
Reprodução redes sociais
Patricia Reichman, de 59 anos, uma vereadora recém-eleita da Holanda, acabou sendo expulsa de seu partido após divulgar, no jornal local, uma foto de campanha digitalmente alterada e que não se parecia com sua verdadeira imagem.
Após conseguir uma cadeira no conselho distrital da cidade de Blijdorp-Bergpolder-Liskwartier, em Rotterdam, na semana passada, a diferença entre a foto do jornal e o retrato na lista de eleitos chamou atenção dos votantes e culminou na expulsão de Reichman do partido Leefbaar Rotterdam.
Além disso, a imprensa local descobriu que o endereço de Patricia, no distrito que a elegeu, também poderia não ser verdadeiro.
A vereadora nega e diz que ambas as imagens são suas. Em entrevista ao jornal holandês Algemeen Dagblad, Reichman disse que a foto do jornal tinha baixa resolução, o que a levou a usar uma ferramenta online para melhorar a qualidade.
“Aquela foto no jornal do bairro tinha uma resolução muito baixa, então usei um programa online para aumentar os pixels. É simplesmente a minha foto – essa sou eu de verdade. No momento, estou com uma aparência um pouco diferente, mas é por causa da medicação. Isso vai passar em breve”, alegou.
Ela disse também que frequentemente as pessoas pensam que ela é mais jovem e que a confundem com a namorada de seu filho, por causa de sua aparência jovial.
“Pareço muito mais jovem naquela foto, mas normalmente também pareço muito jovem para a minha idade. Quando saio com meu filho, as pessoas pensam que sou a namorada dele. Ouço com muita frequência que pareço muito jovem para a minha idade”, acrescentou.
Sobre a sua residência, Patricia diz que possui imóveis em duas regiões, mas Blijdorp é sua moradia principal.
Partido se pronuncia
O partido publicou uma nota pública dizendo que, após a repercussão do caso, solicitou que a vereadora renunciasse, o que ela não fez. Eles então decidiram não mais vincular o seu nome com o de Patricia e a expulsaram da legenda.
“A foto foi claramente editada com inteligência artificial e não representa a realidade. Gostaríamos de enfatizar que esta foto editada não foi usada em materiais de campanha da Leefbaar Rotterdam nem em publicações da Prefeitura de Rotterdam. Eles enviaram esta foto exclusivamente para o jornal do bairro — a título pessoal”, defendeu.
“O Leefbaar Rotterdam lamenta a situação ocorrida. Dada a situação de vida e o alvoroço causado pela foto, solicitamos à candidata que renunciasse ao cargo e o devolvesse ao partido. Este pedido não foi atendido. Como diretoria, nos vemos, portanto, obrigados a nos distanciar desta candidata. Consequentemente, procedemos com sua expulsão, visto que ela não pode mais ocupar o cargo em nome do Leefbaar Rotterdam. Quando as informações fornecidas durante a entrevista de emprego se mostram inconsistentes com a realidade, não há base para a continuidade da colaboração”, finalizou o partido holandês.

A mudança visa aumentar a privacidade e reduzir a exposição a golpes - (crédito: DENIS CHARLET)
A empresa proprietária do Whatsapp, a Meta, preparou uma atualização para o aplicativo, que visa alterar o uso do número de telefone como principal forma de conexão entre usuários. A novidade, que vem sendo apelidada nas redes de “WhatsApp fantasma”, aposta em mais privacidade e novas ferramentas de inteligência artificial.
Desenvolvido pela Meta, o pacote de mudanças é considerado um dos mais amplos já implementados no aplicativo e está em fase de teste sendo liberado gradualmente para parte dos usuários.
A principal mudança é a possibilidade de criar nomes de usuário únicos, igual acontece nos outros apps do Meta, como Instagram e Facebook. O usuário vai possuir um identificador exclusivo, e sem duplicidade. Na prática também será possível iniciar conversas sem precisar compartilhar o número de telefone, algo que até então, era obrigatório na plataforma.
A medida impacta principalmente quem utiliza o aplicativo em contextos profissionais ou públicos, onde a exposição do número pessoal costuma ser uma preocupação. Ainda assim, o número de telefone continua sendo necessário para criar a conta.
Para garantir organização e segurança, os nomes de usuário devem seguir regras específicas que já são exigidas nas outras plataformas do Meta, como limite de caracteres (geralmente de 4 a 20) e combinações permitidas (apenas letras, números e alguns símbolos simples), além da privacidade reforçada sobre o número, reduzindo exposição a golpes e spam.
Empresas e figuras públicas tendem a receber acesso antecipado aos nomes de usuário exclusivos no WhatsApp, seguindo o mesmo padrão que já acontece no Instagram e no Facebook. O sistema de verificação também estará disponível para garantir a autenticidade dessas contas. Apesar desse grupo assegurar o direito ao identificador oficial, isso não significa acesso automático às suas conversas, já que continuam existindo controles de privacidade e restrições sobre quem pode iniciar contato.
Além dos recursos já existentes no WhatsApp como a criptografia de ponta a ponta, outro recurso em teste é a criação de um código adicional associado ao nome de usuário. Esse mecanismo funcionaria como uma etapa extra de verificação ao iniciar conversas com novos contatos, reduzindo o risco de interações indesejadas.
Mesma proposta do Instagram, quando algum usuário suspeito entra em contato, ou tenta te adicionar, aparece uma mensagem de aviso, para ter cuidado com golpes. Isso geralmente ocorre em perfis que são denunciados frequentemente. A proposta acompanha uma tendência crescente entre plataformas digitais: oferecer mais controle ao usuário sobre quem pode entrar em contato e quais informações pessoais ficam visíveis.
Além das mudanças na privacidade, o aplicativo também avança na integração com inteligência artificial. Entre as funcionalidades previstas está a possibilidade de gerar resumos automáticos de mensagens não lidas, facilitando a navegação em conversas longas ou grupos muito ativos. A tecnologia deve atuar como um assistente dentro do próprio app, organizando informações e otimizando o tempo do usuário, contribuindo com a otimização do tempo dos usuários.
Por enquanto, as novidades estão disponíveis apenas para um grupo restrito de usuários em fase de testes. A expectativa é que a liberação ocorra de forma progressiva, conforme ajustes forem sendo realizados. Apesar do entusiasmo em torno das mudanças, especialistas apontam que a adoção de nomes de usuário também exige atenção. A escolha de identificadores pode influenciar na privacidade e até na segurança, dependendo das informações compartilhadas.
Se implementada de forma ampla, a atualização pode transformar a dinâmica do aplicativo, aproximando-o do funcionamento de redes sociais e reduzindo a dependência do número de telefone como identidade digital. Mais do que uma mudança técnica, a novidade sinaliza um movimento maior da Meta, adaptar os serviços a uma demanda crescente por privacidade, controle de dados e praticidade nas interações online.

CLT é preferência de 36,3% dos brasileiros que buscaram trabalho - (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A busca por estabilidade e proteção social continua orientando as escolhas dos trabalhadores brasileiros. Mesmo diante do avanço de novas formas de ocupação, como os serviços mediados por aplicativos, o emprego com carteira assinada permanece no topo das preferências. É o que revela a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada nesta sexta-feira (10/4) pela Confederação Nacional da Indústria.
De acordo com o levantamento, 36,3% dos brasileiros ocupados que procuraram trabalho no mês anterior à pesquisa apontaram o vínculo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a alternativa mais atraente. O dado reforça a percepção de que benefícios como férias remuneradas, 13º salário e acesso à seguridade social ainda exercem forte apelo.
Para a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, o cenário reflete uma combinação entre tradição e necessidade. Segundo ela, ainda que o mercado venha passando por transformações, a segurança oferecida pelo emprego formal segue sendo determinante para grande parte da população.
“Apesar de novas modalidades de trabalho estarem crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em um contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, afirmou.
Na sequência da preferência aparecem o trabalho autônomo (18,7%) e o emprego informal (12,3%). Modalidades mais recentes, como o trabalho por meio de plataformas digitais, foram citadas por 10,3% dos entrevistados, enquanto a abertura do próprio negócio (9,3%) e a atuação como pessoa jurídica (6,6%) aparecem com menor apelo.
O estudo também evidencia um desalinhamento entre expectativas e oportunidades disponíveis. Cerca de 20% dos entrevistados relataram frustração por não encontrarem vagas consideradas atrativas, o que aponta para desafios na qualidade e adequação das ofertas no mercado.
A preferência pelo emprego formal é ainda mais acentuada entre os mais jovens. Entre brasileiros de 25 a 34 anos, 41,4% indicaram a carteira assinada como opção ideal. Já na faixa de 16 a 24 anos, o índice alcança 38,1%, ambos acima da média geral.
A tendência, segundo Perdigão, está associada ao momento de construção da trajetória profissional. No início da carreira, a previsibilidade de renda e os direitos trabalhistas funcionam como base para planejamento de vida e crescimento profissional.
Apesar da visibilidade crescente, o trabalho por aplicativos ainda é visto, majoritariamente, como fonte complementar de renda. Apenas 30% dos entrevistados que demonstraram interesse nesse tipo de atividade afirmaram considerá-la como principal meio de sustento. Para os demais, trata-se de uma alternativa temporária ou secundária.
Outro dado que chama atenção é o nível elevado de satisfação com o emprego atual. Segundo a pesquisa, 95% dos trabalhadores se declaram satisfeitos, sendo 70% muito satisfeitos. Apenas 4,6% demonstraram algum grau de insatisfação.
Esse cenário ajuda a explicar a baixa movimentação no mercado. Apenas 20% dos ocupados buscaram uma nova oportunidade no período analisado. Entre os jovens de 16 a 24 anos, a proporção chega a 35%, refletindo maior inquietação e busca por melhores condições. Já entre os trabalhadores com mais de 60 anos, o índice cai para 6%.
O tempo de permanência no emprego também influencia o comportamento. Entre aqueles com menos de um ano na função atual, 36,7% procuraram outra colocação. Por outro lado, apenas 9% dos que estão há mais de cinco anos no mesmo trabalho demonstraram interesse em mudar.
A pesquisa foi realizada pela Nexus, com 2.008 entrevistas em todas as unidades da federação, entre os dias 10 e 15 de outubro de 2025. Foram ouvidas pessoas a partir de 16 anos, compondo um retrato amplo das percepções sobre o mercado de trabalho no país.

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre marcou para o dia 30 de abril a votação que, na prática, pode reduzir as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados no âmbito da ação penal do 8 de Janeiro.
Na ocasião, deputados e senadores decidirão se o Congresso derrubará o veto do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria, proposta que abranda de forma considerável as punições aplicadas pelo STF.
A pena de Bolsonaro, por exemplo, passaria de 27 anos e três meses de prisão para dois anos e quatro meses.
Alcolumbre pautou o tema um dia após ser interpelado sobre o assunto, no plenário do Senado, pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL).
Ministros do STF, contudo, fizeram chegar a Alcolumbre e ao chefe da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que cada caso será analisado individualmente pela Corte se confirmada a derrubada do veto.

Marcello Casal Jr / Agência Brasil
A Receita Federal emitiu alerta, nesta sexta-feira (10/4), para um novo golpe digital envolvendo falsas pendências do Imposto de Renda.
Segundo o órgão, criminosos estão enviando mensagens com links falsos e ameaças de bloqueio financeiro para induzir contribuintes ao erro, após o fornecimento de dados pessoais e/ou realização de pagamentos indevidos.
As mensagens apresentam um tom alarmante, informando que as pendências podem comprometer a regularidade do CPF da vítima. Se não forem feitos os pagamentos ilegais, eles ameaçam com falsas restrições e bloqueio de operações financeiras, impossibilidade de uso do Pix, restrições ao uso de cartões, investimentos e inclusão em cadastros como Serasa, SPC Brasil e Banco Central.
Tudo isso por meio de mensagens de texto que aparentam ser oficiais, com logos da Receita e links que direcionam a páginas falsas que simulam ambientes oficiais do governo. Os links são induzidos a serem acessados para que a pessoa regularize sua suposta situação irregular ou ainda que apenas faça uma consulta da pendência.
Em alguns casos, os criminosos também instruem a vítima a interagir com a mensagem para ativar o link, aumentando o risco de comprometimento de dados.
“A Receita Federal reforça que não envia mensagens com links para regularização de pendências, nem solicita dados pessoais, bancários ou pagamentos por aplicativos de mensagens ou SMS. A consulta de informações fiscais deve ser realizada exclusivamente pelos canais oficiais disponíveis no site: www.gov.br/receitafederal”, afirmou a Receita.
O órgão ainda listou as principais recomendações que quem recebe esse tipo de mensagem deve seguir para não cair em golpe, veja:
Desconfie de mensagens com tom de urgência ou ameaça de bloqueio de serviços financeiros;
Não clique em links recebidos por SMS ou aplicativos de mensagens que não sejam de fontes oficiais;
Verifique sempre o endereço eletrônico antes de acessar qualquer página relacionada a serviços públicos;
Nunca forneça dados pessoais, bancários ou fiscais em sites não verificados e
Em caso de dúvida, o cidadão deve buscar atendimento diretamente nos canais oficiais da Receita Federal.

A ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), em foto de arquivo. — Foto: NINO CIRENZA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A defesa da ex-deputada Carla Zambelli entrou com um recurso nesta sexta-feira (10) para tentar reverter a decisão da Justiça italiana que autorizou a extradição de Zambelli ao Brasil. A informação foi confirmada pelo advogado Pieremilio Sammarco à TV Globo.
No fim de março, a Corte de Apelações da Itália - a última instância da justiça italiana - acatou o pedido de extradição feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda cabe o recurso da defesa, antes de o caso ser levado para decisão final do governo italiano.
"Desde o início, a defesa sustenta pontos que agora são reiterados no recurso, como questionamentos sobre o sistema carcerário brasileiro, críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes e possíveis irregularidades processuais", diz um comunicado divulgado pelos advogados da ex-deputada.
"Os advogados também destacam que o crime de natureza digital atribuído à parlamentar não possui equivalência na legislação italiana, requisito essencial para a extradição. Além disso, contestam a validade do pedido brasileiro, sob o argumento de que não teria sido formalizado pela autoridade competente à época", afirma a nota.
Zambelli tem cidadania italiana e deixou o Brasil em maio do ano passado, pela fronteira com a Argentina. Antes de chegar ao país europeu, ela também passou pelos Estados Unidos.
Como fugiu do país após uma condenação do Supremo, Zambelli é considerada foragida da Justiça brasileira. Por isso, o STF formalizou um pedido de extradição, assinado pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.
Zambelli permanece presa em Roma, porque autoridades do país europeu entendem que há risco de fuga.
Entenda o caso
👉 Brasil e Itália têm um tratado recíproco de extradição, em vigor desde 1993 – e que já foi acionado dezenas de vezes desde então. O primeiro artigo do tratado determina, inclusive, que Brasil e Itália ficam obrigados a entregar, um ao outro, pessoas que sejam procuradas pelo outro país – seja para levar a julgamento ou para cumprir uma pena restritiva de liberdade.
👉 O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro ordenou em dezembro a cassação do mandato de Zambelli, revogando decisão contrária da Câmara dos Deputados. Ela entregou uma carta de renúncia à Casa três dias depois.
Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e fugiu para a Itália após a decisão. Ela é considerada foragida da Justiça brasileira.
➡️ A ex-deputada federal Carla Zambelli está presa na Itália desde o dia 29 de julho de 2025. Ela está em um presídio nos arredores de Roma que abriga mulheres em regimes de segurança média e alta e é dividido em oito seções.

Lucas Silva não viajou com o CSA para enfrentar o Jacuipense — Foto: Allan Max/ASCOM CSA
O técnico Moacir Júnior não vai contar com Lucas Silva na partida deste sábado do CSA contra o Jacuipense, às 16h, em Feira de Santana, pela segunda rodada da Série D.
O atacante sentiu um incômodo no adutor da coxa direita durante um treinamento e não viajou para a Bahia. Nesta sexta, o ge apurou que a lesão não é grave.
Quem viajou com a delegação foi o meia Matheus Melo. Ele precisa cumprir mais dois jogos de suspensão de uma punição do período em que defendeu o Maringá, no ano passado, mas o CSA está tentando reverter no STJD.
A provável escalação do CSA para este sábado tem: Wellerson; Caio Hila, Rayan, Lucão e Kaike; Camacho, Kayllan, Bigode e Dudu Figueiredo, Rian Santana e Matheus Sacramento.
Contratação de Lucas
Ex-Flamengo, Lucas Silva foi apresentado pelo CSA na última sexta-feira e chega ao clube como reforço importante para o Brasileiro.
Na estreia, o jogador entrou em campo na segunda etapa, no lugar de Matheus Sacramento, chegou a balançar a rede, mas o assistente marcou impedimento.
Campeão da Libertadores em 2019, com o Flamengo, o atacante afirmou durante a apresentação oficial pelo CSA que as lesões atrapalharam a carreira.
Lucas sofreu uma série lesão no joelho esquerdo no ano passado quando atuava pelo Nam Dinh e precisou retornar ao Brasil para seguir o tratamento. Recuperado, atuou pelo Boavista antes de acertar com o CSA.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Os Correios aprovaram um reajuste de 4,0510% nas tarifas dos serviços postais nacionais e internacionais prestados pela empresa. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10/4), e vale a partir deste domingo (12/4).
De acordo com a portaria do Ministério das Comunicações, o percentual corresponde à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referente ao período de janeiro a dezembro de 2025.
Em nota, a pasta informou que o reajuste foi definido abaixo da inflação e a medida não inclui o serviço de encomendas.
Ainda segundo a portaria publicada, o reajuste “poderá ser aplicado de forma linear e indistintamente sobre todo o rol de tarifas cobradas pela ECT em relação aos serviços prestados em regime de exclusividade”.
Os novos valores das tarifas reajustadas deverão ser disponibilizados nos sites dos Correios.
Leia íntegra da nota do MCom:
O Ministério das Comunicações informa que o reajuste anual obrigatório das tarifas dos serviços de cartas e telegramas pelos Correios foi definido em 4,05%, abaixo da inflação do ano passado. A medida não inclui o serviço de encomendas.
O reajuste segue a Portaria nº 386/2018 do Ministério da Fazenda, que estabelece a metodologia de cálculo com base na inflação oficial do período (IPCA), descontado o fator de produtividade, para preservar o compromisso de garantir acesso amplo e preços justos à sociedade. A atualização anual do valor dos serviços está prevista na lei postal.

Anvisa proíbe lote de alecrim por conter insetos vivos; saiba qual. Rmcarvalho/Getty Imag
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (10/4), uma resolução que determina o recolhimento de um lote do produto Especiaria Alecrim, da marca Nati Sul. Segundo a agência, a medida foi tomada devido à identificação de insetos vivos e de um fragmento de animal não identificado no produto.
De acordo com a resolução, as irregularidades encontradas também indicam falhas nas condições higiênico-sanitárias e no cumprimento das boas práticas de fabricação.
Com isso, a Anvisa determinou o recolhimento do produto e a suspensão da comercialização, distribuição e uso do lote, de número 0108.
O Metrópoles deixa o espaço aberto para manifestações da empresa.

Criança de 11 anos é agredida dentro de escola municipal de Floresta — Foto: Reprodução/Blog do Elvis
Um menino de 11 anos foi agredido por um colega dentro de uma escola municipal em Floresta, no Sertão de Pernambuco, e precisou ser internado após apresentar sintomas como tontura, enjoo e vômito. O caso aconteceu na segunda-feira (6), e a vítima permanece no Hospital da Restauração (HR), no Recife, para acompanhamento médico.
Um adolescente de 14 anos, estudante da mesma unidade de ensino, é suspeito de ter agredido a criança com um soco. Ainda não há informações sobre o que teria motivado a briga nem detalhes sobre como ocorreu a agressão dentro da escola.
Em nota, a Escola Municipal Deputado Audomar Ferraz afirmou que o caso foi "um episódio envolvendo dois estudantes, no qual um deles desferiu um soco contra o outro, resultando em um traumatismo, constatado em Recife após minuciosos exames." A instituição disse ainda que prestou atendimento imediato, acionou os responsáveis, encaminhou o aluno para atendimento de saúde e que o caso está sendo acompanhado junto às famílias.
Após o episódio, o aluno foi levado inicialmente ao Hospital de Floresta e, em seguida, transferido para o Recife. Ao g1, o HR informou apenas que a criança deu entrada na unidade. A família confirmou que o menino continua internado, mas preferiu não se pronunciar sobre o caso.
O Conselho Tutelar informou que foi procurado pelo pai da vítima e que tomou as providências necessárias. Segundo o órgão, a criança deu entrada no hospital com cefaleia, vômito e tontura. O caso foi encaminhado às autoridades competentes e classificado como ato infracional, cuja eventual medida será definida pelo Poder Judiciário.
Ainda de acordo com o Conselho Tutelar, foi oferecido atendimento psicológico aos dois menores envolvidos.
A Prefeitura de Floresta afirmou que não tolera violência no ambiente escolar e que o caso está sendo tratado com rigor, incluindo assistência à família e apuração dos fatos.
“A Prefeitura de Floresta não compactua e não tolera qualquer forma de violência no ambiente escolar. O episódio ocorrido em uma unidade da rede municipal está sendo tratado com rigor, com adoção imediata de medidas, assistência à família do aluno e apuração dos fatos pelos órgãos competentes. O município atua de forma permanente no combate à violência, por meio de comitê intersetorial envolvendo educação, saúde e assistência social, além de parceria com a Polícia Militar em ações preventivas nas escolas. Também está em construção um protocolo de segurança para fortalecer ainda mais a proteção dos estudantes e garantir um ambiente escolar seguro e respeitoso.”, disse em nota.
A Polícia Civil de Pernambuco informou que tomou conhecimento da ocorrência por meio da Delegacia de Floresta e que está atuando em conjunto com o Conselho Tutelar. As investigações seguem em andamento. A identidade da vítima não foi divulgada.
