
Segundo o delegado de Marechal Deodoro, Leonam Pinheiro, a mãe se mostrou abalada durante depoimento.
“Ela disse que estava embriagada e que dormiu sem querer por cima da criança. Dei uma olhada no laudo preliminar do atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e apontava que o bebê não tinha sinais de esganadura, ele morreu por sufocação direta e indireta, ou comprimindo as vias aéreas ou a caixa toráxica”, conta o delegado.
“Já ouvimos os pais e dois vizinhos. Vamos ouvir mais algumas pessoas, e estamos esperando sair o laudo definitivo do Instituto Médico Legal. Por enquanto, estamos tratando o caso como homicídio culposo, quando não há a intenção de matar”, completou Pinheiro.
*Com G1
