Dorival Júnior em Corinthians x Inter — Foto: Marcello Zambrana/AGIF

 

Dorival Júnior não é mais o técnico do Corinthians. O presidente Osmar Stabile e o executivo de futebol Marcelo Paz optaram pela demissão do treinador e de sua comissão após a derrota por 1 a 0 para o Internacional, neste domingo, na Neo Química Arena.

Contratado no fim de abril do ano passado, Dorival deixa o Timão com dois títulos: a Copa do Brasil de 2025 e a Supercopa do Brasil, conquistada no início de fevereiro de 2026.

A saída também foi motivada pela queda de desempenho da equipe, que não vence há nove jogos, sendo sete deles pelo Brasileirão. O Corinthians estreia na Conmebol Libertadores na próxima quinta-feira, contra o Platense, na Argentina.

Na atual temporada, o Corinthians foi eliminado pelo Novorizontino na semifinal do Campeonato Paulista e teve um início abaixo das expectativas na competição nacional.

O clube será comandado nesta segunda-feira por William Batista, técnico do sub-20.

Além disso, o treinador enfrentou uma série de problemas fora de campo em 2026, como mais de dez lesões no elenco e baixas inesperadas, como a saída do volante José Martínez.

Confira a nota oficial do Corinthians:

O Sport Club Corinthians Paulista comunica o desligamento do técnico Dorival Júnior e de sua comissão técnica.

O Clube agradece aos profissionais pelos serviços prestados, marcados por importantes conquistas à frente da equipe como a Copa do Brasil de 2025 e a Supercopa Rei de 2026, resultados que permanecerão na história da instituição.

O Corinthians deseja sucesso na continuidade de suas carreiras profissionais e informa que o treinamento desta segunda-feira (06) será comandado por William Batista, técnico do sub-20.

Reprodução

 

O Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca registrou 10  corpos no plantão deste fim de semana, conforme relatório divulgado na manhã desta segunda-feira (6).

Josefa Francisca da Silva, 95 anos, corpo procedente da rua Vereador José Garcez, em Taque D`Arca. Causa da morte: indeterminada.

Antônio da Silva Pereira, 69 anos, procedente do Povoado Folha Miúda, em Craíbas. A causa da morte consta como clínica.

Higor Teixeira Alexandre, 25 anos, corpo procedente do sítio Belém, na zona rural de Porto Real do Colégio. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

Lucivaldo dos Santos Oliveira, corpo procedente da BR 423, em Delmiro Gouveia. Causa da morte: suicídio.

Taylane Vieira da Silva, procedente do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Causa da morte: acidente de trânsito.

Cícero Gomes da Silva, procedente do povoado Serra da Mandioca, na zona rural de Dois Riachos.  Causa da morte: a  esclarecer.

Pedro Henrique Martins Santos, corpo procedente do Rio Ipanema, no município de Santana do Ipanema. Causa da morte: afogamento.

Flávio Silva Canuto, procedente do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

Silvano Souto da Silva, procedente da rodovia AL  115, em Palmeira dos Índios. Causa da morte: acidente de trânsito.

Davi Miguel Cabral de Oliveira, corpo procedente da rodovia AL 110, bairro Santa Cecília, em Penedo. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

 

 

Foto: Reprodução TSE

 

Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos para disputar outros cargos na eleição deste ano, como exige a lei. O levantamento é do g1.

O prazo de desincompatibilização terminou na noite de sábado (4), a seis meses do primeiro turno. A regra é válida para quem ocupa cargos no Poder Executivo, com o objetivo de evitar o uso da máquina pública em favor das candidaturas.

Entre os governadores que renunciaram, dois são pré-candidatos à Presidência da República — Romeu Zema e Ronaldo Caiado —, e oito devem disputar o Senado, que neste ano vai renovar 54 das 81 cadeiras. Veja os nomes :

Acre: Gladson Cameli (PP)

Amazonas: Wilson Lima (União)

Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB)

Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB)

Goiás: Ronaldo Caiado (PSD)

Mato Grosso: Mauro Mendes (União)

Minas Gerais: Romeu Zema (Novo)

Pará: Helder Barbalho (MDB)

Paraíba: João Azevêdo (PSB)

Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL)

Roraima: Antonio Denarium (Republicanos)

Quando o governador deixa o cargo, o vice assume e pode ser candidato a um novo mandato. É o que deve acontecer na maioria dos estados.

No Rio de Janeiro, há uma situação diferente: como Cláudio Castro estava sem vice, que foi nomeado para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, haverá uma nova eleição para um mandato-tampão até o fim do ano. O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se será uma eleição direta, com votos dos eleitores, ou indireta, em que somente os deputados estaduais podem votar.

A saída do cargo não confirma a candidatura, mas é uma condição exigida. A oficialização só ocorrerá em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Governadores que podem tentar a reeleição não precisam deixar o cargo enquanto são candidatos. O mesmo vale para o presidente Lula (PT). São eles:

Amapá: Clécio Luís (União)

Bahia: Jerônimo Rodrigues (PT)

Ceará: Elmano de Freitas (PT)

Mato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PP)

Pernambuco: Raquel Lyra (PSD)

Piauí: Rafael Fonteles (PT)

Santa Catarina: Jorginho Mello (PL)

São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos)

Sergipe: Fábio Mitidieri (PSD)

Há também os governadores que vão concluir o mandato e decidiram não disputar a eleição.

Alagoas: Paulo Dantas (MDB)

Maranhão: Carlos Brandão (sem partido)

Paraná: Ratinho Junior (PSD)

Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT)

Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSD)

Rondônia: Marcos Rocha (PSD)

Tocantins: Wanderlei Barbosa (Republicanos)

Eduardo Leite pretendia ser candidato a presidente e perdeu a disputa no PSD para Ronaldo Caiado, governador de Goiás. No caso de Fátima Bezerra, houve uma reviravolta: o plano de tentar o Senado foi frustrado porque o vice, Walter Alves, se negou a assumir o lugar dela. Ele quer ser candidato a deputado estadual.

Quem são os prefeitos com planos eleitorais

Os prefeitos de capitais que renunciaram devem disputar os governos de seus estados. A lista inclui Eduardo Paes, do Rio, que tentará pela segunda vez se eleger governador, o prefeito do Recife, João Campos, e João Henrique Caldas, o JHC, que trocou o PL pelo PSDB em Maceió.

Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro

Lorenzo Pazzolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória

João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife

Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís

Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa

David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus

Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá

Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco

Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista

João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió

Foto: Divulgação/CRB

 

Em jogo válido pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, na noite deste domingo (5), o CRB empatou com o Novorizontino por 1 a 1, jogando no estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP).  Os gols aconteceram no segundo tempo: Carlão abriu o placar aos 28 minutos para o time paulista e Dadá Belmonte empatou para o Galo aos 48 minutos.

As duas equipes seguem sem vencer na competição e somam dois pontos cada. A equipe alagoana ocupa a 13ª colocação, enquanto o Novorizontino vem logo na sequência.

Na quarta rodada, os clubes irão entrar em campo no próximo domingo (12). O Novorizontino enfrenta o América-MG, na Arena Independência, em Belo Horizonte/MG, às 18h.

O CRB vai encarar o Athletic (MG), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, às 20h.

Antes disso, o CRB terá clássico contra o ASA no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, às 19h da quinta-feira (9), pela terceira rodada da Copa do Nordeste.

 


Arte Carla Sena/Metrópoles sobre fotos Getty Images

 

Os Estados Unidos e o Irã protagonizam, neste domingo (5/4), um novo capítulo de tensão no Oriente Médio, desta vez envolvendo o resgate de um piloto norte-americano desaparecido após a queda de um caça F-35. As versões sobre o desfecho do caso divergem: enquanto Washington afirma que o militar foi resgatado com sucesso, autoridades iranianas sustentam que a operação fracassou.

O caso teve início na sexta-feira (3/4), quando um caça F-35 dos EUA foi abatido em território iraniano, o que levou à ejeção dos tripulantes e ao início de buscas na região. Segundo a imprensa norte-americana, um dos pilotos foi resgatado, enquanto outro seguia desaparecido.

Neste domingo (5/4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o militar desaparecido foi localizado e está “são e salvo”, apesar de “gravemente ferido”. Em publicação nas redes sociais, ele disse que o piloto é um coronel e foi encontrado em uma área montanhosa, após uma operação considerada de alto risco.

Trump também destacou que a missão ocorreu em meio à atuação de forças iranianas na região, o que teria aumentado a dificuldade do resgate.

Irã contesta versão dos EUA
A versão, no entanto, é contestada pelo Irã. De acordo com a mídia estatal do país, as forças iranianas teriam derrubado quatro aeronaves norte-americanas que participavam da operação de busca, incluindo helicópteros Black Hawk e aviões C-130.

Em comunicado, a Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que os Estados Unidos tentaram resgatar o piloto, mas tiveram suas aeronaves destruídas, classificando a operação como mal sucedida.

“Após esforços desesperados dos EUA para resgatar o piloto do caça abatido e a entrada de objetos voadores nas regiões centrais do país, os objetos voadores inimigos foram destruídos e os EUA sofreram mais uma vez uma derrota humilhante durante uma operação conjunta (envolvendo forças aeroespaciais, terrestres, além de unidades civis, da Basij e da polícia)”, afirmou a Guarda Revolucionária Islâmica.

Escalada no Oriente Médio
O Oriente Médio enfrenta uma escalada de tensão desde o fim de fevereiro, marcada pelo início de um confronto direto entre os Estados Unidos, Israel e o Irã. A guerra teve início em 28 de fevereiro, quando uma ofensiva coordenada por Washington e Tel Aviv resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã, além de outras autoridades de alto escalão do regime.

Desde então, os Estados Unidos afirmam ter ampliado as ofensivas contra alvos estratégicos iranianos, incluindo embarcações militares, sistemas de defesa aérea e aeronaves. As ações, segundo Washington, têm como objetivo enfraquecer a capacidade militar do país.

Em resposta, o governo iraniano iniciou uma série de ataques na região, atingindo diferentes países do Golfo e do entorno, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. As autoridades iranianas sustentam que os alvos são interesses ligados aos Estados Unidos e a Israel nesses territórios, o que amplia o risco de um conflito regional de maiores proporções.

Os impactos humanitários já são significativos. De acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, sediada nos EUA, ao menos 1.937 civis morreram no Irã desde o início da guerra. Do lado americano, a Casa Branca contabiliza pelo menos 13 militares mortos em decorrência direta dos ataques iranianos, enquanto Israel registra 24 vítimas. Os números foram atualizados até 3 de abril por veículos internacionais.

A crise também ultrapassou as fronteiras iranianas e israelenses e chegou ao Líbano. O Hezbollah, aliado do Irã, lançou ofensivas contra o território israelense em reação à morte de Khamenei. Em resposta, Israel intensificou bombardeios aéreos contra posições que afirma serem do grupo no país vizinho. Desde então, centenas de pessoas morreram em solo libanês.

Governo da Alemanha quer alcançar meta de 260 mil militares na ativa. — Foto: Federico Gambarini/dpa/picture alliance via DW

 

Homens alemães de 17 a 45 anos precisarão de autorização prévia para permanecer mais de três meses no exterior, segundo uma nova lei aprovada na Alemanha para instituir o serviço militar voluntário.

A informação foi confirmada à BBC News por um porta-voz do Ministério da Defesa alemão.

A Lei de Modernização do Serviço Militar, em vigor desde 1º de janeiro, busca reforçar as defesas do país diante das ameaças da Rússia após a invasão da Ucrânia.

Conforme a legislação, as autorizações de viagem tendem a ser concedidas, mas ainda não está claro como a regra será aplicada em caso de descumprimento. A nova exigência passou praticamente despercebida até ser noticiada pelo jornal local Frankfurter Rundschau na última sexta-feira (3).

Governo se prepara para emergências
O porta-voz do Ministério da Defesa afirmou que a medida visa "garantir um sistema de registro militar confiável e eficaz". "Em caso de emergência, precisamos saber quem pode estar no exterior por um período prolongado", disse.

Ele reconheceu que as consequências para os jovens podem ser "de grande impacto" e afirmou que regras sobre isenções estão sendo elaboradas "para evitar burocracia desnecessária".

A base legal da exigência está na Lei de Recrutamento Militar de 1956, alterada diversas vezes — a mais recente em dezembro do ano passado.

Até então, a obrigação de comunicar estadias prolongadas no exterior se aplicava apenas em caso de estado de defesa nacional ou mobilização.

O funcionário do Ministério de Defesa afirmou à BBC que uma disposição semelhante "esteve em vigor durante a Guerra Fria e não tem relevância prática".

Alemanha quer expandir seu Exército
A Lei de Modernização do Serviço Militar prevê a ampliação do número de militares da ativa, de cerca de 180 mil para 260 mil, até 2035.

Em dezembro, o Parlamento alemão aprovou a introdução do serviço militar voluntário. Desde janeiro, todos os jovens de 18 anos são questionados se desejam ingressar nas forças armadas.

A partir de julho de 2027, eles também deverão passar por uma avaliação de aptidão física para determinar se seriam elegíveis em caso de guerra.

Mulheres podem se voluntariar, mas não podem ser obrigadas a servir, de acordo com a Constituição alemã.

Embora o modelo atual seja voluntário, autoridades admitem que uma forma de serviço obrigatório poderá ser considerada caso a situação de segurança se deteriore ou o número de voluntários seja insuficiente.

Quando a lei foi aprovada, jovens protestaram. "Não queremos passar metade de nossas vidas trancados em quartéis, sendo treinados em ordem e obediência para aprender a matar", escreveu um dos organizadores desses atos nas redes sociais.

Assim como outros países europeus, a Alemanha reduziu significativamente suas forças armadas após o fim da Guerra Fria. Na época, o país tinha quase meio milhão de soldados.

O serviço militar obrigatório foi abolido em 2011, durante o governo da então chanceler Angela Merkel.

O atual chanceler, Friedrich Merz, prometeu reconstruir as forças armadas e transformá-las no exército mais forte da Europa, em resposta ao que seu governo descreve como um ambiente de segurança mais instável no continente.

 

 

Papa Leão XIV gesticula em sacada principal da Basílica de São Pedro antes de proferir sua mensagem 'Urbi et Orbi' durante missa de Páscoa no Vaticano em 5 de abril de 2026. — Foto: REUTERS/Matteo Minnella

O Papa Leão XIV rezou neste domingo (5) uma missa de Páscoa no Vaticano. Durante a celebração, o pontífice desejou "boa Páscoa" em diversos idiomas e pediu que líderes mundiais "escolham a paz".

"Feliz Páscoa. Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado [Jesus Cristo] presente entre nós", afirmou o papa em português. Outras línguas utilizadas pelo papa foram o italiano, inglês, alemão, espanhol e chinês.

Milhares de fiéis compareceram à Praça de São Pedro para acompanhar a missa, que teve cantos, um sermão de Leão XIV e diversas referências à ressurreição de Jesus Cristo. O local foi decorado com cerca de 60 mil flores, dispostas em fileiras à frente do púlpito principal utilizado pelo papa. Esta foi a primeira missa pascal que Leão XIV celebra desde que virou papa, há cerca de 11 meses.

Em seu sermão, Leão XIV pediu que "aqueles que têm o poder de desencadear guerras escolham a paz", e criticou a "indiferença" diante dos conflitos e das milhares de mortes.

A fala foi mais um apelo do pontífice contra as guerras no mundo. Há uma semana, disse que "Deus não ouve orações de líderes que promovem guerras", o que foi tido como um recado ao governo dos EUA em meio ao conflito no Oriente Médio contra o Irã.

Milhões de católicos ao redor do mundo celebram a Páscoa neste domingo. Segundo a liturgia, a data marca o dia da ressurreição de Jesus Cristo. A missa no Vaticano concluiu um ciclo de cerimônias no Vaticano para marcar a data. Durante os ritos, Leão XIV carregou a cruz durante toda a procissão de Via Crucis em Roma, gesto inédito desde a década de 1970, e também rezou deitado no chão para celebrar a Paixão de Cristo.

Os encontros começaram na Quarta-feira de Cinzas e se mantiveram com alta audiência até o fim do período religioso. - (crédito: Canção Nova/Divulgação)

encerramento da Quaresma, neste domingo de Páscoa, foi acompanhado por um volume expressivo de fiéis nas transmissões do rosário realizadas durante a madrugada. Ao longo dos 40 dias, cerca de 1 milhão de pessoas assistiram diariamente, ao vivo, às orações conduzidas por Frei Gilson.

Os encontros começaram na Quarta-feira de Cinzas e se mantiveram com alta audiência até o fim do período religioso. Segundo os dados da organização, houve participação de fiéis em aproximadamente 80 países, o que ampliou o alcance das transmissões para além do público brasileiro.

Mesmo em um horário de baixa audiência tradicional, as lives registraram estabilidade nos acessos ao longo de toda a Quaresma. Em algumas datas, o rosário contou com a presença de bispos convidados, integrados à programação.

Audiência cresce desde 2020

Os números deste ano indicam uma expansão relevante do projeto. Na primeira edição, em 2020, a transmissão inicial registrou 317 mil espectadores simultâneos. Na edição mais recente, o público diário superou esse patamar e atingiu a marca de 1 milhão por madrugada.

Durante o período, a campanha também arrecadou recursos destinados à Toca de Assis de Santos (SP), instituição que acolhe mulheres idosas em situação de vulnerabilidade. As doações foram utilizadas na compra de itens como camas, fogão e equipamentos para melhoria da estrutura.

CSA 3 x 0 Atlético-BA

 

Em sua estreia no Campeonato Brasileiro da série D 2026, o CSA venceu o Atlético de Alagoinhas (BA), por 3 a 0, na tarde deste domingo (5), no Estádio Rei Pelé, em Maceió-AL.

Os gols do time azulino foram marcados por Kayllan, Rian Santana e Dudu Figueiredo, todos no segundo tempo. Com o resultado, o CSA ocupa a liderança do Grupo A-10 da competição, com 3 pontos. É a mesma pontuação da Juazeirense (BA), mas a equipe alagoana leva vantagem no saldo de gols (3 a 2). O Atlético é o lanterna sem pontuar.

Na 2ª rodada, o CSA enfrenta o Jacuipense (BA), no Estádio Pituaçu (BA), em Salvador, no próximo sábado (11), a partir das 16 horas.

O Atlético vai enfrentar a Juazeirense (BA), no estádio Carneirão, em Alagoinhas, no domingo (12), também às 16 horas.

Ficha Técnica:

CSA 3 x 0 Atlético - BA

Gols: Kayllan, Rian Santana e Dudu Figueiredo

Árbitro - João Marcos Gonçalves Fernandes (RJ).

Assistentes - Filipe Rodrigues (AL) e Genilson Firmino da Silva (AL).

Quarto árbitro - João Pedro da Silva Braga (AL).

CSA - Wellerson; Caio Hila (Ramon Batista), Lucão, Rayan e Ailton Santos; Kayllan, Camacho, Fabrício Bigode (Matheus Souza) e Dudu Figueiredo; Matheus Sacramento (Lucas Silva) e Rian Santana. Técnico: Moacir Júnior.

Atlético de Alagoinhas-BA - Mateus Silva; Hernandes, Guilherme, Jailton e Cícero Matheus; Henrique (Ryan), Everson Ribeiro, Higor Farias (Ruan Teles) e Esquerdinha (Everton Felipe); João Leonardo (Gleydisson) e Jefferson. Técnico: Júnior Amorim.

crédito: Reprodução Twitter Monark

 

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) recuou e desistiu de processar o influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark. Durante um debate em 2022, ele defendeu que "o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido por lei" e que "se o cara quiser ser um anti-judeu, eu acho que ele tinha direito de ser".

Inicialmente, o MP-SP considerou a declaração como discurso de ódio com conteúdo antissemita e pediu que Monark fosse condenado a pagar R$ 4 milhões por danos morais coletivos. Em manifestação no processo no último dia 31, o promotor de Justiça Marcelo Otavio Camargo Ramos pediu que a ação seja julgada improcedente.

Na visão dele, as declarações de Monark "se enquadram na defesa abstrata (embora equivocada) na liberdade de convicção e expressão, e não na defesa do ideário nazista em si".

Monark foi desligado do podcast Flow, onde era um dos apresentadores, por causa das declarações que foram feitas durante um episódio com os deputados federais Kim Kataguiri (Missão-SP) e Tabata Amaral (PSB-SP).

"Fico muito feliz com essa vitória na Justiça. Agradeço à Free Speech Union Brasil por ter me ajudado nessa briga. Fico satisfeito que o Ministério Público tenha recobrado a sanidade, porque claramente não houve nenhum ataque a qualquer comunidade judaica, nem nada do tipo", disse o influenciador após a decisão. A Free Spech Union Brasil foi a entidade que assumiu a defesa dele durante o processo.

De acordo com o promotor, o debate com Kim e Tabata não era sobre os "deméritos da execrável ideologia nazista", mas sim sobre a extensão da liberdade de expressão.

"Defender o (odioso) nazismo significaria, em síntese, propugnar, exaltar ou legitimar ideário político e filosófico assentado no socialismo nacionalista", escreveu Ramos.

"Diversamente, defender a liberdade de convicção e de expressão de indivíduos que adiram a tal ideologia não importa adesão, endosso ou relativização de seu conteúdo, limitando se à afirmação abstrata de que, em um regime democrático, o Estado não deve reprimir ideias enquanto tais, ausente discurso de ódio, incitação concreta à violência ou prática de atos ilícitos", continuou o promotor.

Ele escreveu ainda que antes de fazer as afirmações, Monark repudiou o nazismo, classificando a ideologia como "merda", "lixo" e algo "do demônio".

Após a repercussão negativa, Monark publicou um vídeo nas redes sociais no qual alegou que estava "muito bêbado" no momento das falas.

Ele voltou a protagonizar uma polêmica no ano seguinte ao sugerir que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, impedia a transparência das urnas com o objetivo de manipular as eleições. Moraes determinou o bloqueio dos perfis de Monark nas redes sociais para impedir a propagação de discurso antidemocrático.

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