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A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) comunicou, nesta quarta-feira (22), que foi vítima do ataque cibernético ocorrido em dezembro de 2020, quando mais de 220 milhões de brasileiros tiveram seus dados vazados por criminosos digitais, incluindo CPF. Na ocasião, foram vazados também dados de estudantes e ex-estudantes da universidade.
Apesar do vazamento ter acontecido há cerca de um ano, a informação só foi divulgada agora pela Universidade.
"Em setembro de 2021 nós recebemos autorização do operador para receber esses dados. Agora em novembro recebemos, no dia 30, a autorização oficial dos dados mexidos. Nesse período, fomos instruídos para anunciar a comunicação aos afetados", disse o reitor Josealdo Tonholo.
Tonholo disse ainda que o ataque foi comunicado às autoridades competentes. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar megavazamento.
"Toda vez que acontece uma hackeamento dessa forma nós somos obrigados a comunicar de imediato à Polícia Federal e ao Operador de Sistemas, órgão operador da internet nacional", explicou o reitor.
Os dados vazados eram informações de estudantes da Universidade como número de matrícula, CPF, RG, nome dos pais além do e-mail pessoal.
No comunicado, a UFAL alertou que existe o risco de que as informações sejam usadas para fins fraudulentos. E informou que está reforçando as medidas de segurança cibernética.
