
Luh Fiuza/Metrópoles
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) começarão a receber em abril o pagamento antecipado do 13º salário. Este é o sexto ano seguido em que o governo federal adianta o benefício.
Os valores serão divididos em duas parcelas: a primeira metade será paga de 24 de abril a 8 de maio e, a segunda, entre 25 de maio e 8 de junho.
Têm direito à antecipação do 13º quem recebeu, em 2026, benefício por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão.
Não têm direito a receber o 13º salário pessoas contempladas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência (desde que comprovem baixa renda) e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.
A data de pagamento leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador (que aparece depois do traço). Confira o calendário:
Primeira parcela – para quem ganha até um salário-mínimo
Número final 1 – 24/4
Número final 2 – 25/4
Número final 3 – 28/4
Número final 4 – 29/4
Número final 5 – 30/4
Número final 6 – 2/5
Número final 7 – 5/5
Número final 8 – 6/5
Número final 9 – 7/5
Número final 0 – 8/5
Primeira parcela – para quem ganha acima do piso nacional
Número final 1 e 6 – 2/5
Número final 2 e 7 – 5/5
Número final 3 e 8 – 6/5
Número final 4 e 9 – 7/5
Número final 5 e 0 – 8/5

Vinícius Schmidt/Metrópoles
O governo federal está fechando o cerco contra o aumento abusivo de preço dos combustíveis. Entre o pacote de medidas anunciado nesta segunda-feira (6/4), está a proposta de agravar as penas para quem eleva preços de forma abusiva em momentos de “conflitos geopolíticos ou de calamidade”.
Conforme o governo, uma medida provisória que será assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agrava penalidades em situações de conflitos geopolíticos ou de calamidade nos casos de elevação abusiva de preço e recusa do fornecimento de combustíveis. Uma das mudanças previstas, de acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é a possibilidade de interdição de estabelecimentos que adotam práticas abusivas. Atualmente, a legislação permite apenas a aplicação de multas.
Além disso, um projeto de lei em regime de urgência constitucional será encaminhado ao Congresso Nacional para a criação de um novo tipo penal para coibir o aumento abusivo de preços, podendo implicar dois a cinco anos de prisão.

Maço de cigarros: aumento de imposto para compensar perda de arrecadação
Crédito: Reprodução
O governo federal estimou que as medidas que já estão em vigor e as que foram anunciadas nesta segunda-feira (6) para reduzir o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis no Brasil custarão R$ 30,5 bilhões.
Esse impacto leva em conta as seguintes medidas:
isenção do PIS/Cofins sobre o diesel (R$ 20 bilhões);
subvenção aos importadores e aos produtores brasileiros do combustível (R$ 10 bilhões);
retirada dos impostos federais que incidem sobre o combustível de aviação (QAV) e sobre o biodiesel e apoio financeiro aos importadores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) (R$ 500 milhões).
Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a maior parte da compensação dos gastos virá da arrecadação com tributos sobre a exportação de petróleo, participações e royalties.
Tributação cigarros
Para compensar a isenção do PIS Cofins do querosene de aviação (QAV) e do biodiesel, a equipe econômica decidiu aumentar a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre cigarros.
Com essa mudança, o governo espera arrecadar R$ 1,2 bilhão no período em que a medida vai vigorar, dois meses. A alíquota subirá de 2,25% para 3,5% e o preço mínimo da carteira de cigarros passará de R$ 6,50 para R$ 7,50.
É esperado um decreto para zerar os impostos federais sobre o combustível de aviação e sobre o biodisel. Segundo os cálculos do governo, a economia será de R$ 0,07 por litro do combustível.
No caso do biodiesel, a economia será de R$ 0,02 por litro do combustível. O biodisel é um combustível renovável adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.
Subvenção compatilhada
A subvenção aos importadores do diesel foi negociada com os estados. De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, no Palácio do Planalto, 25 estados aderiram à proposta, que prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).
Segundo o governo, a medida será aplicada nos meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.
O governo federal vai inicialmente fazer o pagamento da parte que cabe aos estados e depois vai reter o valor correspondente a cada um deles no Fundo de Participação dos Estados (FPE).
➡️ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Pré-candidatos à Presidência da República em 2026 — Foto: Ricardo Stuckert/PR; Daniel Cole/Reuters; Roberto Sungi/Ato Press/Estadão Conteúdo; Reprodução/TV Globo; Reprodução/YouTube; Divulgação/Sistema FIEMA; Reprodução/Instagram; Divulgação
A disputa pela Presidência da República tem agora oito nomes anunciados como pré-candidatos. São eles:
Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL)
Ronaldo Caiado (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Renan Santos (Missão)
Aldo Rebelo (Democracia Cristã)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Augusto Cury (Avante)
No último fim de semana, o ex-deputado Cabo Daciolo e o escritor Augusto Cury anunciaram suas pré-candidaturas. Cury fará a sua estreia em campanhas políticas.
No momento, todos eles são considerados pré-candidatos porque a oficialização só vai acontecer em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo deve acontecer em 25 de outubro.

Governo lança programa que amplia acesso ao gás de cozinha — Foto: Reprodução/TV Globo
O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um apoio financeiro aos importadores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).
🔎O GLP, também conhecido como “gás de cozinha” ou “gás de botijão”, é destinado principalmente ao uso doméstico.
O pagamento da subvenção será de R$ 850,00 sobre cada tonelada de GLP, com o custo de R$ 330 milhões.
Com a medida, o produto importado será comercializado com o mesmo preço daquele produzido no Brasil.
De acordo com o governo, o objetivo é reduzir o impacto dos conflitos no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis no mercado interno.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em coletiva no Palácio do Planalto, disse que a medida viabiliza a manutenção da importação do GLP mesmo no cenário internacional adverso e garante "a distribuição para as famílias de mais baixa renda, que dependem dessa energia, de gás de cozinha, no seu dia a dia".
A subvenção à compra externa do GLP, com duração de dois meses, podendo ser prorrogada por mais dois meses, está prevista em medida provisória que traz outras ações para tentar para frear alta nos preços de combustíveis.
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (6/4), um novo pacote de medidas para conter os efeitos da guerra do Irã sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Entre as ações, está a isenção de impostos federais sobre o querosene de aviação (QAV), com o objetivo de reduzir custos e conter a alta das passagens aéreas.
As medidas serão detalhadas em uma medida provisória (MP) que deve ser publicada nos próximos dias.
No caso do querosene de aviação, o governo zerou as alíquotas de PIS e Cofins. A estimativa é de uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível.
O QAV é um dos principais custos das companhias aéreas e, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% das despesas operacionais após reajuste na última semana.
Além de garantir a desoneração, o pacote inclui duas linhas de crédito para o setor aéreo. Uma delas será financiada com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e pode chegar a R$ 2,5 bilhões por empresa, com foco na reestruturação financeira. Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por instituições autorizadas.
A segunda linha terá R$ 1 bilhão disponível e será destinada ao capital de giro, com prazo de até seis meses. As condições ainda serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco assumido pela União.
Outra medida prevista é o adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea. As cobranças referentes aos meses de abril, maio e junho deverão ser quitadas apenas em dezembro.

Nova Carteira de Identidade Nacional. — Foto: Ascom SSP-PI
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou nesta segunda-feira (6) que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.
De acordo com a pasta, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027.
Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.
➡️Antes da mudança, as pessoas que buscassem um benefício poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano.
Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.
O primeiro passo para a emissão da carteira de identidade nacional, de acordo com o Ministério da Gestão, é acessar o gov.br/identidade, entrar no link de agendamento de seu estado e marcar a coleta da biometria.
No dia da emissão, o governo explicou que é necessário levar a certidão de nascimento ou de casamento.
Caso seja do interesse, a versão digital da CIN também possibilita a inclusão de outros documentos, como a CNH ou o título de eleitor.

Leandro Campos - Foto: ASCOM CSE: @adonispaivva
O elenco do CSE voltou as atividades na tarde desta segunda-feira (6), após a estreia no Campeonato Brasileiro da Série D com derrota por 3 a 1 para a Juazeirense, em confronto realizado no último sábado (4), em Juazeiro (BA), no estádio Adauto Morais.
Após a atividade de campo, o treinador Leandro Campos se reuniu com a direção do Tricolor e pediu seu desligamento. A reunião foi com o presidente José Barbosa. Com a saída dele, fica a expectativa se o Tricolor vai buscar novo comandante ou efetivará o auxiliar.
Além disso, a direção executiva esteve envolvida em várias reuniões.
De acordo com informações do programa Bola na Rede (Rádio Sampaio), no centro das discussões está o repasse da Prefeitura Municipal, que o patrocinador master do clube - com objetivo de regularizar a situação salarial dos atletas, integrantes da comissão técnica e funcionários.
O zagueiro Hyago, que havia chegada após a eliminação da Copa Alagoas, pediu desligamento e deixou o Tricolor na tarde desta segunda-feira.
Mesmo enfrentando dificuldades, o CSE vem buscando reforçar o elenco e anunciou dos meias: Anderson Montanha, de 30 anos, que estava no Confiança (PB) e Jonas, que foi vice-campeão do Mato Grosso do Sul nesta temporada, jogando pelo Bataguassu - que perdeu o título para o Operário (MS).
O próximo jogo do CSE no Brasileiro da Série D será no próximo domingo ( 12), quando recebe o ASA, às 16h, no estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos índios.

Léo Simão Holanda- Foto: Cesar Greco/Palmeiras
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, na tarde desta segunda-feira (6), a escala de arbitragem da 3ª rodada da Copa do Nordeste. Na quinta-feira (9), no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, ASA x CRB vão se enfrentar às 19h, realizando num clássico alagoano pela competição regional.
Quem vai apitar o jogo é árbitro Léo Simão Holanda, do estado do Ceará.
Ele terá como assistentes Francisco Marcondes Mendes Simão e Tiago Castro E Silva, também do Ceará.
O quarto árbitro é o alagoano Felype Wanderley Tenorio Uruba.

Tite deixou o Cruzeiro - PILAR OLIVARES / REUTERS
Ao todo, 10 nomes já deixaram o comando de suas equipes em 10 rodadas realizadas até agora no Campeonato Brasileiro da Série A. Ou seja, uma média de um técnico demitido por rodada. Este número representa cerca de 46% das demissões do nacional em 2025, que terminou com 22 treinadores mandados embora.
Entre os treinadores demitidos, três comandaram a seleção brasileira em ciclos anteriores: Tite, Fernando Diniz e Dorival Júnior.
Neste fim de semana dois foram demitidos, incluindo Dorival Júnior que estava no Corinthians. Ele terá como substituto Fernando Diniz.
VEJA LISTA DE TÉCNICOS DEMITIDOS ATÉ A 10ª RODADA DO BRASILEIRÃO DE 2026
Fernando Diniz (Vasco) – 3ª rodada
– Jorge Sampaoli (Atlético-MG) – 3ª rodada
- Hernán Crespo (São Paulo) – 4ª rodada
– Filipe Luís (Flamengo) – 4ª rodada
– Juan Carlos Osorio (Remo) – 4ª rodada
– Tite (Cruzeiro) – 6ª rodada
– Juan Pablo Vojvoda (Santos) – 7ª rodada
– Martín Anselmi (Botafogo) – 8ª rodada
– Gilmar Dal Pozzo (Chapecoense) – 9ª rodada
- Dorival Júnior (Corinthians) – 10ª rodada
