

A uma semana da abertura da Copa do Mundo de 2026, a Cidade do México vive um cenário de tensão marcado por protestos, bloqueios de ruas e atos de vandalismo em meio ao aumento da pressão social no país.
Na capital mexicana, manifestantes derrubaram e danificaram estátuas de jogadores instaladas para a Copa do Mundo, na Avenida Paseo de la Reforma, em uma das ações mais simbólicas da onda de protestos que se espalha pela cidade.
— Se não houver solução, a bola não vai rolar — disseram os docentes durante os atos.
Os protestos também contam com a participação de familiares de cerca de 130 mil pessoas desaparecidas no México, além de agricultores e caminhoneiros, que planejam novas manifestações e bloqueios de estradas nos próximos dias.
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Manifestantes derrubaram estátua de jogadores da Copa do Mundo, na Cidade do México — Foto: Reuters
Os grupos afirmam que pretendem aproveitar a visibilidade internacional do Mundial para dar força às suas reivindicações sociais e políticas.
O México é um dos países-sede da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Estados Unidos e Canadá, e receberá 13 das 104 partidas do torneio. Cidades como Cidade do México, Monterrey e Guadalajara já estão sob alerta para novos protestos nos arredores das arenas.
O primeiro jogo da Copa do Mundo será disputado entre México e África do Sul, no próximo dia 11, às 16h (de Brasília), no estádio Azteca.
