Operação cumpre mandados em Alagoas e Pernambuco contra acusados de desviar mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 02/12/2020

Operação cumpre mandados em Alagoas e Pernambuco contra acusados de desviar mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos — Foto: Arquivo/SSP-AL

Ao menos 4 pessoas foram presas em uma operação do Ministério Público (MP-AL) em Alagoas e Pernambuco na manhã desta quarta-feira (2) contra acusados de desviar mais de R$30 milhões dos cofres públicos. No total, foram expedidos 3 mandados de prisão preventiva e 5 de prisão temporária, além de 30 mandados de busca e apreensão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.

Apenas um mandado de prisão é cumprido em Pernambuco porque um dos alvos viajou para o estado vizinho.

Os alvos da operação, denominada Gambito da Rainha, são pessoas físicas e jurídicas ligadas a empresa Eliane do Globo, em União dos Palmares.

Entre os presos estão empresários e contadores, todos acusados de falsidade ideológica, fraudes societárias, falsificação de documentos públicos e privados, lavagem de bens e corrupção de agentes públicos.

Dois auditores-fiscais estão envolvidos na organização criminosa e já foram afastados do cargo.

A operação é comandada pelos promotores de Justiça Cyro Blatter, coordenador do Grupo de Atuação Especial em Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf), do Ministério Público Estadual de Alagoas, Marília Cerqueira e Anderson Cláudio de Almeida e por integrantes da Secretaria de Estado da Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado, Polícia Civil e Polícia Militar de Alagoas.

Operação cumpre mandados em Alagoas e Pernambuco contra acusados de fraudes fiscais — Foto: MP/AL

Operação cumpre mandados em Alagoas e Pernambuco contra acusados de fraudes fiscais — Foto: MP/AL

Segundo o MP, foi decretado, judicialmente, o bloqueio de bens imóveis e móveis dos acusados. A organização criminosa, que operava somente em Alagoas, era integrada por empresários, "testas-de-ferro", "laranjas", contadores e auditores-fiscais.

O nome da operação é uma alusão a abertura que o enxadrista faz com o propósito de sacrificar o peão da rainha para obter vantagem e ganhar o jogo.

Participam da operação a Polícia Militar, Radiopatrulha, Batalhão de Operações especiais (Bope), Batalhão de Polícia e Trânsito (BPTran) e Batalhão de Polícia Escolar. Já pela Polícia Civil, a Asfixia, Operação Litorânea (Oplit), Tigre e, além de membros da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e da Delegacia-Geral.

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