Raphael Sousa Oliveira — Foto: Reprodução/Redes sociais

O influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foi preso durante uma operação realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (15), em Goiânia. A ação é contra uma organização criminosa acusada de fazer lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão. Além dele, os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo estão entre os presos.

O perfil que Raphael administra acumula mais de 27 milhões de seguidores no Instagram. Ele também foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Até o momento, não se sabe qual o envolvimento dele no esquema.

Ao g1, o advogado do influenciador, Frederico Moreira, disse que ele está sendo ouvido na sede da Polícia Federal, em Goiânia. A defesa deve se pronunciar ao longo do dia.

Operação

De acordo com a PF, os suspeitos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

No total, mais de 200 policiais federais cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás; e no Distrito Federal.

Segundo a PF, veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos também foram apreendidos.

A polícia informou ainda que os suspeitos podem responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foto: Vitória Afonso

Na manhã desta quarta-feira, 15 de abril, o secretário de Comunicação, Wendel Palhares, participou do programa Nosso Encontro, da Rádio Sampaio 94.5 FM, para falar sobre alguns programas ativos na secretaria de estado de comunicação (SECOM) de Alagoas.

Durante a entrevista, Wendel destacou a transformação da comunicação pública no estado, que, segundo ele, deixou de ter um papel meramente informativo para se consolidar como uma ferramenta estratégica de garantia de direitos e fortalecimento da cidadania digital.

Outro ponto de destaque foi o projeto Plural, voltado à comunicação comunitária e à democratização do acesso à publicidade institucional. A iniciativa busca reduzir os chamados “desertos informacionais”, oferecendo capacitação técnica, infraestrutura e apoio financeiro a pequenos produtores de conteúdo, rádios comunitárias e sites independentes.

O secretário anunciou, inclusive, que o programa deve ser implantado em breve em Palmeira dos Índios, com o objetivo de capacitar e lapidar produtores de conteúdo local, fortalecendo a comunicação regional e ampliando as oportunidades para profissionais do interior.

Na área da saúde, foi destacado o aplicativo “Saúde até Você Digital”, ferramenta que permite ao cidadão acessar serviços diretamente pelo celular, contribuindo para a redução de filas em unidades de atendimento e otimizando o tempo da população.

Foto: Vitória Afonso

Atraso no inventário pode gerar multas e dificultar acesso aos bens da herança - Imagem: Canva

Herdeiros que não iniciam o processo de inventário em até 60 dias após o falecimento podem ser penalizados com multas automáticas sobre o ITCMD, conforme determina a Lei nº 13.105/2015. A cobrança, que varia de estado para estado, pode chegar a 20% do valor do imposto, além de juros, e é aplicada sem necessidade de notificação prévia.

De acordo com o Código de Processo Civil (CPC), o inventário deve ser aberto no prazo máximo de dois meses a partir da morte. O descumprimento dessa regra acarreta penalidades tributárias que incidem diretamente sobre o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), cuja arrecadação é de competência estadual.

As multas variam conforme a legislação de cada estado. Em São Paulo, por exemplo, o atraso pode gerar multa de 10% até 180 dias e de 20% após esse período. No Rio de Janeiro, a penalidade pode chegar a 20% de forma automática. Em Minas Gerais, a cobrança é diária, de 0,25%, limitada a 25% do imposto devido.

Outros estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará, seguem padrões semelhantes, com multas que vão de 10% a 20% dependendo do tempo de atraso. Já na Bahia, a penalidade fixa é de 15%.

A cobrança é realizada pelas Secretarias da Fazenda estaduais no momento da declaração do ITCMD, geralmente sem aviso prévio ao contribuinte. Além da multa, também incidem juros enquanto o imposto não for quitado.

Especialistas destacam que o inventário pode ser iniciado mesmo sem o pagamento imediato do imposto, sendo recomendada a abertura dentro do prazo legal para evitar encargos adicionais. O procedimento pode ser feito tanto pela via judicial quanto extrajudicial, e o prazo se refere ao início do processo, não à sua conclusão.

Luis Roberto foi diagnosticado com neoplasia. (Foto: Reprodução/SporTV)

O narrador esportivo Luís Roberto, de 64 anos, foi diagnosticado com uma neoplasia na região cervical e não participará da cobertura da Copa do Mundo de 2026. O caso, identificado após exames de rotina, reacendeu a atenção para o câncer de cabeça e pescoço, um dos tipos mais incidentes no Brasil, especialmente entre homens.

Segundo informações divulgadas pela Globo, o narrador está em fase final de avaliação para definir o tratamento e afirmou que “está tudo sob controle”. A doença foi classificada como uma neoplasia na região do pescoço, termo usado para descrever o crescimento anormal de células que pode resultar em tumores benignos ou malignos.

Especialistas explicam que os cânceres de cabeça e pescoço podem atingir áreas como boca, laringe, faringe, glândulas salivares e tireoide. Entre os principais sinais de alerta estão caroço persistente no pescoço, rouquidão, dificuldade para engolir, feridas que não cicatrizam e dores constantes.

Os fatores de risco mais associados à doença são tabagismo, consumo excessivo de álcool, infecção pelo HPV e histórico familiar. Como não há exame preventivo de rotina para esse tipo de câncer, médicos reforçam a importância da procura precoce por atendimento diante de sintomas persistentes.

O diagnóstico é feito por exames de imagem e biópsia, e o tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, dependendo da localização e do estágio do tumor. Em alguns casos, o acompanhamento multidisciplinar é necessário para auxiliar na recuperação do paciente.

No caso de Luís Roberto, ainda não há detalhes sobre o estágio da doença nem sobre possíveis sequelas, como impacto na voz.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Teresina

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na segunda-feira (13), que municípios brasileiros não podem adotar a denominação “Polícia Municipal” para suas Guardas Municipais. A decisão, válida em todo o país, foi tomada por maioria de 9 votos a 2, com base na Constituição Federal.

O STF concluiu que a nomenclatura “Guarda Municipal” deve ser mantida em todos os municípios brasileiros, impedindo a adoção de termos como “Polícia Municipal” ou similares. O entendimento foi firmado durante o julgamento de uma ação relacionada a uma mudança na Lei Orgânica de São Paulo, que havia autorizado a nova denominação.

A alteração já havia sido barrada anteriormente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o que levou a Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais (Fenaguardas) a recorrer ao STF na tentativa de restabelecer a mudança.

Relator do caso, o ministro Flávio Dino destacou que a Constituição Federal define expressamente a nomenclatura “guardas municipais”, conforme o artigo 144, e que essa organização deve ser respeitada por todos os entes federativos.

Segundo o magistrado, permitir diferentes denominações poderia gerar inconsistências institucionais e comprometer a uniformidade do sistema de segurança pública no país. Ele também apontou possíveis impactos administrativos, como a necessidade de alterações em estruturas e documentos oficiais.

A decisão do STF tem efeito nacional e estabelece que todas as cidades devem seguir a designação constitucional vigente para suas corporações de segurança municipal.

Foto: Reprodução

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei 1.365/2022, que estabelece um piso salarial de R$ 13.662 para médicos e cirurgiões-dentistas com jornada de 20 horas semanais. A proposta segue agora para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

De autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), o texto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, senador Nelsinho Trad (PSD-MS). A proposta atualiza o piso das categorias, hoje fixado em R$ 3.636, valor considerado defasado por ter como base legislação de 1961.

Segundo o relator, a medida busca corrigir uma distorção histórica e melhorar as condições de trabalho dos profissionais, o que pode refletir diretamente na qualidade dos serviços prestados à população.

O projeto ainda precisa passar por novas etapas de tramitação no Senado antes de seguir para eventual aprovação final.

Foto: Reprodução

Um jovem foi internado em estado grave após ser agredido durante uma briga clandestina organizada entre adolescentes em uma quadra de esportes, no bairro da Jatiúca, em Maceió. O caso ocorreu na última sexta-feira (10) e, segundo a família, os participantes se reuniram sob o pretexto de um jogo de futebol, mas promoveram confrontos físicos combinados.

De acordo com a mãe da vítima, que denunciou o caso, os adolescentes montaram um ringue improvisado dentro do espaço esportivo do prédio residencial. Imagens mostram os participantes iniciando os confrontos enquanto outros assistiam.

Durante a briga, o jovem foi repetidamente agredido até desmaiar, apresentando em seguida convulsões e vômitos. Ele foi socorrido e encaminhado a um hospital particular da capital, onde permanece internado com traumatismo craniano e hemorragias.

A mãe relatou que desconhecia a verdadeira intenção do encontro e afirmou que outros responsáveis também não sabiam da prática. Segundo ela, esse tipo de confronto tem se tornado recorrente entre jovens.

Abalada, a denunciante informou que pretende registrar boletim de ocorrência para que o caso seja investigado e responsabilizados os envolvidos. Ela também fez um alerta a outros pais sobre os riscos desse tipo de prática.

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— Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) capotou na manhã desta terça-feira (14), no km 180 da BR-101, em Teotônio Vilela, após derrapar em um trecho de pista molhada durante forte chuva. Três policiais estavam no veículo, mas não sofreram ferimentos graves.

Segundo informações da PRF, a equipe seguia em deslocamento do Rio de Janeiro com destino ao estado de Pernambuco quando foi surpreendida por condições adversas na rodovia.

Com a pista molhada, o veículo perdeu aderência ao asfalto, ocasionando a derrapagem, saída de pista e, em seguida, o capotamento.

Apesar do impacto, os ocupantes da viatura passam bem e não houve registro de ferimentos graves. O tráfego na rodovia não precisou ser interrompido e seguiu normalmente após o acidente.

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Colisão entre veículos na BR-316 deixa uma pessoa morta - Foto: Reprodução

Uma pessoa morreu em um grave acidente registrado na manhã desta terça-feira (14), na BR-316, no município de Atalaia. A colisão frontal envolveu uma caminhonete branca e um carro de passeio. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionadas e confirmaram o óbito no local. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

De acordo com informações apuradas, os dois veículos colidiram de frente e ficaram atravessados na rodovia federal, causando a interdição parcial do trecho e exigindo atenção redobrada dos motoristas que trafegavam pela via.

Imagens registradas no local mostram a gravidade do impacto, além de indicarem que chovia no momento do acidente, embora essa informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada pelas autoridades.

Equipes de resgate e da PRF atenderam a ocorrência, mas até o momento não há detalhes sobre a identidade da vítima fatal nem informações confirmadas sobre possíveis feridos.

As circunstâncias que levaram à colisão seguem sob investigação.

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Ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes teriam cometido crimes de responsabilidade segundo relatório da CPI.
Foto: Andressa Anholete e Rosinei Coutinho / STF / Divulgação.

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pede o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet.

O texto, que será votado na tarde desta terça-feira (14), aponta que há indícios de crimes de responsabilidade por parte do PGR e dos ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

Este texto não é o final da CPI, já que o documento ainda precisa ser votado pela comissão. Os parlamentares ainda vão decidir se aprovam as propostas de indiciamentos e recomendações feitas pelo relator. Esta terça é a data prevista para a conclusão dos trabalhos.

Na prática , o pedido de indiciamento — desde que aprovado pela maioria da CPI — pode levar a uma solicitação de impeachment das quatro autoridades citadas. Esse pedido de impeachment terá que ser apresentado de forma apartada à Mesa do Senado. O processo para julgar um crime de responsabilidade tramita no próprio Senado. Crime de responsabilidade é de natureza política.

Segundo o senador, o documento já foi protocolado nos registros da comissão no Senado.

No relatório, ele afirma que a CPI foi alvo de "flagrante limitação de recursos", agravada pelas "enormes barreiras políticas e institucionais levantadas na medida em que as informações sobre fatos relacionados a figuras imponentes da República" começaram a ser investigadas.

Por isso, entre os motivos de indiciamento, "é razoável que a decisão se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade".

Crimes de responsabilidade são atos cometidos por presidentes, ministros e outros agentes públicos que ameacem a Constituição, a União, o funcionamento dos Poderes, os direitos políticos e a segurança interna, entre outros. A sanção é política, podendo resultar na perda do cargo ou na inelegibilidade.

De acordo com o relator da CPI, os ministros citados deveriam ter se declarado suspeitos para julgar o caso do banco Master no Supremo, devido a supostas relações de proximidade com os envolvidos no caso. Principalmente o dono do banco, Daniel Vorcaro.

A CPI foi instalada em novembro de 2025 para investigar omissões no combate ao crime organizado no Brasil. O Master entrou nos assuntos da comissão após suspeitas de irregularidades em operações financeiras para ocultar recursos de origem ilícita.

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