Os pedidos foram feitos por preocupações com a segurança e o direito de voto. Essas regiões alegaram risco ao processo eleitoral devido ao controle exercido pelo crime organizado e a conflitos internos nestas localidades.
As forças federais incluem militares das Forças Armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica. Com a aprovação do envio dos agentes, cabe agora ao Ministério da Defesa realizar o planejamento da operação.
A mobilização visa a auxiliar o TSE em duas frentes durante as eleições. Os militares atuarão tanto na garantia da ordem pública quanto na logística do pleito, como o transporte de urnas eletrônicas.
Esse trabalho das forças de segurança nas eleições é comum e previsto desde o período do regime militar. Em 2022, por exemplo, os militares foram acionados em 11 estados.




