Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

 

O deputado federal Odair Cunha (PT-MG) foi eleito para uma vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU), pela Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira (14/4).

Confira os números:Odair Cunha (PT-MG): 303 votos
Elmar Nascimento (União-BA): 96 votos
Danilo Forte (PP-CE): 27 votos
Hugo Leal (PSD-RJ): 20 votos
Gilson Daniel (Podemos-ES): 6 votos
Brancos e nulos: 4 votos.
Agora, a indicação de Odair Cunha será formalizada em um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que precisará ser confirmado em votação pelo Senado.

O resultado representa uma vitória para o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que apadrinhou o parlamentar e articulou a candidatura.

Odair teve o apoio de Republicanos, PT, PP, MDB, PSB, PDT, PV, PCdoB, PSol, Solidariedade, Cidadania e PRD.

Acordo
A candidatura fez parte de um acordo político costurado ainda em 2024, durante a campanha de Motta à presidência da Câmara. Pelo apoio do PT, ele se comprometeu a viabilizar o nome do petista para a vaga.

O TCU é composto por 10 ministros. Desse total, três são indicados pela Câmara, três pelo Senado e três pelo presidente da República, sendo que dois desses precisam ter vínculo com carreiras de Estado.

Ao todo, sete deputados disputaram a vaga aberta com a aposentadoria de Aroldo Cedraz, em fevereiro. Além da candidatura de Odair, também concorreram Danilo Forte (PP-CE), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Gilson Daniel (Podemos-ES) e Hugo Leal (PSD-RJ).

As candidatas da oposição, Soraya Santos (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP), retiraram os nomes pouco antes da votação, em uma estratégia para concentrar votos em Elmar Nascimento, que tem bom trânsito entre partidos do Centrão.

A articulação, no entanto, não teve sucesso. O nome de Soraya foi lançado pela oposição, que, na semana passada, defendeu maior presença feminina no TCU, que hoje não tem ministras e teve somente duas ao longo da história.

Quem é Odair Cunha
É deputado federal e advogado, com base política em Minas Gerais. O parlamentar está no sexto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e foi eleito pela primeira vez em 2002.

Em 2024, foi líder do PT na Câmara. Ao longo da trajetória, também atuou como vice-líder do governo e integrou a Mesa Diretora da Casa.

Dentro do PT, é visto como um nome mais ao centro, com perfil moderado e foco na articulação política. Diferentemente de outros quadros da legenda, evita protagonismo em pautas mais ideológicas e atua de forma mais pragmática.

Além da atuação no Legislativo, integrou o governo de Minas Gerais entre 2015 e 2018, quando ocupou a Secretaria de Governo na gestão de Fernando Pimentel.

Breno Esaki/Metrópoles

 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2996 da Mega-Sena, sorteado na noite desta terça-feira (14/4). Com isso, o prêmio de R$ 45 milhões acumulou e subiu para R$ 52 milhões.

Confira os números sorteados da Mega-Sena: 07 – 09 – 27 – 38 – 49 – 52;

Em todo país, 78 apostas bateram na trave e acertaram cinco dezenas. Cada sortudo vai levar um prêmio de ao menos R$ 25.112,52.

4.220 apostas acertaram quatro dezenas e cada sortudo vai faturar R$ 765,10.

O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na quinta-feira (16/4). As apostas podem ser feitas até as 20h.

Ministros Nunes Marques é eleito presidente do TSE. Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu, nesta terça-feira (14), o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte. Ao lado do ministro André Mendonça, eleito vice-presidente do Tribunal, ele comandará o Tribunal durante as Eleições Gerais de 2026. A data da sessão solene de posse será divulgada posteriormente.

A eleição ocorreu no plenário do TSE, na urna eletrônica, entre os membros do Tribunal. Antes do início da votação, um servidor designado como mesário imprimiu a zerésima, comprovando que não havia nenhum voto na urna. Em seguida, os sete ministros escolheram entre os números 10, para Nunes Marques, e 20, para André Mendonça.

Encerrada a votação, a ministra Estela Aranha, escrutinadora, leu o boletim de urna e anunciou o resultado: 6 votos a 1 para o ministro Nunes Marques.

Continuidade do trabalho

Após a eleição dos sucessores, a ministra Cármen Lúcia, atual presidente da Corte, ressaltou a experiência dos magistrados e a responsabilidade inerente aos cargos, especialmente diante das eleições gerais que se aproximam. Ela destacou a trajetória dos ministros e a confiança na continuidade do trabalho da Justiça Eleitoral.

“Os ministros vêm desenvolvendo as suas condições de juízo com grande seriedade e responsabilidade, fazendo com que todos nós tenhamos, na cidadania brasileira, a tranquilidade de saber que a Justiça Eleitoral continuará a prestar o seu serviço e a desempenhar as suas atividades com o mesmo compromisso e a mesma responsabilidade que historicamente vem desempenhando”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.

Ao agradecer a confiança dos colegas, o ministro Nunes Marques destacou a relevância da função. “É uma das maiores honras da minha vida poder ser eleito para presidir o Tribunal Superior Eleitoral”, ressaltou.

Ao se dirigir ao novo presidente, o ministro André Mendonça destacou o compromisso de colaboração na gestão. “Eu, como vice-presidente, enquanto aqui estiver, tenha a certeza, estarei lhe auxiliando com todas as minhas forças para que Vossa Excelência tenha uma gestão exitosa e para que o TSE e a democracia brasileira tenham, neste ano, uma festa muito bonita de eleições, com o trabalho de todo o TSE, dos seus ministros e dos seus servidores”, concluiu.

Nunes Marques

Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques é pós-doutor em Direitos Humanos pela Universidade de Salamanca, Espanha, e em Direito Constitucional pela Universidade de Messina, Itália. Doutor em Administração Hacienda y Justicia pela Universidade de Salamanca, Espanha, e mestre em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa, Portugal, é pós-graduado em Ciências Jurídicas pela Universidade Maranhense e graduado em Direito pela Universidade Federal do Piauí.

Atuou como advogado nas áreas cível, trabalhista e tributária por 17 anos, entre 1995 e 2011. Foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí de 2008 a 2011 e desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de 2011 a 2018, onde exerceu a Vice-Presidência, entre 2018 e 2020. Tornou-se ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020 e ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral em 2023, tendo assumido a Vice-Presidência da Corte em 7 de maio de 2024. Nunes Marques comandará o TSE durante as Eleições Gerais de 2026.

André Mendonça

Natural de Santos (SP), André Luiz de Almeida Mendonça é mestre e doutor em Direito (Cum Laude), com menção de Doutorado Internacional pela Universidade de Salamanca, na Espanha, onde atua como professor do Programa de Doutorado em Estado de Derecho y Gobernanza Global. Foi pesquisador e professor visitante da Universidade de Stetson, nos Estados Unidos, e leciona na graduação em Direito da Faculdade Presbiteriana Mackenzie de Brasília, bem como em programas de pós-graduação no Brasil. Tem especialização em Direito Público pela Universidade de Brasília (UnB) e fez graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (ITE) em Bauru (SP).

Foi diretor do Departamento de Patrimônio e Probidade da Advocacia-Geral da União (AGU). Nesse período, recebeu o Prêmio Innovare, na categoria especial, com o tema “combate ao crime organizado”. Também foi corregedor-geral da AGU, assessor especial na Controladoria-Geral da União (CGU) e advogado-geral da União por duas vezes. Foi ainda ministro da Justiça e Segurança Pública. Tornou-se ministro do STF em 2021 e ministro efetivo do TSE em 2024.

Senador Alessandro Vieira (MDB-SE). — Foto: Ascom

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado rejeitou o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator dos trabalhos. O parecer foi rejeitado por 6 votos a 4.

O texto pedia o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) - Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes - e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet.

➡️ Na prática, o pedido de indiciamento — desde que fosse aprovado pela maioria da CPI — poderia levar a uma solicitação de impeachment das quatro autoridades citadas.

Em uma manobra para conseguir maioria para rejeitar o parecer, a composição da CPI do Crime Organizado foi alterada horas antes da votação do relatório.

Três dos 11 membros titulares foram trocados. Conforme os registros do Senado, os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) foram substituídos por Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE).

Além disso, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que era suplente, foi designada membro titular.

Com as trocas, a CPI teve maioria para derrotar o relatório proposto por Vieira. Além de Beto Faro e Teresa Leitão, votaram dcontra o relatório os senadores Rogério Carvalho (PT-SE), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE) e Soraya Thronicke.

Vieira apontou indícios de crimes de responsabilidade por parte do procurador-geral e dos ministros do STF.

🔎 O processo para julgar um crime de responsabilidade corre no próprio Senado. Crime de responsabilidade é um delito de natureza política, portanto, tem um trâmite diferente do crime comum.

A TV Globo questionou o Supremo e os ministros sobre os pedidos de indiciamento feito pelo relator, mas ainda não obteve retorno. A PGR afirmou que não vai se manifestar.

Gilmar Mendes publicou uma mensagem nas redes sociais na qual afirma que "CPI não tem 'base legal' para pedir indiciamento de ministros do STF".

Segundo ele, o indiciamento é um ato que cabe exclusivamente à autoridade policial e não se aplica aos crimes de responsabilidade, que seguem um rito próprio, previsto na legislação.

Depois, durante sessão da 2ª Turma do STF, Gilmar chamou o relatório de "proposta tacanha" e disse que eventuais excessos da comissão podem configurar crime de abuso de autoridade.

Esses crimes, segundo ele, são analisados por procedimentos específicos, que envolvem o Congresso Nacional, sem previsão de atuação de CPIs nesse tipo de processo.

O ministro também criticou o que classificou como tentativa de criminalizar a interpretação da lei por magistrados, prática conhecida no meio jurídico como “crime de hermenêutica” — expressão usada para definir tentativas de punir juízes por suas decisões.

O relatório de Alessandro Vieira
No relatório, o senador Alessandro Vieira afirma que a CPI foi alvo de "flagrante limitação de recursos", agravada pelas "enormes barreiras políticas e institucionais levantadas na medida em que as informações sobre fatos relacionados a figuras imponentes da República" começaram a ser investigadas.

Por isso, entre os motivos de indiciamento, "é razoável que a decisão se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade".
🔎 Crimes de responsabilidade são atos cometidos por presidentes, ministros e outros agentes públicos que ameacem a Constituição, a União, o funcionamento dos Poderes, os direitos políticos e a segurança interna, entre outros. A sanção é política, podendo resultar na perda do cargo ou na inelegibilidade.

De acordo com o relator da CPI, os ministros citados deveriam ter se declarado suspeitos para julgar o caso do banco Master no STF, devido a supostas relações de proximidade com os envolvidos no caso. Principalmente o dono do banco, Daniel Vorcaro.

🔎 A CPI foi instalada em novembro de 2025 para investigar omissões no combate ao crime organizado no Brasil. O Master entrou nos assuntos da comissão após suspeitas de irregularidades em operações financeiras para ocultar recursos de origem ilícita.

Crimes de responsabilidade
Vieira enquadrou os indiciados nos seguintes critérios de descumprimento da lei:

➡️Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes

Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa;
Proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções.
➡️Ministro Gilmar Mendes

Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa.
➡️Procurador-geral da República, Paulo Gonet

Ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições. Segundo a lei, isso significa "proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo".
Relação de Toffoli e Master
O ministro Dias Toffoli foi, inicialmente, sorteado como relator do caso Master no STF. O processo investiga fraudes financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso.

Ele deixou a relatoria do caso em fevereiro, que agora está sob responsabilidade de André Mendonça.

Naquele mês, Toffoli confirmou que integra o quadro de sócios da Maridt Participações, empresa familiar dirigida pelos irmãos do magistrado e que fez negócios com um fundo gerido pela empresa Reag, ligada ao Banco Master.

🔎 A relação entre a Maridt e a Reag tem como ponto-chave o resort de luxo Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). A empresa da família Toffoli era uma das donas do empreendimento até fevereiro do ano passado.

Entre os motivos do pedido de indiciamento contra o ministro, o senador Alessandro Vieira cita a viagem dele a Lima, no Peru, para a final da Libertadores, no mesmo jatinho privado em que também viajou o advogado da defesa de Daniel Vorcaro.

A viagem e suspeitas de proximidade com o caso, conforme o senador, seriam motivos que tornariam o ministro impedido de julgar o caso no STF.

"A situação do Ministro Toffoli não se confunde com a de magistrado que, sem saber, mantinha algum vínculo comercial remoto com familiar de investigado. [...] A conexão, portanto, não é remota nem indireta: trata-se de relação negocial entre empresa do magistrado relator e fundo de investimento controlado por pessoa investigada e presa no mesmo inquérito que o magistrado relatava", pontua o senador no relatório.

Vieira ainda classifica a relação entre o ministro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, como de amizade em função do convite feito por Toffoli para que o banqueiro participasse de sua festa de aniversário, informação da PF que consta em relatório enviado ao ministro Fachin, em fevereiro.

"Sob o prisma jurídico, a existência desses laços de amizade íntima e a demonstração de um interesse pessoal na causa configuram causas objetivas de suspeição, nos termos anteriormente ressaltados', diz o relator.
Ele acrescenta: "A gravidade desses registros, que indicam uma relação de confiança e proximidade com o principal alvo da Operação Compliance Zero, reforça a configuração da suspeição sob múltiplos fundamentos legais concorrentes, tornando insustentável a manutenção da imparcialidade jurisdicional necessária para a condução do feito".

Papel da CPI
De acordo com a Constituição, as CPIs têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, o que lhes permite convocar depoentes, quebrar sigilos (fiscal, bancário e de dados) e requisitar documentos de órgãos públicos.

No entanto, sua atuação é limitada pela cláusula de reserva de jurisdição, o que significa que elas não possuem poder punitivo ou de julgamento.

Uma CPI não pode, por exemplo, determinar a prisão de alguém (exceto em casos de flagrante delito, como falso testemunho), nem expedir mandados de busca e apreensão domiciliar ou interceptação telefônica, medidas que dependem exclusivamente de ordem judicial.
Defesa de colegas
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que não é citado na CPI entre os que Vieira quis indiciar, publicou uma mensagem em uma rede social em que saiu em defesa dos colegas.

Dino afirmou se solidarizar com os colegas aos quais chamou de "alvo de injustiças". No texto, o ministro também destacou as ações do Supremo e da PGR contra o crime organizado.

"É irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc.", introduziu Dino.
"Atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de apontar o STF como o 'maior problema nacional'. É um imenso erro, para dizer o mínimo. Friso: gigantesco erro histórico, que exige uma melhor reflexão quanto às consequências", prosseguiu.

Dino ponderou ainda que críticas devem ser feitas, mas com respeito à dignidade das pessoas e com preservação das instituições da democracia.

ANPR defende Gonet
Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) publicou uma nota pública na qual afirma que "as conclusões do relatório acerca da atuação do Procurador-Geral da República são precipitadas e desprovidas de fundamento".

"Ao contrário do que afirmado no relatório, não há qualquer cenário de omissão institucional. As investigações mencionadas seguem em regular andamento no âmbito da Polícia Federal", diz o texto,
"O acompanhamento atento dessas diligências em curso pela Procuradoria-Geral da República constitui etapa necessária para a formação de sua opinio delicti, ou seja, de sua convicção a respeito da existência ou não de condutas ilícitas", prossegue.

Ciro Gomes se filia ao PSDB ao lado de lideranças da oposição no Ceará — Foto: Thiago Gadelha/SVM

 

O presidente nacional do PSDB, deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), convidou o ex-governador do Ceará Ciro Gomes, que voltou a ser filiado ao partido recentemente, para ser candidato à Presidência da República pela sigla.

"Fiz um apelo para que ele se disponha a liderar um novo caminho para o Brasil, o caminho do centro democrático, liberal na economia, inclusivo do ponto de vista social, responsável no campo da gestão pública", disse Aécio em declaração para a imprensa nesta terça-feira (14), após reunião de deputados do partido na Câmara dos Deputados.
Ciro Gomes disse que recebeu o convite com surpresa e alegria e que avaliará o convite.

Afirmou também que avaliará o convite, uma vez que estava construindo a viabilidade eleitoral para disputar o cargo de governador do Ceará em outubro, posto que já ocupou entre 1991 e 1994.

Ciro afirmou que avaliará o apelo de Aécio diante de um cenário que ele apontou como preocupante na economia brasileira, ressaltando o alto endividamento das famílias.

O cearense já foi candidato à presidência da República em em quatro ocasiões: em 1998, 2002, 2018 e 2022.

Em nenhuma das ocasiões chegou ao 2º turno. A última tentativa foi a menos profícua eleitoralmente, tendo conquistado pouco mais de 3% dos votos e acabando no 4º lugar.

 

Reprodução / Juazeirense

 

O técnico da Juazeirense, Carlos Rabello, de 61 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na madrugada desta segunda-feira, 13, logo após o retorno da equipe da cidade de Alagoinhas-BA, onde venceu o Atlético-BA por 2 a 1, fora de casa, pela Série D do Campeonato Brasileiro.

De acordo com nota divulgada pelo clube, ele está hospitalizado em Petrolina (PE) e o estado de saúde dele é considerado estável, mas sem previsão de alta médica.

Veja a nota na íntegra:

"A Sociedade Desportiva Juazeirense vem através deste atualizar o estado de saúde do técnico Carlos Rabello que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na madrugada desta segunda-feira, logo após o retorno da equipe da cidade de Alagoinhas.

O treinador recebeu atendimento imediato e segue hospitalizado na Unimed Petrolina, sem previsão de alta até o momento. Seu estado de saúde é considerado estável, permanecendo sob acompanhamento constante da equipe médica.

A Juazeirense está dando todo o suporte necessário ao treinador e à sua família neste momento delicado. Carlos Rabello e seus familiares agradecem pelas mensagens de apoio, carinho e orações recebidas, que têm sido fundamentais neste período.

O clube continuará acompanhando o caso de perto e informará qualquer atualização oficial sobre o estado de saúde do treinador.

Para o jogo desta quarta, 15, diante do Sousa/PB, pela Copa do Nordeste, o auxiliar Zé Carijé comandará o time na beira do campo", informou a Juazeirense nas redes sociais.

Foto: Auditore Fotografias

 

A equipe do ASA terá uma quarta-feira (15) decisiva. No período da manhã, às 10h, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgará os atletas do clube por conta da confusão após a eliminação na Copa do Brasil, contra o Operário (MS)- em jogo realizado no estádio Coaracy da Mata Fonseca.

O zagueiro Cristian Lucca e o atacante Wandson foram denunciados nos artigos 254-A (agressão física) e 257 (participação em rixa) do CBJD. Em caso de condenação nas duas infrações, as penas podem ser somadas e variar de 6 a 22 partidas de suspensão.

Já o meia Sammuel foi enquadrado no artigo 258, que trata de conduta antidesportiva e desrespeito à arbitragem, com punição prevista de 1 a 6 jogos.

Além deles, o goleiro Dida e o atacante Keliton também serão julgados pelo tribunal. Os dois jogadores, no entanto, não fazem mais parte do elenco alvinegro.

O julgamento no STJD pode influenciar na escalação da equipe para o confronto da Copa do Nordeste, também nesta quarta-feira (15), às 19h30, contra o Confiança (SE), no Coaracy da Mata Fonseca.

A depender das decisões do STJD - e do momento em que as punições passarem a valer -Cristian Lucca, Wandson e Sammuel podem ou não desfalcar a equipe comandada por Itamar Schulle.

Provável equipe: Rafael Mariano; Danilo, Fabio Aguiar ( Cristian Lucca)  e Jackson; Paulinho, Vitão, Allef, Motta (Sammuel) e Arturzinho; Alex Bruno e Jailson (Wandson).

 

 

Henri viajou com a delegação para Teresina — Foto: CRBTV

A delegação do CRB viajou para Teresina (PI) sem os titulares e até mesmo o técnico Eduardo Barroca ficou em Maceió. O auxiliar Felipe Lucena vai comandar o time nesta quarta-feira (15), às 19h, contra o Fluminense-PI, pela Copa do Nordeste. Quem também viajou foi o técnico do Sub 20, Otávio Augusto, que conhece bem os jogadores da base que foram relacionados.

Desfalque no último domingo na derrota para o Athletic (MG), o centroavante João Neto viajou com a delegação regatiana e deve atuar. O zagueiro Henri, reserva na partida contra os mineiros, também deve atuar.

O CRB vai jogar nesta quarta com uma base parecida com a montada no empate sem gols com o Itabaiana (SE), pelo Nordestão. No entanto, a diferença é que Felipe vai escalar uma equipe completamente reserva e deixar os atletas sub-20 no banco.

A provável escalação é com Vitor Caetano; Kevin, Henri, Lyncon e Maycon; Wallace, Guilherme Estrella e David Braw; Vinicius Barata, Guilherme Pato e João Neto.

Com apenas um ponto no Grupo B, além do Fluminense-PI, o time regatiano ainda enfrenta o Sousa no Rei Pelé, dia 29 de abril, pela Copa do Nordeste.

Planejamento

A ideia de Eduardo Barroca é treinar os titulares durante a semana no CT Ninho do Galo, para buscar uma reação no Campeonato Brasileiro da Série B contra o Juventude (RS), no próximo sábado.

Foto: Allan Max/CSA

 

O CSA segue firme na preparação para o próximo jogo na Série D do Campeonato Brasileiro, que será contra o ASA, no sábado (18), às 17h, no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. Na manhã desta terça-feira (14), o elenco azulino realizou um treinamento físico nas areias da Praia da Jatiúca, em Maceió, como parte da programação.

Com a vitória do último sábado por 3 a 1 contra o Jacuipense (BA), o CSA assumiu a liderança isolada do Grupo A-10, somando seis pontos e mantendo 100% de aproveitamento na competição.

Mercado da Bola

A diretoria do CSA segue no mercado da bola e deve anunciar reforços ainda nesta semana para sequência da Série D. E uma das peças que pode acertar é o centroavante Clessione, que está no São José, onde disputa a Série A2 do Paulista.

Clessione, de 31 anos, começou a carreira no Santa Quitéria-MA e jogou por clubes como Moto Club, Itapipoca, Bahia de Feira e Maranhão, onde conquistou o acesso à Série C em 2025.

No São José-SP, Clessione disputou 19 jogos na A2 do Paulista, marcou seis gols e deu uma assistência. Nesta quarta-feira, o São José enfrenta o Sertãozinho, às 19h, pela sexta rodada.

Maradona- Foto: Marcos Brindicci/Getty Images

A morte de Diego Maradona voltou aos holofotes. A Justiça da Argentina iniciou um novo julgamento nesta terça-feira (14/4). Sete membros da equipe médica do ídolo do futebol são acusados de homicídio culposo por negligência médica.

Cerca de 100 testemunhas serão ouvidas pelo tribunal, que analisa os fatos que levaram Maradona à morte em 2020.

Além de Leopoldo Luque, neurocirurgião, também serão julgados Agustina Cosachov (psiquiatra), Carlos Diaz (psicólogo), Nancy Forlini (coordenadora médica), Mariano Perroni (coordenador de enfermagem), Pedro Pablo Di Spagna (médico) e Ricardo Almiro (enfermeiro).

Caso sejam condenados, os réus poderão enfrentar penas de 8 a 25 anos de prisão. Maradona faleceu durante a recuperação de uma cirurgia cerebral, realizada para tratar um coágulo. Após exames, um infarto foi apontado como causa da morte do astro argentino.
Anulação do primeiro processo

Em maio de 2025, o julgamento foi anulado após o processo ser declarado inválido pelo tribunal responsável. A anulação da ação aconteceu depois de questionamentos das partes envolvidas no caso do ídolo argentino sobre uma das juízas ter participado de um documentário sobre o caso.

Segundo a corte, Makintach participou das gravações quando ainda integrava o júri que julgava o caso. Ela responde a outras acusações. Além da juíza, outros dois magistrados que faziam parte do caso renunciaram aos cargos.

De acordo com a promotoria, Makintach facilitou que câmeras entrassem nos locais das audiências, mesmo diante da proibição de filmar dentro do tribunal.

 

 

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