principal diferencial da subvariante está nas cerca de 75 mutações na proteína Spike, estrutura que permite a entrada do vírus nas células humanas. Essas alterações podem favorecer o chamado “escape de anticorpos”, aumentando o risco de infecção mesmo em pessoas vacinadas ou que já tiveram a doença, sem necessariamente agravar os quadros clínicos.
De acordo com especialistas, os sintomas permanecem semelhantes aos das versões recentes da Ômicron, incluindo febre, dor de garganta, tosse, coriza e cansaço, geralmente com manifestações leves.
As vacinas continuam sendo eficazes, especialmente na prevenção de formas graves da doença, hospitalizações e mortes, mantendo proteção significativa mesmo diante das novas mutações.
Até o momento, não há evidências de aumento na gravidade dos casos relacionados à “Cicada”. No entanto, especialistas alertam para a queda na cobertura vacinal, considerada o principal fator de preocupação atual, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e gestantes.

Acidente com ônibus e três carros deixa três mortos e 13 feridos na BR‑222, no MA — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Maranhão
Um acidente envolvendo um ônibus interestadual e três carros deixou dois mortos e 14 feridos nessa segunda-feira (6), no km 218 da BR‑222, no povoado Calando, em Pindaré‑Mirim, no interior do Maranhão.
O ônibus da empresa Porto Seguro fazia o trajeto de Teresina (PI) para Goiânia (GO) quando, cerca de 15 quilômetros após sair de Santa Inês, saiu da pista e caiu em um açude às margens da rodovia.
As vítimas são o motorista do ônibus, Wilami Tavares da Silva, de 42 anos, natural de Tucuruí, no Pará, e a passageira Maria Rita da Silva, de 81 anos, natural de Caxias, no Maranhão. Ela seguia viagem com destino à cidade de Imperatriz.
De acordo com os bombeiros, 14 pessoas foram levadas ao hospital com ferimentos leves, entre elas uma gestante de 23 semanas e uma criança de 2 anos. Todas foram encaminhadas ao Hospital Municipal de Santa Inês.
Segundo informações repassadas por testemunhas aos bombeiros, o acidente ocorreu no momento em que um Celta, que rebocava um Up, tentou realizar uma manobra na rodovia e acabou colidindo de forma frontal com o ônibus.
Ao tentar desviar para evitar a colisão, o motorista do coletivo perdeu o controle da direção, saiu da pista e caiu em um açude às margens da BR‑222, onde o veículo ficou tombado lateralmente.
Com a manobra, os carros envolvidos também saíram da pista. O ônibus ficou parcialmente submerso.
“Eu só escutei a pancada. Aí o carro virou e caiu dentro da água. Depois foi cada um por si, eu escapei, minha esposa e uma irmã minha. Nós saímos pela frente”, disse um dos passageiros.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros de Santa Inês, com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), atenderam a ocorrência.
Os passageiros que não precisaram de atendimento retornaram para Santa Inês em um ônibus de outra empresa. O ônibus envolvido no acidente foi removido com o auxílio de uma retroescavadeira na noite do mesmo dia, e o trânsito ficou lento durante o trabalho de resgate.
As causas do acidente serão investigadas.

Foto: PF/divulgação
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta terça-feira (7), uma operação com o objetivo de reprimir a entrada irregular no país, a produção clandestina, a falsificação e o comércio ilegal de medicamentos e insumos farmacêuticos destinados ao emagrecimento.
A operação, chamada de Heavy Pen, conta com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e tem como objetivo desarticular grupos criminosos envolvidos na cadeia ilícita desses produtos.
As investigações apuram irregularidades desde a importação fraudulenta até a distribuição e comercialização irregular de substâncias de uso injetável, as chamadas "canetas emagrecedoras".
As investigações tem como foco produtos à base de princípios ativos como a semaglutida e a tirzepatida, amplamente utilizados em medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro — usados em tratamentos para obesidade.
Além de substâncias correlatas, como a retatrutida, ainda sem autorização para comercialização no Brasil.
Agentes cumprem 45 mandados de busca e apreensão nos estados: Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.
Os investigadores também realizam 24 ações de fiscalização em estabelecimentos ligados à venda de medicamentos.
Como laboratórios de manipulação, clínicas estéticas e empresas que atuam à margem da regulação sanitária, com produção, fracionamento ou comercialização de medicamentos sem registro ou de origem desconhecida.
Segundo a Anvisa, o Brasil importou mais de 130 kg de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) para a produção de tirzepatida nos últimos seis meses. O volume é suficiente para a produção de cerca de 25 milhões de doses de canetas manipuladas no país.
Os IFAs são as substâncias ativas que dão origem aos medicamentos. No caso da tirzepatida, esse insumo é a base para a produção das canetas utilizadas por pacientes. Os dados levam em conta a substância usada em farmácias de manipulação.
Com isso, a Anvisa quer endurecer as regras para a manipulação. Uma atualização da norma que permite a produção do medicamento em farmácias de manipulação vai ser revista. A previsão é de que seja divulgado no dia 15 de abril.
A agência apresentou nessa segunda-feira (6), em coletiva de imprensa, um diagnóstico sobre a circulação de medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, usados no tratamento de diabetes e também para emagrecimento.
Em fevereiro, o g1 revelou que o país tinha seis casos de morte por pancreatite causados por caneta emagrecedora. Além de mais de 60 mortes relacionados ao uso desse tipo de medicamento.

Foto: Divulgação
O repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio 94.5 FM, entrevistou na manhã desta terça-feira (7) a Ivoneide, prima de Emerson Henrique de Araújo, conhecido como “Pedrinho”, desaparecido desde o dia 1º de abril, em São Miguel dos Campos. Ela relatou que o homem foi visto pela última vez no fim da tarde, durante uma feira na cidade, e desde então não houve mais contato, o que motivou buscas e registro de ocorrência.
Segundo Ivoneide, Pedrinho estava trabalhando em uma barraca na tradicional Feira da Ponte quando desapareceu. Há divergências sobre o horário exato do sumiço, mas ele teria sido visto entre 17h e 19h. Informações repassadas à família indicam que ele teria feito uma ligação afirmando estar correndo após uma suposta confusão, versão que não foi confirmada por outras pessoas presentes no local.
A familiar também destacou que o desaparecido enfrenta problemas de saúde, incluindo crises epilépticas e possíveis episódios de alucinação, o que levanta a hipótese de um surto no momento do desaparecimento.
De acordo com a família, foram realizadas buscas na região, mas até o momento não há pistas sobre o paradeiro de Pedrinho. A polícia informou que não houve registros de ocorrências graves na área no período.
Morador do bairro São Francisco, em Palmeira dos Índios, Pedrinho é conhecido na comunidade. Familiares disponibilizaram contatos telefônicos para qualquer informação que possa ajudar nas buscas e seguem na expectativa de localizá-lo.

Foto: Reprodução
Seis ovelhas foram mortas e outras ficaram feridas após um ataque registrado por volta de 1h10 da madrugada desta terça-feira (7), no povoado Marruás, zona rural de Craíbas. O caso foi relatado pelo criador Cícero Timóteo em entrevista ao repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio 94.5 FM. Segundo ele, o ataque teria sido provocado por três cães, sendo dois menores e um de grande porte, e causou prejuízo estimado em cerca de R$ 4.500.
De acordo com o criador, o ataque aconteceu de forma rápida, durando cerca de 10 minutos. O filho de Cícero percebeu o barulho no curral e, ao verificar a situação, encontrou os animais sendo atacados. Ele conseguiu espantar os cães após atirar pedras em direção aos animais.
Ainda segundo o relato, além das seis ovelhas mortas, pelo menos outras seis ficaram feridas, com lesões em diversas partes do corpo. Algumas estavam prenhas ou eram de pequeno porte, o que agravou os danos ao rebanho.
Cícero informou que os animais eram de criação e tinham valor comercial, o que aumenta o impacto do prejuízo. Ele também destacou que ataques semelhantes vêm sendo registrados em outras localidades de Craíbas, como sítio Alto Grande, Lagoa Nova, Logradouro, Pau D’Arco e outras localidades.
O criador alertou que, caso os animais responsáveis não sejam identificados ou contidos, novos ataques podem ocorrer. O caso reforça a preocupação de produtores rurais da região com a segurança dos rebanhos.

Ozempic — Foto: Carsten Snejbjerg/Bloomberg
De acordo com a Anvisa, o país importou, entre novembro de 2025 e abril de 2026, mais de 100 kg de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) para a produção de tirzepatida — volume suficiente para cerca de 20 milhões de doses de 5 mg. Diante desse cenário, a agência informou que vai rever regras para endurecer o controle sobre a importação e a manipulação desses medicamentos.
Segundo a agência, o aumento expressivo na entrada desses insumos ocorre em um contexto em que o Brasil permite a manipulação de medicamentos dessa classe em farmácias, o que amplia a circulação desses produtos fora das versões industrializadas registradas.
A Anvisa também apontou a presença de propaganda e comercialização de medicamentos não regularizados no país — as chamadas “canetas paraguaias”.
Outro ponto de atenção é a falta de rastreabilidade em notificações de eventos adversos. No início deste ano, o g1 revelou que havia seis casos de morte por pancreatite envolvendo canetas emagrecedoras, além de mais de 60 mortes associadas a esses medicamentos no país.
De acordo com dados do sistema VigiMed divulgados pela Anvisa nesta segunda-feira, houve aumento nas notificações, e 26% dos casos de efeitos adversos estão ligados ao uso fora das indicações aprovadas em bula (off-label).
Na área de manipulação, a agência informou que farmácias magistrais têm atuado em desacordo com normas sanitárias. Em 2026, foram feitas 11 inspeções — número superior ao total de 2025 —, com interdição de oito empresas, sendo sete farmácias e uma importadora. Ao todo, mais de 1,3 milhão de unidades de produtos estéreis foram apreendidas.
Segundo a agência, há um aumento expressivo na importação de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) para a produção desses medicamentos, além da circulação de produtos sem registro e de irregularidades na manipulação desses medicamentos no país.
Entre os dados apresentados, a Anvisa destacou que mais de 100 kg de IFA para a produção de tirzepatida foram importados entre novembro de 2025 e abril de 2026. Esse volume permitiria a produção de 20 milhões de doses de 5 mg.
A agência também apontou a presença de propaganda e comercialização de medicamentos não regularizados no Brasil -- as canetas paraguaias.
Outro ponto de atenção é a falta de rastreabilidade em notificações de eventos adversos. No início deste ano, o g1 revelou que havia seis casos de morte por pancreatite envolvendo canetas emagrecedoras, além de mais de 60 mortes associadas a esses medicamentos no país.
De acordo com dados do sistema VigiMed divulgados pela Anvisa nesta segunda, houve um aumento nas notificações e 26% dos casos de efeitos adversos estão ligados a uso fora das indicações aprovadas (off-label).
Na área de manipulação, a agência informou que farmácias magistrais têm atuado em desacordo com normas sanitárias. Em 2026, foram feitas 11 inspeções — número superior ao total de 2025 —, com interdição de oito empresas, sendo sete farmácias e uma importadora. Ao todo, mais de 1,3 milhão de unidades de produtos estéreis foram apreendidas.

Foto: Ilustração
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.
Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.
Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% – aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.
A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, mês passado, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.
Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.
Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.
O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 28 e 29 de abril.
Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.
Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.
Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.

PRF encerra Carnaval em AL com queda de mais de 70% em acidentes nas rodovias. Assessoria
A Polícia Rodoviária Federal realizou, entre os dias 2-5 de abril de 2026, a Operação Semana Santa. Houve reforço da segurança nas rodovias federais que cruzam o estado de Alagoas durante o feriado de páscoa.
A ação nacional integrada concentra esforços para a redução da violência no trânsito durante o período de maior fluxo nas rodovias. Em Alagoas foram fiscalizados aproximadamente: 1.100 veículos, 1.500 pessoas, e 1.000 testes de etilômetro. Além disso, foram apreendidos 10.000 maços de cigarros contrabandeados, 1 arma de fogo e 4 veículos adulterados. Os agentes da PRF registraram 1 ocorrência com vítima fatal nesse período, o mesmo número registrado no ano de 2025.
A Operação Semana Santa reafirma o compromisso da PRF com a preservação da vida, intensificando ações de fiscalização e prevenção nas rodovias federais. Mais do que presença, é preciso cuidado para que todos cheguem ao seu destino com segurança.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A Defesa Civil de Alagoas emitiu, nesta segunda-feira (6), um alerta com previsão de chuvas moderadas e fortes em todas as regiões do estado. Segundo o órgão, o período de maior intensidade será na terça-feira (7), estendendo-se, pelo menos, até quarta-feira (8).
De acordo com a Defesa Civil, também estão previstas rajadas de vento e descargas elétricas em pontos isolados. Há atenção especial para o litoral de Alagoas, com maior intensidade no Litoral Norte. Devido às chuvas, podem ocorrer alagamentos e deslizamentos de terra.
Até a publicação desta reportagem, não há risco de elevação dos principais rios e lagoas do estado. A Superintendência de Prevenção em Desastres Naturais (SPDEN) segue monitorando as condições climáticas.
A recomendação dos órgãos de defesa é de que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
Outra orientação é evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante o período de instabilidade.
Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

Corpos dos irmãos Izaias de Oliveira Santos e Sophya de Oliveira Santos são velados em Taquarana, no interior de Alagoas — Foto: Reprodução/TaquaranaNews
Os corpos dos irmãos Izaias de Oliveira Santos, de 5 anos, e Sophya de Oliveira Santos, de 10 anos, mortos após serem atingidos por um carro em Diadema, na Grande São Paulo, chegaram a Alagoas para serem velados e sepultados. Além deles, outras duas crianças ficaram feridas na colisão. Os irmãos eram naturais da cidade de Taquarana, no interior do estado.
Eles foram levados, na noite de domingo (5), para a quadra poliesportiva Maria Lúcia, no centro da cidade, onde estão sendo velados. A previsão é que as crianças sejam sepultadas às 10h desta segunda-feira (6), no Cemitério da Santa Cruz.
Devido à tragédia, o clima na cidade, que tem pouco mais de 19 mil habitantes, segundo o Censo 2022, é de revolta e tristeza. Os moradores criticam, principalmente, a irresponsabilidade do motorista Demóstenes Dias de Macedo, de 64 anos, que admitiu ter bebido antes de atropelar as crianças.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o idoso vai responder por homicídio doloso — quando há intenção ou se assume o risco de matar — e lesão corporal dolosa.
"Para mim, foi uma irresponsabilidade. Daqui para frente, só Jesus Cristo pode erguer a vida dos pais, porque é muito triste perder dois filhos dessa forma", disse uma amiga da família, que preferiu não se identificar.
