Postagem de Donald Trump no domingo, 12 de abril — Foto: Reprodução/Truth Social

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apagou de suas redes sociais nesta segunda-feira (13) uma montagem gerada por inteligência artificial que o retratava como Jesus após receber críticas e acusações de blasfêmia.

Também nesta segunda, Trump negou que a montagem o retratasse como Jesus.

"Não era uma representação disso. Eu publiquei, e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos — e só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação", afirmou após ser perguntado por jornalista.
A imagem foi publicada por Trump em sua rede social Truth Social no domingo à noite, logo após uma publicação de críticas ao papa Leão XIV que o chamava de "fraco".

Na imagem gerada por IA, Trump é retratado com uma túnica branca, tal qual Jesus geralmente é representado, abençoando um homem doente. As mãos do presidente norte-americano aparecem com um brilho característico de divindade. Ao fundo aparecem a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, caças de guerra, gaviões e o que parecem ser divindades.

A publicação com a imagem não aparecia mais nas redes sociais do presidente dos EUA na tarde desta segunda, e a exclusão do post foi confirmada pela mídia norte-americana. O repórter Aaron Blake, da TV CNN Internacional, afirmou que "até mesmo alguns aliados de Trump classificaram [a imagem] como blasfêmia".
Trump recebeu uma chuva de críticas de diversos setores e autoridades dentro e fora dos EUA, inclusive de sua base de apoio MAGA ("Façam os EUA grandes novamente" em português), por conta da publicação.

A ex-deputada Marjorie Taylor Greene disse que a imagem "é mais do que blasfêmia, é o espírito do anticristo". Outras figuras influentes do movimento conservador nos EUA que também criticaram Trump foram o coapresentador da Fox News Joey Jones e os ativistas Brilyn Hollyhand e Riley Gaines.

Políticos do Congresso dos EUA, como o deputado Jim McGovern, também repudiaram nas redes sociais a montagem de IA. O governador da Califórnia — e principal opositor de Trump —, Gavin Newsom, reagiu à exclusão do post: "Agora delete sua presidência".

A influencer de extrema direita Laura Loomer, que também é conselheira de Trump, saiu em defesa do presidente dos EUA e afirmou que "pessoas surtando por causa de um meme precisam se acalmar".

A Casa Branca não se manifestou de forma oficial sobre a publicação até a última atualização desta reportagem.

Trump, que não frequenta a igreja regularmente, conquistou ampla maioria dos eleitores cristãos na eleição de 2024. Ele também avançou entre eleitores católicos, que o apoiaram por 56% a 42%, após uma divisão mais equilibrada em eleições anteriores, segundo análise de Ryan Burge, professor de ciência política da Universidade de Washington e ex-pastor.

Após sobreviver por pouco a uma tentativa de assassinato em julho de 2024, alguns apoiadores evangélicos disseram que isso era uma prova de que ele havia sido abençoado por Deus.

Esta não foi a primeira vez que Trump irritou sua base eleitora cristã desde que foi eleito. Em maio de 2025, entre a morte do papa Francisco e o início do conclave, que escolheria o novo papa, seu perfil oficial republicou outra montagem de IA, desta vez em que ele aparecia retratado como pontífice. Ele também recebeu críticas pelo episódio.

Alexandre Ramagem durante interrogatório no STF — Foto: Gustavo Moreno/STF

 

O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos Estados Unidos prendeu o ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). A informação foi confirmada pela Polícia Federal à GloboNews.

Segundo informações preliminares, Ramagem foi preso em Orlando, na Flórida, e levado a um centro de detenção na cidade. Autoridades brasileiras foram informadas da prisão por volta de 12h (horário de Brasília).

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido por questões migratórias, e o governo brasileiro aguarda mais informações sobre como será o processo de retorno ao Brasil, segundo a PF.

"A prisão é fruto da cooperação internacional Brasil -Estados Unidos no combate ao crime organizado. Ramagem é um cidadão foragido da Justiça brasileira e, segundo autoridades norte-americanas, está em situação migratória irregular", afirmou o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues.

Ramagem deixou o país após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pena de 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele é acusado de integrar o núcleo crucial da trama golpista, que tinha como objetivo manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.

Segundo as investigações da Polícia Federal (PF) divulgadas pelo g1, Ramagem deixou o Brasil de forma clandestina antes do término do julgamento, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana para evitar a prisão, seguindo depois para os Estados Unidos.

Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o pedido de extradição foi formalmente encaminhado ao governo norte-americano. A Embaixada do Brasil em Washington enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA em 30 de dezembro de 2025.

O ministro Alexandre de Moraes determinou a inclusão do nome de Ramagem na lista da Interpol, o que viabilizou a possibilidade de ele ser detido por autoridades estrangeiras.

Aliados do ex-deputado diziam que Ramagem pretendia solicitar asilo político nos Estados Unidos.

Enquanto está no exterior, o ex-parlamentar sofreu sanções administrativas e políticas:

Em 18 de dezembro, ele teve o mandato como deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados;
Em seguida, a Câmara cancelou o passaporte diplomático dele após a cassação do seu mandato;
Por determinação do STF, a Câmara também efetuou o bloqueio dos seus vencimentos parlamentares.
Quem é Alexandre Ramagem?
Alexandre Ramagem é um delegado da Polícia Federal e político brasileiro. Ele ingressou na Polícia Federal em 2005. Ganhou destaque ao chefiar a segurança de Jair Bolsonaro após o atentado em Juiz de Fora, na campanha de 2018.

Na gestão Bolsonaro, foi nomeado para chefiar a Agência Brasileira de Inteligência. Sua gestão é alvo de investigações sobre o uso da estrutura do órgão para monitorar ilegalmente adversários políticos, no caso conhecido como "Abin Paralela".

Em 2020, Bolsonaro tentou nomeá-lo Diretor-Geral da Polícia Federal, mas a nomeação foi suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) devido à proximidade pessoal de Ramagem com a família do presidente.

Em 2022, foi eleito pelo PL-RJ com cerca de 59 mil votos. Teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara em dezembro de 2025, após sua condenação criminal na trama golpista.

Em 2024, disputou a Prefeitura do Rio de Janeiro em 2024, terminando a eleição em segundo lugar.

Maribondo- Foto: Reprodução Internet

 

Um homem  foi preso, neste domingo (12), acusado agredir a esposa na esposa na zona rural de Maribondo.

De acordo com o relatório da Polícia Militar, a guarnição de Rádio Patrulha 3 foi acionada via Copom para averiguar uma possível situação de violência doméstica contra a mulher, no povoado Santa Rosa, zona rural de Maribondo. No local, a guarnição foi recebida pela suposta vítima, que se encontrava abalada e chorando.

Ela relatou que, após uma discussão ocorrida naquela manhã, foi agredida fisicamente por seu marido - o qual a teria segurado pelo pescoço. Disse ainda que eles trocaram empurrões e, cessadas as agressões, a mesma acionou o atendimento policial.

Ao entrar na residência, a guarnição encontrou o autor com sinais visíveis de embriaguez. Este reclamou que estava discutindo com a esposa, porque a mesma não queria permitir sua entrada na casa - e confirmou que a agrediu durante a discussão.

A equipe constatou um ferimento próximo ao nariz da vítima, que afirmou ter sido provocado pelas agressões. Diante dos fatos, a guarnição deu voz de prisão ao acusado.

Posteriormente, as partes envolvidas foram encaminhadas para a UPA da cidade e, após o atendimento, foram levadas até o CISAP de Maribondo para as medidas cabíveis.

Reprodução- Foto Ilustrativa

 

O Instituto Médico Legal (IML), de Arapiraca, registrou  8  corpos, no plantão deste fim de semana.

José Felipe Bahia dos Santos, 22 anos, corpo procedente do povoado Cangandu, na zona rural de Arapiraca. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

Miguel Afonso Santos Barros, 20 anos, procedente do Loteamento Luar do Sertão, bairro Senador Nilo Coelho, em Arapiraca. Conforme o relatório, a causa da morte consta como indeterminada.

Fabrício Lourenço Pereira Silva, 26 anos, procedente do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

Cícero dos Santos, 65 anos, corpo procedente da Vila Santo Antônio, na zona rural de Traipu. Causa da morte: clínica.

João Nicolas de Souza Santos, 18 anos, corpo procedente da rodovia AL 115, trecho do povoado Tabela, na zona rural de Arapiraca. Vítima  de acidente de trânsito, no final da tarde do sábado (11).

Cristiane Ferreira Marques,  39 anos, procedente do Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca. Causa da morte: Clínica.

Iranilda Pereira, 45 anos, procedente do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Causa da morte: homicídio por arma de fogo.

Corpo não identificado, procedente da rua Adairis Lisboa, na cidade de Dois Riachos. Causa da morte: a esclarecer.

 

Peter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, segura uma bandeira nacional após os resultados parciais da eleição parlamentar, em Budapeste, Hungria, em 12 de abril de 2026. — Foto: REUTERS/Marton Monus

 

O partido de oposição Tisza venceu as eleições na Hungria neste domingo (12) e conquistou maioria no Parlamento, encerrando 16 anos de governo do primeiro-ministro Viktor Orbán, um dos principais nomes da extrema direita global.

Com 95,63% das urnas apuradas, o Tisza conquistou 137 cadeiras no Parlamento de 199 assentos. Liderada por Péter Magyar, de centro-direita, a legenda formará o próximo governo.

O partido Fidesz, liderado por Viktor Orbán, ficou com 55 cadeiras, enquanto o Mi Hazánk alcançou 7 assentos, segundo o órgão eleitoral nacional (NVI).

Após a confirmação da vitória, Péter Magyar afirmou que vai representar todos os húngaros e que "aqueles que fraudaram" o país "serão responsabilizados". Ele também pediu a renúncia do presidente da Suprema Corte, do procurador-geral e dos chefes da mídia e do órgão de defesa da concorrência.

Ainda segundo o líder, a Hungria será uma forte aliada da União Europeia e da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

"A transição será pacífica e tranquila", afirmou, acrescentando que "as instituições independentes" do país "foram capturadas nos últimos 16 anos".

Magyar disse ainda que Orbán o parabenizou pelo resultado das eleições. O primeiro-ministro admitiu publicamente a derrota após o avanço da apuração.

As urnas para as eleições na Hungria foram fechadas às 14h deste domingo, no horário de Brasília (19h no horário local). O pleito, considerado o mais importante da Europa neste ano, registrou uma participação recorde de 66% dos eleitores.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca — Foto: Alex Brandon/AFP

 

O papa Leão XIV é um dos mais influentes críticos globais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. Nos últimos dias, ele condenou a idolatria de pessoas e do dinheiro, os perigos da arrogância e a “violência absurda e desumana” desencadeada pelo conflito, que aprofundou a instabilidade no Oriente Médio.

Suas repetidas advertências ao longo da última semana parecem ter chegado ao presidente Donald Trump, que respondeu aos apelos por paz com críticas duras ao primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos em uma postagem nas redes sociais, além de reivindicar para si o mérito pela ascensão de Leão ao papado.

— Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante — escreveu Trump em uma longa publicação na noite de domingo. — Ele não estava em nenhuma lista para ser papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano, e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano.

Ao fazer a publicação, o presidente vinha de um fim de semana em que assistiu a uma luta de MMA em Miami e passou tempo com apoiadores em seu clube de golfe, após o fracasso das negociações com o Irã. Ele criticou Leão como “fraco contra o crime” — insulto que costuma direcionar a prefeitos democratas — e “péssimo para a política externa”. Disse ainda preferir o irmão do papa, Louis, por seu apoio ao movimento MAGA — “Ele entende!”, escreveu Trump. O presidente também acusou o pontífice de “agradar a esquerda radical” e aconselhou que ele se concentrasse em “ser um grande papa, não um político”.

A postagem hostil indicou que praticamente não há limites para os alvos de Trump — nem mesmo o líder dos 1,4 bilhão de católicos no mundo. Pouco depois de publicar a mensagem, ao desembarcar do Air Force One, Trump afirmou a jornalistas que não considera que o papa esteja fazendo um bom trabalho e sugeriu que Leão “gosta de crime, eu acho”. Também o acusou de apoiar armas nucleares e o classificou como “uma pessoa muito liberal”.

A reação enfurecida de Trump ao tom moderado de Leão, nascido Robert Francis Prevost, em Chicago, evidenciou estilos opostos de lidar com conflitos. Enquanto um pede resolução, o outro eleva imediatamente a tensão.

Em seu primeiro ano como pontífice, Leão evitou críticas diretas ao presidente e recusou discretamente um convite inicial para visitar Washington. Em janeiro, porém, manifestou preocupação com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo governo Trump.

Em março, o secretário de Defesa Pete Hegseth convocou os americanos a rezarem pela vitória na guerra e pela segurança das tropas “em nome de Jesus Cristo”. Pouco depois, o papa advertiu contra o uso do nome de Jesus para justificar batalhas, afirmando que Ele “não escuta as orações de quem faz guerra, mas as rejeita”.

Durante uma homilia antes da Páscoa, na semana passada, Leão afirmou que a missão cristã havia sido “distorcida por um desejo de dominação, totalmente estranho ao caminho de Jesus Cristo”.

No domingo de Páscoa, renovou o apelo pela paz:

— Neste dia de celebração, abandonemos todo desejo de conflito, dominação e poder, e peçamos ao Senhor que conceda sua paz a um mundo devastado por guerras — disse, diante de dezenas de milhares de fiéis na Praça de São Pedro.

Na semana passada, também circularam relatos de que um integrante do governo Trump teria se reunido com o cardeal Christophe Pierre, ex-embaixador do Vaticano nos EUA, para reclamar das críticas do papa. Tanto o governo quanto o Vaticano negaram o encontro.

— É um sinal do ódio, da divisão e da destruição de que os seres humanos são capazes — afirmou. — Todos queremos trabalhar pela paz.

No domingo à noite, Trump voltou a atacar o pontífice após cardeais americanos participarem do programa “60 Minutes” para explicar por que apoiavam as críticas do papa aos conflitos internos e externos associados ao governo.

— É um regime abominável e deve ser removido — disse o cardeal Robert McElroy, referindo-se ao governo iraniano. — Mas esta é uma guerra de escolha, e estamos diante da possibilidade de guerra após guerra.

Líderes saem em defesa

Após os ataques, líderes católicos saíram em defesa do pontífice. O arcebispo Paul S. Coakley afirmou em nota:

“Lamento que o presidente tenha escolhido escrever palavras tão depreciativas sobre o Santo Padre. O papa Leão não é seu rival, nem um político. Ele é o Vigário de Cristo.”

O padre jesuíta James Martin também criticou Trump nas redes sociais:

“Duvido que o papa perca o sono com isso. Mas nós deveríamos. Isso é descontrolado, sem caridade e não cristão.”

Em maio passado, após a eleição de Leão, seu irmão John Prevost afirmou que o pontífice não permaneceria em silêncio diante de discordâncias com Trump:

— Sei que ele não está satisfeito com o que acontece na imigração. Até onde vai levar isso é incerto, mas ele não ficará calado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Papa Leão XIV é fraco e que sua postura prejudica a Igreja Católica. Em uma publicação na sua rede social neste domingo (12), Trump afirmou preferir o irmão do pontífice e que não quer um 'Papa que ache tudo bem o irã ter uma arma nuclerar'.

"O Papa Leão é FRACO no combate ao crime e péssimo em política externa", publicou no Truth Social.

Mais cedo, o Papa disse sentir-se próximo do "amado povo libanês" e pediu um cessar-fogo, com o conflito no Oriente Médio entrando em sua sétima semana.

Trum ainda disse que o Papa só ocupa essa posição pois ele é o atual presidente dos EUA e que Leão deveria ser grato a isso.

"Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser Papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano — e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano."

O presidente ainda reclamou de reuniões de Papa Leão XIV 'com simpatizantes de Obama, como David Axelrod, um PERDEDOR da esquerda, que é um daqueles que queriam que fiéis e membros do clero fossem presos.'

Por fim, Trump diz que o Papa 'deveria se recompor'. "Leão deveria se recompor como Papa, usar o bom senso, parar de agradar a esquerda radical e focar em ser um grande Papa — não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica."

Alguns minutos depois, Trump publicou uma imagem gerada por inteligência artificial em que retrata ele com uma túnica branca abençoando um homem doente. A imagem ainda mostra a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, caças de guerra, uma aeronave espacial e gaviões.

Papa pede cessar-fogo no Líbano

Neste domingo, o Papa Leão XVI disse sentir-se próximo do "amado povo libanês" e pediu um cessar-fogo, com o conflito no Oriente Médio entrando em sua sétima semana.

Falando após a oração Regina Caeli - que substitui a oração Angelus durante o período pascal - o Papa disse que havia "uma obrigação moral de proteger a população civil dos efeitos atrozes da guerra".

Ele também lembrou a guerra na Ucrânia, expressando esperança de que a atenção da comunidade internacional sobre o conflito não vacilasse.

O pontífice também abordou o conflito no Sudão antes de sua próxima viagem de 10 dias à África, apelando às partes para que iniciem um "diálogo sincero". O Papa Leão XIII parte na segunda-feira, 13 de abril para uma visita a quatro países africanos, em uma ambiciosa viagem para instar os líderes mundiais a atenderem às necessidades do continente, onde vive mais de um quinto dos católicos do mundo, em sua primeira grande viagem internacional de 2026


Veja também:


Veja íntegra do que Trump disse:

"O Papa Leão é FRACO no combate ao crime e péssimo em política externa. Ele fala sobre o “medo” do governo Trump, mas não menciona o MEDO que a Igreja Católica e todas as outras organizações cristãs tiveram durante a COVID, quando estavam prendendo padres, pastores e todo mundo por realizar cultos — mesmo ao ar livre e mantendo distância de três a seis metros entre as pessoas.

Eu gosto muito mais do irmão dele, Louis, do que dele, porque Louis é totalmente MAGA. Ele entende — e Leão não!

Eu não quero um Papa que ache que tudo bem o Irã ter uma arma nuclear. Não quero um Papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela, um país que estava enviando enormes quantidades de drogas para os EUA e, pior ainda, esvaziando suas prisões — incluindo assassinos, traficantes e criminosos — para dentro do nosso país.

E não quero um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos por eu estar fazendo exatamente aquilo para o qual fui eleito, COM UMA VITÓRIA ARRASADORA: reduzir o crime a níveis recordes e criar o maior mercado de ações da história.

Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser Papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano — e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano.

Infelizmente, Leão é fraco no combate ao crime e fraco em relação a armas nucleares — e isso não me agrada. Também não me agrada o fato de ele se reunir com simpatizantes de Obama, como David Axelrod, um PERDEDOR da esquerda, que é um daqueles que queriam que fiéis e membros do clero fossem presos.

Leão deveria se recompor como Papa, usar o bom senso, parar de agradar a esquerda radical e focar em ser um grande Papa — não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica."

Chuva em Olinda — Foto: Reprodução/TV Globo

 

Depois de alguns dias de trégua, o Grande Recife voltou a registrar chuvas fortes neste domingo (12). O temporal deixou ruas alagadas e causou deslizamentos de barreiras em Olinda e em Paulista. Não houve vítimas.

Além disso, houve queda de árvores no Sítio Histórico da cidade e em Olinda. Já na capital, o Túnel Chico Science, localizado na Ilha do Retiro, na Zona Oeste, foi interditado e o tráfego na área teve que ser desviado pela Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um aviso meteorológico de chuva moderada a forte na Região Metropolitana e na Zona da Mata do estado. O alerta é válido até as 18h da segunda-feira (13).

CRB 2 x 3 Athletic- Foto: Marcus Vinícius

 

 

Jogando na noite deste domingo (12), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, o CRB abriu 2 a 0 de vantagem no primeiro tempo, mas cedeu a virada e foi derrotado pelo Athletic (MG) por 3 a 2, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

Pedro Castro e Douglas Baggio marcaram os gols do Galo, enquanto Ronaldo Tavares assinalou os três gols do time mineiro no segundo tempo, sendo o terceiro aos 55 minutos do segundo tempo, numa cobrança de pênalti.

O CRB ainda teve um gol anulado, após ser analisado pelo VAR. Com o resultado, o CRB aumenta para sete o número de jogos sem vencer.

E sem conseguir vencer na Série B, entrou na zona de rebaixamento e ocupa a 18ª colocação, com apenas dois pontos ganhos. O Athletic (MG) é terceiro colocado, com oito pontos.

Bastante pressionado, o CRB terá uma semana de jogos decisivos.

O próximo compromisso do clube será contra o Fluminense-PI, às 19h da próxima quarta-feira (15), no Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, pela penúltima rodada da 1ª fase da Copa do Nordeste.  Na lanterna do Grupo B com 1 ponto, a equipe regatiana precisa vencer para ainda tentar uma classificação.

Na Série B, o time terá o Juventude (RS) no Estádio Rei Pelé, em Maceió, às 20h45 do sábado (18). Será um confronto direto, porque o time gaúcho ocupa a 15ª colocação com 4 pontos.

 

 

Zumbi venceu o São Domingos por 3 a 0 em União dos Palmares - Foto: Reprodução / FAF TV

 

O Campeonato Alagoano da Série B 2026 (Segunda Divisão) teve início neste final de semana, com a participação de 6 equipes disputando uma vaga na primeira divisão em 2027: Desportivo Aliança, Jaciobá, Miguelense, São Domingos, Sporting FC e Zumbi.

Confira os resultados da 1ª rodada:

Sábado (11)

Jaciobá 0 x 1 Sporting, no estádio Edson Matias, em Olho D´Água das Flores

Domingo (12)

Miguelense 2 x 1  Desportivo Aliança, no estádio Ivson Ferreira, em São Brás

Zumbi 3  x  0 São Domingos, em União dos Palmares, no estádio Orlandão

Classificação

Os resultados colocaram o Zumbi, que tem três pontos, na liderança pelo saldo de gols ( 3 gols).

Em segundo está o Miguelense com três pontos, mas com maior número de gols marcados do que o Sporting Teotônio, que é o terceiro. O Miguelense marcou 2 e o Sporting 1.

O Aliança fecha a zona de classificação às semifinais em quarto com nenhum ponto, saldo -1, mas tem um gol marcado. O Jaciobá é o quinto, com saldo -1 e nenhum gol feito. O sexto colocado, e lanterna, é o São Domingos, sem pontos e com saldo -3.

A segunda rodada será disputada no próximo final de semana.

No sábado (18), o São Domingos recebe o Jaciobá às 15 horas em local a ser definido, pela Federação Alagoana de Futebol (FAF).

No domingo (19), o Sporting Teotônio é o mandante da partida contra o Miguelense, às 15 horas, em local também a ser definido.

Às 15 horas, o Zumbi visita o Aliança, em jogo marcado para o Estádio Manoel Moreira, em Capela.

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