Reprodução/ Redes sociais

 

Com a aproximação das eleições de 2026, muitos famosos têm se filiado a partidos políticos, em um movimento que combina estratégia partidária e capital de popularidade. O objetivo é claro: transformar visibilidade em votos.

Entre os nomes mais conhecidos está a musa fitness Gracyanne Barbosa, que oficializou filiação ao Republicanos em fevereiro. Ela é cotada para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro.

Recém filiada ao Republicanos, socialite Val Marchiori também sinalizou que pretende concorrer. Em publicação nas redes sociais, afirmou que a decisão representa um momento de transformação pessoal e o desejo de atuar diretamente em causas sociais, com foco na saúde feminina.

Outra figura conhecida é Silvia Abravanel, filha do fundador do SBT, Silvio Santos. Ela se filiou ao PSD no fim de março e deve disputar uma vaga na Câmara Federal por São Paulo.

Já a atriz Antonia Fontenelle se aproximou do PSDB, em meio a uma estratégia da legenda de atrair figuras com forte presença digital. O anúncio foi feito na última semana pelas redes sociais.

Fontenelle, no entanto, está impedida judicialmente de concorrer a cargos públicos, pois ainda não cumpriu integralmente penas impostas em condenações anteriores envolvendo o youtuber Felipe Neto.

No esporte, ex-jogadores também passaram a integrar partidos. É o caso do ex-atacante Edmundo, filiado ao PSDB, e do ex-camisa 9 da seleção brasileira Luís Fabiano, que ingressou no MDB, ambos com perspectiva de candidatura.

Entre os nomes oriundos de realities, o vencedor de A Fazenda 13, Rico Melquiades, anunciou filiação ao PSDB e gerou polêmica com propostas apresentadas nas redes sociais. Entre elas, a ampliação do acesso à cirurgia plástica pelo SUS e a criação de uma “bolsa maconha”.

Matteus Amaral, ex-BBB 24, conhecido como Alegrete, se filiou ao Progressistas e se lançou pré-candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Ele afirma que pretende defender pautas como a valorização do trabalho rural e o fortalecimento do agronegócio e pretende levar “sua vivência no campo e a proximidade com o trabalho rural” para a política.

Outros chegaram a ensaiar entrada na política, mas recuaram. O ator Dado Dolabella, por exemplo, chegou a se filiar ao MDB, mas deixou a sigla poucos dias depois, após repercussão negativa.

Reprodução

A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11/4) mostrou que os principais pré-candidatos à disputa da Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), também lideram os índices de rejeição.

Entre os entrevistados, 48% declararam que rejeitam o petista, ante 46% que dizem o mesmo do senador.

O instituto ouviu 2.004 pessoas com mais de 16 anos em 137 cidades, de terça-feira (7/4) a quinta-feira (9/4). A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou menos.

Veja a rejeição dos candidatos

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 48%
Flávio Bolsonaro (PL) — 46%
Cabo Daciolo (Mobiliza) — 19%
Romeu Zema (Novo) — 17%
Renan Santos (Missão) — 17%
Ronaldo Caiado (PSD) — 16%
Aldo Rebelo (DC) — 16%
Rejeita todos — 2%
Não sabem — 2%
Votaria em qualquer um — 1%
Na outra frente, os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) possuem praticamente o mesmo percentual de rejeição entre os entrevistados.

O primeiro registra 16% de rejeição, e 56% dos eleitores dizem não o conhecer. Em relação ao segundo, 17% dizem não votar de forma alguma nele, mas 54% afirmam que não conhecem o candidato.

Lula x Flávio
O levantamento também mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 46% das intenções de voto em um cenário de disputa no segundo turno contra o presidente Lula, que registrou 45%.

O resultado representa empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. É a primeira vez que o pré-candidato do PL aparece numericamente à frente do petista em um levantamento do instituto.

Na pesquisa anterior, divulgada em março, Lula tinha 46% de intenções de voto, e Flávio Bolsonaro, 43%.

Arte Metrópoles

 

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11/4) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 46% das intenções de voto em cenário de disputa no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registrou 45%.

O resultado representa empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. É a primeira vez que o pré-candidato do PL aparece numericamente à frente do petista em um levantamento do instituto.

Os entrevistados responderam à pergunta: “Se o segundo turno da eleição para presidente fosse hoje e a disputa ficasse apenas entre [Lula e Flávio Bolsonaro], em quem você votaria?”. Veja os resultados:

Flávio Bolsonaro (PL): 46%
Lula: 45%
brancos/nulos: 8%
indecisos: 1%

Na pesquisa anterior, divulgada em março, Lula tinha 46% de intenções de voto, e Flávio Bolsonaro, 43%.

A sondagem também testou cenários de segundo turno com os pré-candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Em todos eles, os postulantes registram empate técnico, com Lula numericamente à frente.

Veja os resultados:

Lula (PT): 45%
Ronaldo Caiado (PSD): 42%
Brancos e nulos: 11%
Não sabem: 2%

Lula (PT): 45%
Romeu Zema (Novo): 42%
Bancos e Nulos: 11%
Não sabem: 2%
Primeiro turno
Em cenário de primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto contra 35% de Flávio Bolsonaro. Caiado registra 5%, e Romeu Zema, 4%.

Confira:

Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 35%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Romeu Zema (Novo): 4%
Renan Santos (Missão): 2%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Brancos e nulos: 10%
Não sabem: 4%
O levantamento foi feito pelo Instituto Datafolha e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 7 e 9 de abril.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03770/2026.

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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai implementar um sistema que permitirá a verificação de chamadas contra fraudes telefônicas para evitar a aplicação de golpes e exposição indevida de informações sensíveis dos cidadãos.

A ferramenta será capaz de indicar se uma ligação telefônica partiu ou não de uma origem confiável (por exemplo, um banco), mesmo nos casos em que golpistas conseguem mascarar o número real do chamador para fingir que o contato partiu de um telefone idôneo e ligado aos contatos do usuário.

O projeto é desenvolvido pelo CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) com recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações), vinculado ao Ministério das Comunicações.

O investimento é calculado em R$ 16,82 milhões até 2028. A implementação será gradual e depende de testes a serem realizados em parceria com as operadoras de telefonia.

A gerente de soluções blockchain do CPQD, Andreza Lona, afirma que o objetivo é aumentar a segurança e a privacidade dos usuários a partir de uma tecnologia que permita comprovar sua identidade de forma descentralizada, sem a necessidade de armazenar informações pessoais em grandes bancos de dados muitos deles alvos de hackers para posterior vazamento e venda de informações.

Emissores de confiança, como órgãos de governo, empresas de telefonia ou instituições bancárias, fornecerão credenciais digitais ao cidadão, que passarão por uma validação na hora de acessar um serviço ou receber uma chamada. Essas credenciais digitais vão funcionar como uma chave de acesso, formulada a partir de métodos mais seguros e menos suscetíveis a fraudes.

"A origem de uma ligação poderia ser comprovada não só com o número [de quem fez a chamada], mas com uma prova criptográfica", afirma Lona. A prova criptográfica é feita por meio de algoritmos matemáticos para garantir a integridade e autenticidade de informações digitais.

Segundo ela, a tecnologia poderá ser empregada até mesmo em ligações por aplicativos como WhatsApp.

O pesquisador Ismael Ávila, que trabalha na área de soluções blockchain do CPQD, diz que a tecnologia vai permitir que os aplicativos dos bancos instalados em um celular possam incorporar as credenciais para validar ou não as ligações.

"A credencial vai falar se é uma chamada verificada criptograficamente ou não. Se vem uma chamada de origem fraudulenta que alega ser do banco, não vai ser validada", afirma.

Sem a verificação, afirma Ávila, as pessoas correm o risco de atender uma chamada e cair em uma fraude com engenharia social —quando os golpistas usam informações verídicas ou simulam elementos de um ambiente real (como ruídos de um call center) para tentar inspirar confiança e fisgar as vítimas. Para tentar se defender disso, muitos cidadãos recusam até mesmo ligações legítimas, que poderiam ser de seu interesse.

Hoje, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já oferece o serviço Origem Verificada, que garante às empresas registradas um selo de autenticidade parecido com o que as redes sociais adotam. No entanto, sua cobertura ainda é parcial, já que a adesão será obrigatória apenas em 2028.

Além disso, a tecnologia empregada deixa algumas brechas, como em chamadas vindas de gateways (portas de entrada) internacionais, redes não integradas ou que passam por equipamentos mais antigos. Por isso, golpistas ainda conseguem adulterar o número de telefone de quem está ligando para se fazer passar por companhias idôneas (técnica conhecida como spoofing).

A solução do CPQD, segundo os pesquisadores, vai permitir provar a identidade do chamador em qualquer canal e indicar o propósito da ligação. Além disso, em caso de problemas, as credenciais podem ser revogadas.

O projeto começou a ser desenvolvido em dezembro de 2025 e terá duração de três anos.

OUTROS USOS

A ferramenta também abre caminho para outros usos, como revogar uma credencial de acesso à internet em caso de perda, furto ou roubo de celular. Essa seria uma função complementar ao programa Celular Seguro, lançado pela Anatel e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e que já permite o bloqueio do aparelho para chamadas e uso de rede de dados móveis.

"Celulares furtados não podem ser usados para chamadas, o Celular Seguro bloqueia rapidamente. Só que os bandidos usam esse celular para acessar a rede Wi-Fi e, com isso, muitas vezes conseguem acessar redes sociais da pessoa que era dona do celular, sequestram redes, exigem bitcoin", afirma Ávila.

Outra função é permitir a validação de informações do cidadão sem que ele precise compartilhar dados pessoais.

Lona dá como exemplo uma situação em que alguém precise comprovar ser maior de 18 anos. A credencial vai permitir que isso seja verificado sem obrigar a pessoa a divulgar sua idade ou data de nascimento.

Em outro caso, um cidadão que esteja em busca de financiamento poderia obtê-lo sem dizer exatamente qual é seu salário ou compartilhar sua declaração de Imposto de Renda, que contém outras informações, como patrimônio ou gastos com saúde e educação. Neste caso, a Receita Federal poderia ser uma emissora confiável de credencial de faixa de renda.

O escopo final do projeto será definido pelo próprio apetite das operadoras e demais instituições.

O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Hermano Tercius, afirma que a tecnologia vai permitir a descentralização de informações que hoje, para serem validadas, ficam armazenadas em bases de dados unificadas, o que facilita grandes vazamentos.

"Você recebe seu certificado, não precisa de intermediário. Não gera risco de grandes vazamentos, pois seria necessário fraudar o celular de cada usuário", diz.

ENTENDA O NOVO SISTEMA

O projeto prevê a emissão de credenciais digitais verificáveis e descentralizadas, baseadas em padrões internacionais de internet. Órgãos de governo, empresas de telefonia ou instituições bancárias poderão fornecê-las ao cidadão, que as manterá em sua carteira digital no celular. Elas serão validadas na hora de acessar um serviço público ou receber uma chamada.

É um documento eletrônico que comprova determinada informação sobre uma pessoa ou empresa. Possui uma assinatura criptográfica que pode ser validada para comprovar a origem.

O aplicativo do banco instalado no celular do correntista poderá carregar uma credencial e habilitar a validação das ligações recebidas. A chamada será então submetida a uma prova criptográfica: algoritmos matemáticos são usados para ler uma espécie de assinatura que só o banco será capaz de prover às chamadas e, assim, garantir a integridade e autenticidade das informações.

O spoofing ocorre quando golpistas conseguem mascarar a real origem de uma ligação para se passar por fontes confiáveis. No visor aparece o número real do banco, mas se trata apenas de uma máscara para disfarçar a fraude.

As credenciais não evitam diretamente a adulteração do número do chamador, mas alertam que a origem não é o banco, uma vez que a ligação não será aprovada na prova criptográfica.

Será possível revogar credencial de uso de internet em caso de roubo ou furto de celular, para evitar que os bandidos acessem a rede Wi-Fi.

As credenciais também darão acesso a serviços, evitando o compartilhamento de dados pessoais sensíveis com terceiros. Por exemplo, o cidadão poderá comprovar renda sem informar exatamente seu salário. A técnica usada é conhecida como "prova de conhecimento zero": uma parte demonstra à outra que uma afirmação é verdadeira sem revelar o dado em si. É algo crucial numa tecnologia blockchain.

É uma tecnologia de armazenamento distribuído de dados digitais, com o objetivo de garantir a validade de registros e transações. As informações são organizadas em blocos encadeados sequencialmente, criando um sistema distribuído de registros, que não ficam armazenados em um único servidor. Se um bloco é alterado, a inconsistência é facilmente detectável na cadeia. Por isso, o sistema dificulta adulterações.

JHC será candidato ao Governo - Foto: Reprodução

 

O ex-prefeito de Maceió, JHC, confirmou que será candidato ao governo de Alagoas em 2026. A declaração foi feita durante encontro com lideranças políticas no Sertão, em agenda do PSDB em Belo Monte.

Até então, o ex-prefeito de Maceió mantinha o cenário em aberto, dividido entre uma eventual disputa ao governo ou ao Senado. Com a declaração, publicada nas redes sociais, acaba com a indefinição.

A decisão muda o quadro político.

JHC passa a ser o principal nome da oposição na disputa pelo Palácio República dos Palmares. E coloca, pela primeira vez, um adversário direto para o senador Renan Filho, que assumiu a pré-candidatura ao governo desde o final de 2025.

Com isso, os palanques começam a ganhar forma em Alagoas. JHC vai precisar definir nomes para o Senado e alianças com outros partidos. Por ora, conta apenas com PSDB, Podemos e DC.

A definição também pressiona outros nomes. Alfredo Gaspar, que vinha sendo citado para governo e Senado, terá que escolher um caminho. O mesmo vale para lideranças que aguardavam o movimento de JHC para definir suas estratégias.

Em vídeo postado no Instagram, JHC prometeu retribuir o apoio com trabalho e defendeu uma gestão voltada para todas as regiões do estado. “Vou honrar cada voto. Vou fazer de tudo para que vocês se orgulhem. Que se orgulhem de ter um governador que vai governar para todo o Sertão como nunca antes na história do nosso estado”, declarou.

IML Arapiraca- Foto: Reprodução Internet

 

O corpo de um homem foi encontrado, na manhã deste sábado (11), em uma estrada vicinal, no Sítio Poço Santana, na zona rural de Arapiraca, Agreste de Alagoas.

De acordo com o IML, a vítima foi identificada como José Felipe Bahia dos Santos. A idade não foi informada.

A Polícia foi acionada ao local após moradores da região encontrarem a vítima em óbito, caída ao lado de uma estrada que dá acesso ao povoado Cangandu e perto de alguns destroços de uma motocicleta.

De acordo com o relatório da Polícia Militar, uma guarnição de Força Tarefa 02, pertencente ao 3º Batalhão de Polícia Militar, esteve no local após ser acionada pelo COPOM. Ao chegar no local, a guarnição se deparou com o corpo as margens da via, próximo a cerca, em óbito e apresentando sinais de violência.

Diante da situação, foi realizado o isolamento da área e acionado os órgãos competentes para as medidas necessárias. 

Após averiguação inicial do Instituto de Criminalística (IC), foram localizadas algumas perfurações possivelmente causadas por disparo de arma de fogo;

O corpo foi periciado pelo Instituto de Criminalística (IC) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca.

Glu x Fla será no domingo (12)- Foto: Hiago Ribeiro/AGIF

A CBF adiou o clássico entre Fluminense x Flamengo. Antes marcado às 18h30 (de Brasília) de sábado (11), o duelo agora será neste domingo (12), às 18h (de Brasília), no Maracanã. O jogo é válido pela 11ª rodada do Brasileirão.

O adiamento foi decidido após um atraso no voo que trouxe o Flamengo para o Rio de Janeiro - a equipe estreou na Libertadores, em Cusco, no Peru, em jogo na noite de quarta-feira. Em nota, a CBF afirmou que atendeu ao pedido dos dois clubes.
A CBF informa que o clássico entre Fluminense e Flamengo, válido pela 11ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, foi adiado para domingo (12), atendendo a pedido dos dois clubes, em função de problemas logísticos do clube rubro-negro no retorno ao Brasil após a estreia na CONMEBOL Libertadores. A partida está mantida no Maracanã e terá início às 18h (de Brasília) — escreveu a entidade.

A justificativa do Flamengo para solicitar o adiamento foi o tumultuado retorno ao Rio. A delegação não foi autorizada a voar após a partida contra o Cusco, como costuma fazer quando joga fora de casa. O elenco precisou dormir em Cusco e viajou para Arequipa no início da manhã. A princípio, voltaria ao Brasil por volta de 11h, mas houve atraso, e o time só chegou ao Aeroporto do Galeão depois de 19h desta quinta-feira. O Flamengo alega atraso de quase 12 horas considerando todo o processo de voo.

O ge procurou o Fluminense, mandante do jogo, que confirmou ter sido consultado sobre o adiamento. O Tricolor jogou na terça-feira, em Caracas, pela Libertadores. O clube divulgou uma nota oficial. Veja abaixo:

- Em razão do atraso no voo do Flamengo, o Fluminense foi consultado sobre a mudança do jogo de sábado para domingo. Ao ponderar o tempo de descanso e o planejamento das próximas rodadas, o Fluminense concordou com o pedido, pois a delegação embarcou à 1h40 da madrugada na Venezuela e chegou ao Rio às 10h da manhã de quarta, e teria dois dias de treino para o Fla x Flu. Com a alteração, o Fluminense terá três dias de preparação, e o próximo jogo, pela Copa Libertadores, ocorrerá no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira.

 

Italo Ramon/ Paixão Tricolor

 

O CSE treinou na tarde desta sexta-feira (10), seguindo a preparação para o duelo contra o ASA, no clássico do interior, válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série D. Efetivado no comando do time, Erivaldo Pedra terá a sua disposição o zagueiro Joedson e o meio campista Anderson Montanha, que tiveram seus nomes regularizados no Boletim Informativo Diário (BID), da CBF.

A equipe que trabalhou nesta sexta e pode iniciar o jogo: Jeferson; Lima, Geovani, Joedson e Jefinho (Samuel); Celestino, Claudevan, Jean Cléber e Montanha; Thiago e Michel Douglas.

Neste sábado (11) o grupo encerra a preparação com mais uma atividade no estádio Juca Sampaio.

Recursos

Na tarde desta sexta-feira, a diretoria Tricolor começou a pagar os salários, dando mais tranquilidade ao grupo.

Elenco:

Goleiros: Bruno, Jeferson e Pedro;
Laterais Direitos: Pinheiro, Lima
Laterais Esquerdos: Jefinho e Samuel
Zagueiros: João, Geovani e Joedson;
Volantes: Celestino, Claudevan, Jean Cléber, Luan, Tiago e Erick;
Meias: Raí, Douglas, Jonas e Anderson Montanha;
Atacantes: Renê, Michel Douglas, Thiago, Tarcísio e  Geovânio.

Redes sociais/ reprodução

 

O filho do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, Hunter Biden, desafiou os filhos mais velhos do presidente Donald Trump, Donald Jr. e Eric, para uma luta em uma jaula.

Hunter Biden disse que recebeu o convite do comentarista Andrew Callaghan. “Eu disse a ele que participaria — 100% dentro se ele conseguisse. E se ele não conseguisse, eu ainda iria”, disse ele em um vídeo compartilhado no Instagram do Canal 5 de Callaghan nesta quinta-feira (9/4).

Não foi informado quando a luta ocorreria. O filhos de Trump ainda não se pronunciaram.

Evento na Casa Branca
Este ano, pela primeira vez, um evento de UFC será feito nos jardins da Casa Branca, residência oficial do presidente dos Estados Unidos. Nesta quinta-feira (9/4), Trump compartilhou uma montagem feita com inteligência artificial nas redes sociais, na qual aparece ao lado do CEO do UFC, Dana White.

Anna Moneymaker/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou e elevou o tom contra o Irã nesta sexta-feira (10/4), às vésperas de negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio. Representantes dos dois países devem se reunir neste sábado (11/4), em Islamabad, no Paquistão, em meio a um cessar-fogo considerado frágil.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que o Irã não tem poder real de negociação e declarou que o país “só está vivo hoje para negociar”. Segundo ele, os iranianos usam rotas marítimas internacionais como forma de pressão de curto prazo.

“Os iranianos parecem não perceber que não têm cartas na manga, além de uma extorsão de curto prazo ao mundo, por meio do uso de vias navegáveis internacionais. A única razão de ainda estarem vivos hoje é para negociar!”, declarou na rede social Truth Social.

Em entrevista ao jornal The New York Post, o republicano também fez ameaças e disse que o Exército dos EUA está “carregando os navios com as melhores munições” caso as conversas fracassem. “Se não tivermos um acordo, vamos usá-las de forma muito eficaz”, destacou.

Trump ainda disse que espera um desfecho “em cerca de 24 horas”

“Estamos reiniciando tudo, carregando os navios com as melhores munições, as melhores armas já feitas —ainda melhores do que as que usamos antes, e com as quais os destruímos completamente. (…) E, se não tivermos um acordo, vamos usá-las de forma muito eficaz”, pontuou.

Irã impõe condição

Do lado iraniano, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, condicionou o avanço das negociações ao cumprimento de compromissos pelos EUA. Entre as exigências, estão a inclusão do Líbano no cessar-fogo e o fim dos ataques israelenses no país.

Segundo a agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, as conversas podem não ocorrer caso Israel mantenha suas ofensivas no território libanês.

Mais cedo, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, adotou tom mais moderado. Ele disse esperar um resultado positivo e afirmou que Washington está disposto a negociar “de boa-fé”, mas alertou que não aceitará tentativas de engano por parte do Irã.

 

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