
Foto: Assessoria
O Grupo Equatorial dá mais um passo na modernização dos seus serviços com o lançamento do Pix Automático, uma solução inédita no setor elétrico que torna o pagamento da conta de luz mais prático, seguro e automático. A novidade já chega a Alagoas e outros estados de atuação do grupo, reforçando o compromisso da empresa com inovação e melhoria da experiência dos clientes.
A nova funcionalidade permite ao cliente autorizar, de forma rápida e segura, o pagamento automático das faturas mensais de energia elétrica diretamente pelo aplicativo do seu banco, em um ambiente protegido e regulamentado pelo Banco Central. O Pix Automático já está disponível desde a última quarta-feira (15/04) nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas e Amapá, com implementação gradual prevista para Goiás e Rio Grande do Sul.
“Com o Pix Automático, oferecemos aos nossos clientes uma solução simples e inteligente, que representa uma verdadeira mudança de hábito. É mais do que uma nova forma de pagar, é uma forma de viver com mais tranquilidade, organização e autonomia”, destaca Baltazar Lira Araújo Junior, Executivo de Gestão e Operação da Arrecadação do Grupo Equatorial.
Como funciona – Para aderir ao Pix Automático, o cliente deve acessar o aplicativo do seu banco e realizar o pagamento utilizando o QRCODE disponível na fatura de energia. Durante o processo de pagamento, o aplicativo exibira uma mensagem convidando o cliente da Equatorial a aderir ao pagamento pelo Pix Automático. Basta autorizar o Pix recorrente e concluir o pagamento da fatura atual.
A partir dessa autorização, o cliente ativa o Pix Automático e estabelece a recorrência dos pagamentos em um ambiente seguro e regulado pelo Banco Central. Isso garante segurança, integridade das transações e elimina a necessidade de novas ações mensais. Assim, todas as faturas seguintes serão pagas automaticamente, sem qualquer custo adicional, oferecendo mais praticidade e evitando atrasos.
Mesmo com os pagamentos automáticos, o cliente mantém total autonomia: pode definir limites de valor, acompanhar cada Pix realizado e cancelar a função a qualquer momento.
A adesão ao Pix Automático está disponível para clientes com cadastro atualizado e que utilizam a modalidade de pagamento Boleto/Pix do Banco do Brasil. Caso seja necessário atualizar os dados cadastrais, o cliente pode realizar a atualização diretamente no site da Equatorial (https://www.equatorialenergia.com.br) ou presencialmente em uma Agência de Atendimento da distribuidora.
Para mais informações, o cliente pode entrar em contato com a Central de Atendimento pelo telefone (0800 082 0196), disponível 24h por dia, ou procurar uma agência presencial da Equatorial em sua cidade.
Por: Assessoria de Imprensa da Equatorial Alagoas

Evandro Alhadas, de 29 anos, foi perseguido por seis cães enquanto corria em Bicas, em Minas Gerais — Foto: Arquivo Pessoal
Um corredor mineiro viveu um momento inusitado durante um treino de rotina em Bicas, na Zona da Mata. O empresário Evandro Alhadas, de 29 anos, foi perseguido por seis cães enquanto se exercitava em uma das principais vias da cidade.
O registro da cena viralizou nas redes sociais e até esta quinta-feira (16) já havia ultrapassado a marca de 9 milhões de visualizações, além de mais de 10 mil comentários.
O episódio aconteceu no último domingo (12), em um local bastante frequentado por praticantes de atividade física. Evandro, que pratica a modalidade há quatro anos, contou que estava no quilômetro 14 de um percurso de 20 km quando os animais apareceram.
"Eram seis cachorros. Eles estavam com um morador em situação de rua. Veio um primeiro, depois outro... Quando vi, já tinham vindo todos. Tentei desviar, achei que ficaria por isso, mas quando juntou o grupo, não deu nem para sair correndo", relembrou.
Apesar do tom bem-humorado adotado pelo corredor nas redes sociais, o momento foi de tensão. Durante a perseguição, ele foi mordido na coxa.
"Foi nesse meio tempo que um deles me mordeu. Como foi por cima da roupa, o ferimento não foi profundo. Diante da situação, foi algo leve. Apenas tomei as vacinas e fiz a limpeza do local", explicou.
O vídeo foi gravado por um amigo que acompanhava o treino e, inicialmente, foi publicado apenas como um alerta. O aspecto curioso da cena, porém, impulsionou a repercussão.
Apesar do susto, o corredor já retomou a rotina e voltou a treinar, inclusive pelo mesmo trajeto. "Vou ter que correr de caneleira ou correr mais rápido", brincou nas redes sociais.
Sobre os animais, Evandro disse que não sabe o paradeiro deles. "O morador em situação de rua disse que não eram dele. Queria até saber uma forma de ajudar os cachorros", concluiu.

MC Poze- Foto: divulgação
A Justiça Federal manteve a prisão do funkeiro MC Poze após audiência de custódia realizada na manhã desta quinta-feira (16). A sessão ocorreu de forma virtual, às 11h, em uma sala do Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Poze está detido na unidade desde a tarde desta quarta-feira (15).
O cantor permaneceu em silêncio na sede da Polícia Federal após ser preso em casa, na manhã desta quarta, em uma operação contra uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.
Segundo o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, a defesa ainda não teve acesso ao teor das acusações que motivaram a prisão.
“Pelo que entendi, é uma investigação da Polícia Federal de São Paulo junto à Justiça Federal de São Paulo. Os agentes daqui também não sabem do que se trata, já que apenas cumpriram mandados, deram apenas cumprimento à diligência sem saber do conteúdo delas”, destacou Fernando Henrique.
Ainda segundo o advogado, o artista foi surpreendido pela prisão e nega qualquer irregularidade. A defesa informou que pretende acessar os autos do processo para compreender as circunstâncias do caso e prestar esclarecimentos à Justiça.
O advogado também declarou que deve entrar com um pedido de habeas corpus para que o cantor responda à investigação em liberdade.
O cantor foi um dos alvos da Operação Narcofluxo, contra uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de fazer transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.
Agentes da PF foram no início da manhã para a casa de Poze, em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio.
O g1 apurou que a PF tentava cumprir outros 2 mandados de prisão no RJ. Em Bertioga, no litoral paulista, policiais federais prenderam o MC Ryan SP.
Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. Ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso.

Zambelli foi acusada de integrar uma organização criminosa digital responsável por ataques aos sistemas do Poder Judiciário brasileiro - Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil
A Justiça da Itália acolheu nesta quinta-feira (16) o pedido do Brasil para a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Desta vez, no caso da condenação por porte ilegal de arma. A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil em Roma, Renato Mosca de Souza. Da decisão, ainda cabe recurso.
Carla Zambelli permanece presa na Itália desde 29 de julho de 2025, enquanto responde a processos de extradição solicitados pelo Brasil, após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Zambelli está detida em um presídio nos arredores de Roma, unidade que abriga mulheres em regimes de segurança média e alta, dividida em oito seções. Ela é considerada foragida da Justiça brasileira após deixar o país rumo à Itália, onde possui cidadania.
A condenação que motivou a fuga está relacionada à invasão de sistemas do CNJ, episódio no qual, segundo as investigações, foram inseridos documentos falsos em bases oficiais. A decisão do STF determinou pena de 10 anos de prisão.
O caso integra um conjunto de processos que fundamentam o pedido de extradição feito pelo Brasil às autoridades italianas. Enquanto os trâmites legais seguem em análise, a ex-deputada permanece sob custódia no país europeu.
A extradição depende da conclusão dos recursos na Justiça italiana e da decisão final do governo local, conforme previsto em acordos internacionais entre os dois países.

Novo medicamento é genérico da versão para diabetes de medicamento com liraglutida - Maskot/GettyImages
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu dois grupos de trabalho para analisar o uso e os riscos dos medicamentos conhecidos como “canetas emagrecedoras” no Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16).
A iniciativa abre uma nova etapa na atuação da agência sobre esses produtos: em vez de decisões pontuais, o foco passa a ser reunir evidências e organizar uma avaliação mais ampla sobre como esses medicamentos estão sendo utilizados no país.
As portarias nº 488 e nº 489 criam dois grupos com funções complementares.
Um deles, com duração inicial de 45 dias, terá a missão de analisar evidências científicas, dados de utilização e informações de farmacovigilância — sistema que monitora efeitos adversos de medicamentos. O grupo também deverá identificar riscos, incertezas e lacunas no conhecimento, além de propor recomendações técnicas para subsidiar decisões da diretoria da Anvisa.
A segunda frente, com prazo inicial de 90 dias, vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação relacionado a esses medicamentos. Entre as atribuições estão monitorar resultados, identificar desafios e sugerir medidas de aprimoramento.
Os dois grupos têm caráter consultivo e devem consolidar relatórios técnicos ao fim dos trabalhos.
O objetivo central é entender, com base em dados, como esses medicamentos estão sendo usados no país — desde padrões de prescrição até possíveis eventos adversos.
A partir desse diagnóstico, a agência pode estruturar orientações mais claras para profissionais de saúde e embasar eventuais ajustes nas regras de uso e acompanhamento.
As chamadas “canetas emagrecedoras” pertencem à classe dos agonistas do receptor de GLP-1.
Essas substâncias imitam um hormônio produzido no intestino que atua em dois eixos principais: o controle da glicose e a regulação do apetite. Ao retardar o esvaziamento do estômago e agir em áreas do cérebro ligadas à saciedade, ajudam a reduzir a ingestão de alimentos.
Por isso, são indicadas para o tratamento de diabetes tipo 2 e, em situações específicas, da obesidade.
As portarias não alteram, por si só, as regras atuais. Mas os resultados dos grupos devem servir de base técnica para decisões futuras da Anvisa.
Entre os pontos que podem ser avaliados estão critérios de prescrição, estratégias de comunicação de risco e formas de monitoramento de efeitos adversos.
A criação dos grupos ocorre após uma série de medidas recentes da agência envolvendo esses medicamentos.
Nesta semana, a Anvisa proibiu a comercialização de canetas à base de tirzepatida trazidas do Paraguai, sem registro no Brasil e sem garantia de qualidade ou segurança. Dias antes, também rejeitou pedidos de registro de novos medicamentos com semaglutida e liraglutida.
As decisões se inserem em um momento de maior movimentação do setor, marcado pela tentativa de entrada de novos fabricantes após a queda da patente da semaglutida — substância usada em medicamentos como Ozempic e Wegovy.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa — Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, foi preso nesta quinta-feira (16), em Brasília, durante nova fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e irregularidades em operações financeiras envolvendo o BRB e o Banco Master.
A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator do caso. Segundo as investigações, Paulo Henrique Costa é suspeito de não seguir práticas de governança e de permitir negócios sem lastro entre o BRB e o Banco Master.
De acordo com a Polícia Federal, o ex-executivo teria recebido ao menos seis imóveis avaliados em cerca de R$ 146 milhões do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Master, em troca de facilitar operações financeiras consideradas irregulares. Parte dos imóveis está localizada no Distrito Federal.
Além de Costa, também foi alvo de mandado de prisão o advogado Daniel Monteiro, apontado como responsável por administrar fundos utilizados para dificultar o rastreamento de recursos de origem ilícita.
Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. A operação investiga crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Após a prisão, Paulo Henrique Costa deve ser encaminhado ao Complexo Penitenciário da Papuda, após passar por audiência de custódia.
O caso envolve negociações entre o BRB e o Banco Master, incluindo a tentativa de aquisição da instituição privada, posteriormente vetada pelo Banco Central por falta de viabilidade econômica e riscos ao banco público. A Polícia Federal também apura a compra de carteiras de crédito consideradas problemáticas.
A defesa de Paulo Henrique Costa e o BRB ainda não se manifestaram. As investigações seguem em andamento para apurar responsabilidades e a extensão dos prejuízos.

O cinegrafista Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro, da Band Minas, que estavam no carro envolvido no acidente. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um acidente envolvendo um carro de reportagem da Band Minas e um caminhão deixou o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, morto e a repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, gravemente ferida, na tarde desta quarta-feira (15), na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A colisão frontal ocorreu enquanto a equipe retornava de uma pauta jornalística.
De acordo com as informações, o veículo da emissora colidiu de frente com o caminhão, ficando completamente destruído na parte dianteira. Rodrigo Lapa, que dirigia o carro, morreu ainda no local. Já Alice Ribeiro, única passageira, foi socorrida em estado grave.
A jornalista foi encaminhada por uma aeronave do Corpo de Bombeiros ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo familiares, ela está em coma, com traumatismo craniano e fraturas pelo corpo.
A equipe retornava de uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para reduzir o número de acidentes na rodovia.
Equipes da concessionária e do Corpo de Bombeiros atuaram no resgate. Por volta das 13h, a pista estava totalmente interditada no km 444 devido à ocorrência.
Em nota, a Band Minas lamentou o acidente e informou que está prestando assistência às famílias das vítimas. A emissora também afirmou que aguarda a apuração das causas.
A Polícia Civil acionou a perícia para o local e informou que investigará as circunstâncias do acidente.

Montagem de fotos de carro da Band e de caminhão envolvidos em acidente na BR-381, em Sabará — Foto: CBMMG/ Divulgação

Imagem: Ascom Semarh
A quadra chuvosa começou oficialmente nesta quarta-feira (15) em Alagoas com previsão de chuvas acima da média nos primeiros meses, principalmente na faixa leste do estado. O alerta é da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), que aponta maior probabilidade de ocorrências meteorológicas mais intensas neste início de período.
De acordo com a previsão climática para 2026, as regiões do Litoral, Zona da Mata, Baixo São Francisco e Agreste devem concentrar os maiores volumes de chuva. Diante desse cenário, órgãos de defesa civil devem manter monitoramento constante e atenção a possíveis impactos, como alagamentos.
Segundo a Semarh, o aumento das chuvas neste primeiro momento está relacionado ao aquecimento das águas do Oceano Atlântico Tropical, na costa leste do Nordeste. Esse fator favorece a formação de sistemas que intensificam as precipitações sobre o estado.
A tendência, no entanto, é de mudança ao longo dos próximos meses. A previsão indica redução gradual das chuvas na segunda metade da quadra chuvosa. Um dos fatores que pode influenciar esse cenário é a possível atuação do fenômeno El Niño, que costuma reduzir os volumes de precipitação no Nordeste.
A quadra chuvosa é o principal período de reposição de água em Alagoas, responsável pela recarga de reservatórios e aquíferos em todo o estado.
A Defesa Civil Estadual reuniu, na quinta-feira (9), agentes municipais, autoridades de segurança e a imprensa para detalhar o Plano de Acionamento Interinstitucional e o Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil de Alagoas para a quadra chuvosa 2026, que tem início agora em abril e se estende até agosto. O evento ocorreu no auditório da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA).
O trabalho intersetorial é feito em conjunto com diversas pastas. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) realiza a leitura técnica da previsão de chuvas; a Defesa Civil informa com antecedência aos coordenadores municipais sobre os riscos; e pastas como as secretarias de Assistência Social e Planejamento ficam com o suporte às vítimas.
Em 2026, a quadra chuvosa alagoana contará com a tecnologia do Defesa Civil Alerta (DCA). Lançado em junho do ano passado, o sistema emite avisos sonoros e mensagens diretamente nos celulares de quem está em áreas de risco.
Outra novidade da Defesa Civil para evitar desastres e enfrentar crises é a presença de drones para mapear e dar informações precisas com baixo custo.
